Famosos russos

En Rusia se celebra el día de la lengua rusa el 6 de junio, un día elegido por la Organización de las Naciones Unidas para fomentar el multilingüismo y recordar la importancia que tuvo y sigue teniendo este idioma, en honor a Alexánder Pushkin, nacido el 6 de junio de 1799 en Moscú, considerado como uno de los padres de esta lengua. A continuación, te estaremos hablando acerca de las ... Los rusos han sabido jugar un gran papel en el mundo de los deportes y la música, pero también en las pantallas del cine y la televisión. Actualmente, encontramos grandes figuras de la actuación rusas que se están haciendo carrera en Hollywood o en el cine europeo y están dejando a su país muy en alto.. Y para muestra, un botón: 10 actores más famosos de Rusia. Escritores rusos famosos que tienes que leer. Por literatura rusa se entiende toda aquella no solo escrita en el territorio de Rusia sino también aquellas obras escritas en idioma ruso por miembros de otras naciones. Los comienzos de esta literatura igual que muchas otras, fueron orales. Se contaban historias de generación en generación alrededor de las hogueras y más tarde empezaron a ... 20 personagens russos famosos – e infames – que marcaram a história do cinema. Cultura 13 de outubro de 2017 Ekaterina Sinélschikova A maior parte desses falsos russos são vilões desprezíveis, mas alguns nem são tão ruins assim! Balam, de “Rebelião” (2015) ... A nossa lista de 10 personalidades russas mais emblemáticas não é, obviamente, exhaustiva. Há muitos outros nomes russos que poderiam ser mencionados, mas nosso artigo ficaria muito longo e enfadonho. Esperamos que você goste do nosso top 10 e que ele te inspire a buscar conhecer melhor a cultura e a língua russas. Así es un país, así son sus famosos. Los ingresos totales de los 50 famosos más importantes de Rusia alcanzan los 219 millones de dólares, se trata de un nuevo récord. En el ranking hay 18 novatos: el puesto más alto (el 11º) es para la modelo y filántropa Natalia Vodianova. Dos posiciones por debajo está el jugador de hockey Yevgueni ... 5 Famosos escritores russos. 17 mayo, 2019 0 Comments. A Rússia é um país de grandes escritores, desde a idade do ouro da literatura do século XIX, até a época vanguardista do século XX, em plena União Soviética. Os escritores russos tem se destacado pela sua capacidade de transmitir a junção entre o presente e a modernidade, o ... Los rusos más famosos del mundo De origen ruso, las siguientes personalidades a través de la historia han sobresalido por sus habilidades, conocimientos, estrategias y carisma. Nem todos os russos gostam de Lev Tolstói, frequentemente classificado como “o maior escritor russo”. Na escola, a maioria dos russos era forçada a ler a enorme edição em quatro volumes de “Guerra e Paz”. O próprio Tolstói não gostava deste romance. Rusos famosos de la historia. Publicada el 21.09.2015 a las 22:49h. Rusia es el pais mas extenso del mundo. Es uno de los cinco paises con armas nucleares reconocidos. Tiene las mayores reservas ...

IRL

2020.09.01 03:06 JoaoTXP IRL

Tem um canal russo (famoso) q faz uns videos confrontando pessoas que param de carro em faixa dupla e andam pela calçada. Tem uns videos doidera se liga: https://www.youtube.com/watch?v=ibl6SHbq8sY https://www.youtube.com/watch?v=O1jGNd4Deys
Obs: se quiser ver mais, coloca nos videos mais vistos pq são os melhores mesmo sendo antigo.
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2020.08.27 16:02 Scabello More about Belarus color "revolution"

Text from a amazing marxist virtual magazine from Brazil.

https://revistaopera.com.b2020/08/26/belarus-nacionalismo-e-oposicao/

Belarus: nacionalismo e oposição


As manifestações em Belarus estão recebendo uma grande cobertura nos meios ocidentais, o que se reflete na imprensa brasileira, que se contenta em traduzir e repetir aquilo que é dito em grandes veículos europeus. A amplitude e até a paixão dessa cobertura gera, por efeito de contraste, uma sensação de falta de profundidade, já que em meio de tantas notícias, carecemos até mesmo de uma introdução sobre aspectos específicos do conflito e dos atores que participam dele. O que a cobertura nos oferece, no entanto, é uma narrativa sobre manifestantes lutando contra um ditador em nome da liberdade, discurso fortalecido por uma certa abundância de imagens. Na frente desta luta, a candidata derrotada – alegadamente vítima de fraude – Sviatlana Tsikhanouskaya, uma “mulher simples”, “apenas uma dona de casa”, o símbolo da mudança. Em alguns dos meios de esquerda e alternativos, este posicionamento da grande mídia já gera uma certa desconfiança. Imediatamente surgem perguntas sobre quem forma essa oposição e se podemos fazer comparações com a Ucrânia em 2014, onde uma “revolução democrática” foi acompanhada por grupos neofascistas, ultranacionalismo e chauvinismo anti-russo. Outros já se revoltam contra o reflexo condicionado e declaram que não podemos julgar os eventos de Belarus pela ótica dos eventos ucranianos, e que avaliações não deveriam ser feitas na função inversa da grande mídia. Me deparando com a diversidade de problemas que podem ser desenvolvidos a partir do problema de Belarus, decidi começar com um problema simples de imagem e simbologia, mas que nos traz muitas informações. As imagens que estampam os jornais são dominadas por duas cores: branco e vermelho.

Uma disputa pela história

Uma faixa branca em cima, uma faixa vermelha no meio e outra faixa branca embaixo – esta bandeira domina as manifestações oposicionistas em Belarus. Ela surgiu primeiro em 1919, em uma breve experiência política chamada de República Popular Bielorrussa, órgão liderado por nacionalistas mas criado pela ocupação alemã no contexto do pós-Primeira Guerra, Guerra Civil na Rússia e intervenção estrangeira que ocorreu naquele período. Uma bandeira diferente do símbolo oficial de Belarus: do lado esquerdo, uma faixa vertical reproduz um padrão tradicional bielorrusso, como na costura, em vermelho e branco, do lado duas faixas horizontais, vermelho sobre verde (somente um terço em verde). Bandeira muito similar à velha bandeira da República Socialista Soviética de Belarus, com a diferença que na antiga o padrão tradicional estava com as cores invertidas e na massa vermelha horizontal brilhava a foice-e-martelo amarela com uma estrela vermelha em cima. Os manifestantes também usam um brasão de armas histórico do Grão Ducado da Lituânia, a Pahonia, onde vemos um cavaleiro branco, brandindo sua espada e segurando um escudo adornado por uma cruz jaguelônica. O emblema oficial de Belarus, no entanto, é diferente, correspondendo à simbologia soviética, onde um sol que se levanta sobre o globo ilumina o mapa de Belarus, com bagos de trigo nos flancos e uma estrela vermelha coroando a imagem. Essa diferença entre símbolos do governo e da oposição não é só uma diferença política momentânea, mas remete a uma disputa pela identidade nacional de Belarus, a processos divergentes de formação de consciência nacional, conforme exemplificados por Grigory Ioffe. Quando Belarus se tornou independente da União Soviética nos anos 90, isto aconteceu apesar da vontade popular, sem movimentos separatistas como os que ocorreram vigorosamente nas repúblicas soviéticas bálticas, vizinhas de Belarus pelo norte, ou na parte ocidental da Ucrânia, país que faz fronteira com Belarus pelo sul. Pelo menos até pouco tempo atrás, a maioria dos cidadãos se identificava com a Rússia e concebia a história de Belarus no marco de uma história soviética. Para a maioria da população, o evento mais importante da história de Belarus foi a Grande Guerra Patriótica, isto é, a resistência contra os invasores nazistas, o movimento partisan como primeiro ato de vontade coletiva. É depois da guerra que os bielorrussos se tornam maioria nas cidades do país (antes de maioria judaica, polaca e russa), bem como dirigentes da república soviética – líderes partisans se tornaram líderes do partido. Esse discurso filo-soviético também é acompanhado pela ideia de proximidade com a cultura russa, inclusive a constatação de que é difícil fazer uma diferenciação nacional entre as duas culturas. Em termos de narrativa histórica, isso é acompanhado por afirmações como a de que a Rússia salvou o povo das “terras de Belarus” da opressão nacional e religiosa dos poloneses. Então, figuras históricas da Rússia são lembradas, como por exemplo o general Alexander Suvorov (1730 – 1800), que é celebrado como um herói da luta contra a invasão polonesa das “terras de Belarus” e da Rússia em geral. Essa ideia de união entre Rússia e Belarus é fundamental para o pan-eslavismo. A revolução em 1917 também é considerada um episódio nacional, o começo da criação nacional de Belarus dentro da União Soviética, com sua própria seção bolchevique e adesão dos camponeses à utopia comunista, mas nem isso e nem a história nacional russa superam a Segunda Guerra Mundial como fator de consciência nacional. Contra esta visão surgiu uma alternativa ocidentalizante, que propõe que Belarus é um país completamente diferente da Rússia, que foi dominado pela Rússia e que precisa romper com Moscou para ser um país europeu. Essa tendência tenta afirmar a existência de um componente bielorrusso específico na Comunidade Polaco-Lituana, identificando a elite pré-nacional com nobres locais. Atribuem a “falta de consciência nacional” no país à intrigas externas. Seus heróis de forma geral são heróis poloneses, e celebram quando os poloneses invadiram a Rússia. Se esforçam por fazer uma revisão histórica que justifique a existência de uma nacionalidade bielorrussa atacando a narrativa ligada à Segunda Guerra Mundial, renegando a luta dos partisans e enquadrando sua nação como uma “vítima do estalinismo”, que passa ser comparado com o nazismo como uma força externa. Suas preocupações centrais, além de tentar construir uma história de Belarus antes do século XX, está a preservação da língua bielorrussa em particular, com suas diferenças em relação ao russo. Nessa visão, as repressões do período Stálin deixam de ser uma realidade compartilhada com os russos e outras nacionalidades soviéticas, para ser entendida como uma repressão contra a nação de Belarus, exemplificada principalmente pela repressão de intelectuais nacionalistas. Na tentativa de desconstruir o “estalinismo” e os partisans, os nacionalistas defenderam a Rada Central de Belarus, um órgão colaboracionista criado pela ocupação alemã, que não pode ser chamado sequer de governo títere, mas que adotava a visão histórica dos nacionalistas e fez escolas de língua exclusivamente bielorrussa em Minsk. A Rada foi liderada por Radasłaŭ Astroŭski, que foi para o exílio norte-americano e dissolveu órgão depois da guerra para evitar responsabilização por crimes de guerra. A versão nacionalista não só defende a “posição complicada” dos colaboradores nos anos 40, como revisa positivamente o papel do oficial nazista Wilhelm Kobe, Comissário Geral para Belarus entre 1941 e 1943 (até ser assassinado pela partisan Yelena Mazanik). Argumenta-se que Kobe seria um homem interessado nas coisas bielorrussas e seu domínio permitiu o florescimento nacionalista. Do lado colaboracionista existiu uma Polícia Auxiliar e a Guarda Territorial Bielorrusa, as duas ligadas aos massacres nazistas e associadas a uma das unidades mais infames da SS, a 36ª Divisão de Granadeiros da SS “Dirlewanger”. Depois, foi formada por uma brigada bielorrussa na 30ª da SS. A colaboração usava as bandeiras vermelha e branca, com a Guarda Territorial usando braçadeiras nessa cor. Essas cores seriam retomadas na independência do país em 1991, mas foram muito atacadas por sua associação com a colaboração. Por isso ela foi rechaçada por uma maioria esmagadora em um referendo realizado em 1995, que definiu os símbolos nacionais de hoje e mudou o “Dia da Independência” para 3 de Julho, dia em que Minsk foi libertada das forças de ocupação nazista, em 1944. A visão nacionalista e ocidentalizante é minoritária, compartilhada por algo entre 8% e 10% da população; número que é consistente com o número de católicos do país – um pouco maior, na verdade, o que serve para contemplar uma minoria de jovens de Minsk, que proporcionalmente tendem a ser mais adeptos de uma visão distinta da história soviética. Em 1991, o nacionalismo se reuniu na Frente Popular Bielorrussa, em torno da figura do arqueólogo Zianon Pazniak, que representava uma militância radical, anti-russa, europeísta e guardiã dessa simbologia nacional. O movimento fracassou e parte disso provavelmente se deve à liderança de Pazniak, tido como intolerante. Havia também um movimento paramilitar chamado Legião Branca, que se confrontaria com Lukashenko no final dos anos 90. Estes seriam “os nazis bielorrussos dos anos 90”, pecha que é disputada por seus defensores, que os retratam até mesmo como democratas, mas que é justificada por seus detratores baseada em seu separatismo étnico e intolerância dirigida aos russos apesar de viverem no mesmo espaço e a maioria do seu próprio país falar a língua russa. Ainda assim, o alvo-rubro vem sendo reivindicado como um símbolo de liberdade, democracia e independência: seus defensores vêm tentando firmar a identidade dessa bandeira mais em 1991 do que em 1941. Para todos os efeitos, se tornou um símbolo de oposição Lukashenko, símbolo de “outra Belarus”, com boa parte dos jovens mantendo uma atitude receptiva em relação a ela – um símbolo carregado de controvérsia, mesmo assim. Essas divergências simbólicas escondem diferentes histórias e questões políticas radicais. Além disso, é possível constatar que Belarus tem dois componentes nacionais externos em sua formação: os poloneses e os russos. No plano religioso, o catolicismo associado com Polônia e a ortodoxia associada à Rússia (segundo dados de 2011, 7,1% da população católica, 48,3% ortodoxa e 41,1% diz não ter religião, 3,5% se identificam com outras). Na disputa histórica, existe uma narrativa filo-soviética e outra ocidentalizante. Nesta última década, o próprio governo Lukashenko presidiu sobre uma política de aproximação e conciliação dessas narrativas históricas sobre Belarus, tentando ocupar uma posição mais nacionalista, mesmo que mantendo o núcleo soviético como fundamental. Esta aproximação foi muito criticada por um núcleo duro de patriotas e irredentistas russos. Por outro lado, dentre os manifestantes não necessariamente há uma ruptura total com a narrativa histórica partisan e motivos antifascistas, pelo menos não se buscarmos casos individuais – nesse caso, o uso histórico da bandeira seria ignorado ou superado por outra proposta. Apesar de existir uma oposição que busca lavar a bandeira alvirrubra, é possível identificar nacionalistas radicais na oposição?

Belarus não é Ucrânia – mas pode ser ucranizada?

