Data grupo internacional

Pré-jogo – Palmeiras x Tigre – Escalações, Horário, Histórico e Onde assistir – Copa Libertadores 2020

2020.10.21 05:41 futebolstats Pré-jogo – Palmeiras x Tigre – Escalações, Horário, Histórico e Onde assistir – Copa Libertadores 2020

Palmeiras x Tigre vão se enfrentar nesta Quarta-Feira (21) e você confere todas as informações da partida aqui. O jogo será válido pela 6ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores da América de 2020. A partida está marcada para iniciar às 21h30 (horário de Brasília) e será realizada no Estádio Allianz Parque, que fica localizado em São Paulo (SP).
Veja mais!! – Acompanhe todos os jogos AO VIVO

PALMEIRAS:

ÚLTIMOS JOGOS:O Palmeiras soma 4 derrotas e 1 vitória nos últimos 5 jogos oficiais disputados em 2020 pelo Campeonato Brasileiro.
SITUAÇÃO NA COMPETIÇÃO:Com 13 pontos somados em 5 rodadas, o Palmeiras ocupa a posição do Grupo B da Copa Libertadores de 2020. O time venceu 4 e empatou 1 jogo na competição internacional até o momento. O ataque anotou 12 gols e a defesa sofreu 2. A equipe já está classificada para as oitavas de final.
ESCALAÇÃO PROVÁVEL:Weverton; Mayke, Felipe Melo, Gustavo Gómez e Matías Viña; Patrick de Paula, Gabriel Menino, Zé Rafael e Lucas Lima; Wesley e Luiz Adriano.
Técnico: Andrey Lopes
JOGADOR DESTAQUE:Luiz Adriano – Artilheiro quer voltar a marcar para ajudar o time na Libertadores.

TIGRE:

ÚLTIMOS JOGOS:O Tigre só atuou em 3 jogos na atual temporada e soma 2 derrotas e 1 empate desde o retorno da Copa Libertadores.
SITUAÇÃO NA COMPETIÇÃO:Com 1 ponto somado em 5 rodadas, o Tigre é o colocado no Grupo B da Copa Libertadores de 2020. O time empatou 1 e perdeu 4 jogos na competição internacional até agora. O ataque anotou 3 gols e a defesa sofreu 12. A equipe precisa vencer para ter chances de se classificar para a Sul-Americana.
ESCALAÇÃO PROVÁVEL:Felipe Zenobio; Martín Galmarini, F. Giacopuzzi, Rodríguez e Brian Leizza; Melivillo, Diego Morales, Cardozo e Cavallaro; Magnin e Diego Becker
Técnico: Nestor Gorosito
JOGADOR DESTAQUE:Magnin – Autor dos três gols anotados pelo Tigre na Libertadores

ONDE ASSISTIR AO VIVO:

A partida será transmitida pelo SBT para São Paulo (No Canal do Youtube da emissora para todo o Brasil) e no Fox Sports.

FICHA TÉCNICA:

Torcedômetro Qual é a maior torcida do Brasil?

PALMEIRAS X TIGRE – RETROSPECTO*

Já foram realizados 3 jogos oficiais envolvendo os dois times, sendo que o Palmeiras venceu a equipe adversária em 2 partidas. Enquanto isso, o Tigre superou seu rival em 1 combate oficial. Eles também nunca empataram.
No geral, o Palmeiras já marcou 4 gols neste duelo, enquanto o time do Tigre balançou as redes adversárias 1 vez.
*Números do site oGol (contabiliza somente jogos oficiais, não inclui partidas amistosas)
Aqui no Futebol Stats você pode acompanhar tudo sobre todos os campeonatos nacionais e também os internacionais. Acesse nossa página para saber onde assistir os jogos de Futebol na TV, e saiba onde assistir todos os jogos de hoje. Não deixe de acessar a nossa página do Torcedômetro e também conferir tudo sobre Futebol Ao Vivo.
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2020.10.21 04:41 futebolstats Pré-jogo – Flamengo x Junior Barranquilla – Escalações, Horário, Histórico e Onde assistir – Copa Libertadores 2020

Flamengo x Junior Barranquilla vão se enfrentar nesta Quarta-Feira (21) e você confere todas as informações da partida aqui. O jogo será válido pela 6ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores da América de 2020. A partida está marcada para iniciar às 21h30 (horário de Brasília) e será realizada no Estádio do Maracanã, que fica localizado no Rio de Janeiro (RJ).
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FLAMENGO:

ÚLTIMOS JOGOS:O Flamengo soma 4 vitórias e 1 empate nos últimos 5 jogos oficiais disputados em 2020 pelo Campeonato Brasileiro.
SITUAÇÃO NA COMPETIÇÃO:Com 12 pontos somados em 5 rodadas, o Flamengo ocupa a posição do Grupo A da Copa Libertadores de 2020. O time venceu 4 e empatou 1 jogo na competição nacional até o momento. O ataque anotou 11 gols e a defesa sofreu 7. A equipe já está classificada para as oitavas de final.
ESCALAÇÃO PROVÁVEL:Hugo Souza; Matheuzinho, Gabriel Noga (Thuler), Natan e Renê (Ramon); Arão (Thiago Maia), Diego e Vitinho; Bruno Henrique, Michael e Lincoln.
Técnico: Domènec Torrent
JOGADOR DESTAQUE:Bruno Henrique – Atacante vem anotando gols importantes nos últimos jogos e retomou a boa fase.

JUNIOR BARRANQUILLA:

ÚLTIMOS JOGOS:O Junior Barranquilla soma 3 empates, 1 vitória e 1 derrota nos últimos 5 jogos oficiais disputados em 2020 pelo Campeonato Colombiano.
SITUAÇÃO NA COMPETIÇÃO:Com 6 pontos somados em 5 rodadas, o Junior Barranquilla é o colocado no Grupo A da Copa Libertadores de 2020. O time venceu 1 e perdeu 4 jogos na competição internacional até agora. O ataque anotou 7 gols e a defesa sofreu 9. A equipe precisa vencer para avançar de fase.
ESCALAÇÃO PROVÁVEL:Viera; Piedrahita, Rosero, Mera e Fuentes; Moreno, Pico, Cetré, González e Hinestroza; Valencia.
Técnico: Luis Perea
JOGADOR DESTAQUE:González – Homem de frente soma 3 gols na atual temporada.

ONDE ASSISTIR AO VIVO:

A partida será transmitida pelo SBT (No Canal do Youtube da emissora para todo o Brasil) e Conmebol TV/SKY.

FICHA TÉCNICA:

Torcedômetro Qual é a maior torcida do Brasil?

FLAMENGO X JUNIOR BARRANQUILLA – RETROSPECTO*

Já foram realizados 5 jogos oficiais envolvendo os dois times, sendo que o Flamengo venceu a equipe adversária em 5 partidas. Enquanto isso, o Junior Barranquilla ainda não superou seu rival em combates oficias. Eles também nunca empataram.
No geral, o Flamengo já marcou 11 gols neste duelo, enquanto o time do Junior Barranquilla balançou as redes adversárias 4 vezes.
*Números do site oGol (contabiliza somente jogos oficiais, não inclui partidas amistosas)
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2020.09.30 03:41 futebolstats Acompanhe América de Cali x Internacional Futebol Ao Vivo Online tempo real Futemax – Libertadores

Acompanhe agora o jogo de hoje que envolve os times deAmérica de Cali x Internacionalpela narração online com placar ao vivo em tempo real. O confronto é válido pela 5ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. A partida está programada para começar às 21h30 (horário de Brasília) e o duelo entre as duas equipes vai acontecer no Estádio Olímpico, que fica localizado na cidade de Cali, na Colômbia.
Clique AQUI e ganhe 30 dias de DAZN Grátis

Acompanhe América de Cali x Internacional:

Acompanhe todos os jogos e canais ao vivo aqui (teste grátis)

Provável Escalação:

América de Cali:Chaux; Ureña, Torres, Segovia e Velasco; Luis Paz, Carrascal e Sierra; Pérez, Vergara e Adrián Ramos.
Técnico: Juan Cruz Real.
Internacional:Marcelo Lomba; Saravia, Zé Gabriel, Cuesta e Matheus Jussa; Rodrigo Lindoso, Musto (Johnny), Patrick (Marcos Guilherme) e Boschilia; Thiago Galhardo e Abel Hernández.
Técnico: Eduardo Coudet.
Veja mais!! –Acompanhe todos os jogos AO VIVO

Ficha Técnica:

Torcedômetro Qual é a maior torcida do Brasil?

América de Cali x Internacional – Histórico de Confrontos**

As duas equipes já se encontraram em 5 jogos oficiais na história. O América de Cali já venceu a equipe adversária em 1 duelo. O Internacional também conseguiu superar seu rival em apenas 1 partida. Assim como ficaram no empate em 3 jogos disputados.
Além disso, a equipe do América de Cali já marcou 8 gols neste duelo. Enquanto o time do Internacional balançou as redes adversárias 7 vezes.
**Números do site oGol (contabiliza somente jogos oficiais, não inclui partidas amistosas)
Aqui no Futebol Stats você acompanha tudo sobre os campeonatos nacionais e os internacionais. Portanto, acesse nossa página para saber onde assistir os jogos de Futebol Ao Vivo, e saiba onde assistir todos os jogos de hoje. Assim também, não deixe de acessar a nossa página do Torcedômetro veja o ranking e vote em qual time tem a maior torcida do Brasil.
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2020.09.29 23:41 futebolstats Como assistir América de Cali x Internacional Futebol AO VIVO – Copa Libertadores 2020

O jogo envolvendo América de Cali x Internacional será realizado nesta terça-feira (29). A disputa é válida pela 5ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. A partida está programada para começar às 21h30 (horário de Brasília) e o duelo entre as duas equipes vai acontecer no Estádio Olímpico, que fica localizado na cidade de Cali, na Colômbia.
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Assistir Ao Vivo na TV:

A partida será transmitida pelo canal FOX Sports*. A narração será de João Guilherme, enquanto os comentários serão de Zinho, Paulo Calçade e Carlos Eugênio Simon.

Assistir América de Cali x Internacional Ao Vivo na Internet:

Através do FOX Play* você poderá assistir o jogo de hoje ao vivo pela internet. Portanto, acesse o site pelo seu notebook, celular, tablet ou outro dispositivo. Além disso, poderá assistir o jogo através do aplicativo oficial.
*Lembrando que para assistir a partida, e necessário ter uma assinatura ativa no canal.
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Provável Escalação:

América de Cali:Chaux; Ureña, Torres, Segovia e Velasco; Luis Paz, Carrascal e Sierra; Pérez, Vergara e Adrián Ramos.
Técnico: Juan Cruz Real.
Internacional:Marcelo Lomba; Saravia, Zé Gabriel, Cuesta e Matheus Jussa; Rodrigo Lindoso, Musto (Johnny), Patrick (Marcos Guilherme) e Boschilia; Thiago Galhardo e Abel Hernández.
Técnico: Eduardo Coudet.
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Ficha Técnica:

Torcedômetro Qual é a maior torcida do Brasil?

América de Cali x Internacional – Histórico de Confrontos**

As duas equipes já se encontraram em 5 jogos oficiais na história. O América de Cali já venceu a equipe adversária em 1 duelo. O Internacional também conseguiu superar seu rival em apenas 1 partida. Assim como ficaram no empate em 3 jogos disputados.
Além disso, a equipe do América de Cali já marcou 8 gols neste duelo. Enquanto o time do Internacional balançou as redes adversárias 7 vezes.
**Números do site oGol (contabiliza somente jogos oficiais, não inclui partidas amistosas)
Aqui no Futebol Stats você acompanha tudo sobre os campeonatos nacionais e os internacionais. Portanto, acesse nossa página para saber onde assistir os jogos de Futebol Ao Vivo, e saiba onde assistir todos os jogos de hoje. Assim também, não deixe de acessar a nossa página do Torcedômetro veja o ranking e vote em qual time tem a maior torcida do Brasil.
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2020.09.23 12:35 majinmattossj2 Brazilian Big12 series, Episode 10/12: Palmeiras

Previous episodes: Flamengo, Vasco, Fluminense, Grêmio, Botafogo, Atlético Mineiro, Internacional, Corinthians, Santos
In this series I will present each of the 12 Brazilian teams that together compose the "Big 12". My point is to make them more knowledgeable to you, since each one of these teams have their share of the Brazil national team success and of Brazilian club football accomplishments as a whole. I'll try to be as smooth, efficient and non-boring as I can. If the feedback is positive, I'll keep bringing more to this series. So ok, let's do this!
Method: I'll present the teams in a chronological order, from the oldest foundation (Flamengo-1895) to the latest one (São Paulo-1930). The order will be: Flamengo, Vasco, Fluminense, Grêmio, Botafogo, Atlético Mineiro, Internacional, Corinthians, Santos, Palmeiras, Cruzeiro, São Paulo. How many of these have you heard of?
Extra clubs: Due to a high number of requests, I'll also present 3 teams who don't belong to the Big12, but are also considered big clubs in Brazil: Bahia, Athletico Paranaense and Coritiba. Welcome to the club!
Geographical reference: Before we start, I'd like to ask something very simple from you. I want you to keep in mind that these 12 teams are spread in 4 different States in Brazil. The club's State name is written below, next to the club's name. It has a direct link to Google Maps, so that you can check it out to make this experience more accurate.

Episode 10/12: Palmeiras (State: São Paulo), founded in 1914

State rivals: Corinthians, São Paulo, Santos

Stadium: Allianz Parque (New) / Parque Antarctica (Old)

Mascot: Pig

Major achievements: 1 Copa Rio (1951), 1 Copa Libertadores (1999), 10 Brazilian Leagues (1960, 1967, 1967, 1969, 1972, 1973, 1993, 1994, 2016, 2018), 3 Copa do Brasil (1998, 2012, 2015), 1 Copa Mercosul (1998)

State League titles: 23 (Against Corinthians' 30, Santos' 22, São Paulo's 21)

