Como conhecer pessoas em pessoa reddit

Então amigo

2020.10.25 17:48 JGPeres19 Então amigo

Então amigo, acho que seu comentário/postagem foi um pouco cringe, o tal termo cringe abrange varios fatores importantes a serem levados em conta, como o tom que será usado no post sendo irônia ou como uma crítica mais cetica sobre a nossa sociedade, entenda que cringe também é tudo aquilo que causa aquele pequeno desconforto chamado por proficionais na área da psicologia de vergonha alheia, dentro dessa classe de entre aspas memes estão os tik toks, e em geral postagens feitas por mulheres, lembrando que não importando as circunstâncias, mulheres não são engraçadas. Tente também adicionar um toque do humor nascido na internet chamado "shitpost", onde como o nome já diz são postagens de merda, não interessa se a piada realmente tenha graça ou não, oque importa é que ela não tenha sido feita por uma mulher. O Shitpost é o grito desesperado de homens que vivem em um mundo em colapso prestes a conhecer seu fim trágico como sociedade já que como eu já disse antes, foi arruinada pelas mulheres. Quando temos uma sociedade que faz uso da sua consciência lara fazer uma análise superficial da vida e seus atributos sociais se vê que a religião possívelmente é a verdadeira causa de majoritária parte de nossos problemas em sociedade. Também acho que pdoe ter sido muito bluepillzada, oque é bluepill você me pergunta? O homem que toma a tão falada bluepill é aquele homem que ainda vive na ilusão de um dia viver um amor verdadeiro ao invés da dura verdade de que relacionamentos heteros cis são não mais. Passou longe de ser uma redpillzada, veja bem, você poderia adaptar uma visão mais niilista como Rick and Morty, veja que na série são existem várias piadas niilistas sobre a falta de sentido em fazer qualquer coisa através do personagem super complexo do Rick Sanchez, o Rick representa essa visão bem Blackpillzada que é o que falta na sua postagem. Embora nós aqui no grupo não tenhamos tomado a blackpill, nós apoiamos toda e qualquer corrente filosófica contraria a união de homens e mulheres na mesma relação. Você também precisa ver a vida por um ponto de vista MGTOW tendo em vista que o feminismo estragou as mulheres em nossa sociedade e levando-nos a ao niilismo similar ao de Rick, levamos em conta os fatos que as mulheres hoje não mais querem ser submissas a seus maridos assim estragando nossos planos de sermos homens de família. Os emojis são uma parte extremamente importante da piada ainda mais quando você vai fazer algo aqui no nosso grupo MGTOW redpill, se não for uma redpillzada faça pelo menos uso da blackpillzada total e não esqueça de fazer piadas com pessoas menos favorecidas para ficar mais based. Based seria algo com muito bom embasamento já que a origem do termo vem do inglês com o mesmo significado, based não necessariamente é uma opinião construída com muito esforço oi estudos, mas sim uma opinião com grande quantidade de likes e comentários de apoiadores em redes sociais, principalmente o reddit é o ifunny.
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2020.10.23 18:48 Postador Sobre download de videos e fakes

Vocês estavam cada um fazendo sua chamada para o bot que gera links para download de videos. Um video de Emily Garcia tinha 11 destes quando eu comentei. A maioria dos comentários do post era isso. Isso atrapalha muito. Então fiz uma regra pro AutoMod colocar os links automaticamente e remover os chamados para os bots. Então o que vocês fazem? Passam a pedir os links para download sem usar os usernames dos bots ou digitando errado os usernames. Ou seja, os moderadores continuam tendo que limpar as besteiras de vocês. Um post de Ray Mattos tem 4 pedidos removidos pelo bot e 2 que tiveram que ser removidos manualmente. Apesar de ter a porra dos links como primeiro comentário! Se continuar assim vai ter ban para quem pedir link de download de qualquer forma!
Sobre fakes vou repetir aqui um comentário do outro post:
Tem gente reclamando dos bans, mas é que já tentamos não banir a anos atrás, o pessoal pegava qualquer fake e postava aqui, muitas vezes perguntando se era fake. E porque ninguém era banido a turma continuava postando, pois era uma forma fácil de saber se era fake ou de ganhar karma fácil. No máximo a gente removia o post, então o poster não tinha nenhuma razão para não postar. O sub rapidamente se encheu destes posts, mais de metade dos posts era isso. Rapidinho eu mudei a regra e passei a banir. Assim pelo menos essa turma não fica repetindo o erro e pensa duas vezes antes de postar.
E muitos postaram o fake mesmo depois de eu colocar este post no alto do sub. E com títulos como "será que é fake?". Ou seja, eles nem ligam para regras nem leem o topo do subreddit. Então merecem mesmo.

Quanto a gente reclamando que não sabia que era fake, você tem que entender que nossa prioridade é o grupo e isso as vezes significa ser injusto com alguém. Mas vocês precisam ter bom senso. Qualquer pessoa com mais de dois neurônios sabe que certas fontes tem bem mais fakes. Escolham bem suas fontes. Um disse que colocou no Google "Juliana Bonde nua" e pegou a primeira coisa que apareceu. Como ela nunca posou nua pegou um fake (diferente do postado um monte de vezes!) e postou aqui. Está na dúvida? Faça a busca reversa por imagem no Google, geralmente a imagem real vai aparecer. E usem o bom senso. Você não achou uma imagem de Angélica trepando de pernas abertas olhando para a camera, garanto que se isso um dia vazar vai estar em toda a imprensa, vai ser proibido postar aqui devido as regras do reddit e vai dar cadeia pela lei Carolina Dieckman. Alguém já postou isso achando que era real...

Não dá para abrir exceção para novatos, 300 a 400 pessoas se inscrevem no grupo por dia, se 10% postarem um fake, fakes vão ser a maioria do sub, como já disse isso já aconteceu. Então alguns verdadeiros inocentes vão ser banidos temporariamente para incentivá-los a ter bom senso e pensar duas vezes e para o sub não virar uma longa lista de fakes. Espera um tempo e volta a postar depois.

Agora tem gente dizendo que não uma imagem não é fake, que eles reverteram o filtro. Vou ver quanto eu lembro do que me ensinaram anos atrás para explicar porque isso não é possível. Toda imagem digital é que composta de pixels, cada pixel tem 3 valores de 0 a 255 que representam a quantidade de vermelho, verde e azul naquele ponto. Os filtros de programas gráficos fazem operações matemáticas com estes valores. Para reverter um filtro com perfeição é preciso que o processo seja determinístico, reversível e sem perdas e que o formato de gravação seja sem perdas. Determinístico significa que nenhum número aleatório foi adicionado. Alguns filtros sofisticados fazem isso, mas a maioria dos mais usados não faz, então vamos supor esta parte está ok. Reversível significa que a operação matemática pode ser revertida. Isso depende muito do filtro, mas os três caras que disseram que reverteram eram filtros de pixelização ou blur. Este filtros usam a média dos pontos, uma operação não reversível. Suponha que eu queira criar na imagem quadrados de 4x4 pixels para disfarçar algo. Simplificando, o programa pega os 4x4=16 pixels e tira a média deles. Não existe computador na face da terra capaz de saber quais são os números originais se ele tem apenas a média pois existe um número gigantesco de combinações possíveis. Por isso é impossível reverter esta operação de uma forma viável. Outro problema é que a média vai ser algo como 76.565 e tem que ser arredondada pois o formato de imagem só aceita números inteiros. Portanto fica impossível distinguir algo que dê resultado 76.013 de 76.456 e estas podem ser imagens bem diferentes. Por isso há uma perda de dados que é irrecuperável. Ai você grava num formato de imagem. Alguns como PNG e BMP preservam exatamente os valores iniciais. Mas geralmente se usa na Internet JPG, um formato com perdas. O que significa que a máquina pode transformar o número 76 do exemplo num número diferente para tornar o tamanho do arquivo menor. O processo usado para JPG é bem complexo, mas o que interessa é que ele é um processo com perdas. Dados da imagem original vão sumir.
Eu sei que vão citar o caso de reversão de filtro feito por uma polícia (não lembro qual) que revelou o rosto de um pedófilo. Neste caso ele usou um filtro twirl que quase não usa médias, ele usa basicamente deslocamento (um pixel de um ponto é transferido para outro ponto) para criar um efeito de redemoinho. Um processo bem mais fácil de reverter. Mesmo assim a polícia contou com a ajuda dos programadores da Adobe que criaram o filtro e levou semanas de trabalho de especialistas. Eles tiveram que usar muita tentativa e erro para achar os parâmetros usados no filtro, como qual area exatamente foi selecionada e quais as as opções que o cara usou no filtro. Depois usaram bom senso humano para escolher entre as opções possíveis achadas pelo computador qual a mais provável de ser um rosto humano. Mesmo assim terminaram com uma imagem deformada e meio "fora de foco" em alguns pontos.
"Mas eu tenho um filtro que reverte" já disse um. Não tem não, infelizmente a realidade não é o show CSI, cujas técnicas fotográficas já viraram meme exatamente por serem absurdas. Há filtros e técnicas que tentam adivinhar a imagem original a partir dos dados, mas usados por leigos em poucos minutos os resultados são horríveis. Os três casos que apareceram aqui eu sabia que era fake só de olhar a imagem, afinal alguém conhece mamilos com perfis triangulares ou aureolas quadradas? O filtro provavelmente escolheu a forma geométrica simples que mais se encaixava nos dados. Mas corpos humanos não são formas geométricas simples, a não ser na cabeça de Picasso. E mesmo que alguém escolha uma substituição melhor não quer dizer que seja real. No caso que começou isso, de Juliana Bonde, a discussão era se o mamilo era rosa. Todos os photoshops eram colagens, já que claramente não há meio de reverter a imagem pois era imagem sólida sobreposta. Mandaram várias versões, em todas o mamilo era rosa. Mas segundo comentários no post do video transparências em certas imagens já mostraram que não é rosa, é marrom. Este é problema do fake, aquilo não é a imagem daquela mulher, é uma imagem criada na cabeça de alguém, está mais para desenho que para fotografia.

Portanto vou continuar banindo quem posta fakes, incluindo quem "reverte" pixelizações e blurs.
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2020.10.21 16:37 Ceborn Vida de singleplayer nessa vida isolada

Solteiros desse mundo chamado Brasil na pandemia, como vocês estão conhecendo novas pessoas ou mantendo contato com conhecidos/contatinhos?
Faz quase 7 meses em casa, no começo ainda conversava com alguém que estava "paquerando" antes, mas não aguentamos ficar muito tempo só na conversa - paramos de conversar. Depois, tentei Tinder, pior experiência até agr - não sou uma pessoa bonita nem fotogênica.
Agora não sei usar as mídias sociais pra puxar assunto com ninguém, mas queria conhecer gente nova principalmente... Daí tô até fazendo esse texto pra ver se consigo conhecer gente nova daqui do Reddit kekekekekeke
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2020.10.21 06:41 theInjusticeamongus Era uma vez...uma internet sem velhada!

Eu ainda sou do tempo em que a internet era uma espécie de submundo. Um escape. Apenas os mais jovens a usavam, pouca gente a tinha instalada em casa, e ficar online, nem que fosse só por 1 horinha, dava uma pica do caralho. Era o ponto alto do dia de qualquer criança e adolescente, desfrutar da sua horinha diária de conexão. Sim, porque era caro. 1 horinha por dia ficava-te aí nuns 20 euros por mês. Não tenho bem certeza, pois não era eu que a pagava. A velhada mal sabia o que era a internet, portanto tava-se bem. Não tinhamos de ter cuidado com o que publicávamos, nem tinhamos de ler o que o gang do AVC pensava. Era uma época em que os reumatoides guardavam o lado mais sombrio dos seus pensamentos para eles mesmos. Não te podiam convidar para jogos do facebook, e tava-se bem.

Este post vai ser um pouco longo. Espero que não se aborreçam. Talvez sirva para dar a conhecer algo de novo aos mais jovens, e ajudar os mais old school a recordaros bons velhos tempos. Se possível, partilhem também experiências que tenham tido quando a internet ainda era um dinossauro.

Internet nas escolas

As escolas têm computadores com ligação à internet desde inícios e meados dos anos 90. Nos intervalos podias utilizá-los. Essa utilização consistia em fazeres uma pesquisa random num motor de busca. "Tartarugas ninja", por exemplo. Depois vias as fotos. Sem supervisão parental, pesquisavas porno. Mas basicamente era isso. Não havia mesmo muito para fazer.

Lentidão

Havia horas em que a internet não se mexia. Dependia muito da quantidade de pessoas online. Tinhas de ser estratégico. Se fosses às 9 da noite, por exemplo, podias ter de esperar 15, 20 minutos para carregar uma simples página web. Um download de 5 megas levava facilmente meia hora, e era se a net estivesse boa. 5 megas era mais ou menos uma música.

Antes do Google

Google não existiu até 98, e mesmo a sua popularidade só veio mais tarde. Portanto, aí até 2000 o que se usava era o Altavista. Yahoo também era muito popular, e em Portugal os preferidos eram o Sapo, Aeiou e Clix, para tudo, mesmo pesquisas.

Antes do Youtube

Sinceramente, eu só soube o que era streaming aí por volta de 2004. Ir a um site e ver videos online não era prática comum. Nem havia nada que fosse muito popular. Pelo menos que me lembre. O Metacafe era o mais conhecido. Era tipo Youtube, mas muito menos popular. Portanto, não havia nenhum site deste género que toda a gente usasse . Dailymotion também tornou-se popular durante um curto período de tempo. Mas ainda hoje o utilizo para encontrar videos que o Youtube remove constantemente. Aconselho a toda a gente.

Porno

Nos anos 90 era mesmo só ir a sites tipo o da Playboy e ver gajas nuas. Resumia-se a isso. Fotos de gajas. Não se usava cá sites com vídeos. Víamos umas mamas e estava a andar. Naquela época ver mamas era de loucos. Acho que hoje em dia para sentires a emoção de ver mamas na internet nos anos 90 terias de encontrar um OVNI com ET's lá dentro. A banalização matou muitas emoções.
Depois em inicios de 2000's o que havia era sites tipo pornhub, mas com clips super curtos. 30, 40 segundos. Se algo te captasse a atenção depois tentavas sacar os filmes inteiros.

eMule

Era o que se usava para sacar merdas. Basicamente, colocavas um filme a sacar hoje, com alguma sorte para a semana estava completo. Mas isto já é mais recente. Em Portugal usou-se muito entre 2004 e 2006. Nos anos 90 e inicios de 2000 não se costumava sacar cenas. Ocasionalmente alguém partilhava um video num chat ou fórum para um evento ou algo assim, mas pouco mais. Acredito que houvesse forma de se sacar, mas não era comum. Em vez de filmes no disco rigido, tinhas um porta cd's cheio de filmes e pornografia.