Pelo menos em meios ocidentais, se afirmou muito que “a crise de Belarus não é geopolítica”. Muitos textos publicados no Carnegie Moscow Center elaboraram em torno dessa afirmação. A declaração da Comissão Europeia afirmou isso. O professor e colunista Thimothy Garton Ash escreveu no The Guardian que sequer se pode esperar um regime democrático liberal depois da saída de Lukashenko, e relata contatos com bielorrussos que dão a impressão de um sentimento ao mesmo tempo oposicionista e pró-russo. Por esse argumento, Belarus é diferente da Ucrânia, as manifestações não têm relação com geopolítica, os bielorrussos até gostam da Rússia e a lógica extrapola ao ponto de dizer que, portanto, Putin tende a apoiá-las. Mais de um texto fala de como a identificação entre bielorrussos e russos, como povos irmãos ou até iguais, “anula” essas questões – isto é, estes textos têm como pressuposto uma solidariedade nacional, uma continuidade entre os dois povos, algo distinto do radicalismo nacionalista. Até parecem acreditar que isto tiraria de Putin o interesse de ajudar Lukashenko ou da Rússia enquadrar esses eventos na sua visão estratégica como algo equivalente ao problema ucraniano. De fato, Belarus não é a Ucrânia. A divisão sobre a identidade nacional não é tão polarizada em Belarus como é na Ucrânia. A divisão regional e linguística, bem como as diferentes orientações geopolíticas, não é tão radical. A marca da colaboração e suas consequências políticas não é tão forte em Belarus como é na Ucrânia – não acredito que o nacionalismo em Belarus está no mesmo patamar do ultranacionalismo ucraniano. No plano da operação política, a comparação com a Ucrânia é feita em função do Maidan de 2014, onde também existem diferenças. O Maidan teve a participação decisiva de partidos políticos consolidados e posicionados dentro do Parlamento, que no momento final tomaram o poder do presidente Yanukovich usando seu poder parlamentar. Partidos ligados a oligarcas multimilionários, com políticos que enriqueceram em negócios de gás, e nas ruas uma tropa de choque de manifestantes formada por nacionalistas bem organizados. Dito isso, devemos olhar para o posicionamento da oposição bielorrussa e não aceitar de forma acrítica as narrativas de que a manifestação não tem nada a ver com geopolítica e que não possuí liderança. Alegam que questões como adesão à OTAN e integração europeia não são primárias na política de Belarus – será mesmo? E essas questões nacionais, não têm relação alguma com as manifestações? Primeiro, um dos movimentos que protagoniza enfrentamentos de rua em Belarus desde outros anos (especialmente nos enfrentamentos de rua de 2010) e se destaca nos meios oposicionistas, inclusive com reconhecimento ocidental, é a Frente Jovem, que é um movimento nacional radical, acusado de filo-fascista e ligado aos neofascistas ucranianos. Este movimento também é ligado ao partido Democracia Cristã Bielorrusa (DCB), o qual ajudou a fundar. Ambos são contra o status oficial da língua russa e querem retirar o russo das escolas. Pavel Sevyarynets, um dos fundadores da Frente Jovem e liderança da DCB, é frequentemente referido como dissidente e “prisioneiro de consciência” foi organizador da campanha “Belarus à Europa”. Ele foi preso antes das eleições como um organizador de distúrbios. A Revista Opera teve acesso ao material de um jornalista internacional que entrevistou um professor de artes bielorrusso, autoproclamado anarquista e defensor das manifestações, que se referiu à prisão de Sevyarynets como um ato preventivo do governo e respondeu a uma pergunta sobre as reivindicações do movimento dizendo que as pessoas tem em sua maior parte bandeiras nacionalistas. Em segundo lugar, cabe ressaltar que um dos principais partidos de oposição e representante das declarações atuais é o Partido da Frente Popular Bielorussa (PFPB), descendente da Frente Popular dos anos 90, um partido de direita, adepto da interpretação nacionalista, hostil à Rússia e pró-europeu. O PFPB, a Democracia Cristã, a Frente Jovem e o partido “Pela Liberdade” são parte de um “Bloco pela Independência de Belarus”. Estes movimentos tiveram vários contatos com grupos neofascistas ucranianos, com a Frente Jovem em específico mantendo relações de longa data e tomando parte em marchas em homenagem a colaboradores como Stepan Bandera e Roman Shukeyvich (que na SS Natchigall foi um carrasco dos habitantes e partisans do sul de Belarus) – diga-se, entretanto, que não necessariamente funcionam da mesma forma que as organizações extremistas. Mesmo movimentos que se organizam como ONGs, com aparência de ativismo genérico e recebendo dinheiro de programas para promover a democracia a partir da Lituânia (que por sua vez direciona dinheiro do Departamento de Estado dos Estados Unidos), servem como organizações nacionalistas, como é o caso da ONG BNR100. Em terceiro lugar, podemos olhar para algumas lideranças de oposição presentes no Conselho de Coordenação formado para derrubar Lukashenko. Foi proclamado que o Conselho de Coordenação é composto por “pessoas destacadas, profissionais, verdadeiros bielorrussos”, por aqueles que “representam o povo bielorrusso da melhor maneira, que nestes dias estão escrevendo uma nova página da história bielorrussa”. Olga Kovalkova, peça importante da campanha de Sviatlana Tsikhanouskaya, que já havia listado pessoas do conselho antes dele ser anunciado oficialmente, em sua página do Facebook. Ela mesma é um dos membros. É graduada pela Transparency International School on Integrity e pela Eastern European School of Political Studies (registrada em Kiev, patrocinada pela USAID, National Endowment for Democracy, Open Society Foundation, Rockefeller Foundation, Ministério das Relações Exteriores da Polônia, União Europeia e estruturas da OTAN). Kovalkova é co-presidente da Democracia Cristã Bielorrussa; defende a saída de Belarus da Organização Tratado de Segurança Coletiva (OTSC; Tratado de Takshent), a separação do Estado da União com a Rússia e a retirada do russo da vida pública. O outro co-presidente da DCB, Vitaly Rymashevsky, também está no conselho. Ales Bialiatski, famoso como defensor dos direitos humanos e que foi preso sob acusação de enganar o fisco a respeito da extensão de sua fortuna, também fez parte do movimento nacionalista da Frente Popular de Belarus, do qual foi secretário entre 1996 e 1999 e vice-presidente entre 1999 e 2001. Também é fundador da organização Comunidade Católica Bielorrussa. É presidente do Viasna Human Rights Centre (financiado por Eurasia Foundation, USAID e OpenSociety) e recebeu o prêmio liberdade do Atlantic Council, além de prêmios e financiamentos na Polônia. Sua prisão em 2011 foi baseada em dados financeiros fornecidos por promotores poloneses e lituanos, enquadrado por um artigo de sonegação da lei bielorrussa.
Na hoste dos nacionalistas mais comprometidos representados no Comitê de Coordenação temos também Yuras Gubarevich, fundador do partido “Pela Liberdade”, antes um dos fundadores da “Frente Jovem” e foi durante anos liderança do Partido Popular; uma das grandes lideranças oposicionistas.
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Pavel Belaus é ligado à Frente Jovem, um dos líderes da ONG Hodna e dono da loja de símbolos nacionalistas Symbal. Ele também é ligado ao movimento neofascista ucraniano Pravy Sektor e esteve envolvido na rede de voluntários bielorrussos para a Ucrânia. Andriy Stryzhak, do BNR100, ligado ao Partido da Frente Popular, coordenador da iniciativa BYCOVID19. Participou do Euromaidan, de campanhas de solidariedade com a “Operação Antiterrorista” de Kiev no leste da Ucrânia e de articulação com voluntários bielorrussos. Andrey Egorov promove a integração europeia. Alexander Dobrovolsky, líder liberal ligado ao velho eixo de aliados de Boris Yeltsin no parlamento soviético, é pró-ocidente. Sergei Chaly trabalhou em campanhas de Lukashenko no passado, é um especialista do mundo financeiro, ligado a oposição liberal russa e pro ocidente. Sim, também existem elementos de esquerda liberal ligados ao Partido Social Democrata de Belarus (Hromada), uma dissidência do PSD oficial, que é a favor da adesão à União Europeia e da OTAN. Dito isso, não falamos o suficiente da influência nacionalista. Tomemos por exemplo o grupo Charter 97, apoiado pelo ocidente, principalmente pela Radio Free Europe, que se estiliza como um movimento demo-liberal. Dão espaço para a Frente Jovem, onde naturalmente seu líder pode chamar os bielorrussos que combatem na Ucrânia de “heróis” pois combatem a “horda” (se referindo a Rússia da mesma maneira que o Pravy Sektor). Voluntários bielorrussos combateram ao lado de unidades do Pravy Sektor e do Batalhão Azov. Durante as manifestações, o Charter 97 publicou, no dia 15 de agosto, um texto comemorando o “Milagre sobre o Vistula: no dia 15 de agosto o exército polonês salvou a Europa dos bolcheviques” e “Dez Vitórias de Belarus”, em que a Rússia é retratada como “inimigo secular” dos bielorrussos. Ações de ocupação de poloneses contra a Rússia são celebradas como “vitórias bielorrussas”. É importante também observar o papel que padres católicos vêm cumprindo nas manifestações, inclusive se colocando à frente de algumas delas. O bispo católico Oleg Butkevich questionou as eleições no dia 12 de agosto. Pelo menos em Lida, em Vitebetsk, Maladzyechna e em Polotsk, clérigos organizaram manifestações. Em Minsk, tomou parte o secretário de imprensa da Conferência de Bispos de Belarus, Yury Sanko. Em Polotsk, sobre a justificativa de ser uma procissão, o padre Vyacheslav Barok falou do momento político como uma “luta do bem contra o mal”. É claro que padres católicos podem participar de movimentos políticos de massa, eles também são parte da sociedade, mas este dado não deixa de ter uma significação política específica, visto que os radicais do nacionalismo bielorrusso se organizam no seio da comunidade católica. Ao mesmo tempo, isso gera ansiedade em um “outro lado”, no que seria um lado “pró-russo”, não só por conta de conspirações sobre “catolicização” do país, mas por ter visto na experiência ucraniana a associação de clérigos do catolicismo grego a neofascistas e eventualmente o Estado bancando uma ofensiva contra a Igreja Ortodoxa russa, o que inclui tomada de terras e expropriação de templos. O mesmo problema está ocorrendo neste ano com os ortodoxos sérvios em Montenegro; existem dois precedentes recentes no mundo religioso cristão ortodoxo que podem servir para uma mobilização contra as manifestações.

Programa de oposição: em busca do elo perdido

A candidatura de Tikhanovskaya não tinha um programa muito claro fora a oposição a Lukashenko. Porém, um programa de plataforma comum da oposição, envolvendo o Partido da Frente Popular, o Partido Verde, o Hramada, a Democracia Cristã e o “Pela Liberdade” chegou a ser formulado em uma “iniciativa civil” envolvendo estes partidos e ONGs que estava no site ZaBelarus. Depois, parte deste programa foi transferido para o portal ReformBy. Quando o programa passou a ser exposto no contexto das manifestações (por volta do dia 16), a oposição tirou o site do ar, mas ele ainda pode ser acessado com a ferramenta Wayback Machine. O programa quer anular todas as reformas e referendos desde 1994, retornando à Constituição daquele ano (e conforme escrita pelo Soviete Supremo). Se compromete a retirar da língua russa seus status oficial, além de substituir a atual bandeira por uma vermelho e branca. Existe uma proposta de reforma total de todas as instituições: bancárias, centrais, locais, judiciais, policiais, militares.
O programa também tem uma sessão dedicada à previdência, criticando o sistema de repartição solidária de Belarus como “falido” e responsável por uma “alta carga tributária sobre os negócios”. Propõem “simplificação”, “desburocratização” e “alfabetização financeira da população” para que esta assuma sua parcela de responsabilidade pela aposentadoria. O sistema seria “insustentável” no ano de 2050 por razões demográficas. Também criticam o “monopólio” da previdência pública, “sem alternativas no mercado”. A proposta oposicionista é de contas individuais de pensão com contribuição obrigatória, mas sem eliminar o sistema solidário, tornando o sistema “baseado em dois pilares”; elevar a idade de aposentadoria das mulheres (57) para igual a dos homens (62); “desburocratização” através da eliminação e fusão de órgãos públicos de seguridade social; eliminar diversos tipos de benefício e igualar os valores para todos os cidadãos (independente da ocupação). Essas propostas previdenciárias em específico são assinadas por Olga Kovalkova. Na seção de economia, o programa fala de um “problema do emprego” criticando as empresas estatais e demandando flexibilização da legislação, “incentivos para os investidores”, “uma política macroeconômica de alta qualidade, i.e. inflação baixa, política fiscal disciplinada, escopo amplo para a iniciativa privada”; “o mercado de trabalho é super-regulado”, diz o documento. “Melhorar o ambiente de negócios e o clima de investimentos”, “tomar todas as medidas necessárias para atrair corporações transnacionais”, “privatização em larga escala”, “criação de um mercado de terras pleno”, “desburocratização e desmonopolização da economia”, “adoção das normas básicas de mercado e padrão de mercadorias da União Europeia”, enumera o programa dentre as diversas propostas, que incluem privatização de serviços públicos e criação de um mercado de moradia competitivo. Até aqui, com exceção da referência à língua russa, estamos falando mais de neoliberais do que nacionalistas propriamente. Podemos dizer também que pontos como adoção de padrões europeus e reformas econômicas influenciam a questão geopolítica. Ainda assim, boa parte dessas reformas econômicas também são defendidas por Viktor Barbaryka, empresário bielorrusso que era tido como principal candidato de oposição a Lukashenko que está preso por crimes financeiros; Barbaryka é considerado um “amigo do Kremlin”, pró-russo. Existe uma seção perdida, a seção de “Reforma da Segurança Nacional”. Na primeira semana de protestos, surgiu na rede uma suposta reprodução do conteúdo dessa seção¹. O conteúdo é uma análise ocidentalista que enquadra o Kremlin como uma ameaça, propondo a saída do Tratado de Takshent, da União com a Rússia e medidas para fortalecer o país com “educação patriótica”. Muitos temas que já foram vistos na Ucrânia, com a identificação do Kremlin como uma ameaça tendo como consequência a proposição de medidas contra “agentes do Kremlin” dentro do país, na mídia e na sociedade civil (e, dentre elas, uma proposta de “bielorrussificação” das igrejas). Tão logo isso passou a ser denunciado na primeira semana depois das eleições, o site inteiro foi tirado do ar. A oposição, tendo entrado em um confronto prolongado que pelo visto não esperava (contando com a queda rápida de Lukashenko) sabe que esse tipo de coisa favorece o governo e cria um campo favorável para ele, por isso agora tentam se dissociar, falando deste programa como produto de uma iniciativa privada, apesar de ser uma articulação política envolvendo líderes da oposição. Tanto seus elementos de reforma econômica combinam com o que diziam políticos de oposição liberal em junho, como as supostas posições geopolíticas casam com os nacionalistas que tomam parte da coalizão (e na verdade, é um tanto óbvio que pelo menos uma parte considerável dos liberais é pró-OTAN). No mesmo dia que tal documento foi exposto na mídia estatal bielorrussa – e mais tarde, comentado por Lukashenko em reunião do Comitê Nacional de Defesa – o Conselho de Coordenação declarou oficialmente que desejam cooperar com “todos os parceiros, incluindo a Federação Russa”. Desinformação? Por mais provocativas que sejam as posições do suposto trecho do programa, é fundamentalmente o discurso normal de nacionalistas e liberais atlantistas em Belarus; agora que os dados foram lançados, é natural que a direção oposicionista que não reconhece os resultados das eleições procure se desvencilhar desses posicionamentos estranhos aos seu objetivo mais imediato, que é derrubar Lukashenko.² Ainda que os manifestantes possam ter motivações diversas, a situação atual está longe de ser livre do peso da geopolítica e das narrativas históricas que sustentam o caminhar de um país.
Notas:¹ – Procurando o trecho em russo no Google com um intervalo de tempo entre o primeiro dia de janeiro de 2020 até o primeiro dia de agosto (isto é, antes disso virar uma febre na rede russa), o próprio mecanismo de pesquisa oferece uma página do “Za Belarus” que contém o trecho, mas com um link quebrado – sinal de que há algum registro no cache do Google. A data é dia 25 de junho.
² – O Partido da Frente Popular da Bielorrússia acusou Lukashenko de “fake news” ao divulgar o que seria o seu programa como se fosse de Tikhanovskaya, tratando as medidas como “inevitáveis para Belarus” porém “fora de questão” no momento. O programa, naturalmente, é marcado pela retórica nacionalista e defende adesão de Belarus na OTAN, mas não usa o mesmo palavreado. Da mesma forma o programa do PFPB também tem princípios liberais-conservadores na economia.
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2020.08.10 16:32 Vl4dimirPudim História "completamenta" e básica da Pudinisland