PLAY AND LISTEN TO PALMEIRAS ANTHEM WHILE READING - Click here
Palestra Italia and the first decades
Palmeiras was founded as Palestra Italia in 1914, by Italian immigrants in São Paulo. In the 1920s, they acquired the ground of the Antarctica company, which included the Parque Antarctica stadium. On this decade, Palestra won 3 State Leagues and finished 2nd on three other opportunities. At this time and until 1959, there wasn't a national league yet, due to Brazil's huge size and weak infrastructure, so the State Leagues were the main tournament, which Palestra would win 5 more times in the 1930s. They also won the 1st edition of the prestigious Rio-São Paulo Tournament, a regional league attended by big teams from São Paulo and Rio only.
1942: World War II and Palestra becomes Palmeiras
Brazil were neutral in the 2nd World War until 1942, when they declared war against the Axis (Italy, Germany, Japan). This forced every club name related to these countries to be reconsidered, so Palestra Italia became Palestra.
However, the Brazilian government demanded that Palestra was also removed from the club's name, despite it being a greek word. Palmeiras was then adopted, to keep the letter P and in honor of the Associação Atlética das Palmeiras, an extinct club that helped Palestra on their early days.
In the 1940s, they won 4 more State Leagues titles, but were still behind their rival Corinthians on the overall counting - they would only surpass Corinthians in State League titles for the first time in 1972, keeping the record until 1982, to never surpass them again.
1951: Copa Rio, Palmeiras' first club world title
The Copa Rio was the first attempt of a club world cup, preceding the creation of the Intercontinental Cup in 1960.
Group Club Qualification
A Palmeiras 1950 State League champion
B Vasco (Brazil) 1950 State League champion
A Juventus (Italy) 1950 Serie A champion
B Sporting (Portugal) 1950 Portuguese League champion
A Red Star (Yugoslavia) 1950 Yugoslavia Cup champion
B Austria Wien (Austria) 1950 Austrian League champion
A Nice (France) 1951 French League champion
B Nacional (Uruguay) 1950 Uruguayan League champion
Palmeiras placed 2nd inside their group, beating Nice 3-0, Red Star 2-1 and losing to Juventus 0-4. In the semis, they beat Vasco 2-1 and tied 0-0 in the return leg, before facing Juventus in the final.
Stage Result Attendance Venue
Final Palmeiras 1-0 Juventus 56.961 Maracanã
Final Palmeiras 2-2 Juventus 100.093 Maracanã
In the final 2nd leg, Juventus opened the score at '18, but Palmeiras tied at '47. Juventus scored again at '63, but Palmeiras equalized it at '77. The match ended 2-2, and Palmeiras were crowned club world champions.
The 1960s: the first Academy of Football
After the Copa Rio title in 1951, Palmeiras won one more Rio-São Paulo Tournament in 1951 and one State League title in 1959, beating Pelé's Santos 2-1 on the last and decisive match.
In the 1960s, the Brazilian press gave Palmeiras the alias Academy of Football, due to the extreme class and technique of their teams. Players of the caliber of Ademir da Guia, Djalma Santos, Dudu, Julinho Botelho, Zequinha and Tupãzinho won Palmeiras several titles in the 1960s: 4 Brazilian Leagues (1960, 1967, 1967, 1969), 2 State Leagues (1963, 1966) and 1 Rio-São Paulo Tournament (1965). The 1960s Palmeiras are notably known for stopping Pelé's Santos from winning almost everything in the decade.
Player Period Apps Goals Brazil NT caps Goals World Cup att.
Ademir da Guia 1962-77 902 153 14 - 1 (1974)
Dudu 1964-75 609 25 13 1 -
Julinho Botelho 1958-67 269 81 24 11 1 (1954)
Djalma Santos 1959-68 498 10 100 3 4 (1954, 1958, 1962, 1966)
Zequinha 1958-68 417 40 16 2 1 (1962)
Tupãzinho 1963-68 231 122 - - -
They also reached two Copa Libertadores finals: in 1961, Palmeiras lost to Peñarol (0-1, 1-1), and in 1968, to Estudiantes (1-2, 3-1, 0-2).
The 1970s: the second Academy of Football
The second wave of Palmeiras' Football Academy took place in the 1970s. Still led by Ademir da Guia and Dudu, the club was reinforced by Luís Pereira, Leivinha, César Maluco and Leão.
Player Period Apps Goals Brazil NT caps Goals World Cup att.
Luís Pereira 1968-75 346 19 38 1 1 (1974)
Leivinha 1971-75 268 108 27 7 1 (1974)
César Maluco 1967-75 327 182 13 1 1 (1974)
Leão 1968-78 617 - 105 - 4 (1970, 1974, 1978, 1986)
Together at Palmeiras, these monsters won 2 Brazilian Leagues (1972, 1973) and 2 State Leagues (1972, 1974). In the 1974 World Cup, Palmeiras provided Brazil with 6 players (Leão, Luís Pereira, Leivinha, César Maluco, Ademir da Guia and Alfredo), finishing in the 4th place.
In the end, the Palmeiras Academy won the same number of Brasileirão titles as Pelé's Santos (6) and reached the same number of Copa Libertadores finals (2). However, they won 6 fewer State League titles (4x10).
Highlights to the 1973 Brazilian League title, with only 3 defeats in 40 matches. In the final stage, Palmeiras beat 1-0 the strong Cruzeiro of Nelinho, Piazza, Palhinha and Dirceu Lopes, away at the Mineirão stadium, with this goal from Edu Bala at '74. Then they beat 2-1 another strong team, the Internacional of Figueroa, Carpegiani, Valdomiro, Falcão, Claudiomiro and Escurinho. After Internacional opened the score, Palmeiras tied at '77 with Ronaldo and Luís Pereira scored the winning goal at '80. On the last match, a 0-0 tie against São Paulo was enough for Palmeiras to be declared Brazilian champions for the 6th time. Only 35 years later, in 2008, would a new team (São Paulo FC) reach the number of 6 Brazilian League titles.
In 1974, Palmeiras met their archrival Corinthians in the State League final. Corinthians were on a 20-year title drought (since 1954) and desperately needed a trophy. In front of 122.522 supporters at the Morumbi stadium, Palmeiras won the final 1-0, with this goal from Ronaldo, and left their rivals trophyless for one more season.
In 1976, Palmeiras won their last title before a drought that would last until 1993. They won the 1976 State League title against XV de Piracicaba, 1-0 at home. It would also be Ademir da Guia last title at the club, before he left in 1977.
1993-2000: the Parmalat Era
Between 1976 and 1993, Palmeiras didn't win a single title, finishing 2nd in one Brazilian League (1978) and in two State Leagues (1986, 1992).
In 1992, however, the Italian company Parmalat signed a huge deal with the club, bringing expensive and talented players. In 1993 already, they won 1 State League, 1 Rio-São Paulo Tournament and 1 Brazilian League. In 1994, they once again won the State and the Brazilian Leagues. Until the end of the decade, they would win one more State League (1996), one Copa do Brasil (1998), one Copa Mercosul (1998), one Rio-São Paulo Tournament (2000), one Copa dos Campeões (2000), and the most important title, the 1999 Copa Libertadores. Therefore, in 8 years (93-2000), Palmeiras won 2 continental titles, 4 national trophies, 3 state leagues and 2 interstate tournaments - totalizing 11 major titles.
The coach appointed to start this new era of the club was Luxemburgo, who had done good works for Bragantino, winning the Serie B in 1989 and the 1990 São Paulo State League. He stayed at the club from 1993 to 1994, and in 1996.
1993-94: back-to-back State and Brazilian League titles
The 16-year title drought ended in the 1993 State League final against their archrival Corinthians. On the 1st leg, a 0-1 defeat, with a historical teasing by Corinthians' forward Viola, who imitated a pig when celebrating his goal. On the return leg, Palmeiras smashed them with a 4-0 victory (6mn33 video), with goals from Evair (2x), Edilson and Zinho.
Two months later, they won the Rio-São Paulo Tournament, again against Corinthians (2-0 and 0-0). In the Brazilian League, Palmeiras dominated with 81% of points, and only 2 defeats in 22 matches. In the final against Vitória, two victories: 1-0 away with a goal from Edilson, and 2-0 at home, with goals from Evair and Edmundo. Palmeiras became Brazilian champions for the 7th time, the first club to achieve so - the second would be Santos in 2002, then Corinthians in 2017 and Flamengo in 2019.
Four Palmeiras' players were elected to the League Best XI: Antônio Carlos, Roberto Carlos, César Sampaio and Edmundo.
Of the 1993 team, three great players were there since 1991: César Sampaio, Amaral and Evair. Parmalat brought Antônio Carlos, Cléber, Roberto Carlos, Mazinho, Edílson, Zinho and Edmundo. All of them (except Amaral, Cléber and Evair) played at least 25 matches for the Brazil NT, with two winning the 1994 World Cup (Zinho, Mazinho), three reaching the 1998 World Cup final (Roberto Carlos, César Sampaio, Edmundo) and two winning the 2002 World Cup (Roberto Carlos, Edilson).
Player Period Apps Goals Brazil NT caps Goals World Cup att.
Antônio Carlos 1993-95 58 5 37 3 -
Cléber 1993-99 372 21 13 - -
Roberto Carlos 1993-95 162 20 126 12 3 (1998, 2002, 2006)
Amaral 1991-97 107 3 12 - -
César Sampaio 1991-94, 99-00 304 25 47 6 1 (1998)
Mazinho 1992-94 127 2 35 - 1 (1994)
Edílson 1993-95 151 59 25 6 1 (2002)
Zinho 1992-94, 97-99, 01-02 460 95 57 7 1 (1994)
Edmundo 1993-95, 06-07 269 141 39 10 1 (1998)
Evair 1991-94, 99 245 126 11 5 -
In 1994, the team increased with the arrivals of Rincón, from América de Cali, Flávio Conceição, from Rio Branco and Rivaldo, from Mogi Mirim.
They began the season winning the 1994 State League, gathering 78% of the points, and losing only three times in 30 matches.
In the 1994 Brazilian League, Palmeiras led the 1st stage and then won 5 of the 6 knock-out matches. They beat Bahia twice in the QF (2-1, 2-1), and the strong Guarani of Luizão, Djalminha and Amoroso twice in the SF (3-1, 2-1).
In the big final against Corinthians, Rivaldo opened the score with this nice goal at '45. He scored again at '63, and Edmundo this nice 3-0 goal at '65. The match ended 3-1, and Palmeiras only needed a tie in the 2nd leg - which ended 1-1, with Rivaldo scoring the tie at '81.
Palmeiras were back-to-back Brazilian League champions, and had now 8 National League titles, a record only reached in 2004 by Santos.
Four Palmeiras' players were elected to the League's Best XI: Cléber, Roberto Carlos, Zinho and Rivaldo.
Player Period Apps Goals Brazil NT caps Goals World Cup att.
Rincón (Colombia) 1994, 96-97 93 30 84 17 3 (1990, 1994, 1998)
Flávio Conceição 1994-96 103 5 45 4 -
Rivaldo 1994-96 97 78 74 37 2 (1998, 2002)
However, in the 1994 Copa Libertadores, Palmeiras were knocked out by São Paulo in the ro16 (0-0, 1-2), but they applied a sonorous 6-1 victory against Boca Juniors, with this great goal by Roberto Carlos, assisted by Evair.
The team got dismantled, and in 1995 they only finished 2nd in the State League, 5th in the Brazilian League, and got epically knocked out in the Copa Libertadores quarter-finals against Grêmio (0-5, 5-1).
The 1996 superteam: 102 goals/30 matches and State League champions
In 1996, the coach Luxemburgo returned to Palmeiras, after a year span at Flamengo.
From the 1993-94 Palmeiras squad, Velloso, Cléber, Amaral, Flavio Conceição and Rivaldo remained.
New stars arrived at the club: Cafu from Real Zaragoza, Júnior from Vitória, Müller from Kashiwa Reysol, and Luizão and Djalminha from Guarani.
Together, they gathered 92% of the points, winning 27 of the 30 State League matches, scoring 102 goals and conceding only 19. Since a 100%-rate title campaign in 1932, the closest a team got to this 92% rate record were 1961 and 1965 Pelé's Santos with 87%, 1945/1953 São Paulo, 1939/1951 Corinthians and 1933/1934/1942/1947 Palmeiras with 88%, and 1946 São Paulo with 90%.
In terms of goals scored, they rank #9 in the history of the tournament, and have the highest record since 1962.
Player Period Apps Goals Brazil NT caps Goals World Cup att.
Cafu 1995-97 101 13 149 5 4 (1994, 1998, 2002, 2006)
Júnior 1996-00 337 20 22 1 1 (2002)
Müller 1995-96 69 38 59 12 3 (1986, 1990, 1994)
Luizão 1996-97 91 56 17 3 1 (2002)
Djalminha 1996-97 83 45 14 5 -
With the departures of Flávio Conceição, Rivaldo and Müller, Palmeiras had a certain quality drop. Nevertheless, they still finished 2nd to Cruzeiro in the Copa do Brasil (1-1, 1-2).
Luxemburgo left at the end of the season for a bigger salary at Santos. He won 149 of 232 matches (64% win rate), lost 36 matches (16%), and had an overall rate of 71%.
The 1997 season was a bit below due to the lack of titles, but Palmeiras finished 2nd on the league, and reached the semi-finals of the Copa do Brasil, of the State League and of the Rio-São Paulo Tournament. But it was the arrival of the coach Scolari, the Felipão, in mid-1997 that would ignite Palmeiras into higher flights.
1998-2000: the Felipão (Scolari) Era
In this period, Palmeiras won 2 continental titles (1998 Mercosul, 1999 Libertadores), 2 national cups (1998 Copa do Brasil, 2000 Copa dos Campeões) and 1 regional league (2000 Rio-São Paulo Tournament). They also finished 2nd in 1 club world cup (1999 Intercontinental Cup), 3 continental cups (1999 and 2000 Copa Mercosul, 2000 Libertadores) and 1 state league (1999 Paulista).
With the 1996-97 team dismantled, Scolari rebuilt the team by using more Marcos, Roque Júnior and Galeano, and bringing Arce, Junior Baiano, Oséas, Paulo Nunes, Euller and of course, the maestro number 10 Alex - the most capped Brazilian player (49) not to be called to a World Cup.
Player Period Apps Goals Brazil NT caps Goals World Cup att.
Marcos 1992-2012 534 - 29 - 1 (2002)
Roque Júnior 1995-00 206 15 48 2 1 (2002)
Júnior Baiano 1998-99 72 16 25 2 1 (1998)
Arce (Paraguay) 1998-02 242 57 61 5 2 (1998, 2002)
Galeano 1989-02 477 27 - - -
Oséas 1997-99 172 65 2 - -
Paulo Nunes 1998-99 138 73 2 - -
Euller 1997-00 115 39 7 3 -
Alex 1997-00, 2002 200 60 49 12 -
The team lacked the offensive talent and quality of the previous generations, but had a more solid defense. Palmeiras supporters wanted the Copa Libertadores more than anything - their state rivals Santos and São Paulo had two already, as well as Grêmio, while Flamengo, Vasco and Cruzeiro had one each. Scolari had the experience of winning the Libertadores in 1995, with Grêmio, along with the Paraguayan right-back Arce and the forward Paulo Nunes that he brought to Palmeiras.
The first step was the 1998 Copa do Brasil, which would give one Libertadores spot. Palmeiras didn't have difficulties until the semi-finals against Santos: they tied 1-1 at home, and Santos opened the score in the return leg. With these two nice goals, Palmeiras overcame the score 2-1 and left with a 2-2 tie that put them on the final, against Cruzeiro. They lost the 1st leg 0-1 away, and opened the score at '12 with Paulo Nunes in the 2nd leg. At '89, Oséas scored the second and title goal after a free-kick, as Palmeiras became Copa do Brasil champions for the first time.
Later that year, Palmeiras destroyed their Copa Mercosul group: 2-1 Independiente (Argentina), 5-0 Nacional (Uruguay), 2-1 U. de Chile (Chile), 3-0 Independiente (Argentina), 3-1 Nacional (Uruguay), 1-0 U. de Chile (Chile). Highlights to this assist by left-back Júnior against Nacional from Uruguay.
With their reserves, they beat Boca Juniors 3-1 in Brazil, and tied 1-1 in Argentina, for the quarter-finals. Olimpia from Paraguay didn't offer problems in the semis: 2-0 and 1-0 to Palmeiras. In the final against Cruzeiro, Palmeiras lost 1-2 away in the 1st leg. At home in the 2nd leg, Cruzeiro opened the score at '3, but Palmeiras overcame with Cléber at '8, Oséas at '52 and Paulo Nunes at '85. On the 3rd match, this goal from Arce at '62, at home, gave Palmeiras their first continental-second tier title, the 1998 Copa Mercosul.
The 1999 Copa Libertadores title
After finishing 2nd twice in their golden era (1961, 1968), Palmeiras finally conquered South America, with 7W-2D-5L.
Palmeiras shared their group stage with archrival Corinthians and the Paraguayans Cerro Porteño and Olimpia. At that time, three teams would advance, and Palmeiras qualified in the 2nd place, behind Corinthians.
In the ro16, they met the current champions Vasco, of Juninho, Ramón, Donizete and Luizão. They only tied 1-1 at home, and saw Vasco open the score at the Maracanã. Palmeiras scored twice, before conceding the second goal. In the second half, Palmeiras scored twice again, and won the match 4-2.
The derby against Corinthians in the quarter-finals saw two same results: 2-0 and 0-2. Their rival could have scored once in the 1st leg though, at '78, if this crazy shot that hit the upper post and then the back of goalkeeper Marcos had gone a few centimeters into the other side. In the penalties, Palmeiras won 4-2, with Dinei missing the target and Marcos saving Vampeta's shot.
In the semis against River Plate, Palmeiras left Argentina with a 0-1 defeat. At home, in Brazil, Alex opened the score with this great goal, and two minutes later, Palmeiras scored the second with Roque Junior. In the 2nd half, Marcos kept the goal safe, and Alex closed the Argentine coffin with this fine touch.
In the big final against Deportivo Cali, they lost the first leg away 0-1 like in the semis. At home, Palmeiras opened the score only at '65, from this penalty kick, but Deportivo tied 5 minutes later, also from a penalty kick. Five minutes later, however, Palmeiras scored the second with Oséas, and the title would be decided in the penalties.
Palmeiras missed the first shot with Zinho, hitting the upper post, while Deportivo scored. Both teams scored the second and third shots. Palmeiras scored the fourth, and Deportivo hit the right post. Euller scored the fifth, and Zapata lost Deportivo's final penalty. Palmeiras conquered South America for the first time in their history.
This title qualified Palmeiras to the 1999 Intercontinental Cup in Japan, against European champions Manchester United.
Palmeiras played a far better match than the Red Devils, but this unfortunate mistake by goalkeeper Marcos let them open the score at '35. Palmeiras also had this wrongly disallowed goal at '50, and Oséas missed this absurd opportunity at '74.
In 2000, Palmeiras kept the good shape, and began the season winning the Rio-São Paulo Tournament, beating 4-0 the strong Vasco of Edmundo and Romario in the final.
Five months later, they won the Copa dos Campeões, after beating Cruzeiro (3-1, 1-1), Flamengo (1-2, 1-0) and Sport (2-1), therefore picking a spot in the 2001 Copa Libertadores.
But the peak of the season was the Libertadores, which they finished in the 2nd place, losing to Boca Juniors in the final (2-2, 0-0), in the penalties (2-4).
First, Saint Marcos (Palmeiras goalkeeper), saved two penalties in a clutch moment against Peñarol in the ro16.
In the semis, the biggest derby in South American history: Palmeiras met their archrival Corinthians, current back-to-back Brazilian League champions, of the stars Dida, Kléber, Vampeta, Ricardinho, Marcelinho Carioca, Edilson and Luizão, once again in the knock-outs, just like in 1999. The first leg was a crazy 4-3 match in Corinthians' favor and the second leg, another crazy 3-2 match in Palmeiras favor. In the penalties, nobody had missed their shot, until Corinthians biggest idol, Marcelinho Carioca, had his penalty saved by Saint Marcos, who put Palmeiras in the final. No other derby played in South America have been higher than Corinthians x Palmeiras encounters in the 1999 and 2000 Copa Libertadores knock-out stages.
Unfortunately, the final against Boca Juniors was a refereeing disgrace: Boca had one goal wrongly disallowed and Palmeiras had at least two penalties not awarded in the 2nd leg at home, which ended 0-0, leading to penalties. Palmeiras played better football, while Boca parked the bus.
2001-2013: end of Parmalat Era, and humble times
In this period, Palmeiras got relegated twice (2002, 2012), won 1 State League (2008) and 1 Copa do Brasil (2012).
The peak of this period was the controversial elimination by Riquelme's Boca in the 2001 Copa Libertadores semi-finals: on the 1st leg in Argentina (2-2), the referee invented this penalty to Boca, which Schelotto scored, and he didn't concede a clear penalty in Palmeiras' favor on Fernando, sending the player off for "simulation". Boca were a great team, but it is generally agreed in Brazil - even by rivals - that Palmeiras was better, and if not for the referees shameful displays in 2000 and 2001, they would very likely end up with 3 consecutive Libertadores titles (1999, 2000, 2001).
In 2002, Alex scored this masterpiece of a goal against Rogério Ceni's São Paulo.
In 2009, Palmeiras led the Brazilian League for 19 rounds, but ended up in the 5th place, not even qualifying to the Copa Libertadores.
2014-today
In 2014, centenary year of the club, their new stadium Allianz Parque was inaugurated.
In 2015, Palmeiras won their 3rd Copa do Brasil title on the penalties (4-3) against Santos, in a crazy final. The 1st leg in Santos ended 0-1, with their rival missing the opportunity of the century at '95. In the 2nd leg, Palmeiras scored their second goal (2-0) at '84, but Santos scored at '86, leading it to the penalties, won 4-3 by Palmeiras.
In 2016 and 2018, Palmeiras won their 9th and 10th Brazilian League titles, a national record. They were led by the league MVP Gabriel Jesus in 2016 and by the most recent club idol Dudu in 2016 and 2018. They also finished second in 2017, and reached the Copa Libertadores semi-finals in 2018, losing to Boca Juniors (0-2, 2-2).
Player Period Apps Goals Assists Brazil NT caps Goals World Cup att.
Gabriel Jesus 2015-16 83 28 10 39 18 1 (2018)
Dudu 2015-20 305 70 75 3 1 -
As of 2020, the club won the State League (0-0, 1-1, p.k. 4-3) after 12 years, against their archrival Corinthians, coached by Luxemburgo and led by the young midfielder Patrick de Paula. Gabriel Menino and Gabriel Verón are the other young bets of the club for this season.
To this day, Palmeiras has the 4th largest fanbase in Brazil with 12 million supporters, and a stadium attendance average of 28.000, as of 2019.
If you have any questions about Brazilian football, feel free to join us at futebol, where you'll be very welcomed!
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2020.09.23 03:41 futebolstats Pré-jogo – Internacional x Grêmio – Escalações, Horário, Histórico e Onde assistir – Copa Libertadores 2020