Chats Clix e Terravista

Entre finais de anos 90 e inicios de 2000's era o que estava a dar. Não tinhas de te registar, e havia sempre umas centenas de pessoas prontas a conversar. Podias ser uma pessoa diferente todos os dias. O conceito de "catfish" não existia, pois catfishing era a norma. Era bom para o engate e conversas porcas. Proporcionava-nos uma sensação de liberdade. Na altura era tudo muito menos controlado. Não tinhas problemas legais com o que dizias e fazias na net, e nem sequer eras banido. Dificilmente te baniriam do Terravista. Era agradável, mas todos os dias havia alguém que entrava só para dizer algo tipo: "SEUS FILHOS DA PUTA!!!!!!!!!!!!! VÃO PO CARALHO QUE VOS FODA". E como não era banido, ficavas a ver uma conversa amena sobre cursos universitários e lá pelo meio um troll que não parava de insultar toda a gente. Tipo:
User A: Então, e que curso queres tirar?
User B: Estou a pensar em psicologia
Troll: QUANDO EU TE VIOLAR TU É QUE VAIS PRECISAR DE PSICÓLOGO!!!!!!!
User A: Também gosto muito. A minha irmã tirou o mesmo curso. Para que universidade vais?
Troll: ELA VAI PRA UNIVERSIDADE DAS PUTAS AMESTRADAS!!!!
User B: Em princípio universidade do porto. E tu?
Troll: VAIS-TE PROSTITUIR À PORTA DA UNIVERSIDADE DO PORTO, SUA VACALHONA!!
User A: Eu vou para a universidade de Évora

E isto podia arrastar-se durante horas. Era o pão nosso de cada dia.

A primeira vez que falei com alguém online foi no chat de clix. Quando disse "Olá" e do outro lado recebi um "Olá", nem queria acreditar. Fiquei super entusiasmado e respondi "CHUPA-ME O CARALHO, SUA PUTA!". Não fiquem chocados. Eram outros tempos.

Internet Relay Chat

O IRC foi o peso pesado da internet tuga entre 97 e 2005. Era onde existia a maior concentração de Portugueses ao mesmo tempo. Cerca de 30 mil online durante a noite. Era uma rede de chats, com canais sobre praticamente todos os temas. De certa forma era muito semelhante ao reddit, uma vez que qualquer pessoa podia criar o seu próprio canal e tentar torná-lo popular. Depois escolhia os moderadores para o seu canal.
Uma cena interessante do IRC era que poder falar com pessoas online ainda era o primeiro atrativo. A cultura da devassa da vida privada ainda não existia, e o pessoal não andava desesperado por popularidade. A excitação estava em poderes comunicar com desconhecidos. Era uma cena nova, revolucionária. E como não tínhamos o dia todo para estar na internet tentava-se tirar o máximo partido.
Um termo que já foi muito popular, mas agora raramente se usa, é o "blind date". Basicamente, entravas, metias conversa com uma gaja, perguntavas de onde ela tecla e marcavas um encontro para amanhã. Quase sempre sem troca de fotografias. Isto hoje em não acontece.
Foi no IRC que conheci as minhas primeiras namoradas. Nessa altura ainda havia romance online, pois era novidade. Hoje em dia está demasiado banalizado. Já toda a gente experimentou tudo toneladas de vezes e as pessoas tendem a ficar-se mais pelos seus círculos sociais reais, em vez de se aventurarem com desconhecidos.
O IRC era vida. Era tipo guerra dos tronos. Lembro-me de ter feito chantagem com o dono de um canal para ele me passar a administração. Ele fundou o canal, mas eu é que o tornei popular. Ele esteve ausente uns meses, e quando voltou começou a querer impor as ideias dele, e eu fiquei a odiá-lo. Um dia recebi notificação que ele estava online, mas não no nosso canal. Fui ver em que canal ele estava e era o #gayengates. Fiz print e depois fiz chantagem. Tornei-me no lider absoluto do canal. Bons tempos.
No inicio da era da banda larga, como não havia muito para fazer, o comum era o pessoal usar a internet só mesmo para IRC. Basicamente, era só o que fazias. Sempre ligado. Mesmo quando desligavas, podias deixar uma shell do teu nick sempre on, registando todas as conversas. Se soubesses mirc scripting podias até criar bots. Utilizadores fantasmas que estavam sempre on e executavam comandos. Por exemplo, podias escrever, no geral, !tempo, e ele dizia-te o tempo. Ou então !ban zetoy, e ele bania o zé. Era fascinante estar num canal com centenas de pessoas a madrugada toda a trocar mensagens. Mais uma vez, tal e qual como o Reddit. A diferença é que era formato de chat, não de fórum.
Nesta época os chats clix e terravista também eram muito populares, mas o pessoal do IRC era uma beca snob para com o do clix e terravista, pois os do clix e terravista eram os incautos, que nem sabiam o que o IRC era. Eram os chats dos pobrezinhos. IRC era para quem já sabia um bocadinho mais de tecnologia, uma vez que exigia que conhecesses alguns comandos.
O servidor mais popular em Portugal é a PTnet. Já quase ninguém usa isto, sem ser gays. No estrangeiro, no entanto, ainda há servidores com milhões de utilizadores, mas é uma cena mais para programadores. Basicamente, cada servidor era o seu próprio universo de IRC. Tu podias ir a qualquer servidor, mas se quisesses estar no com mais Portugueses era o PTnet.

MSN

MSN era um mensageiro, tipo Skype. O que tinha sempre on era o IRC e o MSN. Geralmente falavas com o pessoal no IRC, e depois trocavam contactos. MSN era mais pessoal. Isto em inícios de 2000. A dada altura toda a gente que tinha internet tinha MSN. Era mais popular do que IRC. Era quase o equivalente a ter whatsapp.

NETMEETING

Era basicamente para bater pivias por webcam e ver mamas. Tipo Skype, mas servia apenas para video. Quando falavas com uma gaja no IRC e querias fazer "sexo virtual", pedias-lhe o netmeeting. Isto foi ainda antes do MSN. É uma merda dos anos 90 e inicios de 2000. Acho que já ninguém usa, a menos que sejam dementes.

TUGA NINJA

Tuga Ninja foi um dos eventos mais entusiasmantes da internet nacional. Era um jogo de porrada no site da CLIX. Tinhas uma sala de chat com muita gente on e desafiavas quem quisesses para um combate. Consoante ganhavas, ias subindo no ranking. Era isso que dava pica, tentar chegar ao topo. Era muito simplório: o adversário decidia como te ia atacar, e tu tinhas de adivinhar a decisão dele e escolher a defesa. O que tornava o jogo especial era a banda sonora dos ENA PA 2000(?) e o design dos personagens, que eram todos caricaturas de diversos espectros da sociedade tuga, como é o caso de taxistas e peixeiras.

HI5

Acho que toda a gente deve conhecer o hi5, e foi quando a internet começou a apodrecer e o IRC começou a morrer, aí por volta de 2005/2006. Tornou-se na rede "mainstream" em Portugal. Mas mainstream na altura não era o mesmo que mainstream agora. Mainstream agora significa que a tua avó usa. Mainstream na altura significava que toda a gente com internet tinha. A título de curiosidade: só aí a partir de 2006 é que internet começou a ser uma coisa que toda a gente tem em casa. Lembro-me de em 2003 só eu e mais duas pessoas na minha turma termos internet em casa. E nos anos 90 então era raríssimo. Geralmente os meus colegas filhos de pais finos é que tinham net. Eu tive aí em 95 pela primeira vez.
O hi5 era muita chunga, mas dava para arranjar umas quecas. Na altura era tudo mais fácil, talvez pela escassez e pela novidade. Conheci muita gaja por aqui, mas tirando isso não há nada de bom a dizer. Era lixo. Curiosamente, o HI5 começou a morrer quando a velhada começou a usar net e a inscrever-se. Depois os jovens migraram para o FB, por volta de 2009, enquanto o HI5 ficou para o reumático. Hoje o FB começa a ser cena de velho e o IG é o alvo de migração dos mais jovens. Daqui a mais 1 anito ou dois os velhos começam a popular o IG e os jovens fogem para outra rede.

Myspace

O Myspace marca a era de ouro das redes sociais. E foi uma era muito curta. Digo de ouro porque ainda não eram bem o cancro que são hoje em dia, e nenhuma rede social dominava TUDO, como acontece com o FB. Na verdade, as pessoas estavam espalhadas por diversas redes sociais, e cada rede tinha uma demografia específica. Também exibiam-se muito menos. Não era fotos nova todos os dias. Frequentemente era apenas uma foto de perfil.
Uma das particularidades do Myspace é que era muito voltado para música. Era a rede que os artistas utilizavam, e podias segui-los. Era uma rede mais "cool", digamos assim.
O Myspace ganhou popularidade em Portugal aí em 2006, e começou a morrer aí em 2009. Não era tão popular quanto o Hi5, mas a demografia era mais interessante. Basicamente, hi5 = tudo quanto é merda e Myspace = pessoal mais interessante, mais dado às artes e intelectualidade. Foi no Myspace que conheci as miúdas mais interessantes da minha vida. Não havia tantas, mas geralmente tinham mais conteúdo. Eram as gajas com quem podias falar de música e cinema.
Nesta época as redes sociais tinham um grau de popularidade perfeito: havia gente suficiente para teres com quem interagir, mas não ao ponto de até a tua avó e o periquito dela estarem presentes. Podias participar sem ter necessariamente de ter todas as pessoas da tua vida adicionadas. Era uma cena mais anónima.

Netjovens

O Netjovens é um bocado mais obscuro, mas durante um curto período gozou de um bom nível de popularidade em Portugal. Penso que o auge foi em 2007, depois foi vendido por 1 milhão de euros. Era uma rede tuga, criada por um só gajo num curto espaço de tempo, e até há uma reportagem sobre a venda:
https://www.youtube.com/watch?v=URJ1-buuScs
Como disse, antes de 2010 as pessoas estavam muito dispersas por diversas redes sociais. Não havia uma força dominante, e tu ias a diversos sites, para diversos tipos de demografia e conversa. O Netjovens era estilo HI5, mas um bocado mais interessante e menos popular. Não tão bom quanto Myspace, mas era mais uma plataforma de caça. Sim, as redes sociais até 2010 serviam para o engate. Era basicamente isso. Agora servem para a auto-promoção.
Confesso que não sei bem o propósito da venda do Netjovens. Que saiba o site morreu. Portanto quem pagou 1 milhão pelo mesmo não sei bem o que dele retirou.

Netlog

Da mesma era do do Netjovens, mas mais chunga. Mais uma vez, era para o engate. Tinha bue jogos, por isso até dava para um gajo se divertir. A qualidade demográfica era semelhante à do hi5, mas menos popular. Destacava-se por ter bue funcionalidades de entretenimento que o hi5 não tinha.

E pronto, depois disto é basicamente o que se vê hoje em dia: FB, Twitter, IG, TikTok. Aquilo que vocês já todos conhecem. A nível profissional tens mais oportunidades, mas no que toca a socialização as novas redes são piores a todos os níveis. Servem para engrandecimento do ego e pouco mais. Perdeu-se a componente da descoberta e interacção social.

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2020.10.20 03:53 Control-Much Eu me sinto estranho, eu sou estranho pra caralho