O início de tudo
Todo começou com a chegada dos egípcios na Ilha, há 5 mil anos atrás, não se sabe muito como eles chegaram aqui, nem se sabe porque, mas o fato é que eles vinheram. Eles fizeram poucas coisas além de fundar a pirâmide 2 na região onde hoje é Pepinopolis [ que hoje só há ruínas ], e entrarem em contato com alienígenas. Eles basicamente moravam em cavernas é só existiam. Também havia no arquivo uma ilha com um formato do Acre, nada mais era que o próprio acre, lá vive as últimas espécies conhecidas de dinossauros.
Foi então que em 1684, um aventureiro da coroa inglesa, Lorde da casa Bacon, acabou naufragando nessa ilha específica, ele fez contato com esses povos antigos, que por motivos desconhecidos falavam perfeitamente o inglês, seu contato foi bem produtivo, e ele acabou voltando dias depois a Inglaterra e contando o que havia visto. Meses depois a Inglaterra invade a ilha por que sim, e mata quase todos egípcios dessa terra, mas deixa os dinossauros por eles eram legais, a Inglaterra usa essa ilha pra aprisionar irlandeses. Houve também muito migração da russia, após a descoberta de minérios de vodka na ilha, o que ocasionou a chegada de rasputin, um mago russo que era amigo de Nicolau II da russia, bom as coisas na russia começaram a esquenta aí o rasputin vai pra Pudinisland. Ele ficou bem famoso, acabou criando um cidade chamada Rasputown, e também ele odiava os irlandeses, aí um belo dia ele decidiu trazer o maior pesadelo deles a vida, ele cria um portal do planeta dos gnomos para Pudinisland, e isso ocasionou uma migração em massa de irlandeses para fora do Pudinisland, assim gnomos foram criado. Rasputin não era bem visto pela sociedade da ilha, nem mesmo pelos gnomos, pois ele era maluco poderoso e rico, uma péssima combinação, após a morte de rasputin os gnomos fizeram da ilha sua casa, fazendo parte da ilha, eles migram para o sul da ilha. Mas os gnomos não foram vistos com bons olhos pelos habitantes humanos do lugar, ele foram maltratados e muitos eram mortos sem motivo algum, era uma vida difícil para eles, eles eram vistos como inferiores, e em algumas províncias eles eram escravizados. Apesar disso os gnomos sempre eram em sua maioria passifica e até enriqueceram.
Em resumo tudo ia bem... até que um membro do exército Inglês teve uma visão de Renatinho, ele manda pregar a sua existência para todos da ilha, esse é Teemotio, ele pega em armas e decreta o estado livre de Renatinho, deixando a ilha livre dos inglês. Teemotio ele consegue unificar toda a Ilha em seu Império, fez grandes obras e muitos monumentos, até deu mais liberdade a gnomos ( apesar de muitos ainda adiaram gnomos ), ele falava de Renatinho e como ele era belo. Depois de seu reinado que durou até sua morte, os novos gonvernate não souberam gonvernar bem, eles ficavam só comendo Dogões e vinas, ficavam conversado com rolas, e dançando e ouvindo Teemo Tango ( uma espécie de Teemowave da época), o grande estado de Teemotio o Grande, que durou 6 décadas se fragmentou novamente.
Agora Com força e mais juntos o Império se fragmentos em 4 grandes países, O Império Russo secundário ( liderado por Nikita Vostok ), O Império de Teemotio ( liderado por Teemo III ), A regência Militar dos Gnomos ( Liderado por Mitiguer ) e Hegemonia Soberana dos Gnomos ( Liderado por Yosef ).
IMPÉRIO RUSSO 2:
Nikita Vostok era um nobre russo que chegou ao poder, ele concretizou o poder da do Império Russo 2 sobre todo o arquipélago, Fez grandes obras como o Cremilem e a KGB 2, Melhorou a economia e mostrou ao mundo a cultura slava, fazendo com que a economia russa 2 fosse a maior da ilha em seu mandato.
Império de Teemotio:
Esse país foi a continuação direta do Império de Teemotio, que também contínuo com as ostentação e os grandes gastos, o estado contínuo se deteriorando e enfraquecendo, depois da guerra ele caira para uma democracia.
Regência Militar Gnomistica:
Após a dissolução do Império de Teemotio ( em que os gnomos eram mal visto e maltratados ), acaba chegando ao poder por meio de um golpe militar, General Mitiguer, ela era bem horrível, impôs váriasleis autoritária, prendia opositores, e em geral deixou a população mais pobre ainda, sobre o pretexto de sobressai o poder dos gnomos, ele militarista o estado e se torna a mais forte nação da ilha.
Hegemonia Soberana:
Um estádo criado por gnomos extremista, que acreditavam em supremacia sobre os gnomos, e que eles deveriam impor a força seus ideais. Yosef era um líder político/religioso e deixou toda população do seu país sobre sua visão, ele era visto como um literal semi Deus, e o povo confiava nele.
Guerra civil dos gnomos:
A hegemonia soberana e o estado militar dos gnomos não se davam muito bem. Foi então que Mitiguer, com sede de poder ataca a Hegemonia, Trucidandano do o exército da Hegemonia e matando Yosef, ele toma os territórios da Hegemonia e instaura campos de concentração pra os extremista, pondo fim a guerra.
1° guerra de Pudinisland
Tudo começou quando, o estado dos gnomos atacou a Hegemonia, apesar de ninguém gostar da Hegemonia, todos sabiam que Mitiguer estava louco por poder. Então sem mais nem menos, Mitiguer declara guerra a todos os países, um espanto, pois era percetível a força de Mitger e seu estado era muito grande. Houve uma grande mobilização, mas de nada adiantou, o estado dos gnomos contínuo a expandir, o Império de Teemotio caiu, os gnomos só precisavam invadir Tarkovogrado para ganha a guerra, mas apesar da ilha ser tropical, o inverno russo era muito pesado, forçou o estado dos gnomos a recuar, e a guerra foi ganha, essa derrota e a morte de Mitger foi humilhante para os gnomos.
Após a guerra tudo ficou mais calmo, a Rússia virou um principado, o Império de Teemotio caiu e virou um estado livre e os gnomos instalaram um império, sobre a conduta de um conselho de gnomos. Nesse período houve várias pequena batalha e outras coisas.
A criação dos Estados Unidos de Renatinho
Então lembra que eu disse que os egípcios tinham contato com alienígenas, então, Renatinho era um desse Alienígenas. Um descendente de egípcio, chamado André, teve uma visão de Renatinho, na sua visão ele vê o Renatinho e Renatinho o manda fazer uma máquina pra trazer-lo a terra. André não pensa 2 vezes, e de dentro de sua garagem começa a fazer essa máquina, ele consegue, e finalmente Renatinho é convertido em matéria, direto de seu planeta Biluland, para Pudinisland. Renatinho rapidamente vira uma celebridade e convence a população a eleger André como príncipe, mais uma fez os Estados Livres é derrubado por um golpe de André, que Muda pra os Estados Unidos de Renatinho.
A guerra dos Texugos:
Há mais ou menos 30 anos após o término da 1°guerra de Pudinisland, em Teemo City ( cidade que concentrava 79% da população de Texugos da ilha e 90%da população de Guaxinis ), acaba sofrendo uma guerra civil, os texugos não se davam bem com os Guaxinis, os Textos pegam em armas e começam a matar Guaxinis, os Guaxinis retalha, no fim 50% dos 90% da população de Guaxinis foram mortas, Muitos foram torturados e outras fuzilados, os texugos perderam a guerra, e fugiram para uma ilha deserta ao leste, lá fizeram seu Império. [F pelos mais de 500 mil de Guaxinis mortos]
Guerra dos Kogamas.
Kogama é uma minoria étnica de USR que vive entre tarkov e BarryTown, sua principal cidade é Kogamópolis, há 60 quilômetros de Kogamópolis tem Roblox vile, cidade dos Roblox mais uma minoria étnica de USR, elas tiveram uma guerra entre elas, o motivo era o contra da região, forma 3 semanas de intenção batalha, Muitos morreram e no final os Kogamas ganharam, tendo a soberania local.
A criação dos Estado Livre do Acre:
Após centenas de anos de total isolamento, os dinossauros que viviam na ilha do Acre desenvolveram a capacidade do pensamento lógico, e como seres totalmente Racionais, não houve guerras, A separação foi discutida em votação, Foi unânime é todos e hoje todos vivem em paz.
Após esses breves relatos da situação da ilha de Pudinisland, vamos a contextualização da próxima guerra, o gonverno do Império Gnomisticos, após a morte de Mitger e a instalação de um novo gonverno, a população começou mais a tolêrar mais os gnomos extremista, o gonverno passou a apoia-los de forma que eles expandiram. Então houve esse episódio em que sequestraram o príncipe André III. O caos repercutiu, foram meses sem André.
O sequestro de André III:
Gnomos extremista, sequestraram o príncipe André III, e seu paradeiro é desconhecido. Foi então que uma operação foi formada, a operação Barba Negra, no comando o jovem general russo Vladimir Pudim, que fez um grande trabalho na criação de um grupo tático conhecido Piratas. A inteligência foi rápida e poucos dias, os piratas invadem o local onde o príncipe está como refém é o resgata. Vladimir Pudim se destaca nessa operação o que lhe concede o gonverno da russia 2 poucos anos depois.
2° guerra de Pudinisland
Tudo começou quando gnomos extremista em um ataque terrorista matou o Renatinho, a Rússia 2 corta relações de paz com UGK, e começa a atacar as bases militares de gnomos extremista dentro do estado russo. UGK vê isso como um ataque e declara guerra a Rússia 2, Como retaliação Rússia 2 ativa o protocolo de ataques vermelho, ativando todas suas 37 ogivas nucleares. Os eua entra na guerra ao lado da UKG e realiza uma série de ataques a bases militares Russas 2, A China também entra do lado da UKG, mais é completamente destruída por mísseis nucleares vindo da russia 2, com esse taque, os EUA vira de lado e começa a apoiar a Rússia 2 na guerra. A RÚSSIA 2, parece um rolo compressor, e rapidamente toma a cidade de Coxinopolis, porém os gnomos consegue conter o avanço, e começam a empurrar o exército russo secundário para cima, fazendo com que USR entre na guerra no lado da Rússia, Apesar dos esforços os gnomos avançam para Moscow 2, porém Vladimir Pudim MUDA a capital para a recém conquistada tarkov, os gnomos invadem GODENOTOWN é há ocupam, chegam em tarkov porém são parados por Renatinho que foi revivida numa missão sigilosa russa que deu serto, com isso os gnomos são rapidamente mortos e obrigado a assinar um tratado de paz. Vladimir morheroicamente por salvar seu esquadrão e a ilha de Pudinisland. Ele receberá em seu enterro a medalha de mais alta honraria que um homem pode ter no mundo, e se consagrou como o maior herói de Pudinisland.
Os países atualmente
UGK
Nome oficial: Princípados Unidos dos gnomos sobre a proteção do rei População: 161.002.508 habitantes Maioria ética: GNOMO Pib per capita: 6.873 dólares Moeda oficial: Libra Gnomistica Religião oficial: profecias de Ricardo milos Capital: PC do André Primeiro ministro: GNOMO Gastos Militares: 573,1 Bilhões de dólares N° de ogivas nucleares: 15 Estado Atual: em paz
História
RÚSSIA 2
Nome oficial: Principados unidos da Russia secundária População: 502.037.578 habitantes Maioria ética: eslavo Pib per capita: 9.264 dólares Moeda oficial: Rublo 2 Religião oficial: COMUNISMO ortodoxos Capital: Moscow 2/Tarkov Príncipe regente: Cheeki blyat Gastos Militares: 783,4 bilhões de dólares N° de ogivas nucleares: 37 Estado Atual: Em paz Favorável à uma unificação: Positivo
USR
Nome oficial: Estados Livres e Unidos sobre a proteção de Renatinho População: 270.537.867 habitantes Maioria ética: Anime Pib per capita: 25.284 dólares Moeda oficial: Dólar de Teemo Religião oficial: Pensamentos de Renatinho Capital: BarryTown Príncipe regente: André III Gastos Militares: 337,1 bilhões de dólares N° de ogivas nucleares: 0 Estado Atual: Em paz Favorável à uma unificação: Positivo
Texugo island
Nome oficial: Ilha dos Texugos Felizes População: 5.387.522 habitantes Maioria ética: Texugo Pib per capita: 10.587 dólares Moeda oficial: Real de Texugo Religião oficial: Pensamentos de Renatinho Capital: Texugo Pólis Presidente: Manuel Texugo Pereira Gastos Militares: 300 milhões de dólares N° de ogivas nucleares: 0 Estado Atual: Em paz Favorável à uma unificação: Não
Estado livre do Acre
Nome oficial: Estado livre do Acre sobre a proteção dos dinossauros População: 2.110.583 habitantes Maioria ética: Dinossauro Pib per capita: 29.930 dólares Moeda oficial: bitcoin Religião oficial: CIÊNCIA Capital: Pangeia dos rio branco Primeiro ministro: os três dinos Gastos Militares: 0 dólares N° de ogivas nucleares: 0 Estado Atual: Em Muita paz Favorável à uma unificação: não
Após anos de paz, felicidade e prosperidade, uma mensagem criptografada anônima revela com interferências que Vladimir Pudim estivesse vivo.
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2020.07.11 15:38 Vl4dimirPudim História completa de Pudinisland, fiquem a vontade para fazer as bandeiras dos novos países