Internacional x Grêmio vão se enfrentar nesta quarta-feira (23) e você confere todas as informações da partida aqui. O jogo vai ser válido pela 4ª rodada da Copa Libertadores de 2020. A partida está marcada para iniciar às 21h30 (horário de Brasília) e será realizada no Estádio Beira-Rio, que fica localizado em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
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Internacional:

ÚLTIMOS JOGOS:Nos últimos 5 jogos, a equipe do Internacional venceu 2, empatou 1 e perdeu 2. Quatro duelos foram pelo Campeonato Brasileiro e a equipe soma uma vitória sobre o Ceará, um empate contra o Bahia e duas derrotas para Goiás e Fortaleza. Além disso, o Colorado venceu o América de Cali, pela Copa Libertadores.
SITUAÇÃO NA COMPETIÇÃO:O Internacional ocupa atualmente a 2ª posição na tabela de classificação do grupo E com 4 pontos conquistados. Em três jogos disputados, o Inter soma duas vitórias e um empate. Além disso, a equipe marcou 7 gols e sofreu 3.
ESCALAÇÃO PROVÁVEL:Para o duelo, o técnico Eduardo Coudet não poderá contar com Patrick, Johnny e Marcos Guilherme, todos lesionados, além de Edenílson, suspenso. Por outro lado, Thiago Galhardo, que não foi a campo diante do Fortaleza, está de volta e deve fazer a dupla de ataque junto com Abel Hernández. No meio-campo, Musto e Praxedes disputam uma vaga para saber quem deve iniciar a partida. Sendo assim, um provável Inter deve ter:
Marcelo Lomba; Saravia, Zé Gabriel, Víctor Cuesta e Uendel; Rodrigo Lindoso, Boschilia, Praxedes (Musto) e Nonato; Thiago Galhardo e Abel Hernández
Técnico: Eduardo Coudet
JOGADOR DESTAQUE:Abel Hernández – 2 gols em 1 jogo disputado

Grêmio:

ÚLTIMOS JOGOS:Nos últimos 5 jogos, a equipe do Grêmio venceu 1, empatou 3 e perdeu 1. Quatro jogos foram pelo Campeonato Brasileiro e a equipe soma uma vitória sobre o Bahia e três empates contra Atlético-GO, Fortaleza e Palmeiras. Além disso, o Tricolor soma uma derrota para a Universidad Católica, pela Copa Libertadores.
SITUAÇÃO NA COMPETIÇÃO:O Grêmio ocupa atualmente a 2ª posição na tabela de classificação do grupo E com 4 pontos conquistados. Em três jogos disputados, a equipe soma uma vitória, um empate e uma derrota. Além disso, a equipe marcou 2 gols e sofreu 2.
ESCALAÇÃO PROVÁVEL:Para o duelo, o técnico Renato Portaluppi não poderá contar com Paulo Miranda e David Braz, suspensos, além de Jean Pyerre, Geromel e Maicon, lesionados. Por outro lado, Pepê e Kannemann estão recuperados e devem ir à campo. Na lateral-direita, Victor Ferraz deve ser titular no lugar de Orejuela, enquanto Diogo Barbosa deve ser titular na esquerda. Sendo assim, um provável Grêmio terá:
Vanderlei; Victor Ferraz, Rodrigues, Kannemann e Diogo Barbosa; Lucas Silva, Matheus Henrique e Darlan; Alisson, Pepê e Diego Souza.
Técnico: Renato Portaluppi
JOGADOR DESTAQUE:Victor Ferraz – 1 gol em 2 jogos disputados

ONDE ASSISTIR AO VIVO:

A partida será transmitida no SBT e Conmebol TV.

FICHA TÉCNICA:

Internacional x Grêmio – RETROSPECTO*

Já foram realizados 125 jogos oficiais envolvendo os dois times, sendo que o Internacional venceu a equipe adversária em 41 partidas. Enquanto o Grêmio superou seu rival em 40 combates. Além disso, já ficaram no empate em 44 confrontos disputados.
No geral, o Internacional já marcou 122 gols neste duelo. Enquanto o time do Grêmio balançou as redes adversárias 124 vezes.
*Números do site oGol (contabiliza somente jogos oficiais, não inclui partidas amistosas)
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2020.09.17 04:41 futebolstats Assistir aos Gols e Melhores Momentos de Internacional 4 x 3 América de Cali – Libertadores

Assista aos melhores momentos do jogo de hoje entre Internacional 4 x 3 América de Cali que foi realizado nesta quarta-feira (16). A disputa era válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. A partida iniciou às 19h15 (horário de Brasília) e o duelo entre as duas equipes aconteceu no Estádio Beira-Rio, localizado na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.
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Melhores momentos de Internacional 4 x 3 América de Cali

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Ficha Técnica:

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Internacional x América de Cali – Histórico de Confrontos**

As duas equipes já se encontraram em 4 jogos oficiais na história. O Internacional ainda não venceu a equipe adversária. Já o América de Cali conseguiu superar seu rival em apenas 1 partida. Assim como ficaram no empate em 3 jogos disputados.
Além disso, a equipe do Internacional já marcou 3 gols neste duelo. Enquanto o time do América de Cali balançou as redes adversárias 5 vezes.
**Números do site oGol (contabiliza somente jogos oficiais, não inclui partidas amistosas)
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2020.09.17 02:41 futebolstats Assistir ao segundo gol de Boschilia que fez Internacional 4 x 3 América de Cali – Libertadores

Assista ao segundo gol de Boschilia que marcou no jogo de hoje entre Internacional 4 x2 América de Cali, que está sendo realizado nesta quarta-feira (16). A disputa é válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. A partida iniciou às 19h15 (horário de Brasília) e o duelo entre as duas equipes acontece no Estádio Beira-Rio, localizado na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.
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Gol de Boschilia

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Ficha Técnica:

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Internacional x América de Cali – Histórico de Confrontos**

As duas equipes já se encontraram em 4 jogos oficiais na história. O Internacional ainda não venceu a equipe adversária. Já o América de Cali conseguiu superar seu rival em apenas 1 partida. Assim como ficaram no empate em 3 jogos disputados.
Além disso, a equipe do Internacional já marcou 3 gols neste duelo. Enquanto o time do América de Cali balançou as redes adversárias 5 vezes.
**Números do site oGol (contabiliza somente jogos oficiais, não inclui partidas amistosas)
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2020.09.17 01:41 futebolstats Assistir ao segundo gol de Abel Hernández que fez Internacional 3 x 1 América de Cali – Libertadores

Assista ao segundo gol de Abel Hernández que marcou no jogo de hoje entre Internacional 3 x 1 América de Cali, que está sendo realizado nesta quarta-feira (16). A disputa é válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. A partida iniciou às 19h15 (horário de Brasília) e o duelo entre as duas equipes acontece no Estádio Beira-Rio, localizado na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.
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Gol de Abel Hernández

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Internacional x América de Cali – Histórico de Confrontos**

As duas equipes já se encontraram em 4 jogos oficiais na história. O Internacional ainda não venceu a equipe adversária. Já o América de Cali conseguiu superar seu rival em apenas 1 partida. Assim como ficaram no empate em 3 jogos disputados.
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2020.09.17 01:41 futebolstats Assistir ao gol de Boschilia que fez Internacional 2 x 0 América de Cali – Libertadores

Assista ao gol de Boschilia que marcou no jogo de hoje entre Internacional 2 x 0 América de Cali, que está sendo realizado nesta quarta-feira (16). A disputa é válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. A partida iniciou às 19h15 (horário de Brasília) e o duelo entre as duas equipes acontece no Estádio Beira-Rio, localizado na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.
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Gol de Boschilia

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Internacional x América de Cali – Histórico de Confrontos**

As duas equipes já se encontraram em 4 jogos oficiais na história. O Internacional ainda não venceu a equipe adversária. Já o América de Cali conseguiu superar seu rival em apenas 1 partida. Assim como ficaram no empate em 3 jogos disputados.
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2020.09.17 01:41 futebolstats Assistir ao gol de Abel Hernández que fez Internacional 1 x 0 América de Cali – Libertadores

Assista ao gol de Abel Hernández que marcou no jogo de hoje entre Internacional 1 x 0 América de Cali, que está sendo realizado nesta quarta-feira (16). A disputa é válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. A partida iniciou às 19h15 (horário de Brasília) e o duelo entre as duas equipes acontece no Estádio Beira-Rio, localizado na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.
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Gol de Abel Hernández

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2020.09.17 00:41 futebolstats Acompanhe Internacional x América de Cali Futebol Ao Vivo Online tempo real – Libertadores 2020

Acompanhe agora o jogo de hoje que envolve os times deInternacional x América de Calipela narração online com placar ao vivo em tempo real. O confronto é válido pela 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. A partida está programada para começar às 19h15 (horário de Brasília) e o duelo entre as duas equipes vai acontecer no Estádio Beira-Rio, localizado na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.
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Acompanhe Internacional x América de Cali:


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Provável Escalação:

Internacional:Marcelo Lomba; Saravia, Zé Gabriel, Moledo e Uendel; Johnny (Lindoso), Nonato, Boschilia e Patrick; Abel Hernández e Galhardo.
Técnico: Eduardo Coudet.
América de Cali:Chaux; Torres, Velasco, Quiñonez e Segovia; Sierra, Arias, Carrascal e Paz; Ramos e Vergara.
Técnico: Juan Cruz Real.
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2020.09.16 21:41 futebolstats Como assistir Internacional x América de Cali Futebol AO VIVO – Copa Libertadores 2020

O jogo envolvendo Internacional x América de Cali será realizado nesta quarta-feira (16). A disputa é válida pela 3ª rodada da fase de grupos da Copa Libertadores de 2020. A partida está programada para começar às 19h15 (horário de Brasília) e o duelo entre as duas equipes vai acontecer no Estádio Beira-Rio, localizado na cidade de Porto Alegre, no estado do Rio Grande do Sul.
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Assistir Ao Vivo na TV:

A partida será transmitida pelo canal FOX Sports*. A narração será de Marco de Vargas, enquanto os comentários serão de Fernanda Colombo, Paulo Calçade e Zinho.

Assistir Internacional x América de Cali Ao Vivo na Internet:

Através do FOX Play* você poderá assistir o jogo de hoje ao vivo pela internet. Portanto, acesse o site pelo seu notebook, celular, tablet ou outro dispositivo. Além disso, poderá assistir o jogo através do aplicativo oficial.
*Lembrando que para assistir a partida, e necessário ter uma assinatura ativa no canal.
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Provável Escalação:

Internacional:Marcelo Lomba; Saravia, Zé Gabriel, Moledo e Uendel; Johnny (Lindoso), Nonato, Boschilia e Patrick; Abel Hernández e Galhardo.
Técnico: Eduardo Coudet.
América de Cali:Chaux; Torres, Velasco, Quiñonez e Segovia; Sierra, Arias, Carrascal e Paz; Ramos e Vergara.
Técnico: Juan Cruz Real.
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Ficha Técnica:

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Internacional x América de Cali – Histórico de Confrontos**

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2020.08.27 16:02 Scabello More about Belarus color "revolution"

Text from a amazing marxist virtual magazine from Brazil.

https://revistaopera.com.b2020/08/26/belarus-nacionalismo-e-oposicao/

Belarus: nacionalismo e oposição


As manifestações em Belarus estão recebendo uma grande cobertura nos meios ocidentais, o que se reflete na imprensa brasileira, que se contenta em traduzir e repetir aquilo que é dito em grandes veículos europeus. A amplitude e até a paixão dessa cobertura gera, por efeito de contraste, uma sensação de falta de profundidade, já que em meio de tantas notícias, carecemos até mesmo de uma introdução sobre aspectos específicos do conflito e dos atores que participam dele. O que a cobertura nos oferece, no entanto, é uma narrativa sobre manifestantes lutando contra um ditador em nome da liberdade, discurso fortalecido por uma certa abundância de imagens. Na frente desta luta, a candidata derrotada – alegadamente vítima de fraude – Sviatlana Tsikhanouskaya, uma “mulher simples”, “apenas uma dona de casa”, o símbolo da mudança. Em alguns dos meios de esquerda e alternativos, este posicionamento da grande mídia já gera uma certa desconfiança. Imediatamente surgem perguntas sobre quem forma essa oposição e se podemos fazer comparações com a Ucrânia em 2014, onde uma “revolução democrática” foi acompanhada por grupos neofascistas, ultranacionalismo e chauvinismo anti-russo. Outros já se revoltam contra o reflexo condicionado e declaram que não podemos julgar os eventos de Belarus pela ótica dos eventos ucranianos, e que avaliações não deveriam ser feitas na função inversa da grande mídia. Me deparando com a diversidade de problemas que podem ser desenvolvidos a partir do problema de Belarus, decidi começar com um problema simples de imagem e simbologia, mas que nos traz muitas informações. As imagens que estampam os jornais são dominadas por duas cores: branco e vermelho.