Geralmente eu não sou um cara de pedir auto-ajuda, sinceramente esse é meu primeiro post aqui no Reddit, (acredito que já lurkei o suficiente) a real é que eu fui abusado pela amante do meu pai bem novo. (ela tinha 24 e eu tinha 8) isso se perpétuo até meus 13 eu acho com isso a infame desgraçada além de enfiar o dedo no meu rabo conseguiu me transformar em um garoto bem introvertido e quieto, logo, um punheteiro bem novo ela conseguiu me “depravar” bem novo fazendo eu me tornar uma batata social que vivia em função de realizar os desejos pedófilos dela, na real é que eu me sinto culpado por gostar disso além dela ser amante do meu pai e morar na minha casa como se fosse filha da minha mãe (ela simplesmente agiu como santa para ser acolhida pela minha mãe, a mesma tratava ela como minha irmã) logo isso me fez desenvolver vários problemas como fobia social e problemas de insônia pós ela fazia questão de me “felar” a noite assim quando bem entendia, eu geralmente falava não e que ela não podia fazer aquilo comigo então ela tampava minha boca com a mão e continuava.
A longo prazo isso me ferrou de diversas formas tanto nos meus relacionamentos, quanto na vida social e profissional. Além deu ter ereções aleatórias, isso não parou nem depois da puberdade. Eu sou um viciado em pornografia e sexualizo coisas simplesmente não saudáveis, claramente minha mente se tornou perturbada depois daquilo, mas eu nunca desenvolvi um quandro mais sério quando eu era novo, não comparando do que eu desenvolvi uns anos para cá.
Bom, assim que eu cheguei nos 14 e arrumei minha primeira namorada é que eu tive uma epifania, a primeira é que minha vó é uma arrombada (ela simplesmente impatou a minha primeira foda porque minha mãe pos ela de babá para não deixar eu meter o boneco na menina, depois que minha vó expulsou ela da minha casa logo depois essa garota terminou comigo) a segunda é que minha vida não tinha muito sentido as pessoas me usavam para ter o que elas queriam seja prazer momentâneo, objetos, serviços ou apóio moral e logo depois me descartam como um trapo velho, isso tudo veio junto com a morte do meu tio com 42 facadas na barriga, querendo ou não meu tio além de um grande cheirador de coca, era um dos meus melhores amigos (Ele me mostrou jogos online, lan houses, amigos, e cuidava de mim verdadeiramente sem pedir nada em troca além de um dinheiro para ele comprar um saquinho da fininha as vezes) Ele simplesmente curou minha fobia social e fez eu ter a infância que eu tinha perdido por ser um escravo sexual sem amigos de uma deposito imunda que nunca se importou comigo.
Assim que ele morreu meu mundo desabou foi a primeira experiência com a morte que eu tive, logo de alguém tão próximo, isso me quebrou de diversas formas.
Com isso veio a inevitável depressão eu literalmente só existia para um propósito merda, eu comecei a fumar cigarro para passar a ansiedade bem novo com 15 eu já fumava os “diversos” aquilo me trazia a sensação de leveza, mesmo que fosse uma paz momentânea, era como se meu cérebro parasse de “autistar” (eu sou hiperativo) mesmo eu queimando cada sinapse cerebral que eu tinha, aquele amargo na boca me deixava calmo.
Meu vício e depressão perduraram até um webnamoro merda que eu tive em que eu acreditava que era a “garota perfeita” pura ilusão de um emocionado eu realmente pensei que eu poderia vê-la, ter uma família com ela, conseguir consertar as merdas que eu fiz para mim mesmo e começar a amar o falo ambulante que as pessoas acham que eu sou, eu simplesmente dei tudo para ela e durante os primeiros 7 meses foi tudo ok, era muito amor e muita consideração minha, pois eu sou um cara muito “good guy”, ela tinha uma depressão bem forte por conta do pai abusivo e da mãe ausente (o pai dela é pastor e espanca os filhos, fica bêbado, vive na degeneração, bolsominion) esses pontos que geraram uma “femcel” esquerdista e bissexual.
Ela era fofa, eu achava que estava apaixonado, mas como todos os meus namoros ela só meu usou porque não tinha nada melhor. E me trocou por um ex paulista “femboy” que exigia nudes dela e a travata como lixo, simplesmente eu me sentia muito culpado, pois eu tinha me iludido em algo que claramente não tinha futuro, mas eu sou extremamente carente então o melhor encantamento para me levar no bolso é dizer que me ama, independentemente da circunstância, literalmente ela dizia coisas para eu me sentir horrível comigo mesmo e logo depois dizia que me amava, eu me sentia abraçando um cactu mesmo que não fosse de “verdade” era a primeira vez que alguém falava que me amava, eu entrei em pânico, mesmo eu sabendo cada segundo que aquilo não era o certo a se fazer e eu estava regredindo.
Querendo ou não ela me ajudou a superar uma fase da minha vida, mas eu nunca parei de me sentir um objeto. Na real eu ainda tive mais certezas disso eu simplesmente sou um dildo de plástico que estou na gaveta para quando elas não têm ninguém. (não eu não me considero bonito, longe disso eu to mais para brasileiro morador de periferia padrão)
Logo depois disso eu quis adiar o problema e começar a sair mais com meus colegas e meu primo começou a morar aqui por volta de 3 meses foi tudo tranquilo até que fomos num “hokah” (buteco adolescente) nós juntamos lá, eu comecei a beber até que perdi a inibição e comecei a ir em toda mulher que eu via pela frente igual um macaco, a primeira me achou simpático e me puxou pro canto quando tudo já ia dar certo um colega me barrou dizendo que ela já tinha “dono”, eu ri e meti um “a gente divide, né pae” meu colega riu muito, por ele conhecer ela a mais tempo eu decidi não “profita-la”, mesmo com ele não conseguindo pegar ela depois, por pura consideração pelo cara, eu fui em outras 6 depois dessa e tomei fora de todas e ganhei um apelido de 7.
Na real é que as garotas agora me viam como uma piada que está lá para quando inflar o ego delas para quando elas precisam, tradução literal: “esquento para um babaca com grana comer”. Esse foi um dos momentos mais WTF possíveis na minha vida se não fosse a briga com meu primo que rolou depois. Ele ouviu o que eu tinha comentado com o meu colega e como as pessoas gostam de me oprimir inventaram uma história vergonhosa sobre meus foras para parecer herói na frente no irmão do meu melhor amigo, e como o resto dos meus amigos de infância babam o ovo do meu primo eles literalmente concordaram com ele criando 3 histórias diferentes do ocorrido literalmente forçando que eles eram “os heróis que salvaram o pequeno betinha de ser cobrado na saida do butequinho”, além do meu primo viver se achando o bonzão ele era um gigolô da porra em casa e só aproveitava não dando uma foda para minha mãe, sendo que ela fazia das tripas coração pro arrombado ele nunca tratou ela do jeito que ela merecia, eu cobrei a mentira que ele inventou e simplesmente fui contra toda a minha rodinha de amigos sendo fraco e falho.
Eu não deixei ele falar toda aquela merda sem ter penalidades, mesmo implorando para ele parar de falar e párarmos de discutir, ele veio para cima eu dei um no queixo e na orelha.
Foi o suficiente para deixá-lo katinguelê, então ele me ameaçou de pegar uma faca para mim, então eu quebrei uma bacia de vidro e com a mão e com os cacos sagrando na minha mão eu falei “tu meu irmão, que viveu a vida toda comigo, vai me furar, na nossa casa, com a nossa família aqui, NA MINHA CASA?”. Além de jogar umas coisas na cara dele porque ele merecia.
Foi o suficiente para minha mãe expulsar ele de casa, meus amigos acharam que eu armei para ele e a pessoa que literalmente passou 16 anos da vida ao meu lado meu melhor amigo chupou o ovo do meu primo, vendo tudo que ele diz como verdade absoluta.
Mais cedo ou mais tarde íamos brigar eu acabei de brigar com outra pessoa que viveu a vida toda ao meu lado, isso para mim, é frustrante porque literalmente eu sou dependente de toda emoção positiva que as pessoas têm por mim, ele usou o argumento que eu sou “mimado” por não ter nada da forma que eu quero, mesmo eu saindo errado em tudo quase sempre. Esse argumento ele valida falando que “eu tive tudo na vida agora não aguento perder”, eu esqueci de falar que a amante do meu pai antes de ser pega pela minha mãe roubou todo o dinheiro do meu pai e sumiu do mapa.
Meu pai trabalha no comércio então com a crise, inflação, copa do mundo, carnaval e covid. A gente sempre passa um aperto aqui e alí.
Eu simplesmente sou muito sensível a essa merda eu não sei porque esse padrão aleatório de merda me segue e eu não consigo ser feliz, ou do porque eu me importar com isso.
¹Edit: eu comecei a gostar de trans então a tampa do bueiro leva ao esgoto, por isso eu to aqui. ²Edit: eu me sinto sozinho e vulnerável ³Edit: eu sinto que a minha solução seria uma pessoa que sofreu tanto quanto eu para me entender verdadeiramente. ⁴Edit: esse post é frescurento para um caralho, pois eu sou horrível contando algo então essa merda parece pura frescura, mas foi traumático cada segundo ⁵Edit: apanhei para caralho na escola quando era muleque por ser esquisito ⁶Edit: minha irmã não me suportar e tentou me matar usando um iPhone 6 plus, ela quebrou ele na minha cabeça 8 (pontos). ⁷Edit: tentei me matar usando cabo de extensão no box do banheiro e pulando de uma cachoeira.
⁸Edit: é minha primeira vez sendo op aqui, não tenho muito experiência.
Also, acho que embananei essa porra para caralho e não cheguei em lugar nenhum, mas eu precisava de um lugar para postar essa merda sem polimentos com esses pensamentos abstratos antes que eu comece a chorar pelo quão random essa merda de vida é.
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2020.10.13 23:22 TyllerZzZ Desabafando a minha adolescência

ola, acabei de entrar nesse reddit, gostaria de compartilhar algumas coisas com vcs.
Bom, eu tenho 17 anos e sou um pouco diferente dos demais adolescentes que pensam apenas em festas, bebibas e mulheres. Sou de poucos amigos, não converso com muita gente, meu whatsapp é super parado, não tenho tantas curtidas mas minha fotos do face ou do insta, na vdd eu não ligo muito pra esse tipo de coisa, adoro jogar e pra ser bem sincero essa é a coisa que eu mais tô fazendo no momento, minha rotina é basicamente, trabalhar e jogar, além das atividades online tbm. Nunca transei e sinceramente não me importo com isso, não me importo com oque as pessoas pensam sobre isso, mas já perdi meu BV (no início desse ano). Quando eu beijei outra boca pela primeira vez eu pensei que a situação iria mudar, eu finalmente iria ter mais amigos, mais garotas iriam querer me conhecer e eu ia mudar completamente, mas n foi bem assim. Enfim, eu realmente não ligo pra curtidas ou views nos status, mas minha mãe acha minha situação preocupante, eu n acho que estou depressivo, é apenas meu jeito, e eu NÃO VOU MUDAR MEU JEITO DE VIVER PRA AGRADAR OUTRAS PESSOAS, mas ao mesmo tempo eu penso em mudar completamente meu jeito, essa frase no meu ponto de vista é um pouco hipócrita, não sei dizer o motivo, mas na minha cabeça faz sentido, Quando eu digo pra outra pessoa que nunca consumi bebidas alcoólicas ou nunca transei, elas ficam em choque, como se fosse uma obrigação de todos fazer isso. Enfim, eu tô compartilhando isso pra saber se eu sou o único adolescente que vive dessa forma, e pedir alguns conselhos, não que eu esteja triste, eu amo a vida q eu tenho, mesmo sem nunca ter tido uma namorada ou nunca ter transado com ninguém, não sou daqueles que fica colocando frases moralistas ou indiretas para outras pessoas nos status, eu não diria que sou isolado, apenas não tenho tanta facilidade quanto outras pessoas de fazer amizades, eu não me acho feito, tenho uma boa alto estima,e sinto triste as vezes por ver outros adolescentes com suas namoradas ou com vários amigos rodeados, mas logo passa, sou meio introvertido. Tenho uma sensibilidade emocional, sou muito sensível, qualquer coisa eu choro pra krl kkkj (apenas uma curiosidade). É isso..
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2020.09.29 17:11 mellanyaltran Término

A uns dias atrás meu namorado terminou cmg, e eu não sinto vontade de fazer nada, não consigo me distrair, sempre acabo pensando em tudo que aconteceu, pra mim a gente estaria juntos no futuro, com a nossa casinha, e nossos gatinhos, mas infelizmente isso não vai acontecer.
Eu quero conhecer pessoas novas, para fazer amizade, se alguém quiser jogar algo sla, comenta aq, ou manda msg, n sei como funciona o reddit ainda kk
Mas enfim é isso :'[
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2020.09.28 10:24 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 2: Que se lixe isto, vou comprar um carro]

Olá amigos. Hoje vamos falar de carros, um assunto que me é muito querido.

Take-Aways Principais

Driving is love, driving is life

Quando tinha 14 anos os meus pais deram-me uma motinha de 50cc velhinha. Tinha dezenas de milhares de quilómetros, estava a precisar de algum trabalho, gastava muita (MUITA) gasolina, mas era minha. A partir desse dia tornei-me independente: tinha a possibilidade de ir onde quisesse, quando quisesse. Toda a cidade passou a estar acessível no espaço de minutos e não horas, e as aldeias envolventes em "meias horas" e não horas. Deixei de ter que pedir para que me levassem aos sítios, passei a ir quando queria ou precisava. Com algum dinheiro da mesada podia ir saindo com os amigos e começando a ter uma vida mais "adulta". Pouco tempo depois, ainda por volta dos 14, aprendi a conduzir carros também (em estradas privadas, claro).
O valor desta transição é absolutamente imensurável no desenvolvimento de um miúdo. Passa a haver responsabilidade. Quando tinha acidentes, o que acontece de certeza, a culpa era minha e havia consequências. O corpo doía, a mota aparecia riscada e a precisar de reparações, e o que não conseguisse fazer eu tinha que encontrar forma de pagar. Os vizinhos queixavam-se do barulho. Quando chovia chovia-me em cima, e quando fazia frio de manhã a mota não queria pegar. Mas! Quando queria ir ao Continente comprar doces podia ir, quando queria ir visitar o meu pai não tinha que pedir boleia a ninguém, e por aí fora.
A experiência de começar a conduzir muito cedo, particularmente no ambiente "controlado" de uma cidade pequena, serve também para desenvolver algum instinto (à falta de melhor expressão) para a condução, nomeadamente para as duas partes fundamentais que as constituem:
Eu não sei como tem sido ultimamente, mas o processo de obter a licença dos 14 anos há quase 20 anos atrás era ridiculamente simples. Eu sinto que isso não é necessariamente mau, pois reduz a barreira de entrada à condução numa altura em que ainda é possível ganhar aquele "jeito" para a condução sem se tornar uma coisa estrangeira e forçada. Tudo somado, foi facilmente uma das experiências que mais serviram para me fazer crescer naquela altura, e algo que pretendo certamente incutir em infelizes filhos que alguma vez venha a ter.
Quando fiz 18 anos deram-me um carro (muito) velhinho para as minhas voltinhas em Coimbra, para onde iria estudar. Mais uma vez, é um privilégio: era muito velhinho, o seguro era baratinho e o imposto também, mas mesmo assim nem toda a gente conseguia ter o seu próprio carro. Por ter carro nunca precisei de usar os autocarros muito regularmente, o que me permitiu poupar noutras coisas: podia fazer as minhas próprias mudanças quando mudava de casa, podia participar em actividades extra-aulas com mais facilidade, etc etc. Fui quase sempre designated driver, mas sempre foi uma responsabilidade que aceitei com muito gosto: é bom de ter a oportunidade de levar os meus amigos a casa em segurança no fim de uma noite de castanhada. Se eu próprio quisesse participar na castanhada, a Maria normalmente voluntariava-se para trazer o carro para casa.
Ter um carro velho, sem modernices como sensores (ahah), GPS, rádio (exacto), direcção assistida ou ABS, permitiu-me fazer certas coisas. Com a liberdade de experimentar, pude tentar fazer várias reparações eu próprio; notavelmente, o disco de embraiagem que neste momento está nesse carro, que ainda anda, fui eu que o coloquei lá. Pude também fazer uso de alguns baldios que há em Coimbra e arredores para aprender a controlar o carro em situações mais extremas; uma espécie de curso de condução em condições adversas do homem pobre. O que é que acontece se tiver que fazer uma travagem de emergência em piso escorregadio? Como compensar a falta de ABS caso as rodas tranquem? E se a traseira deslizar?
Conduzir, para mim, não é um privilégio nem uma mania nem um capricho. É uma das pedras basilares da forma como lido com o dia-a-dia, uma forma inalienável de independência. O transporte pessoal é uma extensão do meu corpo e conduzir é um escape muito, muito importante.