O início de tudo
Todo começou com a chegada dos egípcios na Ilha, há 5 mil anos atrás, não se sabe muito como eles chegaram aqui, nem se sabe porque, mas o fato é que eles vinheram. Eles fizeram poucas coisas além de fundar a pirâmide 2 na região onde hoje é Pepinopolis [ que hoje só há ruínas ], e entrarem em contato com alienígenas. Eles basicamente moravam em cavernas é só existiam. Também havia no arquivo uma ilha com um formato do Acre, nada mais era que o próprio acre, lá vive as últimas espécies conhecidas de dinossauros. Foi então que em 1684, um aventureiro da coroa inglesa, Lorde da casa Bacon, acabou naufragando nessa ilha específica, ele fez contato com esses povos antigos, que por motivos desconhecidos falavam perfeitamente o inglês, seu contato foi bem produtivo, e ele acabou voltando dias depois a Inglaterra e contando o que havia visto. Meses depois a Inglaterra invade a ilha por que sim, e mata quase todos egípcios dessa terra, mas deixa os dinossauros por eles eram legais, a Inglaterra usa essa ilha pra aprisionar irlandeses. Houve também muito migração da russia, após a descoberta de minérios de vodka na ilha, o que ocasionou a chegada de rasputin, um mago russo que era amigo de Nicolau II da russia, bom as coisas na russia começaram a esquenta aí o rasputin vai pra Pudinisland. Ele ficou bem famoso, acabou criando um cidade chamada Rasputown, e também ele odiava os irlandeses, aí um belo dia ele decidiu trazer o maior pesadelo deles a vida, ele cria um portal do planeta dos gnomos para Pudinisland, e isso ocasionou uma migração em massa de irlandeses para fora do Pudinisland, assim gnomos foram criado. Rasputin não era bem visto pela sociedade da ilha, nem mesmo pelos gnomos, pois ele era maluco poderoso e rico, uma péssima combinação, após a morte de rasputin os gnomos fizeram da ilha sua casa, fazendo parte da ilha, eles migram para o sul da ilha. Mas os gnomos não foram vistos com bons olhos pelos habitantes humanos do lugar, ele foram maltratados e muitos eram mortos sem motivo algum, era uma vida difícil para eles, eles eram vistos como inferiores, e em algumas províncias eles eram escravizados. Apesar disso os gnomos sempre eram em sua maioria passifica e até enriqueceram. Em resumo tudo ia bem... até que um membro do exército Inglês teve uma visão de Renatinho, ele manda pregar a sua existência para todos da ilha, esse é Teemotio, ele pega em armas e decreta o estado livre de Renatinho, deixando a ilha livre dos inglês. Teemotio ele consegue unificar toda a Ilha em seu Império, fez grandes obras e muitos monumentos, até deu mais liberdade a gnomos ( apesar de muitos ainda adiaram gnomos ), ele falava de Renatinho e como ele era belo. Depois de seu reinado que durou até sua morte, os novos gonvernate não souberam gonvernar bem, eles ficavam só comendo Dogões e vinas, ficavam conversado com rolas, e dançando e ouvindo Teemo Tango ( uma espécie de Teemowave da época), o grande estado de Teemotio o Grande, que durou 6 décadas se fragmentou novamente. Agora Com força e mais juntos o Império se fragmentos em 4 grandes países, O Império Russo secundário ( liderado por Nikita Vostok ), O Império de Teemotio ( liderado por Teemo III ), A regência Militar dos Gnomos ( Liderado por Mitiguer ) e Hegemonia Soberana dos Gnomos ( Liderado por Yosef ).
IMPÉRIO RUSSO 2:
Nikita Vostok era um nobre russo que chegou ao poder, ele concretizou o poder da do Império Russo 2 sobre todo o arquipélago, Fez grandes obras como o Cremilem e a KGB 2, Melhorou a economia e mostrou ao mundo a cultura slava, fazendo com que a economia russa 2 fosse a maior da ilha em seu mandato.
Império de Teemotio:
Esse país foi a continuação direta do Império de Teemotio, que também contínuo com as ostentação e os grandes gastos, o estado contínuo se deteriorando e enfraquecendo, depois da guerra ele caira para uma democracia.
Regência Militar Gnomistica:
Após a dissolução do Império de Teemotio ( em que os gnomos eram mal visto e maltratados ), acaba chegando ao poder por meio de um golpe militar, General Mitiguer, ela era bem horrível, impôs váriasleis autoritária, prendia opositores, e em geral deixou a população mais pobre ainda, sobre o pretexto de sobressai o poder dos gnomos, ele militarista o estado e se torna a mais forte nação da ilha.
Hegemonia Soberana:
Um estádo criado por gnomos extremista, que acreditavam em supremacia sobre os gnomos, e que eles deveriam impor a força seus ideais. Yosef era um líder político/religioso e deixou toda população do seu país sobre sua visão, ele era visto como um literal semi Deus, e o povo confiava nele.
Guerra civil dos gnomos:
A hegemonia soberana e o estado militar dos gnomos não se davam muito bem. Foi então que Mitiguer, com sede de poder ataca a Hegemonia, Trucidandano do o exército da Hegemonia e matando Yosef, ele toma os territórios da Hegemonia e instaura campos de concentração pra os extremista, pondo fim a guerra.
1° guerra de Pudinisland:
Tudo começou quando, o estado dos gnomos atacou a Hegemonia, apesar de ninguém gostar da Hegemonia, todos sabiam que Mitiguer estava louco por poder. Então sem mais nem menos, Mitiguer declara guerra a todos os países, um espanto, pois era percetível a força de Mitger e seu estado era muito grande. Houve uma grande mobilização, mas de nada adiantou, o estado dos gnomos contínuo a expandir, o Império de Teemotio caiu, os gnomos só precisavam invadir Tarkovogrado para ganha a guerra, mas apesar da ilha ser tropical, o inverno russo era muito pesado, forçou o estado dos gnomos a recuar, e a guerra foi ganha, essa derrota e a morte de Mitger foi humilhante para os gnomos.
Após a guerra tudo ficou mais calmo, a Rússia virou um principado, o Império de Teemotio caiu e virou um estado livre e os gnomos instalaram um império, sobre a conduta de um conselho de gnomos. Nesse período houve várias pequena batalha e outras coisas.
A criação dos Estados Unidos de Renatinho:
Então lembra que eu disse que os egípcios tinham contato com alienígenas, então, Renatinho era um desse Alienígenas. Um descendente de egípcio, chamado André, teve uma visão de Renatinho, na sua visão ele vê o Renatinho e Renatinho o manda fazer uma máquina pra trazer-lo a terra. André não pensa 2 vezes, e de dentro de sua garagem começa a fazer essa máquina, ele consegue, e finalmente Renatinho é convertido em matéria, direto de seu planeta Biluland, para Pudinisland. Renatinho rapidamente vira uma celebridade e convence a população a eleger André como príncipe, mais uma fez os Estados Livres é derrubado por um golpe de André, que Muda pra os Estados Unidos de Renatinho.
A guerra dos Texugos:
Há mais ou menos 30 anos após o término da 1°guerra de Pudinisland, em Teemo City ( cidade que concentrava 79% da população de Texugos da ilha e 90%da população de Guaxinis ), acaba sofrendo uma guerra civil, os texugos não se davam bem com os Guaxinis, os Textos pegam em armas e começam a matar Guaxinis, os Guaxinis retalha, no fim 50% dos 90% da população de Guaxinis foram mortas, Muitos foram torturados e outras fuzilados, os texugos perderam a guerra, e fugiram para uma ilha deserta ao leste, lá fizeram seu Império. [F pelos mais de 500 mil de Guaxinis mortos]
Guerra dos Kogamas:
Kogama é uma minoria étnica de USR que vive entre tarkov e BarryTown, sua principal cidade é Kogamópolis, há 60 quilômetros de Kogamópolis tem Roblox vile, cidade dos Roblox mais uma minoria étnica de USR, elas tiveram uma guerra entre elas, o motivo era o contra da região, forma 3 semanas de intenção batalha, Muitos morreram e no final os Kogamas ganharam, tendo a soberania local.
A criação dos Estado Livre do Acre:
Após centenas de anos de total isolamento, os dinossauros que viviam na ilha do Acre desenvolveram a capacidade do pensamento lógico, e como seres totalmente Racionais, não houve guerras, A separação foi discutida em votação, Foi unânime é todos e hoje todos vivem em paz.
Após esses breves relatos da situação da ilha de Pudinisland, vamos a contextualização da próxima guerra, o gonverno do Império Gnomisticos, após a morte de Mitger e a instalação de um novo gonverno, a população começou mais a tolêrar mais os gnomos extremista, o gonverno passou a apoia-los de forma que eles expandiram. Então houve esse episódio em que sequestraram o príncipe André III. O caos repercutiu, foram meses sem André.
O sequestro de André III:
Gnomos extremista, sequestraram o príncipe André III, e seu paradeiro é desconhecido. Foi então que uma operação foi formada, a operação Barba Negra, no comando o jovem general russo Vladimir Pudim, que fez um grande trabalho na criação de um grupo tático conhecido Piratas. A inteligência foi rápida e poucos dias, os piratas invadem o local onde o príncipe está como refém é o resgata. Vladimir Pudim se destaca nessa operação o que lhe concede o gonverno da russia 2 poucos anos depois.
2° guerra de Pudinisland:
Tudo começou quando gnomos extremista em um ataque terrorista matou o Renatinho, a Rússia 2 corta relações de paz com UGK, e começa a atacar as bases militares de gnomos extremista dentro do estado russo. UGK vê isso como um ataque e declara guerra a Rússia 2, Como retaliação Rússia 2 ativa o protocolo de ataques vermelho, ativando todas suas 37 ogivas nucleares. Os eua entra na guerra ao lado da UKG e realiza uma série de ataques a bases militares Russas 2, A China também entra do lado da UKG, mais é completamente destruída por mísseis nucleares vindo da russia 2, com esse taque, os EUA vira de lado e começa a apoiar a Rússia 2 na guerra. A RÚSSIA 2, parece um rolo compressor, e rapidamente toma a cidade de Coxinopolis, porém os gnomos consegue conter o avanço, e começam a empurrar o exército russo secundário para cima, fazendo com que USR entre na guerra no lado da Rússia, Apesar dos esforços os gnomos avançam para Moscow 2, porém Vladimir Pudim MUDA a capital para a recém conquistada tarkov, os gnomos invadem GODENOTOWN é há ocupam, chegam em tarkov porém são parados por Renatinho que foi revivida numa missão sigilosa russa que deu serto, com isso os gnomos são rapidamente mortos e obrigado a assinar um tratado de paz. Vladimir morheroicamente por salvar seu esquadrão e a ilha de Pudinisland. Ele receberá em seu enterro a medalha de mais alta honraria que um homem pode ter no mundo, e se consagrou como o maior herói de Pudinisland.
Os países atualmente
UGK
Nome oficial: Princípados Unidos dos gnomos sobre a proteção do rei
População: 61.002.508 habitantes
Maioria ética: GNOMO
Pib per capita: 6.873 dólares
Moeda oficial: Libra Gnomistica
Religião oficial: profecias de Ricardo milos
Capital: PC do André
Primeiro ministro: GNOMO
Gastos Militares: 573,1 Bilhões de dólares
N° de ogivas nucleares: 15
Estado Atual: em paz
RÚSSIA 2
Nome oficial: Principados unidos da Russia secundária
População: 102.037.578 habitantes
Maioria ética: eslavo
Pib per capita: 9.264 dólares
Moeda oficial: Rublo 2
Religião oficial: COMUNISMO ortodoxos
Capital: Moscow 2/Tarkov
Príncipe regente: Cheeki blyat
Gastos Militares: 783,4 bilhões de dólares
N° de ogivas nucleares: 37
Estado Atual: Em paz
Favorável à uma unificação: Positivo
USR
Nome oficial: Estados Livres e Unidos sobre a proteção de Renatinho
População: 70.537.867 habitantes
Maioria ética: Anime
Pib per capita: 25.284 dólares
Moeda oficial: Dólar de Teemo
Religião oficial: Pensamentos de Renatinho
Capital: BarryTown
Príncipe regente: André III
Gastos Militares: 337,1 bilhões de dólares
N° de ogivas nucleares: 0
Estado Atual: Em paz
Favorável à uma unificação: Positivo
Texugo island
Nome oficial: Ilha dos Texugos Felizes
População: 387.522 habitantes
Maioria ética: Texugo
Pib per capita: 10.587 dólares
Moeda oficial: Real de Texugo
Religião oficial: Pensamentos de Renatinho
Capital: Texugo Pólis
Presidente: Manuel Texugo Pereira
Gastos Militares: 300 milhões de dólares
N° de ogivas nucleares: 0
Estado Atual: Em paz
Favorável à uma unificação: Não
Estado livre do Acre
Nome oficial: Estado livre do Acre sobre a proteção dos dinossauros
População: 110.583 habitantes
Maioria ética: Dinossauro
Pib per capita: 29.930 dólares
Moeda oficial: bitcoin
Religião oficial: CIÊNCIA
Capital: Pangeia dos rio branco
Primeiro ministro: os três dinos
Gastos Militares: 0 dólares
N° de ogivas nucleares: 0
Estado Atual: Em Muita paz
Favorável à uma unificação: não
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2020.05.08 03:21 thinwhitedune Quando teremos um novo brasileiro vencedor na F1?