Uma disputa pela história

Uma faixa branca em cima, uma faixa vermelha no meio e outra faixa branca embaixo – esta bandeira domina as manifestações oposicionistas em Belarus. Ela surgiu primeiro em 1919, em uma breve experiência política chamada de República Popular Bielorrussa, órgão liderado por nacionalistas mas criado pela ocupação alemã no contexto do pós-Primeira Guerra, Guerra Civil na Rússia e intervenção estrangeira que ocorreu naquele período. Uma bandeira diferente do símbolo oficial de Belarus: do lado esquerdo, uma faixa vertical reproduz um padrão tradicional bielorrusso, como na costura, em vermelho e branco, do lado duas faixas horizontais, vermelho sobre verde (somente um terço em verde). Bandeira muito similar à velha bandeira da República Socialista Soviética de Belarus, com a diferença que na antiga o padrão tradicional estava com as cores invertidas e na massa vermelha horizontal brilhava a foice-e-martelo amarela com uma estrela vermelha em cima. Os manifestantes também usam um brasão de armas histórico do Grão Ducado da Lituânia, a Pahonia, onde vemos um cavaleiro branco, brandindo sua espada e segurando um escudo adornado por uma cruz jaguelônica. O emblema oficial de Belarus, no entanto, é diferente, correspondendo à simbologia soviética, onde um sol que se levanta sobre o globo ilumina o mapa de Belarus, com bagos de trigo nos flancos e uma estrela vermelha coroando a imagem. Essa diferença entre símbolos do governo e da oposição não é só uma diferença política momentânea, mas remete a uma disputa pela identidade nacional de Belarus, a processos divergentes de formação de consciência nacional, conforme exemplificados por Grigory Ioffe. Quando Belarus se tornou independente da União Soviética nos anos 90, isto aconteceu apesar da vontade popular, sem movimentos separatistas como os que ocorreram vigorosamente nas repúblicas soviéticas bálticas, vizinhas de Belarus pelo norte, ou na parte ocidental da Ucrânia, país que faz fronteira com Belarus pelo sul. Pelo menos até pouco tempo atrás, a maioria dos cidadãos se identificava com a Rússia e concebia a história de Belarus no marco de uma história soviética. Para a maioria da população, o evento mais importante da história de Belarus foi a Grande Guerra Patriótica, isto é, a resistência contra os invasores nazistas, o movimento partisan como primeiro ato de vontade coletiva. É depois da guerra que os bielorrussos se tornam maioria nas cidades do país (antes de maioria judaica, polaca e russa), bem como dirigentes da república soviética – líderes partisans se tornaram líderes do partido. Esse discurso filo-soviético também é acompanhado pela ideia de proximidade com a cultura russa, inclusive a constatação de que é difícil fazer uma diferenciação nacional entre as duas culturas. Em termos de narrativa histórica, isso é acompanhado por afirmações como a de que a Rússia salvou o povo das “terras de Belarus” da opressão nacional e religiosa dos poloneses. Então, figuras históricas da Rússia são lembradas, como por exemplo o general Alexander Suvorov (1730 – 1800), que é celebrado como um herói da luta contra a invasão polonesa das “terras de Belarus” e da Rússia em geral. Essa ideia de união entre Rússia e Belarus é fundamental para o pan-eslavismo. A revolução em 1917 também é considerada um episódio nacional, o começo da criação nacional de Belarus dentro da União Soviética, com sua própria seção bolchevique e adesão dos camponeses à utopia comunista, mas nem isso e nem a história nacional russa superam a Segunda Guerra Mundial como fator de consciência nacional. Contra esta visão surgiu uma alternativa ocidentalizante, que propõe que Belarus é um país completamente diferente da Rússia, que foi dominado pela Rússia e que precisa romper com Moscou para ser um país europeu. Essa tendência tenta afirmar a existência de um componente bielorrusso específico na Comunidade Polaco-Lituana, identificando a elite pré-nacional com nobres locais. Atribuem a “falta de consciência nacional” no país à intrigas externas. Seus heróis de forma geral são heróis poloneses, e celebram quando os poloneses invadiram a Rússia. Se esforçam por fazer uma revisão histórica que justifique a existência de uma nacionalidade bielorrussa atacando a narrativa ligada à Segunda Guerra Mundial, renegando a luta dos partisans e enquadrando sua nação como uma “vítima do estalinismo”, que passa ser comparado com o nazismo como uma força externa. Suas preocupações centrais, além de tentar construir uma história de Belarus antes do século XX, está a preservação da língua bielorrussa em particular, com suas diferenças em relação ao russo. Nessa visão, as repressões do período Stálin deixam de ser uma realidade compartilhada com os russos e outras nacionalidades soviéticas, para ser entendida como uma repressão contra a nação de Belarus, exemplificada principalmente pela repressão de intelectuais nacionalistas. Na tentativa de desconstruir o “estalinismo” e os partisans, os nacionalistas defenderam a Rada Central de Belarus, um órgão colaboracionista criado pela ocupação alemã, que não pode ser chamado sequer de governo títere, mas que adotava a visão histórica dos nacionalistas e fez escolas de língua exclusivamente bielorrussa em Minsk. A Rada foi liderada por Radasłaŭ Astroŭski, que foi para o exílio norte-americano e dissolveu órgão depois da guerra para evitar responsabilização por crimes de guerra. A versão nacionalista não só defende a “posição complicada” dos colaboradores nos anos 40, como revisa positivamente o papel do oficial nazista Wilhelm Kobe, Comissário Geral para Belarus entre 1941 e 1943 (até ser assassinado pela partisan Yelena Mazanik). Argumenta-se que Kobe seria um homem interessado nas coisas bielorrussas e seu domínio permitiu o florescimento nacionalista. Do lado colaboracionista existiu uma Polícia Auxiliar e a Guarda Territorial Bielorrusa, as duas ligadas aos massacres nazistas e associadas a uma das unidades mais infames da SS, a 36ª Divisão de Granadeiros da SS “Dirlewanger”. Depois, foi formada por uma brigada bielorrussa na 30ª da SS. A colaboração usava as bandeiras vermelha e branca, com a Guarda Territorial usando braçadeiras nessa cor. Essas cores seriam retomadas na independência do país em 1991, mas foram muito atacadas por sua associação com a colaboração. Por isso ela foi rechaçada por uma maioria esmagadora em um referendo realizado em 1995, que definiu os símbolos nacionais de hoje e mudou o “Dia da Independência” para 3 de Julho, dia em que Minsk foi libertada das forças de ocupação nazista, em 1944. A visão nacionalista e ocidentalizante é minoritária, compartilhada por algo entre 8% e 10% da população; número que é consistente com o número de católicos do país – um pouco maior, na verdade, o que serve para contemplar uma minoria de jovens de Minsk, que proporcionalmente tendem a ser mais adeptos de uma visão distinta da história soviética. Em 1991, o nacionalismo se reuniu na Frente Popular Bielorrussa, em torno da figura do arqueólogo Zianon Pazniak, que representava uma militância radical, anti-russa, europeísta e guardiã dessa simbologia nacional. O movimento fracassou e parte disso provavelmente se deve à liderança de Pazniak, tido como intolerante. Havia também um movimento paramilitar chamado Legião Branca, que se confrontaria com Lukashenko no final dos anos 90. Estes seriam “os nazis bielorrussos dos anos 90”, pecha que é disputada por seus defensores, que os retratam até mesmo como democratas, mas que é justificada por seus detratores baseada em seu separatismo étnico e intolerância dirigida aos russos apesar de viverem no mesmo espaço e a maioria do seu próprio país falar a língua russa. Ainda assim, o alvo-rubro vem sendo reivindicado como um símbolo de liberdade, democracia e independência: seus defensores vêm tentando firmar a identidade dessa bandeira mais em 1991 do que em 1941. Para todos os efeitos, se tornou um símbolo de oposição Lukashenko, símbolo de “outra Belarus”, com boa parte dos jovens mantendo uma atitude receptiva em relação a ela – um símbolo carregado de controvérsia, mesmo assim. Essas divergências simbólicas escondem diferentes histórias e questões políticas radicais. Além disso, é possível constatar que Belarus tem dois componentes nacionais externos em sua formação: os poloneses e os russos. No plano religioso, o catolicismo associado com Polônia e a ortodoxia associada à Rússia (segundo dados de 2011, 7,1% da população católica, 48,3% ortodoxa e 41,1% diz não ter religião, 3,5% se identificam com outras). Na disputa histórica, existe uma narrativa filo-soviética e outra ocidentalizante. Nesta última década, o próprio governo Lukashenko presidiu sobre uma política de aproximação e conciliação dessas narrativas históricas sobre Belarus, tentando ocupar uma posição mais nacionalista, mesmo que mantendo o núcleo soviético como fundamental. Esta aproximação foi muito criticada por um núcleo duro de patriotas e irredentistas russos. Por outro lado, dentre os manifestantes não necessariamente há uma ruptura total com a narrativa histórica partisan e motivos antifascistas, pelo menos não se buscarmos casos individuais – nesse caso, o uso histórico da bandeira seria ignorado ou superado por outra proposta. Apesar de existir uma oposição que busca lavar a bandeira alvirrubra, é possível identificar nacionalistas radicais na oposição?

Belarus não é Ucrânia – mas pode ser ucranizada?

Pelo menos em meios ocidentais, se afirmou muito que “a crise de Belarus não é geopolítica”. Muitos textos publicados no Carnegie Moscow Center elaboraram em torno dessa afirmação. A declaração da Comissão Europeia afirmou isso. O professor e colunista Thimothy Garton Ash escreveu no The Guardian que sequer se pode esperar um regime democrático liberal depois da saída de Lukashenko, e relata contatos com bielorrussos que dão a impressão de um sentimento ao mesmo tempo oposicionista e pró-russo. Por esse argumento, Belarus é diferente da Ucrânia, as manifestações não têm relação com geopolítica, os bielorrussos até gostam da Rússia e a lógica extrapola ao ponto de dizer que, portanto, Putin tende a apoiá-las. Mais de um texto fala de como a identificação entre bielorrussos e russos, como povos irmãos ou até iguais, “anula” essas questões – isto é, estes textos têm como pressuposto uma solidariedade nacional, uma continuidade entre os dois povos, algo distinto do radicalismo nacionalista. Até parecem acreditar que isto tiraria de Putin o interesse de ajudar Lukashenko ou da Rússia enquadrar esses eventos na sua visão estratégica como algo equivalente ao problema ucraniano. De fato, Belarus não é a Ucrânia. A divisão sobre a identidade nacional não é tão polarizada em Belarus como é na Ucrânia. A divisão regional e linguística, bem como as diferentes orientações geopolíticas, não é tão radical. A marca da colaboração e suas consequências políticas não é tão forte em Belarus como é na Ucrânia – não acredito que o nacionalismo em Belarus está no mesmo patamar do ultranacionalismo ucraniano. No plano da operação política, a comparação com a Ucrânia é feita em função do Maidan de 2014, onde também existem diferenças. O Maidan teve a participação decisiva de partidos políticos consolidados e posicionados dentro do Parlamento, que no momento final tomaram o poder do presidente Yanukovich usando seu poder parlamentar. Partidos ligados a oligarcas multimilionários, com políticos que enriqueceram em negócios de gás, e nas ruas uma tropa de choque de manifestantes formada por nacionalistas bem organizados. Dito isso, devemos olhar para o posicionamento da oposição bielorrussa e não aceitar de forma acrítica as narrativas de que a manifestação não tem nada a ver com geopolítica e que não possuí liderança. Alegam que questões como adesão à OTAN e integração europeia não são primárias na política de Belarus – será mesmo? E essas questões nacionais, não têm relação alguma com as manifestações? Primeiro, um dos movimentos que protagoniza enfrentamentos de rua em Belarus desde outros anos (especialmente nos enfrentamentos de rua de 2010) e se destaca nos meios oposicionistas, inclusive com reconhecimento ocidental, é a Frente Jovem, que é um movimento nacional radical, acusado de filo-fascista e ligado aos neofascistas ucranianos. Este movimento também é ligado ao partido Democracia Cristã Bielorrusa (DCB), o qual ajudou a fundar. Ambos são contra o status oficial da língua russa e querem retirar o russo das escolas. Pavel Sevyarynets, um dos fundadores da Frente Jovem e liderança da DCB, é frequentemente referido como dissidente e “prisioneiro de consciência” foi organizador da campanha “Belarus à Europa”. Ele foi preso antes das eleições como um organizador de distúrbios. A Revista Opera teve acesso ao material de um jornalista internacional que entrevistou um professor de artes bielorrusso, autoproclamado anarquista e defensor das manifestações, que se referiu à prisão de Sevyarynets como um ato preventivo do governo e respondeu a uma pergunta sobre as reivindicações do movimento dizendo que as pessoas tem em sua maior parte bandeiras nacionalistas. Em segundo lugar, cabe ressaltar que um dos principais partidos de oposição e representante das declarações atuais é o Partido da Frente Popular Bielorussa (PFPB), descendente da Frente Popular dos anos 90, um partido de direita, adepto da interpretação nacionalista, hostil à Rússia e pró-europeu. O PFPB, a Democracia Cristã, a Frente Jovem e o partido “Pela Liberdade” são parte de um “Bloco pela Independência de Belarus”. Estes movimentos tiveram vários contatos com grupos neofascistas ucranianos, com a Frente Jovem em específico mantendo relações de longa data e tomando parte em marchas em homenagem a colaboradores como Stepan Bandera e Roman Shukeyvich (que na SS Natchigall foi um carrasco dos habitantes e partisans do sul de Belarus) – diga-se, entretanto, que não necessariamente funcionam da mesma forma que as organizações extremistas. Mesmo movimentos que se organizam como ONGs, com aparência de ativismo genérico e recebendo dinheiro de programas para promover a democracia a partir da Lituânia (que por sua vez direciona dinheiro do Departamento de Estado dos Estados Unidos), servem como organizações nacionalistas, como é o caso da ONG BNR100. Em terceiro lugar, podemos olhar para algumas lideranças de oposição presentes no Conselho de Coordenação formado para derrubar Lukashenko. Foi proclamado que o Conselho de Coordenação é composto por “pessoas destacadas, profissionais, verdadeiros bielorrussos”, por aqueles que “representam o povo bielorrusso da melhor maneira, que nestes dias estão escrevendo uma nova página da história bielorrussa”. Olga Kovalkova, peça importante da campanha de Sviatlana Tsikhanouskaya, que já havia listado pessoas do conselho antes dele ser anunciado oficialmente, em sua página do Facebook. Ela mesma é um dos membros. É graduada pela Transparency International School on Integrity e pela Eastern European School of Political Studies (registrada em Kiev, patrocinada pela USAID, National Endowment for Democracy, Open Society Foundation, Rockefeller Foundation, Ministério das Relações Exteriores da Polônia, União Europeia e estruturas da OTAN). Kovalkova é co-presidente da Democracia Cristã Bielorrussa; defende a saída de Belarus da Organização Tratado de Segurança Coletiva (OTSC; Tratado de Takshent), a separação do Estado da União com a Rússia e a retirada do russo da vida pública. O outro co-presidente da DCB, Vitaly Rymashevsky, também está no conselho. Ales Bialiatski, famoso como defensor dos direitos humanos e que foi preso sob acusação de enganar o fisco a respeito da extensão de sua fortuna, também fez parte do movimento nacionalista da Frente Popular de Belarus, do qual foi secretário entre 1996 e 1999 e vice-presidente entre 1999 e 2001. Também é fundador da organização Comunidade Católica Bielorrussa. É presidente do Viasna Human Rights Centre (financiado por Eurasia Foundation, USAID e OpenSociety) e recebeu o prêmio liberdade do Atlantic Council, além de prêmios e financiamentos na Polônia. Sua prisão em 2011 foi baseada em dados financeiros fornecidos por promotores poloneses e lituanos, enquadrado por um artigo de sonegação da lei bielorrussa.
Na hoste dos nacionalistas mais comprometidos representados no Comitê de Coordenação temos também Yuras Gubarevich, fundador do partido “Pela Liberdade”, antes um dos fundadores da “Frente Jovem” e foi durante anos liderança do Partido Popular; uma das grandes lideranças oposicionistas.
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Pavel Belaus é ligado à Frente Jovem, um dos líderes da ONG Hodna e dono da loja de símbolos nacionalistas Symbal. Ele também é ligado ao movimento neofascista ucraniano Pravy Sektor e esteve envolvido na rede de voluntários bielorrussos para a Ucrânia. Andriy Stryzhak, do BNR100, ligado ao Partido da Frente Popular, coordenador da iniciativa BYCOVID19. Participou do Euromaidan, de campanhas de solidariedade com a “Operação Antiterrorista” de Kiev no leste da Ucrânia e de articulação com voluntários bielorrussos. Andrey Egorov promove a integração europeia. Alexander Dobrovolsky, líder liberal ligado ao velho eixo de aliados de Boris Yeltsin no parlamento soviético, é pró-ocidente. Sergei Chaly trabalhou em campanhas de Lukashenko no passado, é um especialista do mundo financeiro, ligado a oposição liberal russa e pro ocidente. Sim, também existem elementos de esquerda liberal ligados ao Partido Social Democrata de Belarus (Hromada), uma dissidência do PSD oficial, que é a favor da adesão à União Europeia e da OTAN. Dito isso, não falamos o suficiente da influência nacionalista. Tomemos por exemplo o grupo Charter 97, apoiado pelo ocidente, principalmente pela Radio Free Europe, que se estiliza como um movimento demo-liberal. Dão espaço para a Frente Jovem, onde naturalmente seu líder pode chamar os bielorrussos que combatem na Ucrânia de “heróis” pois combatem a “horda” (se referindo a Rússia da mesma maneira que o Pravy Sektor). Voluntários bielorrussos combateram ao lado de unidades do Pravy Sektor e do Batalhão Azov. Durante as manifestações, o Charter 97 publicou, no dia 15 de agosto, um texto comemorando o “Milagre sobre o Vistula: no dia 15 de agosto o exército polonês salvou a Europa dos bolcheviques” e “Dez Vitórias de Belarus”, em que a Rússia é retratada como “inimigo secular” dos bielorrussos. Ações de ocupação de poloneses contra a Rússia são celebradas como “vitórias bielorrussas”. É importante também observar o papel que padres católicos vêm cumprindo nas manifestações, inclusive se colocando à frente de algumas delas. O bispo católico Oleg Butkevich questionou as eleições no dia 12 de agosto. Pelo menos em Lida, em Vitebetsk, Maladzyechna e em Polotsk, clérigos organizaram manifestações. Em Minsk, tomou parte o secretário de imprensa da Conferência de Bispos de Belarus, Yury Sanko. Em Polotsk, sobre a justificativa de ser uma procissão, o padre Vyacheslav Barok falou do momento político como uma “luta do bem contra o mal”. É claro que padres católicos podem participar de movimentos políticos de massa, eles também são parte da sociedade, mas este dado não deixa de ter uma significação política específica, visto que os radicais do nacionalismo bielorrusso se organizam no seio da comunidade católica. Ao mesmo tempo, isso gera ansiedade em um “outro lado”, no que seria um lado “pró-russo”, não só por conta de conspirações sobre “catolicização” do país, mas por ter visto na experiência ucraniana a associação de clérigos do catolicismo grego a neofascistas e eventualmente o Estado bancando uma ofensiva contra a Igreja Ortodoxa russa, o que inclui tomada de terras e expropriação de templos. O mesmo problema está ocorrendo neste ano com os ortodoxos sérvios em Montenegro; existem dois precedentes recentes no mundo religioso cristão ortodoxo que podem servir para uma mobilização contra as manifestações.