Viver no campo sem carro

Durante os primeiros 6 meses que passei no UK tive que viver sem transporte próprio; apenas conduzi carros alugados por curtos períodos para ver casas ou fazer mudanças. Usei esses meses para me ambientar, deixar passar o primeiro inverno, estabelecer-me no trabalho e tratar de todas aquelas burocracias que discutimos no capítulo anterior. Aguentei todo esse tempo graças ao facto de a empresa para quem trabalho oferecer um serviço de shuttles para funcionários, que liga o campus às cidades e vilas mais próximas, numa das quais eu vivo. Isto permitiu-me não me preocupar com transportes para o trabalho durante meses, o que foi uma benesse incrível.
Estes primeiros meses foram de adaptação, de exploração e de cometer erros parvos. De aprender a perceber os Ingleses, como se comportam nas coisas mais básicas, e de me tentar misturar com eles com sucesso. Eu optei por viver no campo (i.e. significativamente fora das cidades grandes aqui à volta) por várias razões:
Tirando as viagens casa-trabalho-casa, a minha mobilidade estava muito reduzida. Ir a qualquer lado envolvia caminhar uma distância suficientemente grande para me chatear, no mínimo até à estação dos comboios e depois outro tanto onde quer que fosse. Ir às compras era um pau no cu porque tinha que as arrastar pelo monte acima até casa, pelo menos até descobrir que os supermercados entregam em casa por um preço muito muito razoável.
E depois há a rede de transportes. Eu adoro andar de comboio, mas infelizmente aqui é impossível. Nós somos dois, e ir à cidade mais próxima custa-me, pelo menos, umas 20 libras em bilhetes de comboio. Para comparação, demoro uns 25min a chegar lá de carro (mais ou menos o mesmo) e gasto talvez 2 ou 3 libras de combustível. Já para não falar no congestionamento a certas horas, em que não só os bilhetes são estupidamente mais caros, como temos que fazer a viagem toda em pé. Viagens grandes então nem se fala! Eu quero ir à Escócia ver se encontro a Nessie, e a viagem de comboio para 2 pessoas, ida e volta, ia-me custar facilmente 1000£!! Os comboios em si são espectaculares; fazem os nossos velhinhos Intercidades parecer ainda mais velhos e merdosos do que são mesmo.
Aos autocarros aplicam-se comentários semelhantes, com algumas agravantes. Não só são caros como tendem a não andar a horas, são populados com as pessoas mais nojentas que se consiga imaginar, e devem ser limpos à saída da fábrica e nunca mais.
Se calhar sou eu que sou maniento, se calhar acham que sou um snob mal habituado que anda de cu tremido desde cachopo, se calhar acham que devia era viver uns anos sem carro para ver o que é bom. Eu cá acho que paguei as minhas favas e agora mereço andar de carro até me doerem os joellhos. Eu antes quero poder ter carro e viver deslocado da cidade, do que viver no centro e andar no meio do magote enfiado em autocarros bolorentos e metros a cheirar a mijo. São escolhas. Não vejo grande apelo na "vida cultural" da cidade, da qual até posso desfrutar pegando no carrito e indo lá ver o que é o quê.

Comprar um carro

Um dia destes, com a conta do banco recheada de dinheiro de devolução de impostos, decidi que estava na hora de comprar um carro. Andei a ver carros novos e usados, e decidi que o hot hatch era para mim. Algo na vizinhança das 20000 libras, 10 pagas à entrada e outras 10 pagas em prestações durante uns 3 anos. Parecia-me razoável, estava bem dentro dos limites do que podia pagar e não me impedia de ir chegando aos meus objectivos de poupança.
Marquei um test drive e apanhei um comboio até ao stand. Chegado lá, aproveitei para fazer todas as perguntas e mais alguma ao vendedor, entre as quais como funcionaria o financiamento. Aí ele entregou as más notícias: com menos de 3 anos de residência, é virtualmente impossível conseguir financiamento para um carro, muito menos naqueles valores. Chateei-me, chamei um taxi e fui-me embora sem muito mais conversa. Fiquei fodido. Ainda verifiquei junto do meu banco com esperança da que eles, sabendo quanto ganho, etc, fizessem um jeitinho. Os valores a que me podia candidatar era muito mais baixos do que alguma vez funcionariam, por isso desisti do financiamento. Pela primeira vez na minha vida, ia comprar um carro a pronto.
Passei umas semanas a estudar melhor o mercado de usados. Andei a ver no autotrader [1], aparentemente o site mais popular de anúncios de carros. A primeira coisa em que reparei foi o quão mais baratos os carros são aqui que em Portugal. Eu sempre achei os carros usados caríssimos em Portugal, mas isto trouxe à luz o quão roubado o tuga médio é quando compra um carro. Para terem uma ideia, um familiar meu tinha comprado um carro por 5000€ (valor ajustado ao mercado) pouco antes de me mudar para cá. O mesmo carro, mesmo ano, mesmo trim level, com menos quilómetros, aqui custava 750£. Telefonei-lhe a gozar com ele, foi incrível.
Então decidi que o meu orçamento seria os tais 10k que pretendia originalmente dar como entrada. Deixei de parte a ideia do hot hatch para poder comprar algo mais recente, pois queria um carro com 2 ou 3 anos no máximo. Este limite não era tanto por cagança, mas porque queria apostar mais na fiabilidade do que noutros aspectos. Um carro mais novo, com menos quilómetros, tem uma probabilidade menor de me dar problemas no início, o que me compra tempo para conhecer o panorama de oficinas aqui à volta, o que esperar do seguro, etc. Pequeno, novo, simples, fiável; fui à caça
Há um conjunto de coisas a ter em atenção quando se procurar um carro usado:
Curiosamente, acabei por comprar o meu carro no mesmo stand onde fui antes, ao mesmo vendedor que me tinha entregue a triste notícia sobre o financiamento. Ele ficou impressionado por me ver de volta, mas a vida tem dessas coisas. Apenas fiz um test drive, e comprei imediatamente o carro. Pode parecer precipitado, mas:
bom negócio. Um bocadinho acima do valor de mercado segudo o autotrader, mas nada de muito preocupante.
Ficou marcado ir levantar o carro dali a 2 dias, e entretanto teria de tratar do seguro. Eu já tinha feito algumas simulações de seguros, portanto sabia o que esperar, mas mesmo assim achei caro: quase 1000£ ano para o seguro de um carro pequeno. Entretanto tenho explorado melhor o assunto, e parece que o mercado de seguros no UK sofre de graves problemas:
Para tornar o sistema verdadeiramente insultuoso, há seguradoras que oferecem potenciais descontos se instalarmos no carro um tracker da sua eleição [4]. Ou seja: cobram o que quiserem e ainda querem saber onde ando e a que velocidade ando, e se eu conduzir "bem" segundo lá os critérios deles, fazem-me um desconto; se não gostarem da minha condução sobem-me o preço. Naturalmente, mandei-os passear e paguei mais por um seguro sem tracker. Honestamente, acho a mera proposta de me deixar espiar por um potencial desconto no seguro nojenta: é o reflexo de um sistema profundamente partido. Ninguém diz a um português o que é conduzir "bem", caralho.
O seguro do carro trata-se todo online, o que para mim é muito estranho, e até se pode verificar online se o carro tem seguro [5]. Os comparadores de preços [6] são nosso amigos, mas cuidado com eles por vezes; já li casos de pessoas que tiveram apólices canceladas por tentarem muitas comparações com detalhes ligeiramente diferentes (infelizmente não encontrei uma ref para esta, mas penso que foi no /LegalAdviceUK). Correndo o risco de me repetir, o sistema de seguros auto aqui está profundamente desregulado e a precisar de alguém com tomates para o resolver. Certamente não será o BoJo.
No dia em que levantei o carro:
Dias depois recebi o novo V5C em meu nome. O V5C é uma espécie de livrete, ou "documento único" se formos modernos, mas ao contrário do livrete nunca deve andar no carro pois é muito fácil transferir o V5C para outro nome sem intervenção do dono anterior. Mais curiosamente ainda, o V5C não prova propriedade do carro, apenas quem é o "registered keeper" dele. Por outras palavras, a minha única forma de demonstrar que sou dono do carro é a factura que me deram quando o comprei. Neat.
Sentei-me no carrito, carreguei no botão para arrancar o motor pensando "que modernice", e ele lá acordou. Curiosamente, só nesta altura é que me ocorreu: se calhar não era uma má ideia ir ler sobre as regras da estrada aqui. Sorte a minha, o governo tem a totalidade do Highway Code [8] disponível no site, e tenho-o lido aos bocadinhos. Mais sobre isso no próximo capítulo.
Curiosamente, não é preciso termos connosco nenhuma documentação quando conduzimos [9]. Os Ingleses têm uma abordagem diferente da nossa no que toca à documentação; é tudo guardado em bases de dados do governo, e eles só precisam de verificar a matrícula contra a base de dados para saber se está tudo bem. O condutor apenas precisa de ter a carta de condução, e alguma identificação por conveniência. Eu pessoalmente costumo ter o cartão de cidadão e a carta de condução. Idealmente teria o passaporte, mas evito andar com o passaporte no bolso, e o cartão de cidadão deve ser mais do que suficiente como identificação até no mundo pós-brexit. Na realidade penso que a carta de condução por si chegaria, mas mais vale estar seguro né?
Virei proprietário do meu próprio veículo! Mais um, porque nunca vendi o bolinhas que está em Portugal.

Conclusão

Tenho que confessar que estou impressionado pela positiva com a experiência que foi comprar um carro no UK. O processo foi muito mais simples do que esperava, e praticamente tudo se tratou no stand na hora da compra. Até o seguro podia ter ficado logo resolvido, mas eu preferi fazer em casa com mais algum controlo sobre isso. Nota-se que é um sistema muito mais polido que em Portugal, pelo menos na minha experiência.
A minha relação próxima com a condução começa a entrar, infelizmente, em rota de colisão com o status quo: vivemos num mundo que cada vez menos suporta o transporte individual. Há gente a mais no mundo, e há carros a mais no mundo, há fumo a mais no mundo. Na realidade, há "a mais no mundo" de quase tudo o que é mau, pessoas incluídas. Sinto que esta minha necessidade de conduzir vai brevemente bater de frente contra a necessidade global de cortar no transporte individual a favor de transportes colectivos. Até lá, vou aproveitar as espectaculares estradas de campo aqui à volta, particularmente a horas em que não estejam completamente congestionadas. Fiquem de olho, o próximo capítulo vai falar sobre a experiência que é conduzir no UK, e como é que difere do que eu esperava.
Desta feita apontei para um post mais curto que o anterior, que essencialmente parte este assunto em dois: este primeiro cobre o processo de como (e porquê) comprei o carro, e o seguinte vai cobrir a experiência de conduzir em si. Notei que o engagement no capítulo 1 foi menor que nos posts anteriores, e suspeito que ler uma epopeia tão longa não ajuda; digam-me nos comments se tenho razão.
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.

Referências

Capítulos Anteriores

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2020.09.21 23:06 Raopo_BR Qual a sua opinião sobre os Correios atualmente?

Olá para todos. Para quem não se lembre ou não me conhece, eu sou atendente comercial dos Correios, na cidade de Recife, no estado de Pernambuco, completando 17 anos de empresa em Setembro. No momento, estou afastado em casa por ser grupo de risco.
Acontece que, com o julgamento do TST sobre a greve dos Correios, mais as ameaças de privatização, eu consegui convencer a um dos líderes sindicais daqui da região a levar as reclamações, elogios e comentários da população para as lideranças sindicais do estado, e quem sabe, para as lideranças do Brasil inteiro.
Eu tenho como objetivo mexer nas feridas da empresa, e não há como negar que existem um número gigantesco de reclamações quanto às entregas e ao atendimento por parte dos funcionários. Há anos tento convencer aos membros do sindicato que temos de ter a população ao nosso lado, e que para isso, eles precisam utilizar da internet para responder as acusações e dúvidas das pessoas.
Por isso, como primeiro passo, venho novamente pedir a opinião de vocês sobre a empresa, suas entregas, a privatização e quaisquer outro detalhes que queiram acrescentar. Grato a todos pela atenção.
Seguem outros posts meus - Link 1 - Link 2 - Link 3
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2020.09.20 20:34 peterhatchet Fazer amigos numa cidade nova em tempos de Covid.

Olá a todos,
O título é direto, há 2 meses que me formei e há 1 mês que aceitei um primeiro emprego na área a 300km de casa. Para contexto demográfico e geográfico, tenho 21 e vivo agora em Aveiro. Em termos profissionais a vida corre-me às mil maravilhas, rapidamente arranjei trabalho naquilo que adoro fazer e saí de casa dos meus país, mas não me sinto realizado, considero-me bastante independente e resiliente, vivo bastante bem por mim próprio, mas acho que estou a atingir o meu limite e preciso de ajuda. Vim viver com mais 2 jovens trabalhadores, aluguei um quarto, mas neste primeiro mês ainda não apareceram cá em casa ( nem sei quando regressam e se regressam ) portanto, vou dizer que vivo sozinho. Sabia que ia ser difícil e foi sempre este o meu medo número 1, neste primeiro mês não fiz praticamente amigos nenhuns, exceptuando os colegas de trabalho que têm as vidas deles e estão numa faixa etária diferente. Eu sei que era expectável devido ao cenário do vírus, mas sinto que isto me está a começar a afetar. Estudei 3 anos fora, também longe de casa e de início sem amigos, mas os tempos eram outros e rapidamente tudo se estabeleceu e encaminhou, mas hoje os pontos do costume já não se aplicam... " Frequenta cafés e bares locais, vai a festas e eventos, procura grupos de atividades que gostes, ...etc.". O que tenho feito é passear aos fins de semana, aos poucos começar a conhecer a zona e os locais do meu interesse, mas não há comunicação entre as pessoas que não se conhecem, como seria de esperar. Também não sou a pessoa mais extrovertida de sempre, mas em regime normal, nunca senti dificuldades em me adaptar a um sítio novo e começar a construir círculos de amigos. Já pensei em instalar aquelas aplicações para conhecer pessoas ( não é o Tinder ) mas não queria ir por aí, e penso que a adesão também deve ter diminuído com isto do covid. Malta super social e movedora de montanhas que anda neste Reddit, têm algum conselho? O que posso fazer que não estou a fazer? Talvez seja a pior altura nos últimos 50 anos para ter tomado esta decisão, mas foi este o timing que tive e a minha geração teve, e não quis deixar escapar a oportunidade. Não me queria conformar e aceitar que não é propício conhecer pessoas novas agora, há de haver alguma solução. ( ? Assim espero ).
Obrigado a todos, cumprimentos.
Edit: Informações.
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2020.09.20 14:53 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 1: Mudanças e chegadas]

Olá amigos. No post anterior introduzi levemente o espírito desta série, e este é o primeiro capítulo "a sério" da série. Este capítulo versa sobre o processo de preparação para a mudança e o "primeiro embate" da chegada ao novo país; que assuntos tive que tratar imediatamente antes de me mudar, assim como assim que cheguei. Como tenho dito, esta experiência é pessoal, e é importante que entendam que não se aplicará certamente a todos. Riam-se, chorem, e deixem os vossos pensamentos na caixinha em baixo.
Ao longo do texto vão ver uns números entre parênteses rectos ([XXXX]). Isto são referências que estão por extenso perto do fim do post, na secção apropriadamente denominada "Referências".