Como todos sabemos, hoje o Brasil não tem nenhum piloto na Fórmula 1, e as perspectivas não são das mais animadoras, visto que 2020 foi impactado pelo COVID e a grande dança das cadeiras que poderia acontecer para 2021 parece que vai sofrer um freio, por enquanto.
Mas não basta um brasileiro entrar na F1 e não fazer nada, ter um Massa velho e pilotos como o Bruno Senna e Felipe Nasr sem nenhuma chance, por braço ou por carro, de fazer qualquer coisa na categoria máxima do automobilismo foi melancólico. Portanto, precisamos de um piloto que seja bom e que tenha potencial de vitórias.
O que faz um piloto ser vitorioso?
Ganhar na F1 não é uma ciência exata, não só de braço se faz um vencedor. Nos últimos tempos tivemos o Hulkenberg, que apesar de ser visto como um piloto habilidoso, sequer conseguiu um pódio numa carreira extensa. Por outro lado, podemos exemplificar com o Mark Weber, que nunca foi muito mais que mediano e chegou até brincar de tentar ganhar um campeonato porque tinha uma Red Bull nas mãos. O fator carro é impossível prever para além de 2021, porém isso não nos importa visto que as perspectivas de um brasileiro chegar a nível disso ser um fator parecem ser baixas. Portanto, aqui utilizarei a performance dos pilotos nas categorias juniores, que mostra o braço que o piloto tem, além da sua força de bastidor para estar num carro bom o suficiente para conseguir resultados. (Eu sei que as categorias juniores são stock, mesmo assim existem diferenças entre equipes)
O que faz um piloto chegar à Fórmula 1?
Além da habilidade que está sendo contada já no ponto anterior, também hoje é muito importante ter dinheiro e ser associado a uma equipe de F1. Vejamos os últimos entrantes na F1 e seus backgrounds, de trás para frente:
Se voltarmos mais e vermos a entrada de Ocon, Vandoorne, Wherlein, Stroll, Haryanto, Palmer todos eles tinham uma combinação desses 3 fatores: Dinheiro, Associação a uma equipe, Habilidade. Sendo o primeiro fator, o que pode desequilibrar mais a balança. Nada garante a estadia desses pilotos, seja dinheiro, seja habilidade, na F1, mas são bons prognósticos para sua entrada na competição.
E os brasileiros?
Bom, então agora podemos ver quem são os brasileiros que estão mais próximos da categoria máxima, tentaremos analisá-los através das métricas acima. Passaremos por eles de acordo com o grau que subiram a ladeira.
PILOTOS DE TESTE
PILOTOS NA F2 EM 2020
PILOTOS BRASILEIROS EM CATEGORIAS REGIONAIS
RESUMO
Aparentemente teremos que esperar um pouco mais para a volta de um piloto brasileiro na F1, vejo que apesar de estarem na porta Sette Câmara e o Fittipaldi mais velho terão que forçar bastante esta porta para entrar. Entre os pilotos mais jovens creio que podemos ter esperanças com os pilotos da F3 Enzo Fittipaldi e Igor Fraga, ambos mostram ter um pedigree vencedor, ambos pilotos de equipes jrs e uma idade ainda bastante jovem, agora precisam se abalizar com os melhores pilotos da geração deles na F3 internacional. Creio que podemos ter esperanças para Caio Collett também se ele conseguir se segurar com Nicholas Todt e a equipe Jr da Renault. Talvez em 2024 teremos uma safra boa de brasileiros para entrar na F1.
*Edit: Editei para ficar mais fácil de ler
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2020.04.19 10:30 UmUsernameUwU Então,não sei se sabem mas,estão a tentar nominar um personagem de anime para presidente da Rússia. Isso ficou tão famoso que virou matéria,ficou no numero 1 dos trending topics da Rússia e até já fizeram baixo assinado (a matéria original está em russo)

Então,não sei se sabem mas,estão a tentar nominar um personagem de anime para presidente da Rússia. Isso ficou tão famoso que virou matéria,ficou no numero 1 dos trending topics da Rússia e até já fizeram baixo assinado (a matéria original está em russo) submitted by UmUsernameUwU to u/UmUsernameUwU [link] [comments]


2020.03.22 14:05 TheExperiMentor Arbidol, l'antivirale russo, diventato famoso in questi giorni, é in crescita esponenziale nelle ricerche google

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2019.08.24 22:08 Snoopy_God Uma mix das batalhas do campeão mundial de beat-box loopstation de 2017, ele é Russo, e já é bem famoso no ramo, hoje em dia ele faz até shows.

Uma mix das batalhas do campeão mundial de beat-box loopstation de 2017, ele é Russo, e já é bem famoso no ramo, hoje em dia ele faz até shows. submitted by Snoopy_God to patopapao [link] [comments]


2019.08.08 21:38 gustavoeo El Pollo Álvarez y Tefi Russo celebraron su fiesta de casamiento rodeados de famosos

El Pollo Álvarez y Tefi Russo celebraron su fiesta de casamiento rodeados de famosos submitted by gustavoeo to argentina [link] [comments]


2019.07.05 17:10 sogoodvibesaqui UM44K, DANI RUSSO, BFF GIRLS REAGEM A TWEETS DE FAMOSOS (2019)

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2018.01.22 09:16 sempiternum Film in uscita questa settimana - 4/18

Buongiorno ItalyTV! È Lunedì e nuovi film sono in uscita, eccone alcuni.

My Generation

Data di uscita: 22/01/2018
Genere: Documentario, Biografico
Paese: Gran Bretagna
Regia: David Batty
Cast: Michael Caine
Trama: Michael Caine, icona del cinema britannico, interpreta ed è il narratore di My Generation, la storia vivida e stimolante del suo percorso nella Londra degli anni sessanta. Basato su racconti personali e su splendide riprese d'archivio, questo documentario vede Caine viaggiare nel tempo e dialogare con i Beatles, Twiggy, David Bailey, Mary Quant, i Rolling Stones, David Hockney e altre celebrità. Il film è stato meticolosamente assemblato negli ultimi sei anni e racconta la nascita della cultura pop a Londra attraverso gli occhi del giovane Michael Caine: "Per la prima volta nella storia, i giovani della classe operaia lottavano per se stessi e dicevano: siamo qui, questa società è anche nostra e non vogliamo andarcene!". My Generation integra l'audio delle conversazioni di Caine con le altre celebrità con materiale inedito d'archivio per riportare il pubblico nel cuore degli anni sessanta. In una struggente sequenza, vediamo Caine guidare nella Piccadilly Circus di oggi in sovrapposizione a riprese originali degli anni sessanta, a creare un singolare effetto di viaggio nel tempo.
TRAILER (ITA)

Pagine nascoste

Data di uscita: 22/01/2018
Genere: Documentario
Paese: Italia
Regia: Sabrina Varani
Cast: Francesca Melandri
Trama: Per scrivere il suo ultimo libro "Sangue giusto", la scrittrice Francesca Melandri affronta per la prima volta l'eredità del padre, aderente al fascismo durante il ventennio. Un passato che le era sconosciuto e che, attraverso ricerche in Italia e in Etiopia, la figlia indaga e rielabora per il suo nuovo romanzo, confrontandosi infine con le rimozioni della memoria di un paese e del suo passato coloniale.
Trailer (ITA)

Fabrizio De André - Principe Libero

Data di uscita: 23/01/2018
Genere: Biografico
Paese: Italia
Regia: Luca Facchini
Cast: Luca Marinelli, Valentina Bellè, Elena Radonicich
Trama: Fabrizio De André - Principe libero, il film diretto da Luca Facchini, con Luca Marinelli nei panni del grande cantautore genovese, mette in scena il racconto di una personalità unica che ha segnato la storia della canzone e della cultura italiana.
Trailer (ITA)

Bigfoot junior

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Animazione
Paese: Belgio, Francia
Regia: Jeremy Degruson, Ben Stassen
Cast: Christopher L. Parson, Marieve Herington, Joe Ochman
Trama: Il duo di registi Jeremy Degruson e Ben Stassen (Il _Cast_ello magico), firma una nuova emozionante avventura animata con protagonista il temerario figlio di Bigfoot. Bigfoot Junior si chiama Adam e non ha mai conosciuto suo padre. Quando un giorno scova una pista che può condurlo dal genitore scomparso, il ragazzino spettinato - zaino in spalla e scarpe comode - si inoltra nel folto della foresta alla ricerca di una creatura magica e leggendaria. Bigfoot non combacia con i racconti dell'orrore che lo dipingono un gigantesco mostro famelico, ma si rivela un padre affettuoso e giocherellone, impaziente di mostrare al figlioletto gli smisurati poteri dei "Piedoni". Perché mai, allora, ha abbandonato la sua famiglia? Per proteggerla da un'organizzazione senza scrupoli intenzionata a utilizzare il suo DNA per condurre abominevoli esperimenti scientifici. Quello che Adam non sa è che gli uomini dell'organizzazione lo hanno seguito per stanare e catturare Bigfoot Senior.
Trailer (ITA)

Chiamami col tuo nome

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Drammatico, Sentimentale
Paese: Italia, Francia, Brasile, USA
Regia: Luca Guadagnino
Cast: Armie Hammer, Timothée Chalamet, Michael Stuhlbarg
Trama: Chiamami col tuo nome, il nuovo film di Luca Guadagnino basato sul famoso romanzo di André Aciman, è una struggente storia d'amore e amicizia, sullo sfondo della bassa padana durante la calda estate del 1983. Nonostante la sua giovane età, il diciassettenne americano Elio Perlman (Timothée Chalamet), si dimostra un musicista colto e sensibile, più maturo e preparato dei suoi coetanei. Passando, infatti, il suo tempo a trascrivere e suonare musica classica, leggere, e flirtare con la sua amica Marzia (Esther Garrel).
Figlio di un eminente professore universitario (Michael Stuhlbarg) specializzato nella cultura greco-romana che ogni anno ospita uno studente straniero impegnato nella stesura della tesi di post dottorato, Elio attende nella villa XVII secolo di famiglia l'arrivo di un nuovo allievo di suo padre. A risalire il vialetto per trascorrere le vacanze estive nella tenuta Perlman è il giovane Oliver (Armie Hammer) un ventiquattrenne statunitense bello e affascinante. I suoi modi disinvolti colpiscono immediatamente l'adolescente impacciato, che comincia ad affacciarsi all'amore. Gli incontri tra i due giovani sono permeati da un'intensità unica e palpabile: tra lunghe passeggiate, nuotate e discussioni, nel corso di un'estate che cambierà per sempre le loro vite, nasce tra loro un desiderio travolgente e irrefrenabile.
Trailer (ITA)

Downsizing

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Commedia, Drammatico, Fantascienza
Paese: USA
Regia: Alexander Payne
Cast: Matt Damon, Neil Patrick Harris, Kristen Wiig
Trama: Il regista Alexander Payne ambienta Downsizing nella sua città natale, Omaha, in Nebraska. In un futuro non molto lontano, gli esseri umani sperimentano una soluzione inedita all'eccessivo consumo energetico che ha impoverito il pianeta: una procedura di rimpicciolimento all'avanguardia in grado di ridurre temporaneamente le dimensioni di un uomo di circa un ottavo, permettendogli così di risparmiare le risorse a disposizione. Una coppia di sposi (Matt Damon e Kristen Wiig), in crisi coniugale, decide di sottoporsi al processo con la speranza di una vita migliore, ma quando sua moglie si tira indietro all'ultimo momento, all'uomo non resta che unirsi a una piccola comunità di suoi simili e affrontare da solo le difficoltà che derivano dalle nuove misure ridotte.
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Edhel

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Drammatico, Fantasy
Paese: Italia
Regia: Marco Renda
Cast: Gaia Forte, Roberta Mattei, Mariano Rigillo
Trama: Edhel è una bambina nata con una malformazione del padiglione auricolare che fa apparire le sue orecchie "a punta". Affronta il disagio chiudendosi in se stessa e cercando di evitare qualunque rapporto umano che non sia strettamente necessario. La scuola e i compagni, per lei, sono un incubo. L'unico posto in cui si sente felice è il maneggio in cui Caronte, il suo cavallo, la aspetta tutti i pomeriggi così come faceva con suo padre prima che morisse in un incidente di gara. Edhel vive con la madre Ginevra. Il rapporto tra le due è difficile e conflittuale. Ginevra preme perché la figlia si operi, correggendo quel difetto che la separa da una “normalità” convenzionale. Lo desidera per il bene della figlia, affinché possa essere felice come le sue coetanee. L'incontro con Silvano, il bizzarro bidello che inizia Edhel al mondo del fantasy, convince la ragazza della possibilità che quelle orecchie siano il chiaro segno della sua appartenenza alla nobile stirpe degli Elfi. Da quel momento in poi, Edhel inizierà a credere nella magia di poter essere finalmente se stessa.
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Finalmente Sposi

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Commedia
Paese: Italia
Regia: Lello Arena
Cast: Monica Lima, Enzo Iuppariello, Nunzia Schiano
Trama: Enzo e Monica, dopo un breve momento di popolarità per aver partecipato ad un reality show, decidono di sposarsi. O meglio Monica decide di sposarsi, Enzo fino a quel momento era totalmente preso dalla sua discutibile carriera di allenatore di calcio giovanile. Monica sogna, come ogni ragazza, un matrimonio perfetto. Tutto dev'essere speciale, ma spesso le cose speciali sono quelle più costose. Monica decide tutto lei: l'abito da sposa, il ristorante, le bomboniere, il viaggio di nozze, l'arredamento per la casa. Enzo, dopo un'analisi accurata del bilancio familiare, valuta che, con i dovuti sacrifici, entro cinque anni riusciranno a pagare tutti i debiti contratti con il finanziamento che dovranno richiedere. In più a pochi giorni dal matrimonio, Enzo e Monica ricevono la notizia che il centro commerciale dove lavorano a breve chiuderà. Monica non ne vuole sapere nulla, e la brutta notizia non deve rovinare il giorno più bello della sua vita. Ma passati i festeggiamenti i due neo sposini, anziché partire per il viaggio di nozze a Miami, si vedono irrimediabilmente costretti a prendere un pullman con destinazione Wolfsburg dove troveranno Ciro, cugino di Enzo, che li aiuterà a cercare una stabilità e un futuro che la loro amata città non gli può assicurare.
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Gli invisibili

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Biografico, Drammatico, Storico, Guerra
Paese: Germania
Regia: Claus Räfle
Trama: Berlino, 1943. Il regime nazista ha ufficialmente dichiarato la capitale del Reich "libera dagli ebrei". Tuttavia alcuni di loro sono riusciti in un'impresa apparentemente impossibile: sono diventati 'invisibili' agli occhi delle autorità. Tra questi Cioma, Hanni, Eugen e Ruth, quattro giovani coraggiosi troppo attaccati alla vita per lasciarsi andare ad un triste destino. Questo film racconta la loro incredibile e commovente storia vera, rivelando un capitolo poco conosciuto della resistenza degli ebrei durante la Seconda Guerra Mondiale.
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La testimonianza

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Drammatico
Paese: Austria, Israele
Regia: Amichai Greenberg
Cast: Ori Pfeffer, Rivka Gur, Hagit Dasberg Shamul
Trama: Yoel, un ricercatore che studia l'Olocausto, è nel mezzo di una battaglia legale, ampiamente ripresa dai media, contro interessi potenti in Austria. La questione riguarda un brutale massacro di ebrei che ebbe luogo verso la fine della Seconda guerra mondiale nel villaggio di Lendsdorf. Un'influente famiglia di industriali, sulle cui terre avvenne la strage, sta progettando di costruire un complesso immobiliare proprio in quel luogo. Yoel sospetta che il loro scopo sia quello di insabbiare il caso per sempre, ma ha difficoltà a trovare le prove definitive per fermare il progetto. Mentre svolge le sue ricerche sull’incidente, Yoel esamina testimonianze secretate di sopravvissuti all’Olocausto e, scioccato e sorpreso, ritrova una testimonianza resa dalla madre, di cui non sospettava l’esistenza. In essa, la donna confessa un fondamentale segreto del proprio passato. Yoel, che sta svolgendo una doppia ricerca, personale e scientifica, è intrappolato tra muri di silenzio. Da storico incrollabilmente dedito alla verità, decide di continuare le ricerche anche a costo di rovinare la propria vita personale e professionale.
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L'uomo sul treno