Programa de oposição: em busca do elo perdido

A candidatura de Tikhanovskaya não tinha um programa muito claro fora a oposição a Lukashenko. Porém, um programa de plataforma comum da oposição, envolvendo o Partido da Frente Popular, o Partido Verde, o Hramada, a Democracia Cristã e o “Pela Liberdade” chegou a ser formulado em uma “iniciativa civil” envolvendo estes partidos e ONGs que estava no site ZaBelarus. Depois, parte deste programa foi transferido para o portal ReformBy. Quando o programa passou a ser exposto no contexto das manifestações (por volta do dia 16), a oposição tirou o site do ar, mas ele ainda pode ser acessado com a ferramenta Wayback Machine. O programa quer anular todas as reformas e referendos desde 1994, retornando à Constituição daquele ano (e conforme escrita pelo Soviete Supremo). Se compromete a retirar da língua russa seus status oficial, além de substituir a atual bandeira por uma vermelho e branca. Existe uma proposta de reforma total de todas as instituições: bancárias, centrais, locais, judiciais, policiais, militares.
O programa também tem uma sessão dedicada à previdência, criticando o sistema de repartição solidária de Belarus como “falido” e responsável por uma “alta carga tributária sobre os negócios”. Propõem “simplificação”, “desburocratização” e “alfabetização financeira da população” para que esta assuma sua parcela de responsabilidade pela aposentadoria. O sistema seria “insustentável” no ano de 2050 por razões demográficas. Também criticam o “monopólio” da previdência pública, “sem alternativas no mercado”. A proposta oposicionista é de contas individuais de pensão com contribuição obrigatória, mas sem eliminar o sistema solidário, tornando o sistema “baseado em dois pilares”; elevar a idade de aposentadoria das mulheres (57) para igual a dos homens (62); “desburocratização” através da eliminação e fusão de órgãos públicos de seguridade social; eliminar diversos tipos de benefício e igualar os valores para todos os cidadãos (independente da ocupação). Essas propostas previdenciárias em específico são assinadas por Olga Kovalkova. Na seção de economia, o programa fala de um “problema do emprego” criticando as empresas estatais e demandando flexibilização da legislação, “incentivos para os investidores”, “uma política macroeconômica de alta qualidade, i.e. inflação baixa, política fiscal disciplinada, escopo amplo para a iniciativa privada”; “o mercado de trabalho é super-regulado”, diz o documento. “Melhorar o ambiente de negócios e o clima de investimentos”, “tomar todas as medidas necessárias para atrair corporações transnacionais”, “privatização em larga escala”, “criação de um mercado de terras pleno”, “desburocratização e desmonopolização da economia”, “adoção das normas básicas de mercado e padrão de mercadorias da União Europeia”, enumera o programa dentre as diversas propostas, que incluem privatização de serviços públicos e criação de um mercado de moradia competitivo. Até aqui, com exceção da referência à língua russa, estamos falando mais de neoliberais do que nacionalistas propriamente. Podemos dizer também que pontos como adoção de padrões europeus e reformas econômicas influenciam a questão geopolítica. Ainda assim, boa parte dessas reformas econômicas também são defendidas por Viktor Barbaryka, empresário bielorrusso que era tido como principal candidato de oposição a Lukashenko que está preso por crimes financeiros; Barbaryka é considerado um “amigo do Kremlin”, pró-russo. Existe uma seção perdida, a seção de “Reforma da Segurança Nacional”. Na primeira semana de protestos, surgiu na rede uma suposta reprodução do conteúdo dessa seção¹. O conteúdo é uma análise ocidentalista que enquadra o Kremlin como uma ameaça, propondo a saída do Tratado de Takshent, da União com a Rússia e medidas para fortalecer o país com “educação patriótica”. Muitos temas que já foram vistos na Ucrânia, com a identificação do Kremlin como uma ameaça tendo como consequência a proposição de medidas contra “agentes do Kremlin” dentro do país, na mídia e na sociedade civil (e, dentre elas, uma proposta de “bielorrussificação” das igrejas). Tão logo isso passou a ser denunciado na primeira semana depois das eleições, o site inteiro foi tirado do ar. A oposição, tendo entrado em um confronto prolongado que pelo visto não esperava (contando com a queda rápida de Lukashenko) sabe que esse tipo de coisa favorece o governo e cria um campo favorável para ele, por isso agora tentam se dissociar, falando deste programa como produto de uma iniciativa privada, apesar de ser uma articulação política envolvendo líderes da oposição. Tanto seus elementos de reforma econômica combinam com o que diziam políticos de oposição liberal em junho, como as supostas posições geopolíticas casam com os nacionalistas que tomam parte da coalizão (e na verdade, é um tanto óbvio que pelo menos uma parte considerável dos liberais é pró-OTAN). No mesmo dia que tal documento foi exposto na mídia estatal bielorrussa – e mais tarde, comentado por Lukashenko em reunião do Comitê Nacional de Defesa – o Conselho de Coordenação declarou oficialmente que desejam cooperar com “todos os parceiros, incluindo a Federação Russa”. Desinformação? Por mais provocativas que sejam as posições do suposto trecho do programa, é fundamentalmente o discurso normal de nacionalistas e liberais atlantistas em Belarus; agora que os dados foram lançados, é natural que a direção oposicionista que não reconhece os resultados das eleições procure se desvencilhar desses posicionamentos estranhos aos seu objetivo mais imediato, que é derrubar Lukashenko.² Ainda que os manifestantes possam ter motivações diversas, a situação atual está longe de ser livre do peso da geopolítica e das narrativas históricas que sustentam o caminhar de um país.
Notas:¹ – Procurando o trecho em russo no Google com um intervalo de tempo entre o primeiro dia de janeiro de 2020 até o primeiro dia de agosto (isto é, antes disso virar uma febre na rede russa), o próprio mecanismo de pesquisa oferece uma página do “Za Belarus” que contém o trecho, mas com um link quebrado – sinal de que há algum registro no cache do Google. A data é dia 25 de junho.
² – O Partido da Frente Popular da Bielorrússia acusou Lukashenko de “fake news” ao divulgar o que seria o seu programa como se fosse de Tikhanovskaya, tratando as medidas como “inevitáveis para Belarus” porém “fora de questão” no momento. O programa, naturalmente, é marcado pela retórica nacionalista e defende adesão de Belarus na OTAN, mas não usa o mesmo palavreado. Da mesma forma o programa do PFPB também tem princípios liberais-conservadores na economia.
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2020.08.27 02:04 menem95 Análisis The Walt Disney Company (NYSE:DIS)

Hola! Hace un par de semanas compartí una breve investigación que había hecho sobre American Airlines (NASDAQ:AAL) que fue relativamente bien recibida. Ahora comparto esta que hice sobre Disney (NYSE:DIS), quizás a alguien le sirva. Por supuesto recibo criticas, sugerencias, puteadas, etc.
-Link análisis AAL: https://www.reddit.com/merval/comments/i7eh5d/an%C3%A1lisis_american_airlines_nasdaqaal/

The Walt Disney Company (DIS)

The Walt Disney Company (NYSE:DIS) es una compañía multinacional estadounidense dedicada principalmente a los medios de comunicación masivos y a la industria del entretenimiento. Su sede está en Burbank, California, EEUU. La compañía cotiza bajo el ticker DIS, en Nueva York, a un precio de US$ 127,44 al 23/8/2020. Goza de un tamaño prominente, teniendo 223 mil empleados y una capitalización de mercado de 230.292M de dólares. Disney integra el índice Dow Jones Industrial Average (DJIA) desde 1991, y también integra el S&P 100 y el S&P 500.
Evaluando más en detalle el desempeño de la acción, la acción cotiza US$ 127,44 al 23/8/2020. Hace aproximadamente un año, el 26/8/2019 la acción cotizaba a US$ 137,26 lo que representa una caída aproximada del 7,15% anual (TTM). La caída es mas pronunciada YTD, Disney cotizaba US$ 148,2 a principios de año, por lo que al día de hoy la caída seria del 14%. No obstante, la acción a recuperado bastante valor después de la caída pronunciada que sufrió en Febrero-Marzo, llegando a cerrar a US$ 85,76 el 23/3/20 (habiendo subido un 48% desde entonces). Es para destacar que desde dicha caída se vio un significativo incremento en el volumen operado del papel. Mirando brevemente las medias móviles, vemos que la cotización actual esta por encima del promedio de 30 días (US$ 122,73), del de 90 días (US$ 115,98) y de 200 días (US$ 124,12). Con respecto al mercado, al 25/8, desde comienzo de año Disney se desempeñó por debajo del S&P 500 (5,7%), y del DJIA (-2,15%), con desempeño de -12,42% YTD.[1]
La compañía fue fundada en 1923 por los hermanos Walt y Roy Disney. A lo largo de su historia, Disney se consolidó como líder en la industria de animación estadounidense y luego diversificó sus negocios dedicándose a la producción de películas live-action, televisión y parques temáticos. A partir de 1980 Disney creo y adquirió diversas divisiones corporativas, para penetrar en mercados que fueran mas allá de sus marcas insignia orientadas a productos familiares.
Disney es conocida por su división de estudios cinematográficos (The Walt Disney Studios), que incluye Walt Disney Pictures, Walt Disney Animation Studios, Pixar, Marvel Studios, Lucasfilm, 20th Century Studios, Searchlight Pictures y Blue Sky Studios. Otras unidades y segmentos de la compañía son Disney Media Networks; Disney Parks, Experiences and Products y Walt Disney Direct-to-Consumer & International. A través de estas unidades, Disney posee y opera canales de televisión como ABC, Disney Channel, ESPN, Freeform, FX y National Geographic, así como también venta de publicidad, merchandising y música. También tiene divisiones de producción teatral (Disney Theatrical Group) y posee un grupo de 14 parques temáticos alrededor del mundo.
Es evidente la complejidad de las operaciones de Disney, por lo que vale la pena ir un poco mas a fondo en la composición de los segmentos operativos de Disney, en base al reporte anual de 2019 (mas representativo que el ultimo reporte trimestral en medio de la pandemia), donde encontramos cuatro segmentos relevantes. El primer segmento, denominado “Media Networks”, compuesto principalmente por los canales domésticos de TV, este segmento generó 24.827M US$ de ingresos en 2019 (un 34,7% del total). El segundo segmento es el de “Parks, Experiences and Products”, compuesto por los parques temáticos, resorts y cruceros de las compañías, así como también de las licencias de los nombres, personajes y marcas de la compañía y de los productos de merchandising propios, este segmento reportó 26.225M US$ de ingresos en 2019 (un 36,66% del total, el segmento mas relevante de la compañía). El tercer segmento, es el de “Studio Entertainment” que contiene las operaciones de producción de películas, música y obras de teatro, así como también los servicios de post-produccion. Este segmento reportó 11.127M US$ (un 15,55% del total). El ultimo segmento, quizás el mas interesante es “Direct-to-Consumer & International”, donde además de contener las operaciones internacionales de TV y servicios de distribución de contenido digital como apps y paginas web, se incluyen las unidades de servicios de streaming de Disney, compuestas principalmente por Hulu, ESPN+ y Disney+. Este sector reporto ingresos por 9.349M US$ (un 13,07%, enorme incremento respecto del 5,6% que reportó en 2018).
Respecto a la distribución territorial de las operaciones, es notorio el bagaje del mercado doméstico (EEUU y Canadá) donde concentraron en 2019 el 72,6% de las operaciones. Vale destacar también que hubo un incremento significativo interanual de las operaciones en los mercados de Asia-Pacífico (del 9,3% al 11,2%) y en Latinoamérica y otros mercados (del 3,09% al 4,61%).
En lo que respecta a la política de dividendos de la compañía, encontré registros de pago constante de dividendos desde al menos 1989. El ultimo dividendo fue el 13/12, habiendo pagado $0,88 y arrojando un dividend yield anual de 1,2%. La compañía decidió omitir el dividendo semestral correspondiente al primer semestre de 2020 por la pandemia del COVID-19.[2]
Evaluando un poco la posición financiera de la empresa, a junio de 2020, según el balance presentado, Disney tenia activos corrientes por 41.330M US$ y pasivos corrientes por 30.917M US$, lo que resulta en un working capital (activos corrientes netos, activos corrientes menos pasivos corrientes) de 10.413 US$. El working capital entonces representa el 33,68% de los pasivos corrientes (Con lo cual, el current ratio es de 1,34 apreciándose una mejoría respecto del 0,9 reportado en septiembre 2019). En relación con la deuda de largo plazo, la podemos estimar en 70.052M US$ (borrowings + other long-term liabilities), dado que en septiembre 2019 la cifra era de 51.889M US$, vemos que sufrió un aumento considerable (en el orden del 35%).
Respecto a los flujos de efectivo de Disney, vemos que en lo que va del año fiscal (septiembre 2019-junio 2020) Disney reportó flujo de efectivo por operaciones por 5949M US$, casi lo mismo que reportó para todo el año fiscal 2019 (5984M US$). Viendo la evolución de 10 años del CF de operaciones:

Año (sept-sept) 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
CF de operaciones (mill. USD) 6578 6994 7966 9452 9780 11385 13136 12343 14295 5984
Dif. Anual % 6,32 13,9 18,65 3,47 16,41 15,38 -6,04 15,81 -58,14
Viendo la evolución en 10 años del flujo de efectivo de operaciones, vemos que en 2019 hubo una drástica reversión de la tendencia al alza que se venia reportando (con un 58,14% de caída interanual). Esto se debe en parte a la política de adquisiciones de la empresa, que vemos reflejado en el flujo de efectivo por inversiones, equivalente en 2019 a -15.096M US$ (muy por encima del promedio de 2010-2018, equivalente a -4179,4M US$).
En lo relativo a las ganancias de la compañía, para el Q2 2020[3] Disney reportó pérdidas por 4721M US$ (contra una ganancia de 1760M US$ para el Q2 2019). La situación se atenúa considerando las cifras para los últimos nueve meses (Q4 2019-Q2 2020), donde Disney totalizó perdidas por 1813M US$. No obstante, la situación del COVID-19 distorsiona nuestro análisis a largo plazo, por lo que para analizar la evolución interanual desde los últimos 10 años, utilizare los datos de los reportes anuales (datando el ultimo de septiembre 2019).