Take-Aways Principais

Eu gosto de ter uns bullet points com as ideias principais que se devem reter de cada capítulo, uma espécie de "se não leres mais nada, lê isto" do capítulo. Os deste capítulo rezam assim:
Os detalhes estão no texto por aí abaixo.

A odisseia do trabalho científico em Portugal

Já alguma vez tiveram aquele sonho em que querem gritar e não conseguem? Aquela sensação quase infantil de impotência, do pavor da inacção e do pasmo em relação ao que quer que seja que se está a desenrolar à nossa frente? Ou aquele em que querem esmurrar alguém mas não acontece nada? A sensação de impotência é, pessoalmente, das piores que podemos ter; a de querermos fazer alguma coisa, acharmos que sabemos o que fazer e não conseguirmos.
Trabalhar no tecido académico e de micro-empresas português (vulgo technology transfer) é um bocadinho assim. Por mais que um gajo se esforce, é muito difícil escapar à subsidio-dependência, à chico-espertice, à mediocridade, à inexperiência, à falta de processo e, acima de tudo, à falta de recursos. Por bom que seja o sonho, por interessante que seja o projecto, por positivo que seja o ambiente de trabalho, por porreiros que sejam os colegas, há uma sensação latente de "isto não vai dar para construir uma carreira". Isto torna-se particularmente agudo quando se trabalha numa área de tecnologia de ponta, para a qual inevitavelmente o mercado português está pouco desenvolvido. Não havendo mercado, a empresa vira papa-projectos e passa a viver de fundos comunitários, QRENs, COMPETEs, H2020s e coisas que tal. O tempo que se devia gastar em desenvolvimento é gasto a tentar convencer revisores de projectos a darem-nos mais uma esmola, e todos os projectos são uma corrida ao fundo: como é que conseguimos fazer esta omelete bonita com muito poucos ovos? Será que precisamos mesmo de duas pessoas para fazer isto, não dará só uma? Certamente o equipamento X também dá para este projecto.
Um aspecto particularmente doloroso neste ambiente é a altíssima rotatividade dos colegas. Quando se trabalha nestas condições tende-se a depender de recursos precários: bolseiros de investigação, estágios IEFP, estágios profissionais, estágios académicos, e por aí fora. Isto torna imediatamente impossível treinar alguém para fazer alguma coisa de jeito, e dei por mim a ensinar 3 ou 4 pessoas a fazer a mesma coisa em ocasiões diferentes ao longo dos anos. Nunca ninguém fica e toda a gente parte para outra, seja porque a empresa não lhes pode pagar, ou porque são incompetentes demais para nos darmos ao trabalho de lhes tentar arranjar financiamento. As caras e os nomes confundem-se numa espécie de groundhog day tecnológico em que cada ano que passa temos as mesmas conversas. Um tipo que vá ficando, ora porque é bom ou porque é teimoso, vai dando por si a avançar na idade ao mesmo tempo que os colegas não. A certo ponto, todos os meus colegas eram pelo menos uns 4 ou 5 anos mais novos que eu; ora se até eu quase nem tinha barba (hipérbole), então eles estavam mais verdes que as bananas da Costa Rica quando chegam ao Continente.
Quando me perguntam porque é que os portugueses têm tendência a se dar bem lá fora, aponto-os sempre para as condições em que somos habituados a fazer trabalho world-class. As publicações a que submetemos artigos não querem saber das nossas dificuldades; querem papers de qualidade. As agências de financiamento não querem saber de rotatividade, querem saber de know-how, track record e orçamentos. O trabalho que temos que entregar para sobreviver tem que ser de topo, ao mesmo tempo que as condições são de fundo. Pega-se num tipo habituado a isto, senta-lo numa cadeira de 300€, dá-se-lhe 3 monitores e um portátil que dava para comprar um carro, e é natural que o desempenho seja incrível.
Eu não me considero um perfeccionista (e acho que quem se considera perfeccionista pensa demais de si próprio) mas procuro estar numa constante curva ascendente no que toca à qualidade do meu trabalho. Umas vezes a curva é mais inclinada, outras vezes é menos inclinada, mas a cada dia estar um bocadinho melhor que no dia anterior. Aliás, quem me conhece sabe que esse é um traço que aplico em quase tudo: no trabalho, na vida, no desporto, etc. Antes de me mudar sentia que tinha batido no tecto da qualidade do que podia entregar. O meu esforço era máximo e o factor limitador da qualidade da entrega era a forma como o trabalho que eu tinha para fazer era entregue. Não havia tempo suficiente para inovação, era preciso planear de forma irrealista (e entregar de forma irrealista) para se conseguir fazer o malabarismo de todos os projectos. A constante mudança de contexto comia horas todos os dias.
A ética de trabalho portuguesa é, geralmente, horrível. Se eu trabalhei as minhas 8h, entreguei o que tinha para entregar e não tenho horário de trabalho, então vou sair às 16h. Ou chegar às 10h. Geralmente, fazer menos que 9-19 é mal visto, e eu fui sempre muito vocal (se calhar de forma prejudicial para mim próprio) acerca do quão estúpido isso me parece. Cheguei a ouvir algo semelhante a "tu és daqueles gajos que vão de férias desaparecem do mapa". Não é esse o objectivo das férias?

Um dia destes decidi mudar-me para o UK

Então um dia desatei a mandar CVs por esse mundo fora, a ver o que colava. Inevitavelmente, apareceram-me várias ofertas interessantes, a melhor das quais no UK. Contas feitas, a oferta praticamente multiplicou o meu salário bruto por 5 (talvez um bocadinho mais), empurrando-me de um salário mediano em Portugal para um salário bastante acima da média no UK. Esta é daquelas particularidades a que me refiro quando digo que a minha experiência é extremamente pessoal: eu tive a sorte de gostar e ter talento para trabalhar nesta área, e a dupla sorte de ser uma área em que simultaneamente há muita oferta e pouca procura de trabalho. Meio ao calhas cultivei um skillset muito valioso, ou que consegui vender bem. Infelizmente, para manter esta conta dissociada da minha identidade não vos posso especificar qual é; somos poucos, tornava-se muito fácil encontrar-me pelas publicações.
Curiosamente, está agora (à data da escrita) a fazer um ano que me decidi mudar. Nessa altura, a maior preocupação de quem se mudava para o UK era o Brexit, mas houve uma série de factores que me acalmaram:
Acerca deste último: ser estrangeiro no UK ou ser em qualquer outra parte é, para mim, semelhante. Então, se o Brexit por alguma razão resultasse numa perseguição aos estrangeiros, ou numa forte desvalorização da libra, etc, a minha situação ainda assim seria melhor que antes. Teria um CV mais rico, experiência adicional na indústria, e dinheiro no banco, tudo factores que facilitariam a mudança para um país terceiro.
Portanto com os factores políticos resolvidos por ora, e com a família a apoiar, lá me decidi.
Lá vim eu.

Preparação

A preparação para a mudança dividiu-se em:
Para benefício máximo meu e das duas empresas envolvidas, decidi reservar apenas umas 3 semanas sem trabalhar para tratar de tudo. Arrependi-me profundamente: devia ter fodido uma das empresas (a velha, potencialmente) e tido mais tempo para mim e para os meus. Naturalmente, houve muito que pude fazer enquanto trabalhava, como tratar da documentação. A logística foi um pesadelo; tive que esvaziar o apartamento em 2 dias e encontrar forma de arrumar tudo o que tinha na minha casa de família. Uma boa parte ficou por fazer pois queria passar tempo com a família em vez de arrumar merda. Tive que denunciar o contrato de arrendamento, da energia, da água e das telecomunicações. Obviamente, a Vodafone foi a mais merdosa no meio disto tudo, primeiro porque queriam que pagasse a fidelização (tive que demonstrar que vinha para o estrangeiro), e depois porque queriam cobrar o equipamento apesar de o ter entregue a horas e em boas condições. Típica escumalhice de telecom portuguesa, nada de novo.
A preparação legal foi mais cuidada. Para referência, a documentação que preparei foi:
Também nomeei (por procuração) um representante legal em Portugal. Inicialmente pareceu-me overkill, e apenas o recomendaria se tiverem alguém que seja de muita, muita confiança. Mas para mim tem sido muito útil, pois essa pessoa pode-me substituir em qualquer todos os compromissos, requerer a emissão de documentação em meu nome, transaccionar os meus bens (tipo vender o carro velho) e negociar em meu nome com as telecoms quando se armam em parvas (ver Vodafone acima). A pessoa que ficou com esta responsabilidade é da minha absoluta confiança, mas mesmo assim é um compromisso que deve ser mantido debaixo de olho e apenas pelo tempo necessário.
Às tantas perguntei-me "sua besta, já pensaste em quanto dinheiro vais gastar?" Bom, através de uma combinação de salário baixo e escolhas financeiras pouco saudáveis (que reconheço mas não quero detalhar), as minhas poupanças resumiam-se a uns míseros 2000€. Amigos, 2000€ não é dinheiro nenhum. Precisava de mais. Pelas minhas contas, e porque não vinha sozinho, precisaria de cerca de 15000€ para fazer isto com algum descanso, ainda que não conforto.
Lembram-se de quando tivemos uma crise "once in a lifetime" em 2008? Aquela da qual vamos ter saudades agora em 2021? Essa mesmo. Uma consequência engraçada dessa crise foi que as pessoas se habituaram a fazer crédito ao consumo, e os bancos habituaram-se a emprestar dinheiro como quem dá cá aquela palha, já que o Estado depois os resgata e ninguém vai preso. Como sempre trabalhei, paguei os meus impostos e nunca tive dívidas, pude pedir um crédito pessoal para pagar a mudança inicial. 15k no banco, check.
Obviamente não o gastei todo, e a empresa para onde fui trabalhar devolveu-me uma esmagadora parte do que gastei através de um fundo de "relocation expenses". A empresa pagou (mas eu tive que adiantar):
Em cima disso, paguei eu:
Admito que fiz algumas escolhas controversas, e houve muito dinheiro perdido em conversão de moeda. Podia ter ficado fora da cidade enquanto procurava apartamento, podia ter comprado mobília mais barata, podia ter dormido no chão, podia ter comprado malas mais baratas, podia ter andado de comboio em vez de alugar carros quando precisei. Mudei-me de uma forma que considero "medianamente confortável": não o fiz luxuosamente, mas dei-me ao luxo de trazer a Maria, de não ter que partilhar casa e de evitar largamente transportes públicos. Com o dinheiro que a empresa me devolveu constituí um fundo de emergência. Não liquidei logo a dívida porque entendo que é mais importante ter um fundo de emergência do que estar debt-free (mais sobre isso daqui a um post ou dois).
São escolhas. Emigrar é caro, amigos. Conheço quem o tenha feito com 200€ no bolso, mas não é confortável e não quero isso para mim.
Praticamente foi tudo pago através do Revolut. Criei uma conta pouco antes de vir, comprei o premium para não ter limites de conversões, e usei. Inclusivamente recebi lá o primeiro salário enquanto não criei a conta no banco.
A preparação emocional foi a menos complicada. O meu núcleo duro é relativamente pequeno, e toda a gente estava preparada há muito tempo para que eu "fugisse"; era conhecido praticamente desde que tinha começado o PhD que a minha área não era viável em Portugal, e que estava revoltado com a ética de trabalho merdosa. Naturalmente a minha mãe não gostou da ideia, mas são coisas da vida. Ainda assim, um conselho: não se armem em fortes e não descuidem a preparação psicológica/emocional que é necessária para este tipo de viagem. Eu sei que pessoas diferentes têm níveis de resiliência diferentes, mas o português tem muito a mania de achar que é o maior; cuidado com isso. Além disso, não deixem que estas preparações vos tomem todo o tempo que têm; guardem tempo para estar com a família, para lazer, e para descansar. Eu deixei-me consumir um pouco e não foi bom.