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Thriller, Azione
Paese: USA, Gran Bretagna
Regia: Jaume Collet-Serra
Cast: Liam Neeson, Vera Farmiga, Dean-Charles Chapman
Trama: L'uomo sul treno, l'action-thriller diretto da Jaume Collet-Serra, racconta una corsa contro il tempo, una caccia serrata sui binari in cerca di un misterioso sconosciuto. Ogni giorno, da dieci anni, l'assicuratore Michael McCauley (Liam Neeson) sale su un treno di pendolari per andare al lavoro. I volti nascosti dietro libri tascabili e pesanti ventiquattrore diventano familiari all'uomo, che dice di essere un buon osservatore oltre che un passeggero affezionato; e il solitario viaggio quotidiano diventa quasi uno spostamento in compagnia.
Un giorno come tanti Michael viene avvicinato dalla sedicente psicologa Joann (Vera Farmiga), che impettita sul sedile accanto gli propone una sfida apparentemente innocua: identificare un passeggero “fuori posto”, una persona che viaggia sullo stesso treno e risponde a determinate caratteristiche, prima della fermata successiva. Intrigato, Michael accetta la sfida, ma finisce coinvolto in una pericolosa cospirazione criminale che potrebbe costare la vita a lui e agli altri passeggeri del convoglio.
Trailer (ITA)

Made in Italy

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Drammatico
Paese: Italia
Regia: Luciano Ligabue
Cast: Stefano Accorsi, Kasia Smutniak, Fausto Sciarappa
Trama: Terzo film da regista del cantante e musicista Luciano Ligabue, Made in Italy è ispirato all'omonimo concept album uscito nel novembre del 2016. Stefano Accorsi è il protagonista Riko, un uomo di specchiate virtù e comprovata sfortuna: in_Cast_rato in un lavoro che non ha scelto, a malapena in grado di mantenere la casa di famiglia. Può contare però su un variegato gruppo di amici, su una moglie che, tra alti e bassi, ama da sempre, e un figlio ambizioso che frequenta l'università. Nonostante questo, Riko è un uomo arrabbiato, pieno di risentimento verso una società scandita da colpi di coda e false partenze. Quando le uniche certezze che possiede si sgretolano davanti ai suoi occhi, all'uomo non resta che reagire, prendere in mano il suo presente e ricominciare, in un modo o nell'altro.
Trailer (ITA)

Paradise

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Drammatico
Paese: Russia, Germania
Regia: Andrei Konchalovsky
Cast: Yuliya Vysotskaya
Trama: Un film che è un monito: storie di vita quotidiana durante la Seconda guerra mondiale per ricordare "che questo è stato". Rai (Paradise) è un lungometraggio sui destini incrociati di tre personaggi nel tempo triste di una guerra senza precedenti: Olga, un'aristocratica russa emigrata e ora parte della Resistenza francese; Jules, un collaborazionista francese; Helmut, un ufficiale di alto rango delle SS.
Trailer (ENG)

Tutti gli uomini di Victoria

Data di uscita: 25/01/2018
Genere: Commedia, Drammatico, Sentimentale
Paese: Francia
Regia: Justine Triet
Cast: Virginie Efira, Vincent Lacoste, Melvil Poupaud
Trama: Victoria è un avvocato penalista che deve districarsi quotidianamente tra tanti drammi: dal calo del desiderio sessuale, compensato con incontri casuali e fugaci, agli assalti di un ex marito che prova a sfruttare, anche economicamente, i risvolti scabrosi della loro passata relazione. Accetta di difendere un suo amico, affidandosi a due improbabili testimoni, uno scimpanzé e un cane dalmata, vince e inciampa in un nuovo dramma.
Trailer (ITA)

Oleg e le arti strane

Data di uscita: 26/01/2018
Genere: Documentario
Paese: Spagna
Regia: Andrés Duque
Trama: Oleg Nikolaevich Karavaichuk (1927-2016) è stato un leggendario ed eccentrico compositore russo. Bambino prodigio cresciuto sotto il regime di Stalin, frequentò il Conservatorio di Leningrado e sfuggì all'oppressione del KGB scrivendo musica per il cinema, lavorando al fianco di registi come Sergej Paradžanov e Kira Murátova. All'età di 89 anni, Karavaichuk era ancora una figura attiva, controversa e sconcertante nella cultura russa. Andrés Duque è il primo straniero che sia riuscito a conquistare la fiducia del musicista; il risultato è un omaggio anticonvenzionale e toccante, un film poetico in cui l'artista rapisce lo spettatore con parole, gesti e note di pianoforte del tutto inaspettati, portandolo a percepire la bellezza liberatoria delle dissonanze in folgoranti improvvisazioni dal vivo.
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2018.01.04 02:12 massimone28 La Finestra di Overton, ovvero la manipolazione sociale.

La nostra epoca si caratterizza per una repentina e apparentemente inarrestabile evoluzione delle idee, dei costumi e dei conseguenti stili di vita. Punti fermi secolari della nostra morale e della nostra cultura sono stati o stanno per essere svelti da campagne d’opinione assai pervasive ed efficaci e condotte con una unitarietà strategica che appare molto capziosa e assai poco spontanea. La maggioranza dei nostri contemporanei pensa che i cambiamenti sociali in atto siano la naturale e ineluttabile conseguenza del Progresso che, come ripetono a pappagallo, non si può fermare. Ricaviamo dalla rete alcuni spunti per presentare quei meccanismi psicologici e quelle metodiche che probabilmente stanno alla base, non casuale, delle modificazioni di cui siamo spesso inconsapevoli oggetti. Lo studio delle meccaniche che presiedono alla manipolazione delle masse, infatti, non è più fantascienza da un pezzo. Ci soffermiamo qui in particolare sul modello di ingegneria sociale elaborato negli anni ’90 da Joseph P. Overton (1960–2003 — vice presidente del centro d’analsi americano Mackinac Center For Public Policy) e meglio conosciuto come: La Finestra di Overton (The Overton Window). Già precedenti studiosi erano passati dallo studio delle tecniche persuasive per la vendita all’utilizzo delle stesse tecniche in campo sociale; Overton invece si è limitato a codificare ciò che era già stato acquisito qualche decennio prima nei laboratori della mente. Se la teoria di Overton è fondata, è chiaro che seguendo le sei fasi indicate dalla sua «finestra» è virtualmente possibile — col tempo necessario, con la complicità dei mass media e della politica — fare accettare alle masse l’introduzione e la successiva legalizzazione di qualsiasi mostruosità, persino di pratiche che al momento l’opinione pubblica ritiene ancora inaccettabili come la pedofilia, l’incesto, la droga libera, ecc. …É solo questione di tempo. E chi si oserà opporsi a questi cambiamenti verrà additato dai media come un pericoloso «pedofobo», un «incestuofobo» o un «drogofobo» da evitare come la peste… Naturalmente va sottolineato che questo processo di trasbordo ideologico inavvertito, può essere attuato unicamente in una società che crede ciecamente a tutto ciò che le viene detto alla TV, che è già imbevuta di relativismo etico e che è ormai priva di valori non negoziabili, com’è appunto la nostra.
Quali metodi usano politici e pubblicisti per influenzare l’opinione pubblica? Tutti quanti assumiamo un atteggiamento scettico verso le idee politiche create artificialmente nei diversi uffici dei think tank*. Come mai? Queste tecnologie però sembrano un gioco da bambini rispetto alla metodologia chiamata a rendere accettabile dalla società perfino ciò che in passato era stato assolutamente inaccettabile e impensabile. La teoria che Overton dispiega è un intervallo di idee che possono essere recepite dalla società in un determinato momento e che possono essere apertamente enunciate dai politici che non vogliono passare per estremisti. Le idee attraversano le seguenti fasi:
Impensabili (inaccettabile, vietato); Radicali (vietato, ma con delle eccezioni); Accettabili; Sensate (razionali); Diffuse (socialmente accettabili); Legalizzate (consacrazione nella politica statale). 
La tecnologia di manipolazione della coscienza della società per una graduale accettazione da essa delle idee considerate in precedenza aliene (ad esempio la revoca di un tabù), si basa sull’utilizzo delle Finestre di Overton. La sostanza di questa tecnologia consiste nella divisione di un desiderato spostamento delle opinioni in alcune tappe, ciascuna dei quali sposta l’accettazione delle idee di una fase, e una norma universalmente accettabile verso il suo margine.
Ciò causa il successivo spostamento della «finestra» cosicché la posizione raggiunta si trova di nuovo al centro, il che dà una possibilità di compiere un ulteriore passo verso la fase successiva. I think tank* producono e diffondono le opinioni oltre la Finestra di Overton allo scopo di rendere la società più ricettiva a diverse idee. Quando un simile centro vuole introdurre un’idea che la società ritiene inaccettabile usa gradualmente il modello della «finestra».
Prendiamo, ad esempio, il tema dei matrimoni tra persone dello stesso sesso, e spieghiamo come si può far cambiare gradualmente l’opinione pubblica. Per molti anni, nel sistema Finestra di Overton, l’idea del matrimonio tra le persone dello stesso sesso si trovava all’interno della zona vietata poiché la società non poteva accettare l’idea di matrimonio tra le persone dello stesso sesso. I mass media hanno però influenzato in continuazione l’opinione pubblica, sostenendo le minoranze sessuali. I matrimoni tra persone dello stesso sesso sono diventati prima accettabili, ma con deroghe, poi come accettabili e infine come neutrali. Ora sono recepiti come «accettabili, ma con deroghe». Tra poco, probabilmente, diventeranno totalmente accettabili.
Una enorme quantità di specialisti per la manipolazione dell’opinione pubblica assicura il funzionamento della Finestra di Overton: esperti in tecnologie politiche, scienziati, giornalisti, esperti in relazioni pubbliche, personalità, insegnanti. É curioso che temi come matrimoni tra le persone dello stesso sesso oppure l’eutanasia non ci sembrano più strani. Hanno semplicemente percorso l’intero processo «tecnologico» di trasformazione da «inaccettabili» fino alla «legalizzazione».
Il regista russo Nikita Sergeevic Michalkov nel suo videoblog Besogon.TV propone lo schema di questo processo sull’esempio di un fenomeno finora impensabile nella società: il cannibalismo. Lo spostamento della Finestra di Overton può attraversare le seguenti fasi:
-Fase 4: Da sensato a diffuso (socialmente accettabile). Si crea la polemica non solo basata su figure storice o mitiche, ma anche su quelle reali mediatiche. L’antropofilia comincia a essere dibattuta in massa nei notiziari, nei talk-show, nel cinema, nella musica pop e negli spotpubblicitari. Uno dei metodi di diffusione è il trucco «Guardati intorno»!. Chi lo sapeva che un famoso compositore fosse antropofilo?
Vien ora da chiedersi: ma noi rendiamo conto delle trasformazioni in atto e delle loro conseguenze? Siamo veramente convinti che non ci sia distinzione tra il Bene e ilMale, ma che sia tutto relativo e questione di tempi e di personali e mutevoli opinioni? Che qualsiasi comportamento solo per il fatto stesso che esiste è degno di considerazione? Se si, siamo disposti a far strame della nostro ordine morale, della nostra civiltà, degli insegnamenti e degli esempi ricevuti, cioè di tutto quello che siamo per lasciarci pilotare da costumi e leggi che (finora) non ci appartengono e insultano il nostro retaggio?
E sullo sfondo: chi ha interesse a condurci lungo questa china? Chi vuole e sta efficacemente operando per distruggere il nostro bagaglio civile e in ultima analisi la nostra identità? Abbiamo ancora dei valori non negoziabili? Chiediamocelo!
Qualcuno potrebbe obiettare che un conto sono le leggi e altro la personale volontà e che in regime di democrazia (ammesso che duri) ognuno può fare ciò che gli consente la legge senza per questo limitare la libertà altrui di non fare. Già, … argomentazione apparentemente ragionevole, tuttavia fuorviante; qui val la pena di ricordare un vecchio detto dei latini, maestri di diritto, i quali sostenevano che: Lex creat mores, ovvero che la legge crea il costume. È un fatto innegabile e l’abbiamo peraltro ampiamente sperimentato con le leggi sul divorzio e sull’aborto che appartengono alla nostra storia recente e dove la teoria di Overton è stata magistralmente applicata, qualora qualcuno avesse ancora dubbi sulla sua efficacia. Vengono i brividi a scrutare i prossimi obiettivi di questa tecnica; non certo il cannibalismo, dell’esempio, che non ha valenza economica, ma bensì: OGM, manipolazione genetica degli embrioni, gestazione esogena degli stessi (in uteri animali), abolizione delle identità (religiose, nazionali, sociali, culturali, ecc.) attraverso il mescolamento di popoli, superamento degli stati nazionali, mondializzazione dell’economia, e chi più ne inventa ne metta.
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2016.09.25 23:42 ShaunaDorothy Per il diritto all’autogoverno di Donetsk e Lugansk! Abbasso le sanzioni contro la Russia! Gli imperialisti di Stati Uniti e Unione Europea fomentano i massacri in Ucraina! - Marzo 2015