Año (sept-sept) 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
Net Income (mill. USD) 3963 4807 5682 6136 7501 8382 9391 8980 12598 11054
Dif. Anual % 21,3 18,2 7,99 22,25 11,75 12,04 -4,38 40,29 -12,26
Como se puede ver en el cuadro, pese al revés sufrido por las obvias complicaciones de la pandemia, el historial de ganancias de Disney es sólido. La compañía tuvo en los últimos 10 años, 2 años de contracción en las ganancias (2017 y 2019), pero en términos generales, las ganancias crecieron a una tasa promedio del 13,02% los últimos 10 años. Para evaluar el crecimiento general estos 10 años, si tomamos el promedio de los primeros 3 años (2010-2012) y el promedio de los últimos 3 (2017-2019), las ganancias de Disney crecieron un 125,8%.
Mirando un poco de ratios, analizaré el EPS (Earnings Per Share) de la acción. Para el Q2 2020, Disney presentó un EPS negativo, de -2,61, contra un 0,98 obtenido en el Q2 2019. Refiriéndonos al desempeño pre-pandemia, el EPS promedio anual de los últimos 5 años fue de 6,3 y el ultimo EPS anual reportado (septiembre 2019) estaba ligeramente por encima, alrededor de 6,68.[4] En lo respectivo al Price/Earning, el P/E (TTM) al valor de la acción del 23/8 es de -208,9. No obstante, si eliminamos la distorsión producto de la pandemia, calculando las ganancias promedio de los últimos 3 años (de acuerdo con los reportes anuales), es de 18,38, lo cual es un valor aceptable dada la coyuntura de los últimos años. En lo que respecta al Price-To-Book (P/B) ratio, el book value a junio 2020, es de 50, por lo que el P/B (siempre al precio del 23/8) es de 2,54, un valor razonable dados los promedios de los sectores en los que Disney tiene incidencia.[5] El ultimo ratio a analizar es Price/Assets (P/E*P/B) que, (usando P/E con promedio de las ganancias de los últimos 3 años) arroja un valor de 46,68.
Sobre el soporte institucional de la compañía, Disney tiene un apoyo considerable, calculado en el 66,42% del flotante en manos de instituciones. Los tenedores líderes son Vanguard con el 8,22%; BlackRock (NYSE:BLK) con el 6,32% y State Street Corporation (NYSE:STT) con el 4,19%. Otros tenedores significantes (1-2%) son Bank of America (NYSE:BAC), MorganStanley (NYSE:MS) y Bank of New York Mellon (NYSE:BK).[6]
En lo respectivo al management de Disney, la primera consideración importante es respecto al legendario CEO de la compañía, Robert “Bob” Iger, quien, en febrero de este año, después de posponerlo por años, decidió dar un paso al costado como CEO de la compañía, dejando a cargo al director del segmento de Parques y Resorts, Bob Chapek. Esto duró poco, y en abril Iger volvió a tomar las riendas de la compañía.[7] No obstante, es altamente probable que, una vez estabilizado el panorama Iger retome su frustrado plan de dar un paso al costado.[8] En lo relativo a la compensación, Iger cobró 47.525.560 US$, los executive officers una remuneración promedio de 11.319.422 US$ y el empleado promedio de Disney cobró 52.184 US$.[9]
Una cosa que llama la atención del balance de Disney (septiembre 2019), es el incremento notorio del goodwill (de 31.269M US$ a 80.293M US$, un aumento del 157%). No obstante, este incremento puede deberse a la política de fusiones y adquisiciones de la compañía. Disney viene llevando en los últimos años una política de adquisiciones relativamente agresiva, ideada por el CEO Bob Iger, de las cuales podemos destacar 4 o 5 operaciones clave, la primera de ellas fue la adquisición de Pixar, la famosa empresa de animación que había despegado bajo la conducción de Steve Jobs y Ed Catmull, en 2006 por 7,4MM US$ (de esa adquisición se beneficiaron sacando películas muy exitosas como Up, Wall-E, Ratatouille, Toy Story 3, etc.). Otra adquisición clave, fue la compra de Marvel en 2009 por 4MM US$ (La última de sus películas Avengers: Endgame, la más taquillera de la historia de Disney, vendió entradas por 3MM US$). En 2012, Disney compró Lucasfilm (histórica productora de Star Wars), por 4,05MM US$, y posteriormente anunció una muy lucrativa tercera trilogía de Star Wars. Por último, en marzo de 2019, Disney concretó la adquisición de 2oth Century Fox, en marzo de 2019, por la extraordinaria cifra de 73MM US$, sus resultados aún están por verse.[10]
Analizar la competencia de Disney es algo trabajoso, dado la variedad de sectores en los que se involucra y la falta de compañías que abarquen tantos sectores como Disney. Considero que la compañía que más se aproxima en cuanto a sus operaciones y al volumen de las mismas es Comcast (NASDAQ:CMSCA), si bien Disney compite con numerosas empresas en numerosos sectores, como podrían ser, por ejemplo Cedar Fair (NYSE:FUN) o Six Flags (NYSE:SIX) en el negocio de los parques temáticos; ViacomCBS (NYSE:VIAC) o Discovery Communications (NASDAQ:DISCA) en el negocio mediático; así como Netflix (NASDAQ:NFLX) o Amazon (NASDAQ:AMZN) en el negocio del streaming, sobre los cuales hablare más adelante. También compite con segmentos de negocios de conglomerados grandes como Sony (NYSE: SNE) o AT&T (NYSE:T).
Observando a Comcast, el acérrimo rival, vemos que la capitalización bursátil es similar, siendo de 198.301M US$ para Comcast y de 234.538M US$ para Disney, así como los empleados, teniendo 190.000 (CMCSA) y 236.000 (DISN). El desempeño de ambas acciones es parejo, en términos generales Comcast tuvo mejor performance, sobre todo YTD (-3,47% contra -10,26%). En los márgenes y ratios también gana Comcast, supera ampliamente en gross margin (TTM) a Disney, con 56,78% contra 27,95% y en net margin (TTM) con 10,91% frente a un pobre -1,91%. El EPS (TTM) da 2,53 para Comcast contra -0,6 para Disney. Consecuentemente, Comcast pudo mantener un P/E positivo de 17,56.
Si bien los números parecen positivos en la comparación para el lado de Comcast, me parece relevante destacar que lo mismo que fue su mayor ventaja comparativa (la composición de sus segmentos operativos), puede ser lo que la haga perder en la comparación a futuro, dada la absoluta supremacía que tiene la operatoria relacionada con la televisión, así como la falta de un segmento de negocios dedicado al streaming de video (sobre el cual también me referiré mas adelante).[11]
Para analizar el futuro, creo que es relevante hacer unas breves conclusiones sobre la actualidad. En primer lugar, los segmentos operativos mas afectados fueron el segmento de parques temáticos, resorts, etc. y el segmento de los estudios cinematográficos con lo cual los ingresos de Disney este último trimestre quedaron a cargo, principalmente, de los canales de TV (que sufrieron una breve baja del 2%) y de los servicios de streaming.
Empezando por los sectores más afectados, respecto a la producción fílmica (Studio Entertainment), me parece que la situación no es crítica, claramente la situación de la pandemia redujo fuertemente los ingresos del sector (al haberse reducido lógicamente la asistencia a salas de cine). No obstante, el manejo del sector viene siendo exitoso hace años (en los últimos 2 años lanzaron 3 de las 4 películas más taquilleras de la historia de la compañía, Endgame, Infinity War, y el live-action de El Rey León), y no hay indicios de que esto vaya a cambiar en el futuro (hay un esquema de estrenos futuros interesante).[12]
En lo que respecta a los parques, las perspectivas no son tan buenas. La caída para el Q2 2020 fue del 85% en relación al Q2 2019. Es evidente que al haber una cuestión sanitaria de por medio, el turismo va a ser uno de los sectores mas afectados, habiendo sufrido una caída increíble en la primera mitad del año. [13] Actualmente, la actividad comercial de los parques temáticos está empezando a reanudarse, habiendo reabierto las operaciones en Walt Disney World en Florida, y estando a la espera de reabrir Disneyland en California, dada la incertidumbre de la pandemia.[14] No obstante, la recuperación fue peor de lo esperado y a partir de Septiembre Walt Disney World recortará los horarios de sus parques.[15] Asimismo, comparativamente, el desempeño de Universal Studios (propiedad de Comcast), parece ser mejor que el de Disney en esta reapertura.[16] No obstante, es importante destacar el carácter de líder absoluto de Disney en este sector,[17] con una competencia que difícilmente pueda igualar su posición, con lo cual si bien el desempeño en el corto plazo puede ser inferior al de la competencia, es altamente probable que recupere su posición dominante en el mediano-largo plazo.
Es interesante ver, en tercer lugar, el segmento “Media Networks” que consiste principalmente en los canales de TV que Disney posee. Este sector no tuvo una caída significante (solo del 2% para el Q2 2020 en relacion al Q2 2019) en el corto plazo, pero en el largo plazo, es evidente que la tendencia del sector es a desaparecer. Las encuestas y reportes muestran un lento descenso año tras año de la audiencia, tanto de TV en vivo, TV diferida y radio.[18] Con lo cual, a largo plazo, es previsible que este segmento sufra una disminución considerable en su volumen de operaciones.
También es previsible (y así lo reflejan las encuestas), que el reemplazo de la TV tradicional sea protagonizado por los servicios de video streaming (VOD), es decir, por las operaciones del cuarto segmento (Direct-to-Consumer). Disney tiene hoy 3 servicios de streaming, Hulu, ESPN+, y Disney+ (ofrece los tres en un bundle que cuesta US$ 12,99). Como ya dijimos, el incremento de los ingresos por estos servicios durante el FY 2019 fue significante. Veamos la evolución de los subscriptores a estos servicios en lo que va del FY 2020 (es decir, Q4 2019, Q1 2020 y Q2 2020).
Q4 2019 Q1 2020 Q2 2020
Hulu 30,4M 32,1M (+5,6%) 35,5M (+10,6%)
ESPN+ 6,6M 7,9M (+19,7%) 8,5M (+7,6%)
Disney+ 26,5M 33,5M (+26,4%) 57,5M (+71,6%)
Como se puede apreciar, el crecimiento es destacable, sobre todo de Disney+. Yendo producto por producto, cuesta encontrar competidores comparables con ESPN+, con lo cual Disney no tiene mucha competencia. Por su parte Hulu y Disney + son complementarios, la diferencia entre uno y otro radica principalmente en el catálogo (el de Hulu es un poco más ecléctico, el de D+ se centra principalmente en contenidos de marcas propias de Disney), así como también pequeñas características de Hulu que lo diferencian de otros servicios de streaming (incluyendo una versión alternativa de suscripción que incluye TV en directo). Estos dos servicios si se enfrentan a una feroz competencia, participando de la contienda denominada “streaming war” con gigantes como Netflix o Amazon Prime Video.
En ese orden, mientras Netflix tiene 193 millones de subscriptores,[19] y Amazon ostenta un numero similar o superior (habiendo ganado mas de 100M de subscriptores en un año), [20] Disney tiene solo 93 millones entre Disney+ y Hulu (nada mal, considerando que Disney+ está en su primer año de vida). Mirando hacia adelante es posible que el servicio que ofrece Disney expanda su base de subscriptores, así como también es muy probable que la competencia se recrudezca (incluyendo la incidencia de otros servicios como Apple TV+). En ese contexto, el principal motivo para pensar que Disney podría ganar la “guerra” los próximos años podría ser el amplísimo catálogo de licencias de personajes, series, y películas que posee el conglomerado (Star Wars, Los Simpson, Marvel y todos sus superhéroes, por solo mencionar algunos), que podrían tener muchísimo mas peso que las producciones originales de sus competidores. Por otro lado, el servicio de Amazon, por ejemplo, resulta mas atractivo en cuanto a pricing, porque le es ofrecido como un beneficio a todos los que cuentan con una subscripción de Amazon Prime)
A forma de conclusión, es difícil imaginar un futuro adverso a largo plazo para Disney. Sin embargo, su desempeño en el corto-mediano plazo dependerá de varios factores (quizás valga la pena analizar Comcast para el corto-mediano plazo, para el largo parece ser una desventaja fatal el hecho de que no estén compitiendo fuerte en la guerra por el streaming), en mi opinión, principalmente de la reactivación del turismo (tanto domestico como internacional) así como del desempeño de sus servicios de streaming (y el desempeño de sus competidores).
Fuentes
-Forms 10-K y 10-Q, principalmente los últimos, toda la información esta en https://thewaltdisneycompany.com/investor-relations/
-Yahoo! Finance: https://finance.yahoo.com/quote/DIS?p=DIS
-Otras fuentes, especificadas en los footnotes

[1] Datos en base a gráficos de https://www.tradingview.com/chart/
[2] Datos de https://www.macrotrends.net/stocks/charts/DIS/disney/dividend-yield-history y https://www.nasdaq.com/market-activity/stocks/dis/dividend-history
[3] El año fiscal de Disney comienza en septiembre, por lo que los reportes de ellos (y el orden de los trimestres del año fiscal) se presentan en consecuencia. No obstante, cada vez que me refiera a un determinado trimestre o quarter, lo hago en base al año calendario.
[4] En base a datos de los filings ante la SEC y de https://www.macrotrends.net/stocks/charts/DIS/disney/shares-outstanding
[5] En base a una comparación con datos de https://siblisresearch.com/data/price-to-book-secto
[6] Información de https://finance.yahoo.com/quote/DIS/holders?p=DIS
[7] Información de https://www.nytimes.com/2020/04/12/business/media/disney-ceo-coronavirus.html
[8] Si se quiere mas insight sobre Bob Iger, es recomendable la biografía de Steve Jobs que hizo Walter Isaacson
[9] Datos del proxy statement de 2020 https://otp.tools.investis.com/clients/us/the_walt_disney_company/SEC/sec-show.aspx?FilingId=13852150&Cik=0001744489&Type=PDF&hasPdf=1
[10] Ver https://www.cnbc.com/2019/08/06/bob-iger-forever-changed-disney-with-4-key-acquisitions.html , https://money.cnn.com/2006/01/24/news/companies/disney_pixar_deal/ , https://money.cnn.com/2009/08/31/news/companies/disney_marvel/ , https://www.bbc.com/news/business-20146942 , https://www.the-numbers.com/box-office-records/worldwide/all-movies/theatrical-distributors/walt-disney entre otros
[11] Comparaciones con el screener de TradingView: https://www.tradingview.com/screene
[12] Ver https://editorial.rottentomatoes.com/article/upcoming-disney-movies/
[13]Estadísticas del sector en: https://tradingeconomics.com/united-states/tourist-arrivals
[14] Ver https://www.usatoday.com/story/travel/experience/america/theme-parks/2020/08/10/disneyland-california-theme-parks-left-limbo-covid-19-surge/3319886001/
[15] Ver https://deadline.com/2020/08/walt-disney-world-cut-hours-september-1203008260/
[16] Ver https://www.foxbusiness.com/lifestyle/universal-sees-more-visitors-than-disney-amid-coronavirus-report
[17] Ver https://www.forbes.com/sites/niallmccarthy/2019/05/23/the-worlds-most-popular-theme-parks-in-2018-infographic/#7c2354e577ac , https://edition.cnn.com/travel/article/most-popular-theme-parks-world-2018/index.html , https://www.teaconnect.org/images/files/TEA_268_653730_180517.pdf
[18] Ver https://www.nielsen.com/us/en/insights/report/2020/the-nielsen-total-audience-report-august-2020/
[19] Form 10-Q Q2 2020 Netflix: https://d18rn0p25nwr6d.cloudfront.net/CIK-0001065280/bcff7d52-7a7d-4e0c-8265-4b6860929fb1.pdf
[20] Ver https://www.forbes.com/sites/petercsathy/2020/01/31/amazon-prime-video-the-quiet-ominous-streaming-force/#6abbe5e41f1a
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2020.08.26 15:02 HanSolo100 A teia do Benfica