Como não ser sem-abrigo

Aterrei em meados de Setembro num dia nublado com duas malas de 30kg, uma mochila para mim e outra para a Maria, e a convicta certeza de que me estava a foder. Tinha cerca de 2.5 semanas até começar a trabalhar, e até lá a missão era só uma: encontrar um apartamento. Há muito para dizer acerca da habitação no UK, vou escrever um post só para isso e por isso aqui vou focar apenas na experiência do recém-chegado.
Eu decidi que não estava disposto a arrendar pelo privado; iria sempre através de uma agência imobiliária. Como não tinha tanta familiaridade com o mercado nem com a legislação, achei que seria mais seguro ir por essa via mais cara e minimizar a possibilidade de ser ludibriado. Recomendo vivamente. Então comecei a encetar contactos por telefone para marcar visitas a apartamentos.
E aí bateu-me.
Eu não conseguia perceber nada do que estes caralhos diziam ao telefone. NADA. "Ahka hrask apfiasdafsd duja sudn" diziam eles, e eu "sorry, I have a really bad connection, could you repeat that?" e eles lá repetiam mais calmamente "G'mornin, how can I help you today?". Muita vez disse eu que tinha pouca rede, a ver se eles abrandavam um bocadinho. E funciona! Top tip: se estiverem a tentar perceber o que eles dizem por telefone, queixem-se da ligação; o serviço móvel no UK é tão mau que eles vão na conversa.
Agora, eu sei falar inglês, ok? Naveguei perfeitamente bem as entrevistas, tenho dúzias de publicações em inglês "impecável", e trabalho em inglês há anos e anos. O problema é o seguinte: falar inglês enquanto se trabalha e escrever coisas em inglês são ambos experiências muito diferentes da de tentar falar com um nativo com sotaque, que assume maneirismos e expressões que não conhecemos, sobre locais que não conhecemos e dentro de um sistema (de arrendamento) que não conhecemos, tudo isto por telefone e sem poder ler nos lábios nem ler expressões corporais.
Com algum desenrascanço tipicamente português fui enchendo os dias de visitas a apartamentos na zona. Num dos dias aluguei um carro para ir ver apartamentos numa cidade vizinha (onde até acabei por ficar), algo que recomendo vivamente. Durante essas semanas vimos facilmente uns 25 apartamentos, talvez mais. As primeiras impressões foram:
(Um aparte acerca da alcatifa: se tiverem uma casa toda alcatifada comprem um robot aspirador de qualidade e aspirem todos os dias, até mais do que uma vez. A vossa qualidade de vida vai aumentar 1000 vezes.)
Escolhido o apartamento, fizemos uma oferta/candidatura. Oferecemos o valor que o senhorio pedia e, já tendo falado com muitos agentes, ofereci-me para pagar o contrato inteiro de 6 meses no dia da entrada. O que se seguiu foi um processo que, para mim, era completamente estrangeiro: o de "referencing" do potencial arrendatário. Pediram-me as moradas anteriores até 3 anos e os contactos dos senhorios, assim como a minha morada de família permanente e (muitos) dados pessoais. Essa informação foi usada para verificar que eu não era um impostor, e para verificar que tinha o hábito de pagar a renda. Ligaram para a minha antiga senhoria portuguesa, uma senhora de 82 anos, a perguntar se eu pagava a renda. Por mero acaso ela fala inglês (foi investigadora) e soube-lhes dar resposta, mas achei a atitude absolutamente desnecessária. Lembro-me de me sentir ofendido; "mas estes filhos da puta acham que pagar 6 meses à cabeça não chega?"
Seguiu-se um contrato de arrendamento para uma Assured Shorthold Tenancy [1], que é a modalidade "normal" de arrendamento para habitação por aqui. O agente imobiliário tratou de toda a papelada, mas eu tirei um dia para ler todo o contrato e verificar se batia certo com o que conhecia da lei daqui, o que recomendo vivamente. Atenção que a partir de meados de 2019 as taxas cobradas pelos agentes imobiliários passaram a ser limitadas por lei [2], por isso se vos pedirem alguma taxa administrativa mandem-nos sugar no pénis mais próximo. Na altura disseram-me que o normal, antes dessa mudança, seria o arrendatário pagar uma taxa de 700 libras à imobiliária pelo serviço. Era matá-los.
Assinado o contrato, ficou fixada uma data para entrada no apartamento. O valor a pagar é esperado nesta altura, no momento imediatamente precedente à entrega das chaves, o que significa que é preciso ter esse dinheiro disponível num cartão aceite pela imobiliária. Obviamente que é possível pagar por transferência, mas isso pode atrasar a data de entrada, e eu estava a pagar hotel por isso tinha interesse em me despachar.
Este processo foi, para mim, extremamente stressante. Até ao momento em que temos a chave na mão, o nível de incerteza é altíssimo: vou precisar de estender a estadia no hotel? Vou ter dinheiro que chegue caso o senhorio recuse o arrendamento? Será que vou ter que procurar noutra zona? Será que vou conseguir fazer isso enquanto trabalho? Para mim, encontrar a primeira casa foi facilmente a parte enervante da mudança. Agora já tenho uma posição muito mais sólida: conheço a zona, conheço o mercado, tenho um pé de meia e transporte próprio. O início custa muito mais.

Burocracias adicionais a tratar no início

Além da casa, que era a minha primeira preocupação, há um outro conjunto de coisas que têm que ser tratadas quanto antes:

Referências

[1] https://england.shelter.org.uk/housing_advice/private_renting/assured_shorthold_tenancies_with_private_landlords [2] https://www.gov.uk/government/collections/tenant-fees-act [3] https://www.gov.uk/council-tax [4] https://www.gov.uk/tax-codes [5] https://www.gov.uk/income-tax/how-you-pay-income-tax

Capítulos Anteriores

O próximo capítulo deve ser mais sobre habitação ou sobre compramanter carro e conduzir. Depende de qual o capítulo que acabar por ficar pronto mais cedo. Às tantas calha ser outro qualquer ¯\_(ツ)_/¯
Se este post gerar uma resposta tão forte como os outros, é possível que eu não consiga responder a todos os comments. Se for esse o caso, peço desculpa; vou dar o meu melhor.
No outro post alguém (um mod?) colocou o flair "Conteúdo Original". Não encontrei esse por isso pus "discussão".
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
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2020.09.18 14:34 UninformedImmigrant U wot m8? Estórias de um gajo que se mudou para o UK [Capítulo 0: Introdução]

Post anterior: https://www.reddit.com/portugal/comments/itrx1l/estou_a_pensar_escrever_uma_s%C3%A9rie_de_textos_sobre/
Olá amigos.
Perguntei-vos se estariam interessados numa série de posts acerca da minha experiência enquanto emigrante no UK. A resposta pareceu positiva, por isso vou começar a publicar o que vou escrevendo. Este primeiro post serve de introdução para ditar o mote dos restantes; aproveito para deixar aqui uma série de notas que depois escuso de repetir nos seguintes.

Que merda é esta?

Há-de ser um relato mais ou menos organizado da minha vivência como emigrante, escritos de forma predominantemente episódica. Cada capítulo pretenderá abordar um tema diferente que, na minha opinião, poderá afectar outras pessoas na mesma situação que eu. Basicamente, cada capítulo relatará grosso modo uma situação que me fez pensar "puta que pariu, porque é que não me disseram isto antes?"
Mais concretamente, quero:
Antes de começarmos, algumas coisas importantes de referir:

O que é que vem a seguir?

Este post é uma introdução muito básica ao "projecto" que estou a começar. Neste momento tenho esta introdução escrita, e mais alguns capítulos pensados e alinhavados. Para já, tenho alguns temas principais acerca dos quais gostaria de (ou comecei a) escrever:
Não os vou escrever por ordem, garantidamente. Sintam-se à vontade para sugerir tópicos, já acrescentei um ou outro de comments no outro post. Vou tentar manter os posts ligados uns com os outros com um índice ali no topo.

Quem és tu, e porque é que hei-de querer saber disto?

Por razão nenhuma. Lê este; se gostares, provavelmente vais gostar do resto. Se achaste que é só um gajo a dissertar sobre temas da vida, então acertaste na mouche. Se não gostas de gajos a dissertar sobre temas da vida, talvez não gostes disto.
Eu sou um gajo qualquer, suspeito que parecido com muitos vós: casa dos 30, carreira em tecnologia, mania que é esperto, emigrado recente. Acho que a minha experiência enquanto emigrante é deprimentemente mediana, e é aí que vejo o valor deste esforço. Entre decidir que queria vir e o dia de hoje, passei por uma série de situações que suspeito que muitos outros também atravessaram, e para as quais gostaria de ter tido aviso. Alguns exemplos de que me lembro de repente:
Eu também não sabia de nenhuma destas (e outras coisas), e às vezes saiu-me do bolso não saber disso.
A minha experiência provavelmente foge da média em alguns aspectos cruciais: não vivo nem trabalho numa cidade, vim já com um contrato de trabalho permanente assinado, e por aí fora. Escrever sobre alguns desses aspectos talvez passe a ser mais um exercício de memória pessoal que outra coisa, ou talvez as minhas peripécias pessoas ressoem com alguém, logo vemos.

Motivação

Um bocadinho do que está por trás das razões que me trouxeram para aqui:

Porquê NÃO emigrar?

Quando fui entrevistado para a posição em que estou agora, o entrevistador final (depois de umas 5 entrevistas para a mesma posição) perguntou-me: "estás nessa empresa há coisa de um ano, porque é que te queres mudar?". A minha resposta foi simples: não quero.
Em Portugal a vida tem uma leveza que não consigo encontrar em mais lado nenhum. Ganha-se pouco, é certo, e as oportunidades são muito limitadas, mas:
e por aí fora. A minha vida em Portugal era de uma tranquilidade incrível. O trabalho era especializado e pouco exigente, trabalhava com amigos de longa data na minha área de formação (que adoro). A minha rotina estava extremamente solidificada, vivia numa cidade que adoro (ah Coimbra!), conseguia-me facilmente sustentar, vivia numa casa boa numa zona boa. Visto de fora, tudo estava OK. A opção fácil teria sido deixar-me ficar; tinha facilmente emprego para a vida e poucas chatices.
Ainda assim...

Porquê emigrar?

Há uma certa insatisfação que vem com o saber que chegaste ao topo muito cedo, e que o topo não é tão alto como querias. Eu sou extremamente ambicioso, não do ponto de vista materialista e egoísta, mas mais numa eterna ânsia de ser melhor no que faço. Eu tive a espectacular sorte de escolher uma profissão pela qual me apaixonei, e de ter conseguido sempre trabalhar nela estes anos todos. O meu trabalho foi aparentemente tendo qualidade, e fui indo por aí acima. Um mestrado vira doutoramento, que vira bolsas, que vira escrita de projectos, que vira posições em empresas, que vira posições séniores.
No entanto, há um tecto máximo para o que se pode fazer em Portugal na minha área: o mercado é dominado por empresas muito pequeninas, altamente subsidiodependentes, e nas quais honestamente não vejo futuro. Eu não quero passar o resto da minha vida profissional a trabalhar num "one-man army", eternamente a desenvolver soluções que nunca vão vingar porque, convenhamos, há limites para o que uma equipa pequena consegue fazer. É extremamente descolhoante ver o nosso trabalho, que toda a gente diz que é muito bom, ficar perpetuamente atrás por falta de recursos, ou manpower, ou investimento, ou o que lhe quisermos chamar. Dei por mim a tornar-me uma pessoa frustrada, daquelas que vêm as notícias e dizem mal de tudo, mesmo do bom; pequenino e sempre zangado. Decidi procurar outras coisas.
Mudei-me para o UK com contrato assinado para uma multinacional gigantesca, bom salário, boa zona do país e, acima de tudo, projectos incríveis desenvolvidos por pessoas com as quais tenho aprendido muito. Estou novamente no caminho certo.
Eu não me mudei pelo clássico "ganhar mais". Obviamente que triplicar o salário de um dia para o outro é fixe, obviamente que é fixe comprar carros a pronto (mais sobre isso mais tarde), obviamente que ir às compras e nem olhar para a conta é bom; mas há mais que mova um gajo. O salário é um factor, mas é um factor.
Abraços, e obrigado por virem à minha TED talk.
Edit: desculpem a formatação manhosa no início, esqueci-me do modo markdown.
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2020.09.18 01:12 woofer52 Como filtrar o conteúdo da internet: O tutorial definitivo.

Olá meus consagrados, como os senhores estão? Eu estou muito bem e gostaria de compartilhar o meu tutorial definitivo sobre como bloquear qualquer conteúdo que não seja do seu interesse. Bom, já havia criado alguns posts.
Vamos ao que interessa, meus amigos, começando pelo Reddit. Bom, quem é das antigas aqui sabe que antes dessa reformulação visual, a gente geralmente usava uma extensão, o Reddit Enhancment Suite (Res), dentre os recursos que essa maravilhosa extensão tinha, um deles era sobre como filtrar palavras-chave. Bom, como resolvemos isso então?
Primeiro, baixe a extensão Old Reddit Redirect, você pode simplesmente salvar como favorito o link, mas toda vez que você abrir um link externo o reddit com visual novo vai aparecer. Depois disso, você precisa baixar a extensão do RES, ir em opções e escolher as palavras-chave que gostaria de filtrar. A princípio ele não diferencia letras maísculas de minúsculas, então você pode por coisas que sabe que estarão relacionadas ao assunto e ele não lhe mostrará o post que tenha o conteúdo que não quer ver.
E fora do Reddit? como faz? Tenho a solução para os seus problemas, meu amigo! Conhece um site chamado Feedly? bom, se não conhece, agora talvez queira criar uma conta! O que ele faz é criar uma conta em que você administra as fontes, podendo até mesmo ser do Youtube(mais pra frente eu darei dicas dele também). Como eu gosto bastante de conteúdo sobre carros, eu assino o feed da Flatout. Também gosto bastante de coisas de engenharia e programação, mas aí você arruma seu feed conforme o seu gosto.
Agora vamos para qualisquer aplicativos da Google! Bom, é o mais fácil, pois o próprio Google sabe seus interesses, então em qualquer aplicativo da suíte deles, podendo ser o Youtube, o Notícias, Aqueles cartões que aparece no Chrome de celular ou no Google Now, todos eles tem a opção, se você clicar nas configurações, de não receber notícias sobre tal portal ou tal tema. Ao longo do tempo o Google se liga que não é a tua praia e simplesmente não manda mais. Como eu disse, vale pra Youtube também.
Bom, não possuo outras redes sociais mais sem ser o Reddit e o Whatsapp, mas se quer uma dica, você também consegue não ver o feed de uma pessoa e continuar seguindo, pode simplesmente deixar de seguir também.
Bom, e você me pergunta: Quais foram meus resultados? Então, amigos, posso dizer que faz mais de um mês que não vejo uma notícia sobre política no geral, seja ela do Brasil ou de outros lugares do mundo, então posso dizer para os senhores que sim, essa técnica funciona! Venha para o lado da paz da internet, os senhores estão mais do que devidamente convidados.
Mantenham-se fortes. Mantenham-se bem.
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2020.09.13 19:44 EuronFuckingGreyjoy Ter conta bancária nos EUA (ex: Bank of America) vale a pena? Como fazer?