https://archive.is/KNJ0e
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Dall’inizio dell’anno c’è stato un drammatico aumento dei combattimenti tra le forze del governo ucraino e quelle delle repubbliche separatiste di Donetsk e Lugansk, appoggiate dalla Russia. La guerra civile nell’Ucraina orientale, che ha fatto più di 5.300 morti e un milione e mezzo di sfollati, è il risultato delle macchinazioni degli imperialisti americani. Cercando di costruire uno Stato cliente al confine con la Russia, Washington spera di vanificare l’influenza dei suoi potenziali rivali di Mosca nei paesi dell’ex Unione Sovietica. A dicembre, il presidente Obama ha firmato l’Ukraine Freedom Support Act, autorizzando altri 350 milioni di dollari di aiuti militari all’Ucraina in tre anni e nuove sanzioni contro la Russia. Il Pentagono ha lanciato l’Operazione Atlantic Resolve, con cui ha rafforzato la sua presenza aerea, terrestre e navale nell’Europa dell’Est. Ha condotto una serie di vaste esercitazioni militari in Polonia e nei paesi baltici e ha in programma di inviare in Europa altri cento mezzi corazzati e tremila soldati, in aggiunta ai consiglieri militari che addestrano la Guardia nazionale ucraina, infestata dai fascisti. Navi militari americane pattugliano regolarmente il Mar Nero insieme alla marina ucraina. Quasi ogni giorno si hanno notizie di decine di persone uccise dai bombardamenti della artiglieria o da missili che colpiscono case, scuole e ospedali in numerose città e villaggi del Donbass. Nei territori controllati dai ribelli, il governo di Kiev ha smesso di pagare le pensioni e ha sospeso praticamente tutti i servizi bancari. In tutta l’Ucraina, le devastazioni provocate dalla guerra hanno imposto dure condizioni ai lavoratori, ai poveri e agli anziani.
Il 18 marzo 2014, la popolazione della Crimea ha deciso di separarsi dall’Ucraina, governata da forze ultranazionaliste e fasciste e di unirsi alla Russia. Il referendum, che ha vinto con il 97 percento di voti, non ha fatto che sancire il fatto che la Crimea è russa. I governanti imperialisti hanno strillato inorriditi per la “violazione” dei sacri confini dell’Ucraina, perché speravano di sottrarre alla Russia le sue storiche e strategiche basi navali di Sebastopoli, privandola di fatto dell’accesso diretto al Mar Nero e al Mediterraneo. Il referendum è stato possibile solo grazie alla presenza di forze russe nella penisola. Per questo abbiamo appoggiato la loro presenza in Crimea, senza la quale la popolazione non avrebbe mai potuto esercitare il suo diritto all’autodeterminazione. A differenza di quanto afferma la propaganda imperialista, riecheggiata dalla sinistra riformista, non c’è stata nessuna “invasione russa”, ma un intervento difensivo che ha consentito ai russi di Crimea di tornare a far parte della Russia.
L’undici maggio 2014 anche la popolazione delle regioni di Donetsk e Lugansk ha votato per un referendum che proponeva l’autogoverno della regione (il cui contenuto potrebbe andare da una maggiore autonomia in seno ad un’Ucraina federale, alla formazione di uno Stato indipendente, alla fusione con la Russia). Date le condizioni di guerra civile in quel momento, il voto è stato una specie di sondaggio, che comunque ha espresso chiaramente la volontà di autogoverno degli abitanti del Donbass. Noi difendiamo il diritto democratico della popolazione in queste aree di condurre il referendum e di agire sulla base del voto per l’autogoverno, fino ad includere l’indipendenza o l’unificazione con la Russia, se così desiderano. La repressione nell’Est ed a Odessa, dove le squadracce fasciste di Settore destro hanno attaccato ed incendiato la sede dei sindacati, assassinando 40 persone, inclusi militanti dell’organizzazione di sinistra Borotba, ha rafforzato l’ostilità verso Kiev. A differenza delle regioni occidentali, l’Ucraina orientale è caratterizzata da un alto livello di assimilazione tra russi e ucraini. Molte persone sono di origini sia ucraine che russe, altri si identificano come “sovietici” o “popolo del Donbass”.
La risposta del governo di Kiev è stata l’invio delle truppe e delle milizie paramilitari fasciste (insieme ad un discreto numero di mercenari e di “consulenti” occidentali) a reprimere il movimento autonomista del Donbass. La guerra civile nel Donbass è stata il sanguinoso prodotto del colpo di Stato del 22 febbraio, orchestrato dagli imperialisti di Stati Uniti e Unione Europea, che ha installato un governo ultranazionalista amico della Nato e dell’Unione Europea. La forza d’urto delle manifestazioni che hanno portato al golpe sono stati i neonazisti di Settore destro e i fascisti di Svoboda, che hanno anche ottenuto importanti incarichi ministeriali nel primo governo di Kiev e le cui squadracce sono diventate la spina dorsale dell’esercito ucraino nella repressione a Donetsk. Gli attuali fascisti ucraini derivano dai nazionalisti ucraini guidati da Stepan Bandera, che collaborarono militarmente con la Germania nazista e perpetrarono massacri di massa di ebrei, comunisti, soldati sovietici e polacchi.
Oggi è di vitale interesse per la classe operaia ucraina, russa ed internazionale, battersi in difesa della popolazione dell’Ucraina orientale e di Odessa, contro la repressione militare ed il terrore fascista. I marxisti non sono neutrali: siamo dalla parte della popolazione di Donetsk e Lugansk in lotta contro il regime di Kiev. Allo stesso tempo non diamo nessun sostegno politico alla loro direzione reazionaria, che è caratterizzata dallo sciovinismo grande russo e pervasa di fanatismo contro gli ebrei.
Per il diritto di autogoverno del Donbass!
Da leninisti, difendiamo il diritto all’eguaglianza tra le nazioni. Ci opponiamo a qualsiasi discriminazione nazionale e appoggiamo il diritto all’autodeterminazione nazionale, che significa il diritto di separarsi dagli Stati esistenti, formarne di nuovi, o unirsi ad altri. Per tutta la vita Lenin sostenne con forza questa posizione e nelle sue Tesi “La rivoluzione socialista e il diritto delle nazioni all’autodecisione” dell’aprile 1916 scrisse che:
“Il proletariato non può eludere col silenzio la questione—particolarmente ‘spiacevole’ per la borghesia imperialista—delle frontiere di uno Stato fondato sull’oppressione nazionale. Il proletariato non può non lottare contro il mantenimento forzato delle nazioni oppresse nei confini di uno Stato, e questo significa appunto lottare per il diritto di autodecisione. Il proletariato deve esigere la libertà di separazione politica delle colonie e delle nazioni oppresse dalla ‘sua’ nazione. Nel caso contrario l’internazionalismo del proletariato resterà vuoto e verbale; tra gli operai della nazione dominante e gli operai della nazione oppressa non sarà possibile né la fiducia, né la solidarietà di classe (…)”.
Il diritto all’autodeterminazione nazionale vale per i popoli di tutte le nazioni, comprese le grandi potenze come la Russia. Noi rifiutiamo la distinzione, tanto cara alla sinistra riformista, tra quelle che decretano essere le nazioni “buone”, “progressiste”, cui bisogna accordare diritti nazionali, e nazioni “cattive”, “reazionarie” che non se li meritano; una distinzione che è stata usata dalla sinistra filo imperialista per giustificare il rifiuto dell’annessione della Crimea alla Russia.
Certo, siamo a favore del diritto di autodeterminazione, hanno ripetuto in coro i riformisti. Ma non ora, non per la Crimea, non con la Russia. In un esempio lampante, la Tendenza marxista internazionale (in Italia, Falcemartello) ha invocato subito “Fuori le truppe russe dalla Crimea!”:
“Noi riconosciamo il diritto dei popoli all’autodeterminazione, ma non pensiamo in termini dogmatici. Se al referendum del 30 marzo gli abitanti della Crimea voteranno per l'‘indipendenza’, saranno loro stessi a votare per la guerra, nella quale toccherà combattere non solo a loro. (...) Gli abitanti della Crimea hanno il diritto di scatenare la guerra e di condannare alla sofferenza milioni di persone? No!” (marxismo.net “Fermiamo i guerrafondai”, 3 marzo 2014)
E come mai? Semplice, ripetevano quello che hanno sentito dire da Obama e dalla Merkel: l’autodeterminazione della Crimea ist verboten. Dalla Crimea al Donbass, non appena qualcuno ha proposto di sottrarre anche un metro quadrato del sacro suolo dello Stato ucraino, gli imperialisti e i loro sostenitori hanno strillato “invasione della Russia”. Alla faccia di Falcemartello, la popolazione di Crimea ha ribadito che la Crimea è russa, e le orde di giornalisti che si sono avventati in Crimea alla ricerca di una “carneficina di tartari” non hanno avuto niente da riportare.
Anche gruppi come il Partito comunista dei lavoratori (Pcl), che hanno condannato il regime di Kiev e che a fatto compiuto hanno accettato l’annessione della Crimea alla Russia, si sono però opposti all’intervento russo e all’autodeterminazione della Crimea. Il Pcl ha giustificato il suo rifiuto di sostenere la presenza delle truppe russe in Crimea rivendicando la neutralità dei marxisti in un conflitto tra potenze imperialiste. Ma la Russia non è un paese imperialista. La Russia capitalista, a differenza dei paesi imperialisti, esporta principalmente materie prime e solo in linea subordinata capitali, i suoi interventi militari sono limitati all’Asia centrale ex sovietica, le sue aspirazioni imperialiste inoltre si scontrano con gli Stati Uniti e i paesi imperialisti europei che vogliono mantenerla fuori dal numero ristretto delle vecchie potenze imperialiste. La Russia ha il potenziale per aspirare ad essere una potenza imperialista, in termini di popolazione e di un vasto potenziale militare ed economico ereditato dallo Stato operaio degenerato sovietico, nonostante le immense devastazioni indotte dalla controrivoluzione capitalista del 1991-1992. Ma le sue aspirazioni sono state frustrate dalla incessante campagna degli imperialisti, in particolare di quelli americani, per impedire che possa diventare un rivale pericoloso.
Per far quadrare la propria opposizione al regime di Kiev col rifiuto di appoggiare i diritti nazionali delle popolazioni ucraine dell’Est, il Pcl e Falcemartello, hanno dipinto la lotta nel Donbass con i toni dell’antifascismo, mettendo in secondo piano il fatto che si tratta essenzialmente di una lotta nazionale. Così facendo, hanno finito pure con l’abbellire la natura delle forze che appoggiano le repubbliche di Donetsk e Lugansk, descrivendole a volte come progressiste o socialiste, mentre si tratta di un blocco eterogeneo che va dai fascisti russi di A. Dugin (cofondatore del Partito nazionalbolscevico) alle forze di sinistra di Borotba, sotto la direzione dei nazionalisti di destra filorussi, spesso intrisi di odio per gli ebrei e di clericalismo.
Manovre della Nato contro la Russia capitalista
I principali responsabili della situazione in Ucraina sono le potenze imperialiste, che sin dai tempi dell’Unione Sovietica hanno fomentato e finanziato le forze nazionaliste e anticomuniste più reazionarie per distruggere lo Stato operaio nato dalla Rivoluzione d’Ottobre. Dopo la controrivoluzione, le diplomazie occidentali hanno continuato a complottare per spezzare gli storici legami economici e politici dell’Ucraina con la Russia, come parte del loro sforzo di impedire che la Russia capitalista emergesse come potenza imperialista rivale. La separazione dell’Ucraina dalla Russia è sempre stata una componente centrale dei piani della Nato. Come spiegò nel 1997 l’ex consulente della Casa Bianca Zbigniew Brzezinski:
“Senza l’Ucraina, la Russia cessa di essere un impero eurasiatico. (…) Ma se Mosca riconquista il controllo dell’Ucraina, coi suoi 52 milioni di abitanti e grandi risorse naturali, oltreché l’accesso al Mar Nero, la Russia automaticamente riconquisterà le condizioni che ne fanno un potente Stato imperiale esteso fra Asia ed Europa”.
Infatti, gli ultimi vent’anni hanno testimoniato la costante espansione verso Est della Nato e dell’Unione Europea. La Repubblica ceca, l’Ungheria e la Polonia fanno parte della Nato dal 1999. Nel 2004, la Nato è stata ulteriormente allargata ad includere non solo la Romania e la Bulgaria, ma anche l’Estonia, la Lettonia e la Lituania, che un tempo facevano parte dell’Unione Sovietica.
L’estensione militare è stata ottenuta combinando l’intervento diretto (i bombardamenti in Serbia nel 1999) e il sostegno politico e finanziario alle “rivoluzioni colorate” in Serbia, Georgia, Ucraina ed in Asia centrale. Il recente golpe di Kiev è stato una ripetizione riuscita della “rivoluzione arancione” del 2004, in cui gli Usa finanziarono i cosiddetti “movimenti democratici” per cacciare il presidente in carica, Kuchma, e sostiuirlo con i mafiosi proatlantici Timoshenko e Yushenko. Persino un giornale filo imperialista come il Guardian riconobbe che la “rivoluzione arancione” era stata “finanziata e organizzata dal governo Usa, con dispiegamento di consulenti, sondaggisti, diplomatici, dei due grandi partiti americani e delle organizzazioni non governative”.
Rifondazione comunista ha denunciato il ruolo di Stati Uniti ed Unione Europea per il sostegno ai fascisti di Kiev e si è opposta alle sanzioni contro la Russia. Ma ha dichiarato anche di battersi per assicurare “l’indipendenza dell’Europa dagli Usa”, perciò sostenendo che l’Unione Europea imperialista possa essere una forza di progresso. L’Unione Europea è un blocco imperialista che ha lo scopo di mettere sotto torchio la classe operaia e di agire sotto la guida tedesca, per rapinare i paesi capitalisti più deboli e dipendenti. La sua espansione ad Est può significare solo accresciuta miseria per la classe operaia di tutto il continente. Rifondazione ha dato il suo contributo alla “fortezza Europa” razzista partecipando a due governi borghesi nel 1996-98 (con l’approvazione della legge razzista Turco-Napolitano) e nel 2006-08 (con l’approvazione del “pacchetto sicurezza” contro gli immigrati rumeni). Abbasso l’Unione Europea e la “fortezza Europa” razzista! Noi lottiamo per l’espropriazione della borghesia attraverso la rivoluzione socialista e per un’economia internazionale pianificata che supererà i limiti dello Statonazione. Per gli Stati uniti socialisti d’Europa!
Frutti amari della distruzione dell’Unione Sovietica
La situazione in Ucraina è il prodotto della distruzione controrivoluzionaria dell’Unione Sovietica, il primo Stato operaio nel mondo, nel 1991-92. La controrivoluzione promossa dagli imperialisti ha portato al collasso economico ed alla sanguinaria resurrezione degli antagonismi nazionali, trascinando nella miseria le popolazioni di Russia, Ucraina e delle altre ex repubbliche sovietiche. La Lega comunista internazionale, al meglio delle nostre possibilità e risorse, si è battuta per difendere l’Urss contro la restaurazione del capitalismo e per una rivoluzione politica proletaria che spazzasse via la burocrazia stalinista, la cui politica ha minato le conquiste della Rivoluzione d’Ottobre.
La maggior parte degli pseudo trotskisti che sono oggi contrari al diritto di autodeterminazione della Crimea, non si faceva scrupoli nell’appoggiare i movimenti nazionalisti controrivoluzionari sponsorizzati dagli imperialisti, che sfruttavano la richiesta di autodeterminazione come strumento per rovesciare lo Stato operaio sovietico.