A TEIA DO BENFICA
Sobre a rede de interesses e de influências que gravita em torno do nosso Clube e estrangula o desenvolvimento do Sport Lisboa e Benfica
“O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam.” — Arnold Toynbee
A citação acima relembra que todos, enquanto Benfiquistas, temos as nossas responsabilidades e não devemos deixá-las para outros sob qualquer pretexto. Esta lembrança torna-se ainda mais importante quando em causa está o nosso maior amor, O Benfica!
As relações de Poder estão por toda a parte, inclusivamente na esfera da nossa vida privada. Neste caso em particular, a esfera do Sport Lisboa e Benfica. Esfera essa que tem vindo a ser corrompida, sobretudo de 94 em diante, até aos dias de hoje em que enfrentamos consequências de vária ordem que colocam em causa todo o potencial deste gigante clube.
PREÂMBULO
No sentido de verificar e validar o que doravante apresentaremos, contactámos um historiador, Benfiquista insuspeito, salvo-conduto da nossa história e dos nossos valores que, confrontado com os dados inicialmente lançados para cima da mesa, nos disse, ipsis verbis, o seguinte:
ü - “tudo começou com a primeira máfia do futebol português, pois eles funcionam como a máfia, adiantavam dinheiro para manter os clubes presos, e essas pessoas, de que falamos, foram agentes ao serviço dessa máfia do norte, dos direitos televisivos (…) foi aí que tudo começou”, disse, referindo-se à Controlinveste, grupo empresarial dos irmãos Oliveira (António e Joaquim), proprietários da Olivedesportos.
Quer isto dizer que, nas últimas décadas de vida do nosso Clube, o revisionismo histórico tem sido um instrumento useiro e vezeiro e que a narrativa que nos tem sido vendida, afinal, é um logro que nos impede de ter uma percepção da realidade que nos permita defender o Clube e traçar-lhe o destino que é seu e que Lhe tem sido negado.
Esta investigação teve como mote o almoço anual onde participam algumas figuras que iremos abordar mais adiante. Coube, este ano, a Francisco Cortez organizar o que decorreu no passado dia 18 de julho de 2020, em Coruche. Sabidos os nomes que nele estiveram presentes, tocaram os alarmes e, ao juntar as pontas de um intricado novelo, ficou patente um elitista almoço, contrário à génese do que é o Benfica, e cujos participantes têm para si a assunção de direitos-naturais sobre o Benfica e, claro está, o seu controlo.
Antes deste evento ter lugar, assistimos à criação de uma elevada expectativa, para um messias que estaria para chegar. Propositada e estrategicamente posta em prática, a preparação para a entrada em cena de João N. Lopes foi durante semanas acompanhada de soundbytes como “fortíssima base de apoio, num projeto imponente”, nos termos de Adão e Silva, e teve como palco, como seria de esperar e com bastante tempo de antena, a Sporttv+.
Foi desta forma que, naquele espaço televisivo, foi continuada e reiteradamente anunciada, permeio de forte suspense, com pompa e circunstância a chegada de um presumível predestinado a assumir os destinos e a presidência do Benfica. A Sporttv +, de Joaquim Oliveira, não olhou a meios e disponibilizou, semanalmente, amplo tempo de antena.
Tudo isto, estrategicamente preparado para parecer extraído de um conto de fadas. Toda esta mediatização não mais foi do que uma forma de mascarar um cheiro a bafio que conspurca o Benfica há cerca de 30 anos. Uma história falsa que nos querem impingir, uma versão repetidamente contada, empolada e amplamente romanceada para mascarar a podridão com que nos presenteiam há décadas.
A reboque do almoço elitista, lembremo-nos que o Benfica é, e sempre foi, um Clube de origens populares, que sempre rejeitou as elites e cuja transparência das suas práticas democráticas sempre prevaleceu mesmo em contexto de regime autoritário, de Salazar.
A ORIGEM
Importa, pois, contextualizar todo o processo que adiante exporemos.
Manuel Damásio, o 1.º ensaísta de um Benfica das elites, deixou o Sport Lisboa e Benfica de rastos por meio de uma gestão profunda e reconhecidamente danosa que deixou o Benfica profundamente vulnerável a um homem que se soube aproveitar dessa vulnerabilidade estrutural do Benfica para nele entrar.
João Vale e Azevedo foi o que foi, um engenhoso autocrata. Ainda assim, se mérito há que deve ser reconhecido a João Vale e Azevedo (JVA), foi a coragem deste para ter rompido com a máfia do norte que mantinha o Benfica refém devido aos direitos televisivos, via Olivedesportos. Recorde-se, nesta altura estava-se em pleno processo de revolução e expansão do mercado de transmissão audiovisual de jogos de futebol.
A reação da Olivedesportos ao rasgar do contrato, assinado por Damásio em março de 1996, levado a efeito por JVA, não se fez esperar. Porventura, já precavendo aquilo que anos mais tarde se veio a confirmar, quando o acórdão do Tribunal da Relação veio conferir razão às pretensões do Benfica ao declarar a nulidade do contrato com a Olivedesportos, esta, rapidamente gizou e colocou em prática um meticuloso plano para recuperar e conservar o monopólio dos direitos de transmissão televisiva do 1.º escalão do futebol profissional.
A Olivedesportos foi, nunca é demais recordar, comprovadamente, desde logo, no âmbito das escutas do processo "Apito Dourado”, a cabeça e principal braço de uma organização criminosa que dominou o futebol português durante décadas com recurso a esquemas de corrupção altamente elaborados e enraizados nas estruturas de poder do futebol português.
É então que a família Oliveira, com recurso ao auxílio de meia dúzia dos mais argutos agentes ao seu serviço, resolve lançar uma ofensiva muito bem planeada para recuperar a influência sobre o Benfica, Clube sem o qual perderia o monopólio dos direitos televisivos, bem como o exercício de domínio total do futebol nacional e das respectivas estruturas de decisão.
Os mais destacados agentes escolhidos pela família Oliveira para materializar o insidioso plano, meticulosamente desenhado, foram, por diversas e estruturais razões, três pessoas da máxima confiança de Joaquim Oliveira. Tendo sido eles, Luís Filipe Vieira, Luís Seara Cardoso e Tinoco de Faria.
O objectivo primordial passava, pois, por estes recuperarem os direitos de transmissão televisiva das partidas de futebol do Benfica para a Olivedesportos, com quem JVA havia rompido.
Recorde-se que Luís Filipe Vieira e Luís Seara Cardoso tinham histórico de grande proximidade ao poder corrupto do norte. Ainda recordar Tinoco de Faria, representante da RTP/Olivedesportos na disputa com o Benfica sobre direitos televisivos, cuja ética se comprovaria deficitária, mais tarde, no caso do conflito de interesses entre Benfica e TBZ, das quais era simultaneamente representante. Eram os homens indicados para interpretar e materializarem os interesses dos irmãos Oliveira no Benfica.
Acontece que cedo perceberam, juntamente com Vítor Santos e outros nomes que compunham o outro lobby interessado no Poder do Benfica, o lobby do betão, que Luís Filipe Vieira, por variadíssimas razões, não teria capacidade para destronar JVA em eleições, pelo que, em consonância com o lobby do betão, havia que encontrar uma solução de bypass. Isto é, encontrar alguém com mínimos de perfil que anuísse em vencer as eleições, frente a JVA, no ano 2000, para em seguida transmitir o poder ao seu principal homem de confiança, Luís Filipe Vieira.
A solução encontrada para dar início à operacionalização do plano passou, pois, por Manuel Vilarinho. Ele que já havia estado no Benfica como diretor financeiro da desastrosa direção presidida por Manuel Damásio e que se predispunha, de resto, como o próprio já assumiu publicamente, a assumir as expensas de derrotar JVA, para, uma vez conquistado o poder no Benfica, em seguida transmiti-lo a Luís Filipe Vieira.
E assim foi. Em, simultaneamente, boa hora por um lado, e má hora por outro lado, Manuel Vilarinho derrota JVA com recurso a um discurso profundamente populista, à geração de imensas e falsas expectativas junto dos associados, com recurso à promessa fácil de trazer Mário Jardel que ficou, no entanto, por cumprir integralmente.
Foi, ainda assim, e para o que para eles verdadeiramente importava, eficaz, e escancarou as portas a quem sempre obedeceu, tendo levado para dentro do Benfica, precisamente, quem estava previsto levar com ele. Recorde-se, Luís Seara Cardoso e Tinoco de Faria.
LFV, esse, entrou meses mais tarde, tendo aproveitado esse hiato para resolver algumas pendências e lançar as bases para outras dependências estruturais, após a sua entrada, como se verificou, nomeadamente, com o corredor de transferências entre o Alverca e o Benfica, e vice-versa. A fazer lembrar o protocolo de parceria que havia assinado com Damásio quando ainda era dirigente do Alverca, mas a um nível completamente diferente e lesivo para o Benfica.
Mas sobre LFV já muito foi dito e escrito, cabendo agora ao julgo popular e das autoridades avaliar tudo aquilo que foi feito. Ao dia de hoje, só se deixam enganar os atingidos por uma profunda cegueira, que confunde Vieirismo com Benfiquismo, pelo que, passemos, portanto, a elencar e desmistificar aquilo que aqui nos traz.
Em outubro de 2000, Manuel Vilarinho vence as eleições e herda um Benfica que tinha rasgado o contrato com a Olivedesportos e outro, financeiramente muito mais vantajoso, deixado acordado com a SIC, por JVA.
É então que Manuel Vilarinho, Luís Seara Cardoso, este umbilicalmente ligado ao poder corrupto, e Tinoco de Faria, resolvem, por assim dizer, devolver os direitos de transmissão televisiva dos jogos do Benfica à Olivedesportos, não obstante o acórdão do Tribunal da Relação, entretanto, ter vindo dar provimento às pretensões do Benfica na quebra unilateral de contrato com a Olivedesportos, levada a efeito por JVA.
O Benfica, recorde-se, vivia uma penúria financeira sem precedentes, JVA havia negociado um contrato financeiramente muito mais vantajoso com a SIC e, estes senhores, agentes ao serviço do poder-corrupto, resolvem devolver os direitos à Olivedesportos servindo-lhos numa autêntica salva de prata.
As questões que ficam por colocar, entre muitas outras, são:
  1. Uma vez que o Tribunal decidiu em favor das pretensões do Benfica, dando-nos razão no diferendo que nos opunha aos interesses dos Oliveira, por que razão a Direcção do Benfica não aproveitou o momento e o enquadramento legal favorável para negociar um novo contrato?
  2. Que razões presidiram à decisão de não promover novas negociações ou um concurso entre os demais agentes presentes no mercado televisivo e, considerando a dificílima conjuntura financeira do Benfica, à data, porque não consideraram entregar os direitos de transmissão televisiva à proposta financeiramente mais alta?
  3. Estando a Olivedesportos já amplamente identificada no seio do universo benfiquista como o “ grande inimigo”, que nos queria destruir, por que razão se privou o Benfica de outras valências financeiras para enfrentar o futuro, que tão doloroso foi, para se ir entregar assim, sem mais, os direitos de transmissão às mãos do inimigo, à Olivedesportos, sem apelo nem agravo?
  4. Quem foram as partes interessadas neste desfecho?
  5. Quem lucrou com tão danosa e dolosa decisão de gestão?
O Benfica, caras e caros benfiquistas, com terminante certeza, não foi!!
O Benfica foi perturbadora e vilmente prejudicado!!
Resultado?
O Benfica passou pelas maiores amarguras e dificuldades financeiras da sua história a expensas desta decisão, de entregar numa bandeja os direitos televisivos aos irmãos Oliveira. Assim, sem mais, depois do Tribunal ter decidido no sentido que permitia ao Benfica libertar-se do garrote financeiro com que se debatia aviltantemente. Resultado disto, o FC Porto, coincidentemente, conheceu a sua década de maiores conquistas desportivas, nomeadamente, no plano internacional, enquanto se passeava por entre óbvias e concedidas facilidades nas provas domésticas.
OS INTÉRPRETES
Mas… há mais. Muito mais.
Prova disso mesmo são os incontáveis registos fotográficos só possíveis de obter por via da enormíssima vaidade pessoal e tendência para a ostentação nas redes sociais de Luís Seara Cardoso.
Mas, é só isso? - Perguntar-se-ão.
Não, muito longe de ser apenas isso. Não obstante a comprovada intimidade com o poder corrupto em registo fotográfico, assim bem como artigos produzidos que consubstanciam tudo isto. Existem registos oficiais.
Por registos oficiais, entenda-se, registos, por ex., em Diário da República.
E o que nos provam esses registos? Comprovam que coincidentemente com, pelo menos, todo o 1.º mandato de Seara Cardoso como Vice-presidente do Benfica, este mesmo Luís Seara Cardoso partilhou responsabilidades societárias com Adelino Caldeira e Angelino Ferreira, já à data homens do topo da hierarquia do FC Porto, numa sociedade denominada “Clube Imobiliário o Beco, SA”.
https://benficalivre.blogspot.com/2020/08/A-Teia-do-Benfica-1.html
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2020.08.16 07:53 Samus_ Resumen de r/Uruguay - 2020-08-05

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2020-08-04 07:00 - 2020-08-05 07:00
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2020.08.10 23:49 menem95 Análisis American Airlines (NASDAQ:AAL)

Hola, buenas! primero que nada, aclaro que soy medio nuevo en esto (leí varios libros y demás pero no soy ningún especialista). Hace unos días venia leyendo notas de portales y diarios que aconsejaban comprar esta acción, y el hype despertó mi curiosidad, por lo que estos últimos días dedique un rato a hacer mi humilde investigación, para ver que onda. Dejo acá lo que hice, quizás a alguno le sirva. Podrán ver que el approach es puramente análisis fundamental y me base en cosas que aprendí de los libros de Graham y similares, si alguno quiere corregirme cosas (que debe haber varias) o contarme que cosas agregarían a la hora de investigar y analizar empresas estaría muy agradecido.

-American Airlines Inc. (AAL)

American Airlines Group Inc.[1] (conocida como AA o simplemente como “American”) es una corporación basada en Forth Worth TX, EEUU. La acción cotiza bajo el ticker AAL en el NASDAQ a un precio al cierre del 6/8/2020 de $13,04 dólares por acción.
Su principal operación es el transporte aéreo, tanto de personas como de carga. A través tanto de sus aerolíneas propias subsidiarias como de las aerolíneas regionales que operan bajo el nombre de “American Eagle” (tanto propias como 3ros), el Grupo opera un promedio de 6800 vuelos por día a mas de 365 destinos en 61 países. American Airlines tiene un tamaño prominente, es actualmente la aerolínea mas grande del mundo bajo varios parámetros (pasajeros transportados, tamaño de flota etc.). En cuanto a la competencia, en el ámbito doméstico, las rutas son altamente competitivas, aerolíneas como Delta, Frontier, Southwest o United son una fuerte competencia. También compiten con aerolíneas charter y de carga y, sobre todo en segmentos mas cortos transporte terrestre y ferroviario. La competencia de las low cost va in crescendo. Asimismo, AA provee servicio internacional a una variedad de destinos. El grupo tiene una capitalización de mercado de 6632 millones de USD.
Respecto a la posición financiera de la empresa, a junio de 2020, la empresa tiene activos corrientes por 13789M de USD y pasivos corrientes por 18000M de USD (por lo que el current ratio es de 0,766 lo cual representa una mejoría respecto al 0,444 de diciembre 2019). El working capital por lo tanto es negativo, igual a -4211M USD (contra la figura negativa de -10105M de USD para dic-2019). La deuda de largo plazo es de 28698M USD (representando un fuerte incremento contra 21454M USD en dic-2019 y 21179M USD para dic-2018).
Respecto a las ganancias de la compañía. AAL reporto una pérdida de 4308M de USD (1S 2020), contra una ganancia de 847M USD para 1S 2019. Si miramos el historial de ganancias netas de los últimos 10 años, el historial de American Airlines es irregular, tiene 4 años de perdidas (2010-2013), con muy malos prospectos para 2020, no obstante, los últimos 5 años sin contar 2020 (por la situación excepcional del COVID), resultaron en ganancias netas para AA.

Año (ene-dic) 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
Net Income (M USD) -471 -1979 -1876 -1834 2882 7610 2676 1282 1412 1686
Dif. Anual (%) ------- -320,17 5,2 2,24 257,14 264,05 -64,84 -52,09 10,14 19,41

Si evaluamos la evolución y crecimiento de las ganancias en 10 años, teniendo en cuenta el net income promedio de los últimos 3 años y los primeros 3 años, así como el promedio de las acciones circulantes bajo el mismo criterio, el EPS evolucionó un 151% de -6,12 a un EPS de 3,14.[2] No obstante esta evolución se ve truncada por la crisis que atraviesa actualmente la empresa, bajo la cual, actualmente una acción de AAL tiene un EPS de -8,02. Para el Q2 2020 AAL tiene un EPS de -4,82, mientras que para Q2 2019 había tenido un EPS de 0,67. Anualizado el EPS es de para el ultimo año de -8,07 (con pérdidas estimadas en 3461M para el conjunto de S2 2019 y S1 2020).
La caída de la empresa (y de la industria aeronáutica en general), debido a la crisis del COVID-19 este último trimestre es dramática, American tuvo ingresos por transporte de pasajeros de 11.011M USD en el Q2 2019, que se redujeron a la exigua cifra de 1.108M USD en el Q2 2020, una caída del 90%. En transporte de carga la caída fue inferior (del 41%) pero su incidencia es mínima, ya que paso de 221M USD a 130.
Evaluando un poco mas la fuerza financiera de la empresa, y nos referimos al flujo de efectivo proveniente de operaciones, encontramos que AAL recibió 2295M en el 1S 2020, contra 2335 en 1S 2019 (-1.7%). Evaluando la evolución en 10 años de este parámetro:

Año (ene-dic) 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019
CF de Operaciones (Mill. USD) 1241 743 1285 675 3080 6249 6524 4744 3533 3815
Dif. Anual (%) ------- -40,13 72,95 -47,47 356,3 102,89 4,4 -27,28 -25,53 7,98
Podemos ver en el cuadro que el cash Flow de operaciones evoluciono de forma irregular, si bien se observa un crecimiento sustancial en los últimos años en relación a los primeros. Respecto a la estructura de capital de la empresa, el total capital (deuda de largo plazo + total shareholder equity), al 30 de junio, este valor se encontraba en el orden de los 25529M USD (reportaron stockholder equity negativo por 3169 M de dólares), por lo que la deuda de largo plazo resulta el 112% del total capital. Para peor, hasta 15.134M de la deuda (54%) puede estar sujeta a tasas variables.
Respecto a la política de dividendos, hay registro de pagos constantes de un dividendo de $0,4 (anual) por acción desde al menos 2014.[3] Mirando algunos ratios el P/E, de acuerdo con la ganancia de los últimos 3 años, bajo un precio de $13,04 es de 4,16. Ahora, si consideramos el resultado nefasto del ultimo semestre, el resultado es de -1,62. El Price to Book ratio también es negativo, de -1,76.
Cabe hacer un par de consideraciones y comparaciones en relación al sector en el que el grupo opera, la industria aeronáutica es complicada, el mismísimo Warren Buffett expreso sus reservas a la hora de invertir en aerolíneas (no es que no lo haga, de hecho, Berkshire es uno de los top holders, con el 8,24% al 30/3/2020).[4] Como dijimos, AAL es una empresa líder en el sector, y sus competidores más fuertes son Delta, United, Southwest, y la alemana Lufthansa (entre otros de menor peso). Haciendo una pequeña comparación[5] con estas empresas, American es la que peor EPS tiene a la fecha (TTM), con -8,17 (United, Delta y Lufthansa oscilan entre -5,23 y -6,10, Southwest pudo mantener un EPS positivo con 0,41). El performance de las acciones de estas compañías va en la misma línea, Southwest fue la compañía que menos perdió (-38,35% YTD), contra desempeños en el rango de -47,85% (Lufthansa) y -61,03% (United) de las otras compañías, AAL se ubica en el medio de estas otras compañías con -54,57% de perdida YTD.
Si miramos el current ratio, el 0,77 de American esta en la línea de las demás (Lufthansa tiene 0,54, United 0,61 y Delta 0,94) pero se ve ampliamente superada por el 1,7 que ostenta Southwest. En cuanto a la deuda, American esta en desventaja, tiene deuda neta por casi 30MM USD, mucho mas que cualquier otra empresa en la comparación (la que le sigue es United con 17,39MM). En el margen operativo tambien se la ve en desventaja, ya que tiene un -10,68% de margen, contra márgenes entre el -2,13% (Delta) y -5,18% (Lufthansa) de las otras empresas. El margen neto de beneficios es similar al operativo para American (-10,40%), y en las otras empresas oscila entre -10,74% (Delta) y 0,99% (Southwest). Otro punto de comparación es la nomina salarial de American, dato no menor en estos tiempos de pandemia, ya que esta empresa tiene 133,8 mil empleados, mientras que las otras empresas tienen entre 138,35 mil empleados (Lufthansa) y 60.800 (Southwest).
Respecto al management de la compañía[6], en abril 2020, en atención a la situación excepcional del COVID 19, se decidió reducir en un 55% el salario del presidente (Robert D. Isom) y en 50% el salario de los vicepresidentes y el CEO. Para 2019 la compensación total anual del CEO fue de $11.571.714, mientras que para todos los otros empleados la remuneración anual promedio fue de $61.143. La compensación anual total del CEO se redujo un promedio de 2,5% anual desde 2017 a 2019, mientras que la compensación total de los otros executive officers no mostró cambios significativos, pese a que los ingresos de la empresa crecieron esos años.
Considerando todo esto, será vital la recuperación que se viene en el futuro cercano. Esta recuperación podría iniciar pronto, pero hay indicios de que va a ser lenta. Uno de esos indicios es que el Congreso de EEUU estaría viendo con buenos ojos una extensión del programa de ayuda al pago de salarios (PSP) por otros 6 meses.[7] En ese sentido, el approach de la empresa es claro, se vienen recortes en la plantilla de American, ante el inminente final de la primer edición del PSP en octubre, informándose un potencial recorte de hasta 28000 empleados, incluyendo alrededor de 2500 pilotos.[8] En el futuro turbulento que se viene, un punto positivo es la alta exposición de AAL al mercado domestico (en 2019 de 42010M USD ganados por transporte de pasajeros, 30881M USD, el 74% es en este mercado), que parece que reanudara su actividad mas rápido que las rutas internacionales. La empresa parecería haber relajado sus expectativas de corto plazo y prevé que la capacidad máxima para Agosto estará en el 60% de los niveles de agosto 2019.[9]
A forma de conclusión, es evidente que el sector fue uno de los mas afectados por la pandemia del COVID-19, y no es claro cuando se va a producir ni cuanto va a tardar la recuperación, hay indicios de que va a iniciar pronto,[10] pero es claro que va a ser difícil compensar el impacto provocado por esta crisis. Comparativamente, American no esta en una buena situación, fue (de las empresas que compare) la que mas se endeudo durante la pandemia. No obstante, el motivo por el que analice esta empresa fue que había cierto hype, se incremento el volumen operado de sus acciones, y se empezó a aconsejar su compra en diversos portales especializados.[11] American no deja de ser una compañía altamente endeudada, y los trimestres que viene van a ser críticos para la definición de su futuro (hay analistas que no descartan incluso un concurso preventivo o quiebra).[12] Por todo esto, si se decide apostar a las aerolíneas, quizás sea aconsejable analizar las empresas de la competencia (Southwest sobre todo), para ver mas a fondo sus situaciones particulares y moverse con prudencia.
Fuentes:
Form 10-K (31/12/2019): https://americanairlines.gcs-web.com/static-files/d46a00e3-db05-4a91-af7a-fbe0fc2a7f08 (también Form 10-K de años anteriores, presentes en la pagina de IR de AA)
Form 10-Q Q2 2020: https://americanairlines.gcs-web.com/static-files/30362e5e-3869-4171-a4c3-80ce327d09dc
Yahoo Finance: https://finance.yahoo.com/quote/AAL/
Otras fuentes especificadas en los footnotes.