Primeiro de tudo, já digo logo, não sei NADA sobre investimentos. Comecei há 3 semanas a procurar alguma coisa aqui, outra ali, e acabei achando o tópico sobre primeiros passos para investir nesse REDDIT e achei legal só para dar uma lida, mas sem ainda me aventurar.
Então, me desculpem pela minha IGNORÂNCIA, por favor não façam deboche do tópico, porque por mais que a pergunta seja de fácil resposta para muitos que já saibam investir, para leigos, como eu, pode ser algo que possa ajudar.
Falei, falei e não fui direto ao ponto. Então, indo direto ao ponto. Tentando conhecer um pouquinho mais sobre investimentos, assisti a esse video: www.youtube.com/watch?v=Ub2lZw3VFpE
E nesse video tem uma cadeia de comentários (que não posso opinar se são certos ou errados, pois não tenho a experiência necessária) que levou a uma discussão sobre, basicamente, como vivemos em um país sem educação financeira (e um país de ladrões) e como talvez valha mais a pena simplesmente "abandonar", dar o foda-se para o Brasil e partir para investimentos estrangeiros. Que, atualmente, é um risco investir no Brasil, e, pasmem, (não sei até que ponto isso é uma brincadeira por parte de quem investe) - que é mais justo (até concordo) e mais seguro guardajuntar dinheiro em baixo do colchão do que deixar na poupança para o banco te passar uma mixaria no final.
Toda essa discussão levou a um comentário final sobre o que é bom mesmo é comprar dólar e que é mais seguro ter conta nos EUA porque aqui, devido aos nossos governantes, um novo risco de confisco de poupanças e fundos de renda fixa estaria a um clique de acontecer em caso de imposição de estado de sítio, pois, além de um certo alguém ter umas atitudes meio intempestivas, a ordem mundial está muito mais agitada que em um passado recente e não sabemos o dia de amanhã - é claro que existe muito terrorismo nesse tipo de discussão, mas probabilidade é aquilo né, varia conforme todos os riscos que giram ao seu redor.
Sendo assim... em caso de descrença na economia do país, descrença em seus governantes e MEDO sobre o nosso dinheiro representar apenas números digitais - desmaterialização do dinheiro- vale a pena ter conta bancária fora do país pensando em segurança? (teoricamente EUA é mais estável?) É perfeitamente administrável ou fácil de abrir assim como você abre uma conta no Itaú ou Santander ou qualquer outro banco? Ou se você realmente toma aquele Clonazepam todo dia à noite pensando em mil formas da economia global ruir com o medo do imponderável após o choque causado pela pandemia, valeria mais a pena comprar ouro e deixar dentro do cofre?

TLDR: sou contra TLDRs, acho que quem não tem interesse em ler tudo, simplesmente não deveria mesmo ler.
PS: por favor, entendam que eu só refleti discussões levantadas nos comentários do vídeo. Eu apenas fiquei com dúvidas sobre o tema e achei que seria uma boa ideia saná-las com pessoas que entendem um pouco mais do assunto, aka reddit users. Nenhuma parte do texto do tópico reflete a minha opinião sobre investimentos, até porque não entendo basicamente nada sobre o assunto. Não, o tópico não é de humor. A depender das respostas vou ter uma ideia também se o ambiente aqui é acolhedor a iniciantes. Abraços!
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2020.09.09 16:41 futebolstats Aline Pellegrino quer mapear realidade do futebol feminino

Responsável pela coordenação de competições femininas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), novo cargo da entidade, Aline Pellegrino quer entender a realidade de cada uma das federações do país. Segundo a ex-zagueira e capitã da seleção brasileira, adotar uma mesma estratégia para impulsionar a modalidade nos diferentes estados seria contraproducente.
"Eu tenho feito uma analogia com os campeonatos, em que temos as divisões. Talvez, precisemos dividir as federações, cada uma no seu momento, quais delas se aproximam. A ideia seria mapear bem as 27 federações e entender como a CBF pode se aproximar delas, conhecer os processos e pensar junto em estratégias. Se cada uma avançar naquilo que tem de melhor, com certeza o todo avança", disse Aline, nesta terça-feira (8), durante entrevista coletiva por videoconferência, que marcou a despedida dela da Federação Paulista de Futebol (FPF), na qual atuou desde 2016.
"Acho que antes delas [federações] entenderem o que a confederação quer, a gente precisa entender o que elas querem e podem. Como pensam o futebol feminino? Sabemos das realidades diferentes e que há limitações. Obviamente, nem tudo a gente conseguirá suprir, então, tem que explicar o porquê e trabalhar junto para que, daqui a um ou dois anos, isso seja possível", completou.
As imagens da despedida da @PelleAline![#FutebolFeminino](https://twitter.com/hashtag/FutebolFeminino?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw)
Rodrigo Corsi/Paulistão pic.twitter.com/9Ng4e0QOsp
— Paulistão Feminino (@PaulistaoFem) September 8, 2020
Na CBF, Aline será responsável pelos Campeonatos Brasileiros femininos sub-16 e sub-18, além das divisões nacionais adultas (Séries A1 e A2). Apesar de alguns elencos terem atletas com carteira assinada, a dirigente entende que a profissionalização das competições propriamente ditas é questão para outro momento.
"A gente busca [oferecer] a atividade diária profissional às atletas e que elas tenham estrutura. Na profissionalização, quando se pensa de forma macro, a gente fala de jogos com venda de ingressos, com Estatuto do Torcedor, e isso aumenta muito a régua. Precisamos entender se os clubes que disputam estão preparados para isso. A gente não precisa ter pressa. Precisamos construir de forma sólida. A nossa legislação fala em futebol profissional e amador. É difícil falar às pessoas que há um semi-profissionalismo", explicou a ex-zagueira.
"Precisamos ter muito cuidado e entender o que queremos primeiro. Se queremos [que as jogadoras tenham] uma carteira profissional, que sejam bem assistidas, com planos de saúde e bons campos de treino, a gente, não necessariamente, precisa dar um passo maior", emendou.
Na segunda-feira (7), Aline acompanhou a vitória do Corinthians por 4 a 1 sobre o Cruzeiro, no Parque São Jorge, na conclusão da sétima rodada da Série A1 do Brasileiro Feminino. Na ocasião, a dirigente esteve com as responsáveis pela modalidade nos dois clubes: Cris Gambaré, do Timão, e Bárbara Fonseca, da Raposa.
"A conversa com a Bárbara foi muito importante, assim como será com outros clubes. Vou tentar rodar o máximo possível, estar pessoalmente com as equipes, no campo de jogo, e com os gestores. Estou no cargo para somar, buscar um legado além da parte operacional. É levar a realidade do futebol feminino [à confederação], fazer esse link com clubes e federações, como cada um caminha na estrutura que tem", concluiu Aline.
O post Aline Pellegrino quer mapear realidade do futebol feminino apareceu primeiro em Futebol Stats.
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2020.09.07 01:53 pesligeiros um estudo sobre a solidão.

oi, pessoal. tudo bem? sou H, 19. esse é meu primeiro post no reddit, e colocar "H, 19" me faz parecer os velhos pervertidos do omegle.
é irônico o omegle ter vindo a tona no meu desabafo, uma vez que ele encaixa bem em meu raciocínio. sou sozinho. sempre tive muitos amigos - e ainda assim, sempre fui muito sozinho. muito sozinho porque eu era excluído, ou porque eu me excluía. nunca fui pleno de atenção, nunca fui pleno de companhia. eu era humilhado, maltratado, mal visto. elogiado de vez em quando, pra dar uma equilibrada. eu nunca fui o mais bonito, o mais sociável. nunca tive laços profundos. nunca tive irmãos. nunca fui muito ligado a minha família. nunca me dei bem estando comigo mesmo. vejo pessoas que tem amigos, que participam de experienciais, que trocam fofocas de tudo, que tem uma vida sociável agitada. eu não.
em 2017 arranjei uma namorada - uma pessoa que na época me ensinou e me destruiu em níveis bem proporcionais -, me afastei de todo mundo que eu tinha contato pois eu era bem tratado por ela. depois do nosso término, comigo em cacos, já não tinha mais ninguém pra contar. e mesmo que eu tenha recuperado alguns dos pequenos laços que eu tinha antigamente, nunca mais foi o mesmo.
sou íntimo de uma pessoa, no máximo duas pessoas. a verdade é essa. um amigo virtual que mora do outro lado do país e minha ex namorada, que se mostrou uma ótima amiga dado tempo necessário pra se recuperar dos cacos
a verdade é essa, embora eu sempre diga que sou próximo de pelo menos cinco pessoas. mas não, são no máximo duas. uma que mora estados de distância de mim, e uma que constantemente fico com raiva por eu ter tanta proximidade, pois justamente por não ter mais ninguém por perto, me trás a sensação de eu não ter seguido a vida e de eu ser ainda mais solitário do que sou, por mais incrível que ela seja comigo.
nunca mais me relacionei. nunca mais ninguém mostrou interesse por mim - a não ser uma menina do habbo hotel. patético, né? habbo fucking hotel.
nunca mais fiz novos amigos. nunca mais conheci mais pessoas. ninguém sabe que eu existo, e eu não consigo conhecer ninguém. nos últimos doze meses, ganhei muitos quilos, e estar isolado em casa não me ajuda nada com esse problema. eu tenho pessoas com quem contar, se eu for preciso. mas não me sinto conectadas a elas. eu me tornei um desconhecido. alguém que foi esquecido no tempo. e por mais que eu lute para ser visto pelas pessoas da minha cidade, não tenho energia, tempo ou os meios para isto. e hoje em dia, sem energia, gordo (que não é um problema pra muitas pessoas, afinal, é apenas estatura física. pra mim é um problema, pois me sinto cansado, sem energia e com problemas de autoestima gigantescos), sozinho, me sinto cada dia mais solitário.
não quero conselhos nem nada do tipo. é só um desabafo mesmo. queria que a pandemia acabasse. primeiro, pra que as pessoas parassem de morrer por conta desse vírus horrível. e depois: pra ver se eu perco peso, recupero um pouco minhas energias, decido o que vou fazer da minha vida pro futuro. tô em momentos de muitas decisões. talvez assim, em algum caminho da vida, eu encontre amigos que eu me conecte de verdade, alguém se interesse por mim.
até lá, sou apenas isso. e se assim eu continuar, vou acabar virando um velho solitário que vai pra omegle pra ter com quem conversar. não pra ser pervertido. mas pra tentar lamentar sobre como cresci sozinho e envelheci sozinho.
e aí ter a conversa pulada, porque ninguém vai querer falar com um adulto sozinho em um site de anonimato. e com muita razão, porque ninguém sabe quem é que tá do outro lado, e quais são suas malditas intenções.

obrigado a quem leu até aqui.
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2020.09.04 12:07 Baljet2000 Bem-vindos

Subreddit anuncio Boa tarde a todos, se estão a ler este comunicado, é porque quero convidar-vos para o subreddit que criei, é um subreddit que dedicado aos jogadores Portugueses de nintendo switch, optei por criar um subreddit, visto que : 1. As maiores comunidades de jogos encontram-se no reddit; 2. O reddit está a ser cada vez mais usado em Portugal; 3. Reddit apesar de ao inicio parecer “estranho” quando comparado com redes sociais como Facebook ou Twitter contudo é muito fácil de lhe apanhar o jeito e na minha opinião a verdadeira app e site para ter um bom contacto entre toda a comunidade, visto que, a principal moderação é feita diretamente pelos moderadores e não por alguém que nem vos conhece; 4. Isto não quer dizer que devam abandonar os vossos amigos e comunidades no Facebook, Discord ou Twitter. Muito pelo contrário, aconselho a ficarem na vossa comunidade atual e nesta nossa comunidade, visto que, que o objetivo é unir jogadores de varias comunidades, sem fazer com que estes tenham de se separar de quem já conheçam, entrem e conheçam novos jogares e tragam os vossos amigos, nunca se separem deles e percam contacto quer seja no reddit ou na vossa comunidade “original”.
Objetivos deste subreddit: 1. Debate sobre jogos ( quer a vossa opinião, como dar dicas,...) 2. Troca-como foi dito isto é um subreddit para jogares de nintendo switch portanto queremos promover a troca de jogos entre pessoas para que ambas fiquem com jogos que realmente pretendem jogar e nenhum que já se queriam desfazer. 3. Venda de jogos- Aqui não é nenhum site de vendas tipo Olx, quando falo em venda, refiro-me a venda em que sejam a preços mais baixos que os das lojas mas que tenha possibilidade de fazer algum dinheiro para usarem no novo jogo. 4. A criação de planos de familia do online um dos outros. Especialmente neste tempo de pandemia, não queremos que ninguém fique de fora, por motivos econômicos, portanto, por que não comprarem um plano e dividir o plano pelas varias pessoas e se já tiverem comprado associar alguém se ainda tiveres possibilidade. 5. Partilha de memes sobre jogos da nintendo switch. 6. Partilha de codigos de amizade.
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2020.08.21 04:22 clzedi "O que sobrou de mim" (Ou "Último texto")