Le organizzazioni di sinistra come il Pcl, Falcemartello e il Pdac, che hanno sostenuto in varia misura la crociata antisovietica in nome dell’“antistalinismo” hanno la loro parte di responsabilità per la devastazione sociale e lo sciovinismo nazionalista che hanno flagellato l’Unione Sovietica e l’Europa dell’Est dopo la controrivoluzione.
Riproduciamo di seguito il volantino distribuito dalla Lega trotskista d’Italia dopo il referendum in Crimea.
Ucraina: un golpe infestato di fascisti e sostenuto dagli imperialisti
La Crimea è russa!
Dal 18 marzo la Crimea fa ufficialmente parte della Russia. La firma del trattato di riunificazione da parte del presidente russo Vladimir Putin e del suo omologo di Crimea ha sanzionato il referendum con cui quasi il 97 percento dei votanti (l’83 percento dell’elettorato) si è espresso a favore della secessione dall’Ucraina e dell’annessione alla Russia. Avendo in precedenza denunciato il referendum come “illegittimo”, l’amministrazione Obama e i suoi alleati occidentali si sono rifiutati di riconoscere la riunificazione e hanno imposto una nuova serie di sanzioni, anche contro dei funzionari russi.
Sin da quando lo scorso febbraio l’uomo forte russo Vladimir Putin ha schierato le truppe in Crimea, attuando una risoluzione del parlamento russo, la macchina della propaganda occidentale ha avuto una crisi isterica. Il segretario di Stato americano John Kerry ha dichiarato che la Russia avrebbe pagato “un prezzo enorme” per l’invasione, minacciandone l’espulsione dal G8 imperialista e il congelamento dei beni russi all’estero. Senza il minimo senso del ridicolo, Kerry ha pontificato: “Nel Ventunesimo secolo, non ci si può comportare come nel Diciannovesimo, invadendo un altro paese sulla base di un pretesto completamente inventato”. Afghanistan, Iraq, Libia, Siria, ecc.: l’elenco dei paesi minacciati e invasi dagli imperialisti americani “nel Ventunesimo secolo” è interminabile. E in realtà gli imperialisti americani in particolare, ma anche quelli dell’Unione Europea, hanno influenzato fortemente gli eventi in Ucraina.
L’intervento della Russia in Crimea è una risposta al rovesciamento del governo nella capitale ucraina di Kiev. Il 22 febbraio, il corrotto presidente filorusso, Viktor Yanukovich, è stato rovesciato da un colpo di Stato di destra guidato da fascisti e sostenuto dagli Stati Uniti e dall’Unione Europea. Yanukovich è poi fuggito in Russia. I teppisti armati di molotov che hanno guidato tre mesi di mobilitazioni di massa nelle strade di Kiev, occupando edifici governativi e scontrandosi violentemente con la polizia, hanno ora preso il sopravvento. I fascisti del partito Svoboda hanno un vice primo ministro e diversi ministri nel nuovo governo. Il cofondatore di Svoboda, Andriy Parubiy, è a capo del Consiglio nazionale per la sicurezza e la difesa, che controlla le forze armate. Il nuovo vice primo ministro per gli affari economici, anch’egli di Svoboda, è Oleksandr Sych, un parlamentare tristemente famoso per i tentativi di vietare l’aborto anche in caso di stupro. Mentre Arseniy Yatsenyuk, favorito di Washington e capo del partito Patria è ora il nuovo primo ministro, i teppisti di piazza Maidan continuano a dettare la politica.
L’ascesa al potere della destra nazionalista ucraina con un colpo di Stato, ha allarmato profondamente la popolazione nelle aree di lingua russa, specialmente nelle regioni dell’Est e Sudest dell’Ucraina. Uno dei primi atti del nuovo regime, l’abolizione di una legge del 2012 che consente l’uso ufficiale della lingua russa e delle altre lingue minoritarie, è stata giustamente considerata un attacco contro le minoranze non ucraine, e ha provocato proteste diffuse, persino a Lviv (Leopoli), dove i fascisti hanno una base considerevole. Tredici regioni dell’Ucraina su ventisette, soprattutto nella parte orientale del paese, avevano adottato il russo come seconda lingua ufficiale, e due regioni occidentali il romeno, l’ungherese e il moldavo. In Crimea, ove il 58,5 percento della popolazione è di etnia russa, il 24,4 percento ucraina e il 12,1 percento tatara, la nuova legge sciovinista di Kiev ha colpito circa il 97 percento dei due milioni di abitanti della regione che utilizza il russo come lingua principale, a prescindere dal retroterra etnico.
L’esercito russo, con l’aiuto delle forze di “autodifesa” locali, ha preso il controllo della Repubblica autonoma di Crimea. Secondo quanto riportato, la maggior parte delle truppe ucraine in Crimea hanno disertato passando dalla parte russa, incluso il capo della marina ucraina e 800 unità di una base aerea ucraina in Crimea. I disordini si sono diffusi anche nell’Ucraina orientale.
Come era prevedibile, il nuovo governo ucraino ha condannato l’intervento di Putin come un’appropriazione da parte della Russia di territorio ucraino, e gli analisti borghesi lo hanno paragonato alla guerra russo-georgiana del 2008. L’intervento militare russo in Crimea non è come quella guerra, durante la quale le forze russe entrarono in territorio georgiano. In quella guerra, i marxisti avevano una linea disfattista rivoluzionaria: ci siamo opposti ad entrambe le forze militari borghesi (la Georgia era sostenuta dall’imperialismo occidentale).
Al contrario di come spesso lo presentano i media occidentali, l’intervento russo in Crimea non è un invasione di un “paese straniero”, nonostante la Crimea faccia formalmente parte dell’Ucraina. La Crimea è stata territorio russo sin dal tardo Diciottesimo secolo, quando fu strappata all’impero ottomano. Fu solo nel 1954 che il premier sovietico Nikita Krusciov cedette la Crimea alla Repubblica sovietica ucraina. Più tardi, con il crollo dell’Unione Sovietica, la zona divenne oggetto di accese dispute tra quelli che erano diventati gli Stati borghesi di Russia e Ucraina. Nel 1991, un tentativo degli abitanti locali di tenere un referendum sull’indipendenza della Crimea fu vietato a tempo indeterminato dalle autorità ucraine.
All’interno della Crimea, i principali oppositori alla secessione dall’Ucraina sono i tatari, un popolo turco a stragrande maggioranza musulmano. Il 26 febbraio, si sono verificati scontri nella capitale di Crimea, Simferopoli, tra tatari e manifestanti filorussi, che hanno provocato due morti e trenta feriti. La diffidenza dei tatari nei confronti delle autorità russe risale al periodo di Stalin, che nel 1944 deportò in massa i tatari della Crimea, dalla loro patria storica verso l’Asia centrale e altre regioni dell’Unione Sovietica.
Sin dal 1991-92, quando la controrivoluzione distrusse lo Stato operaio degenerato sovietico, abbiamo insistito sulla necessità dell’unità dei lavoratori nella lotta contro lo sfruttamento capitalista e contro tutte le forme di oppressione, inclusa l’oppressione nazionale e il fanatismo contro gli ebrei. In una dichiarazione della Lega comunista internazionale del 3 aprile 1995, rilasciata dopo che eravamo stati banditi dall’Ucraina da una caccia alle streghe anticomunista, abbiamo affermato che “oggi, nella nostra lotta per l’affermazione e la difesa dei diritti democratici dei lavoratori e di tutte le nazionalità, crediamo che in Crimea e in Cecenia sia all’ordine del giorno un plebiscito sull’appartenenza nazionale” (Wv n. 620, 7 aprile 1995).
Il popolo di Crimea ha tutto il diritto all’autodeterminazione, inclusa l’indipendenza o l’annessione alla Russia. Nella situazione attuale, la possibilità di esercitare questo diritto dipende anche dal sostegno delle forze russe. Infatti, è stato il nuovo governo di Crimea a chiederne l’intervento.
Rientra nei principi marxisti sostenere l’intervento russo in Crimea. Trasferire la Crimea all’Ucraina fu uno stupido errore amministrativo del regime di Krusciov, che andava contro la storia e la composizione nazionale e linguistica della Crimea. Le nuove autorità hanno dichiarato, almeno a parole, di voler tener conto delle preoccupazioni dei tatari, anche se la cosa resta da verificare. Il vice primo ministro di Crimea, Rustam Temirgaliev, ha detto che il governo locale offrirà ai tatari un posto nel Consiglio Supremo di Crimea e che vi saranno finanziamenti significativi ai programmi di reinsediamento e reintegrazione dei deportati durante l’era di Stalin (Russia Today, 2 marzo).
In un primo momento (Wv n. 1041, 7 marzo 2014) avevamo subordinato il nostro sostegno all’intervento russo alla “condizione che la Russia garantisca dei diritti speciali alla minoranza tatara, già decisamente oppressa sotto il dominio dell’Ucraina”. La condizione da noi posta all’appoggio all’intervento russo e quindi all’esercizio dell’autodeterminazione della maggioranza del popolo della Crimea, era un errore e un cedimento alla propaganda imperialista contro la Russia. Se il rispetto dei diritti delle ulteriori minoranze fosse un criterio decisivo per riconoscere il diritto all’autodeterminazione, bisognerebbe concludere che tale diritto non è mai applicabile, dato che non esiste quasi nazione oppressa che non includa a sua volta altre minoranze etniche o nazionali. Era sbagliato subordinare l’appoggio alle truppe russe in Crimea alla questione dei tatari: ammesso che la Crimea avesse potuto separarsi dall’Ucraina senza bisogno di un intervento russo, le truppe russe vi sarebbero comunque entrate dopo l’adesione alla Russia. Certamente uno dei compiti fondamentali dei marxisti in Russia è la difesa dei diritti dei tatari musulmani e delle altre minoranze etniche e nazionali, come ad esempio quella cecena. Pur appoggiando l’intervento russo in Crimea non diamo alcun appoggio al regime capitalista e sciovinista russo di Putin, ma i timori della minoranza tartara non possono cancellare il diritto democratico della maggioranza in Crimea di unirsi alla Russia.
Per il diritto di autodeterminazione di tutte le nazioni!
La Crimea non è un caso di “popoli interpenetrati” Quando si parla di popoli interpenetrati, non ci si riferisce ad un miscuglio di nazionalità ed etnie all’interno di un singolo Stato, che è la norma in tutto il mondo, ma alla situazione in cui due (o più) popoli si contendono lo stesso territorio, e alle implicazioni programmatiche per i leninisti, ad esempio, in Israele/Palestina e in Irlanda del Nord. Come afferma la Dichiarazione internazionale di principi della Lci, in caso di popoli interpenetrati: “il diritto democratico di autodeterminazione nazionale non può essere ottenuto da un popolo senza che siano violati i diritti nazionali degli altri. Perciò questi conflitti non possono essere risolti con giustizia in un quadro capitalistico. Il presupposto per una soluzione democratica è spazzare via tutte le borghesie della regione”.
Il diritto di autodeterminazione e gli altri diritti nazionali valgono per i popoli di tutte le nazioni, compresi quelli di grandi potenze come la Russia. Da marxisti, abbiamo sempre rifiutato la metodologia che accorda diritti democratici solo a certi popoli “progressisti” ma non a quelli considerati “reazionari”. Ad esempio, lo Stato sionista opprime brutalmente i palestinesi, ma noi riconosciamo anche i diritti nazionali degli ebrei israeliani come quelli dei palestinesi e ci opponiamo all’idea che gli ebrei debbano essere ricacciati in mare.
L’autodeterminazione è un diritto democratico e non è assoluto. La sua applicazione è subordinata alle esigenze della lotta di classe. Come sottolineò il dirigente bolscevico V.I. Lenin, il riconoscimento del diritto di autodeterminazione è un modo per togliere la questione nazionale dall’ordine del giorno e per favorire l’unità del proletariato nella lotta, consentendo in tal modo ai lavoratori di diverse nazioni di vedere chi sono i loro veri nemici, cioè le rispettive classi capitaliste. Noi siamo avversari implacabili del nazionalismo russo e di ogni altra forma di nazionalismo. Per questo abbiamo appoggiato il popolo ceceno nelle sue lotte armate per l’indipendenza dai brutali oppressori russi, sia all’epoca di Boris Eltsin, che sotto Vladimir Putin.
Intervenendo in Crimea, Putin punta a difendere gli interessi della Russia capitalista dagli imperialisti occidentali che vogliono stabilire un loro Stato cliente ai confini russi. Ma allo stesso tempo, in un contesto di crescente ostilità contro la popolazione russa in Ucraina, le azioni militari dettate dalla realpolitik russa corrispondono alle ben fondate paure nazionali dei russi in Crimea.
Gli operai devono spazzar via i fascisti dalle strade!
Il nostro atteggiamento verso l’intervento russo in Crimea non implica il minimo appoggio politico al regime capitalista di Putin. Ugualmente, la nostra opposizione al golpe in Ucraina, non significa che diamo alcun appoggio politico a Yanukovich e soci. Prima del golpe, si sarebbe dovuta affermare l’unità di classe del proletariato al di sopra delle divisioni etniche che affliggono il paese attraverso mobilitazioni della classe operaia ucraina per spazzar via i fascisti dalle strade di Kiev, la cosa sarebbe stata nell’interesse del proletariato internazionale. Oggi sarebbe un bene per il proletariato formare delle milizie operaie multietniche e non settarie per schiacciare i fascisti e respingere ogni forma di violenza tra le comunità.
In Wv n. 1038 del 24 gennaio, abbiamo evidenziato il ruolo decisivo giocato dai fascisti nelle manifestazioni antigovernative in Ucraina. Nonostante sia chiaro a tutti che l’opposizione oggi al potere è una roccaforte dei neonazisti, il New York Times e altri portavoce della classe dominante americana continuano a evitare di chiamarli col loro nome. I media occidentali continuano a spargere la menzogna secondo cui non si sarebbe trattato di un golpe, ma di una “rivoluzione pacifica” per la democrazia e contro la corruzione.
Svoboda è un partito fascista anti ebrei. Il suo leader Oleg Tyagnibok sostiene che l’Ucraina è dominata dalla “mafia ebrea moscovita”. Il partito deriva dai nazionalisti ucraini capeggiati da Stepan Bandera, che durante la Seconda guerra mondiale collaborarono con i nazisti e furono artefici di massacri di massa di ebrei, comunisti, soldati sovietici e polacchi. All’inizio il partito si chiamava Partito socialnazionalista dell’Ucraina, con un ovvio richiamo al partito nazista (nazional-socialista) tedesco. Lo scorso gennaio, Svoboda ha capeggiato una fiaccolata di 15 mila persone a Kiev e un’altra a Lviv (sua roccaforte nell’Ucraina occidentale) in memoria del suo eroe Bandera.
Nel corso delle proteste, Svoboda è stato scavalcato da gruppi ancor più estremi, come Settore destro, che pensa che Svoboda sia troppo “liberal” e “conformista”. Settore destro ha messo in piedi delle squadracce paramilitari che hanno attaccato la polizia con l’obiettivo di rovesciare il governo. Dopo il golpe i sostenitori di Settore destro di Stryi, nella regione di Lviv, hanno distrutto un monumento nazionale che commemorava i soldati dell’Armata Rossa morti per liberare l’Ucraina dalla Germania nazista. Negli ultimi due mesi sono anche state distrutte decine di statue di Lenin. Aleksandr Muzychko, il capo di Settore destro nell’Ucraina occidentale, ha promesso di combattere “fino alla morte contro gli ebrei, i comunisti e la feccia russa”. A conferma del fatto che è Settore destro a controllare la situazione, Muzychko ha detto che, una volta rovesciato il governo, “o ci saranno ordine e disciplina”, oppure “le squadre di Settore destro ammazzeranno i bastardi sul posto”.
http://www.icl-fi.org/italiano/spo/78/ucraina.html
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