A dor é real. Eu sinceramente não sei o que vou fazer com a minha vida quando acabar de escrever este texto. Tenho seis cartelas de remédio, um licor forte, uma dor calcinante, mas também muita vontade de viver. As cartas estão na mesa.
Escolhi o Reddit por nunca ter usado a plataforma, e sei minimamente como mexer aqui. Perdoe qualquer gafe, confidente anônimo, mas não tenho coragem de expor isso publicamente em minha rede social, pra amigos ou seja lá quem for.
Hoje eu fiz a melhor viagem da minha vida. Sim, viagem, literalmente. 25km de percusso, numa estrada irregular, dirigindo aos máximos 160km/hr. Foi libertador, e tenho extremo pavor dessa sensação: sensação de liberdade completa, sem medo da dor ou da morte. Numa curva mais ou menos na metade do trajeto, um lampejo me bateu, uma pisada mortal no acelerador me jogaria barranco abaixo em um voo de glória rumo a seja lá qual lugar esteja reservado para mim. De repente, estou na pista novamente, a curva feita com uma precisão automática do cérebro. Algo dentro de mim insiste em viver, insiste em lutar.
Eu amo a vida. Eu amo tudo e todas as experiências. Eu sou realizado, tenho conquistas, sonhos que caminham a passos largos ao sucesso, em todas as suas definições. Tenho duas filhas lindas, felizes, carinhosas, o tipo de criança que qualquer pai se orgulharia. São minhas jóias raras, e vou carregar elas comigo dentro do peito eternamente, mesmo que o pior aconteça.
Eu sou casado a 12 anos. Pelo menos era, até uma semana atrás. Minha esposa, sem cobrança, sem reclamação, e tenho certeza, sem nenhum evento extraconjugal, me pediu divórcio.
Parece um resumo porco, mas é simples como parece, e complexo na prática.
A 12 anos atrás, eu era só um garoto com uma mochila de roupas, 25 reais no bolso, um violão nas costas, viajando para outro estado, para conhecer o amor da minha vida que havia descoberto na internet. Desse nossa primeira conversa eu já sabia que ela era a pessoa da minha vida, que tinha descoberto o amor que muitos cantavam em suas poesias, mas eu não conhecia antes dela. Fui para seu estado sem ao menos ver uma foto sua: não me importava qual era seu gênero, ou sua cor ou seja lá o que me esperava. Eu sabia que aquela simbiose não seria acharia em mais ninguém, e ela, independente de quem ela fosse, era a pessoa da minha vida...
... Quando cheguei, pude constatar: ela era linda. Tenho certeza de tê-la visto em meus sonhos de infância. Era linda, era inteligente, era perfeita em tudo.
É incrível como o passado pode ser tão lindo e cruel ao mesmo tempo, e na mesma intensidade.
12 anos...
Construímos uma vida juntos. Não foram tempos fáceis, mas ela continuava perfeita em tudo. Passamos fome juntos. Planejamos e criamos nossas duas filhas juntos. Tivemos crises, e resolvemos juntos. Viajamos juntos. Abrimos juntos nossa empresa. Crescemos juntos. Conquistamos a vida juntos.
12 anos...
Minha filha mais velha acabou de me ligar, interrompendo meu texto e meu devaneio. Tudo está de ponta cabeça, não sei o fazer.
Tomei metade da garrafa e reli o texto. Não me parece grande coisa, e não reflete nem 1% da história em seu contexto original.
Vou nomear esta metade de garrafa de "Coragem". Agora faltam os remédios e a outra metade. O rosto de minha filha está fixado na minha mente.
Há quem acredite em divina providência. Essa coincidência gritante me desestabizou, e ao meu texto, e a sua interpretação, confidente. As palavras já nem fazem mais sentido a essa altura.
Meus dedos estão molhados de lágrimas, bagunçando a tela e impedindo minha escrita. Como eu queria um abraço agora, mesmo que um abraço de um desconhecido... No ombro dele, eu choraria e diria como minha vida foi boa até aquele momento... Contaria todos brilhos nos olhos e frio na barriga que vivi até aquela hora...
Brilho nos olhos que não via mais nos olhos dela no dia em que ela me fez o referido comunicado. Eu estou morto por dentro... Aqui jaz o amor verdadeiro.
Ela está na casa da mãe dela, em depressão. Disse ao psicólogo que ainda me ama, mas por algum motivo, não quer mais viver comigo. Isso é ainda mais castigante, o fato de não saber o que está acontecendo! Eu faria qualquer coisa para vê-la feliz, eu morreria mil vezes por ela, e simplesmente ela me corta, a custos altos, de sua vida.
Eu chorei, entrei em desespero: por que? O que aconteceu? Eu preciso entender! Minha mente está cansada...
O licor é de pêssego. Muito bom, por sinal. Presente de um casal de amigos em comum para nós. Três maços de cigarros estão na cama, e as cartelas esperando serem devoradas... Mas o rosto da minha filha brincando comigo na chamada de vídeo está estampado em todos as quinas do meu cérebro.
A inocência delas me causam inveja num momento como esse. Queria pensar que é tudo passageiro, mas estou apenas esperando o lampejo, o mesmo lampejo da curva, e contando que desta vez minha mente não me proteja.
Você, confidente, pode me chamar de fraco, pensar que eu mereço isso... Eu não ligo. Ainda não cheguei no fundo do poço, mas espero que ele chegue logo. Estou em queda livre, e ganhando velocidade. Enquanto isso, me poupe de palavras e julgamentos vazios de quem não sabe o que é o amor.
O amor é puro, é lindo, e eu amo ela... Esperar essa situação se resolver pode ser o caminho mais sensato, mas é de longe o mais difícil. Sei que ela está doente, sei que não está normal, mas as palavras machucam e as ações mais ainda. Não sei o que vai sobrar de mim se eu decidir encarar este processo.
Eu amo a vida, mas eu quero que essa dor passe.
Filha, o pai te ama.q
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2020.08.21 02:21 awkwbarb Redditinder deu errado

Então tem mais de 1 ano que terminei um relacionamento com uma das pessoas mais incríveis que já conheci. Perdi o namorado, mas ainda tenho um grande amigo. Coincidiu de acontecer meses depois de ter saído da casa dos meus pais, então era uma liberdade dupla. Solteira e independente, só queria investir em mim mesmo, e foi o que aconteceu. 2019 foi de longe o melhor ano da minha vida, comecei a estudar um novo idioma, peguei gosto por atividade física e cheguei a perder 17kgs, ainda como consequência das sementes que plantei ano passado, finalmente entrei pra faculdade. Eu era a good vibes em pessoa!
Nesse tempo tive alguns encontros casuais do Tinder, que foram bons pra ambas as partes e não tinha a necessidade pra algo mais, eu estava feliz estando sozinha, sabe?! Mas a medida que fui amadurecendo algumas ideias, percebi que já estava pronta para me abrir novamente a possibilidade de um relacionamento (não era procura, só passei a estar disposta a pensar na ideia).
Agora que vem o Redditinder até começar o isolamento eu usava muito pouco o Reddit BR, mas tinha uma pessoa em especial sempre me chamou atenção porque comentava coisas boas, sempre muito positiva, sabe?! Que se bobear é a única pessoa que sigo aqui hahaha não sei nem dizer desde quando sigo ela, se pá desde o ano passado. Por acaso descobri que ela é de BH tem uns 7 meses aproximadamente e quando via comentários dela ficava ensaiando puxar papo.
Pois bem, um dia desses tinha f1 e tomei coragem pra falar com a pessoa. Nenhuma surpresa, ela realmente é incrível como parecia, conversamos por horas sobre os mais diversos assuntos, me senti muito a vontade pra falar sobre mim e genuinamente interessada em ouvir sobre ela, a medida que a conversa fluía só aumentava a curiosidade em saber como ela era, a aparência etc... até chegarmos no assunto relacionamentos. Ele me contou toda a história dele com a ex(?) namorada. Pelo que a gente conversou eles se amam demais, tipo casal bonito e legal de ser amigo sabe?! Não sei se eles vão voltar, espero que sim porque era algo que ele realmente queria.
Resumindo o rolê, parte de mim ficou feliz em conhecer essa pessoa e a sua história de amor, mas seria hipocrisia dizer que não queria ter por perto alguém com tamanha maturidade, inteligência... e beleza, puts o u/ é um gato. Nenhuma das vezes que ensaiei puxar papo cogitei o fato dele ser comprometido e/ou ter uma orientação sexual diferente da minha. Mas é isso, não posso negar que isso abalou minha autoestima.
Se você chegou até aqui obrigada por tirar um tempo para ler sobre meu desabafo.
Agora se você é o @ da história, saiba que é uma pessoa incrível e merece ser MUITO feliz independente das decisões que tomar.
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2020.08.20 05:49 muphax Descobri que meus amigos falavam mal de mim pelas costas

Eu já relatei alguns problemas com amizades aqui no desabafos, e hoje eu vejo o quão tolo eu fui em acreditar que eu era o erro e que nada acontecia sem meu conhecimento. Peço para que se contextualizem da situação com esse post, já que vai acabar sendo o desfecho - ou continuação - da história.
Depois da briga pelo kilt, um dos meus amigos foi falar comigo pedindo desculpas pelo surto. Até então, eu tinha decidido cortar as relações com os dois, já que dessa vez me impus e fiquei indiferente se eles iriam aceitar minha explicação ou não.
Acontece que depois de alguns dias, esse mesmo amigo que me pediu desculpas, me mostrou conversas, fotos e audios do meu outro amigo debochando, falando mal de mim e me expondo pra algumas pessoas. Nisso estão inclusos distorcer coisas que falei do meu ex namorado, me fazer parecer egocêntrico para outros, dizer que sugo a felicidade dos meus amigos e etc.
Claro que dentro desses acontecimentos tive culpa de alguns deles, e tal como me resolvi com um dos meus amigos, me resolvi com todos aqueles que eu tinha pendências, aparentemente deixando tudo bem.
Ainda assim essa pessoa continua a distorcer coisas sobre mim. Descobri que ela diz aos outros que eu forço amizade, já falou mal de mim para um cara que eu quase estava namorando e agora descobri que fala mal de mim até para pessoas que eu não conheci ainda então se tornou bem comum eu conhecer alguem e a pessoa já ter uma má impressão.
Tentei me distanciar, de unfollow nas redes, mas ainda assim ela continua me provocando. Não sei se não me importar seja a melhor alternativa, mas estou tomando coragem pra mandar mensagem pra ele amanha para ao menos pedir para parar de falar de mim.
Precisava desabafar, é algo que está sugando minha energia há alguns dias, porque por mais que eu não seja perfeito, eu também não sou o monstro que ele prega.
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2020.08.17 05:41 futebolstats 8 Ideias de Presentes Criativos para Torcedores do Vasco

O Vasco é um time com muitos torcedores. Com certeza, você conhece alguém que morre de amores pelo time. Pensando nisso, listamos 8 ideias de presentes com temática do time para que você possa dar para aquela pessoa especial.
Lembrando que são apenas algumas ideias, mas se quiser ver mais opções de produtos do Vasco para presentear torcedores, visite a loja da Amazon aqui.

Confira algumas ideias de presentes do Vasco para torcedores!

Roleta de bebida


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Material roleta papel
Marca: Minas De Presentes
Tema: vasco

Conjunto regata e shorts Times de futebol

Onde Comprar: Amazon
Regata produzida em malha com listras craqueladas
Bermuda produzida em Tactel
Produto personalizado com as cores do clube
Comprimento do produto em cm: regata 48 / bermuda 39; largura do produto em cm: regata 62 / bermuda 47

Garrafa De Inox – Vasco Vasco Preto

Onde Comprar: Amazon
Material: inox
Material: inox e uma tampa que abre com botao
Litragem: 650 ml

Rêve D’or Sport – Meião Campo Vasco, P, Branco/Preto

Onde Comprar: Amazon
Meião infantil
Para aquecer os pés das crianças com muito estilo
Produto personalizado com as cores do clube
Largura do produto em cm: meia calçado 25 ao 28

Jogo Caneta Roller Ball De Metal Com Chaveiro Vasco Da Gama

Onde Comprar: Amazon
Material caneta: metal
Material chaveiro: metal
Chaveiro com brasão do vasco

Ebook Monumental – O Vasco de 1997 a 2000

Onde Comprar: Amazon
A ideia de contar essa história surgiu ao perceber a chegada dos 20 anos do terceiro título brasileiro do Vasco. Conquista esta que iniciou uma fase muito vitoriosa do clube, que foi até 2000, e que o clube não conseguiu chegar nem perto disso desde então.
Atualmente, muitos jovens torcedores já perguntam como era ver o Edmundo jogar, se o Felipe era melhor que o Nenê, se jogadores como os Juninhos, Pedrinho, Ramon, Mauro Galvão e tantos outros eram “isso tudo mesmo”, como era o clima da torcida.

Bolsa Térmica Vasco

Onde Comprar: Amazon
Cor: Preta
Tamanho: 20X14

Ebook Paixão da Gama: A Maravilhosa História do Vasco

Onde Comprar: Amazon
A história rica e repleta de acontecimentos notáveis do Club de Regatas Vasco da Gama, organizada cronologicamente, relatando fatos relevantes ocorridos em cada um dos 113 anos . As campanhas vitoriosas de conquistas obtidas no Brasil e no exterior, os times, os craques e ídolos da torcida, as torcidas organizadas e os torcedores famosos, os presidentes, o patrimônio, a saga doa construção do caldeirão de São Januário, a luta pela discriminação social e racial, e muito mais.
Essas são algumas dicas de itens para presentear pessoas torcedoras do Vasco. O que achou? Gostou das ideias de presentes? Essas foram apenas algumas ideias, mas se quiser ver mais opções de produtos do Vasco para presentear torcedores, visite a loja da Amazon aqui.
Achou algum presente legal? Deixe seu comentário!
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2020.08.02 02:01 meucat Youtubers apoiadores da democracia começam a publicar videos em inglês para explicar aos gringos a verdade do que acontece no Brasil. Excelente iniciativa.

Depois que o Felipe Neto foi no NY Times, os caras que defendem a democracia perceberam o nicho de mercado que ha mundo afora. Algumas semanas atrás eu fiz um post onde me chama a atenção que meus parentes no exterior somente me perguntam se o Bolsonaro continua sendo o mesmo monstro ditador de sempre, ou se ainda não morreu com sua "gripezinha".
Foi nesse momento que percebi que o pessoal que mora lá fora recebe somente as informações filtradas pela imprensa podre brasileira, logo ecoada aumentada com gosto pela imprensa podre mundial, como por exemplo o NY Times.
Aqui o post que fiz na época
https://www.reddit.com/brasilivre/comments/ht2wqb/como_a_imagem_de_trump_bolsonaro_e_outros_l%C3%ADderes/
Depois fui me tocando mais, a realidade é que ninguém conhece la fora quem é nem como age um STF, um Xandi, Maia etc. Eles não tem noção do que acontece internamente no Brasil, mas nem remotamente. Não podem conceber por exemplo que seja possível uma "ditadura do judiciário", visto que na visão deles (passada pela imprensa podre), o único ditador possível que detém o controle da força é o Bolsonaro, e se você tenta explicar eles não acreditam, pensam que vc. enlouqueceu ou está tentando tapeá-los.
Por isto que achei uma excelente ideia as pessoas que conhecem melhor o assunto façam videos em inglês, uma língua que quase todo mundo fala incluso na Europa, Japão e outros países desenvolvidos.
Agora o Gustavo Gayer lançou um bom vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=X-s1UQpg3lw
E o Rodrigo Constantino outro dia também fazendo um bom trabalho
https://www.youtube.com/watch?v=jw3goO_2NsM
Isto ajuda bastante, agora quando um parente desavisado me escreve, para mim basta enviar estes links e dizer "veja no Google se o que eles dizem é mentira".
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