[1] Dado que se presentan estados financieros separados de American Airlines así como de American Airlines Group, salvo aclaración en contrario los datos pertenecen a esta última.
[2] Data de: https://www.macrotrends.net/stocks/charts/AAL/american-airlines-group/shares-outstanding
[3] De: https://www.nasdaq.com/market-activity/stocks/aal/dividend-history
[4] De: https://www.marketwatch.com/story/why-warren-buffett-couldnt-own-airline-stocks-now-and-still-be-a-true-value-investor-2020-07-06
[5] Las comparaciones se hicieron con el screener de TradingView: https://www.tradingview.com/screene
[6] Datos del proxy statement de la reunión anual de accionistas 2020: https://www.proxydocs.com/branding/965250/2020/
[7] Ver https://www.fool.com/investing/2020/08/08/a-payroll-support-extension-for-airlines-seems-inc.aspx y https://www.forbes.com/sites/tedreed/2020/08/07/airline-labor-unions-with-republican-backing-are-poised-for-another-historic-win/#3a177f752698
[8] De https://www.dallasnews.com/business/airlines/2020/08/04/american-airlines-inks-deal-with-pilots-as-it-tries-to-get-more-employees-to-take-leave-and-buyouts/
[9] De https://www.wsj.com/articles/airlines-getting-back-into-formation-for-coming-turbulence-11595521485
[10] Por ejemplo: https://www.forbes.com/sites/grantmartin/2020/08/09/american-airlines-brings-warm-food-back-to-airport-lounges/#24ef2f0764fc
[11] Como https://www.forbes.com/sites/greatspeculations/2020/08/09/stocks-this-week-buy-american-airlines-and-apple/#566d4b591c66 o también: https://investorplace.com/2020/07/aal-stock-buying-opportunity-below-its-sotp-value/
[12] Por ejemplo https://finance.yahoo.com/news/little-reason-optimism-american-airlines-100144310.html
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2020.08.07 00:51 Mr_Libertarian Não é por causa da pandemia, é por causa da quarentena, seu estúpido

Por: Javier Milei
  1. O debate e os dados Desde a chegada do Covid-19, foi instalado um debate que, diante da queda no nível de atividade econômica, emprego, salários reais e um aumento repentino no número de pobres e necessitados, procura remover a responsabilidade do governo do desastre econômico e, mais cedo ou mais tarde, social, culpando a pandemia e não a política preferida do governo para lidar com o vírus, ou seja, a quarentena. O argumento é simples, a pandemia é um choque externo, enquanto a quarentena é de responsabilidade exclusiva do governo. A primeira coisa que devemos destacar é que a economia argentina já estava seguindo um caminho ruim desde meados de 2018, quando a economia entrou em recessão novamente, e que o atual governo falhou em reverter essa tendência. Especificamente, os dados do PIB do primeiro trimestre deste ano mostram uma queda de 5,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. De qualquer forma, isso não representa evidência suficiente para apontar má administração, pois, contra o freio de uma tendência de queda, os dados interanuais geralmente mostram um sinal negativo, que é a base do que é definido como arrasto estatístico. No entanto, quando o indicador é mostrado em termos dessazonalizados, encontramos uma queda de 4,8% em relação ao trimestre anterior, que é de responsabilidade do novo governo. Além disso, as ações do governo são percebidas a partir dos números, pois enquanto o consumo privado cai 6,8%, o investimento 9,7%, exportação 13,4% e importação 7,6%, o único item com sinal positivo foi o consumo público em 1,6%. Ao mesmo tempo, o indicador mensal de atividade de frequência (EMAE) também mostra uma queda colossal. Assim, em março, mesmo com apenas dez dias após a imposição da quarentena, a atividade caiu 11,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto em abril a produção do país caiu 26,4% (acumulando uma retração de 11% ano/ano até agora este ano), que constitui a maior queda na história da Argentina. Portanto, à luz dos números assustadores envolvendo a economia e, dadas as críticas de terem se apoiado fortemente na opinião de infectologistas, o governo começou a impor a história de que o problema não foi quarentena, e sim a pandemia. Para isso, ele mostrou os números de queda do PIB para diferentes países do mundo, com base nas estimativas do FMI. Nesse sentido, é importante ressaltar que a Organização Multilateral estima que o PIB mundial cairá 4,9%, enquanto a queda Argentina será de 9,9%, o que coloca o país entre os países com os piores índices de desempenho mundial, onde, por coincidência, nos países com as quarentenas mais duras, a taxa de queda é maior.
  2. Pandemia ou fraudemia Há uma piada que diz que haviam dois microeconomistas (que olham para tudo em termos relativos) e um diz para o outro “Olá, como está sua esposa?” e ele responde “Comparado a quê?” Aqui vale o mesmo. Se alguém quiser entender os efeitos letais do Covid-19, a primeira coisa a considerar é: como é a dinâmica da população em termos de mortes? Nesse sentido, a primeira coisa a ser compreendida é que, ao longo deste ano, de acordo com estudos demográficos das Nações Unidas, 60 milhões de pessoas morrerão no planeta, ou seja, cerca de 165.000 pessoas por dia ao longo do ano em todo o mundo. Por outro lado, ao analisar as mortes do Covid-19 em todo o mundo, foram necessários pouco mais de 100 dias para atingir esse número, ou seja, estaríamos em torno de 1% das mortes no mundo (mesmo em uma linearização favorável ao Covid-19). Além disso, se compararmos com o caso da gripe espanhola, que é o caso com o qual a Organização Mundial da Saúde ameaçou o mundo, o nível de desproporção é absurdamente enorme. Especificamente, a gripe espanhola ocorreu do final de 1918 até o início de 1920, infectou um terço do planeta Terra e matou 6% dos infectados (= taxa de mortalidade). Ou seja, a gripe espanhola matou 39 milhões de pessoas, o que representou 2% da população total do planeta Terra. Se alguém replicasse os números, para os níveis populacionais de 2020, estaríamos falando de 2,6 bilhões de infectados e um total de 156 milhões de mortes pelo Covid-19, enquanto extrapolar linearmente os dados hoje daria um total de 20 milhões de infectados e 1 milhão de mortos. Ou seja, a OMS errou no número de infectados em 130 vezes e no número de mortes em 156 vezes. Além disso, dado que, durante o primeiro semestre, a mídia televisiva mostrou continuamente gráficos com o número de mortes de Covid-19 em todo o mundo, se o vírus em questão tivesse a mesma letalidade da gripe espanhola, os gráficos deveriam ter mostrado que 427.397 pessoas morrendo por dia, número que o Covid-19 teve dificuldade de atingir em cinco meses. Portanto, à luz dos dados apresentados, somos confrontados com duas interpretações. Por um lado, é que a Organização Mundial da Saúde tem um sério problema com o uso de matemática e estatística, o que a levou a cometer um grande erro. Por outro lado, eles fizeram isso de uma maneira totalmente intencional. No entanto, seja qual for o motivo, a questão é que o Covid-19 não é apenas incomparável a gripe espanhola, mas é questionável defini-lo como uma pandemia.
  3. Quarentena e economia De acordo com os números apresentados e os erros mais do que grosseiros cometidos pela OMS nas estimativas que sustentaram suas recomendações, também é importante quanto da queda do PIB mundial é atribuível ao Covid-19 (ou seja, à fraudemia) e quanto atribuível a quarentena, um exercício que faz sentido, pois, além das diferenças entre os diferentes modelos de quarentena implementados no mundo, todos eles foram colocados em algum tipo de quarentena. À luz dos pressupostos da Organização Mundial da Saúde e, especialmente, dos infectologistas que apontaram que a pandemia de Covid-19 seria equivalente à “peste espanhola”, um trabalho econométrico realizado por Robert Barro, José Ursua e Joanna Weng procurou determinar o impacto que teria no crescimento da produção e do consumo, tanto em termos per capita, quanto na taxa de retorno dos títulos do Tesouro e na taxa de inflação no mundo, se a hipótese dos especialistas em Saúde fosse correta. Por sua vez, para estudar o impacto da gripe espanhola (para assimilar posteriormente com o caso Covid-19), o período de análise decorre de 1901 a 1929, onde ocorre o corte na série temporal daquele ano, explicado pela presença da Grande Depressão. A partir disso, para os 42 países que fazem parte do estudo transversal, os valores das mortes fora do período da praga espanhola 1918-1920 e das mortes da Primeira Guerra Mundial 1914-1918 são zerados. Além disso, vale a pena notar que, embora a data de 1901 possa ser um tanto arbitrária, as estimativas a partir de 1870 dão resultados semelhantes. Assim, com base nos resultados econométricos obtidos, os autores do estudo determinam que, se o número de mortes por Covid-19 fosse semelhante ao da peste espanhola, a taxa de declínio no crescimento do produto per capita seria 6%, enquanto no caso do consumo per capita seria de 8%. Por outro lado, se considerarmos que a taxa de crescimento do PIB, para valores menores, pode ser equiparada à soma da taxa de crescimento do PIB/c mais a da população (líquida entre o crescimento natural e o efeito da doença), o PIB mundial mostraria uma retração na taxa de crescimento de 7 pontos percentuais. Portanto, dado que as estimativas da queda na taxa de crescimento de acordo com a estimativa do FMI (usando outra metodologia e analisando país por país) estão na mesma linha do trabalho de Barro-Ursua-Weng, assimilando o Covid- 19 ao caso da gripe espanhola, dado que o vírus mostrou uma letalidade pelo menos 156 vezes menor, a origem da retração é a quarentena e não a fraudemia. Em outras palavras, dado que as mortes por Covid-19 seriam de 0,013% para o mundo inteiro, a taxa de crescimento do PIB per capita deveria ter caído 0,038%. Assim, a quarentena global é responsável por 99,27% da queda do PIB. Se, por sua vez, consideramos a Argentina a principal aluna da OMS, a atrocidade causada pelo governo Alberto Fernández a pedido do grupo de consultores em doenças infecciosas é óbvia. Essa situação se torna muito mais grave quando se considera que, devido à dinâmica global do vírus, o país não apenas teve mais tempo, mas também muito mais informações.
  4. Um remédio pior que a doença Embora esteja claro que o modelo de quarentena teve um efeito devastador na taxa de crescimento mundial, esse erro se torna ainda mais chocante ao considerar os impactos no mercado de trabalho. Nesse sentido, estudos da Organização Mundial do Trabalho estimaram que, durante o primeiro trimestre do ano, 4,5% das horas trabalhadas no mundo foram perdidas, o que implica que 130 milhões de empregos foram perdidos, enquanto, em comparação com uma perda de 10,5 horas durante o segundo trimestre do ano, o número de empregos perdidos atingiu 305 milhões. Ao mesmo tempo, a destruição de milhões de empregos fez com que o salário médio do mundo caísse 60%. Ao mesmo tempo, considerando que 62% dos trabalhadores do mundo trabalham no setor informal e que 47 pontos desses 62 foram impactados significativamente pela quarentena promovida pela Organização Mundial da Saúde, o número de trabalhadores informais abaixo da linha de pobreza no mundo passou de 26% para 59%. Por outro lado, de acordo com as estimativas do Programa Mundial de Alimentos (PMA), juntamente com os resultados derivados do “Relatório Global sobre Crises Alimentares 2020” (preparado em conjunto com a Rede de Informações sobre Segurança Alimentar da FAO e o Instituto Internacional de Pesquisa em Políticas Alimentares), indicou que, antes da chegada do Covid-19, cerca de 135 milhões de pessoas estavam em situação de insegurança alimentar. No entanto, o que se observa é que o desenho da resposta (quarentenas estritas) para resolver os efeitos do vírus chinês confronta os países com um trade-off desafiador entre salvar vidas ou os meios de subsistência. Dessa maneira, salvar vidas do coronavírus, dado o modelo de quarentena, está levando à fome. Em termos concretos, a pesquisa do PAM indica que mais 130 milhões de pessoas serão levadas ao limite da fome, porque o número total de pessoas em insegurança alimentar subirá para 265 milhões de seres humanos. Portanto, com base nisso e de acordo com os estudos do PAM, 300.000 pessoas por dia passarão fome no mundo, por pelo menos um período de três meses, ou seja, cerca de 27 milhões de pessoas passarão fome graças ao modelo de quarentena promovido pela OMS. Em resumo, tudo isso mostra que o remédio está sendo muito pior que a doença.
  5. Quarentena: um crime contra a humanidade Como apontam Ricardo Manuel Rojas e Andrea Rondón García no livro “A supressão sistemática dos direitos de propriedade como um crime contra a humanidade”, o estudo dos tipos de crimes contra a humanidade ou genocídios, de acordo com a definição em convenções específicas ou no Estatuto de Roma, adverte que esses crimes estão fundamentalmente ligados ao exercício de ações sistemáticas e violentas destinadas a eliminar ou suprimir certos grupos. Ao mesmo tempo, vale ressaltar que não apenas a agressão física direta pode constituir um crime contra a humanidade, mas esse objetivo também pode ser buscado e alcançado por meio de ações que não sejam diretamente violentas, como a supressão sistemática dos direitos de propriedade à um nível que impossibilite a subsistência da população. Nesse sentido, podemos ver claramente que a supressão sistemática dos direitos de propriedade pelo Estado implica remover a base de apoio econômico do indivíduo, que enfrenta um dilema existencial. Por um lado, defender sua propriedade enfrentando o avanço expropriador do Estado e que, no final, acabará com sua vida pela fome. Assim, o Estado acabará assassinando-o por um caminho indireto (e cuja transição poderia ser enquadrada como tortura). Por outro lado, a opção de ceder humildemente aos caprichos da hierarquia do Estado e, assim, tornar-se escravo. Portanto, no primeiro caso, o direito à vida é aniquilado, enquanto no segundo, o direito à liberdade. Dentro da lógica dessa análise, os casos mais rigorosos de quarentena, como o da Argentina, levam a um crime contra a humanidade. Assim, quando o Estado impõe quarentena, isso implica a supressão geral do exercício dos direitos de propriedade por grande parte da sociedade civil. Especificamente, o que a medida faz é suprimir completamente a renda das empresas, exigindo que elas continuem pagando impostos, sustentando o mesmo número de trabalhadores e não permitindo a redução de salários – o resultado de tudo isso simultaneamente é que, durante o processo, as empresas primeiro consomem capital de giro e depois usam as economias dos proprietários das empresas, que no final acabará quebrando as empresas e empobrecendo seus proprietários. Nesse sentido, não apenas há enormes danos a todas as camadas da sociedade resultantes da destruição de capital, mas também deixa o setor privado desamparado diante de um governo que está avançando com pretensões totalitárias. Portanto, o impulso de um modelo de quarentena extremamente rígida e por um período exageradamente longo não apenas permite o avanço dos governos sobre a vida da população com pretensões totalitárias, mas também que os governos se tornem verdadeiras máquinas de violação maciça dos direitos individuais e como, nessa tarefa, a violação dos direitos de propriedade é essencial para alcançar os objetivos, essas ações são alcançadas por várias das cláusulas do Estatuto de Roma e pelas leis internas que adotaram.
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2020.07.23 10:36 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 10 a 3ra fase do CACD

Em primeiro lugar, lembro uma coisa muito simples: terceira fase não é segunda fase. Você não precisa se preocupar com propriedade vocabular, vírgulas antes de orações subordinadas reduzidas de infinitivo e coisas do tipo. É óbvio que não vale escrever completamente errado também, mas o que eu quero dizer é que a banca da terceira fase nem sabe das exigências da segunda fase direito, então não precisa se preocupar tanto com aspectos formais da escrita. Obviamente, a necessidade de ter uma tese central e alguns argumentos que a comprovem de maneira coerente permanece, mas isso não é novidade para ninguém. A importância do aspecto formal da terceira fase não está nas palavras e nos termos de uma oração, mas na sequência lógica de argumentos.
Algo bastante importante nas provas de terceira fase é destacar um argumento central, uma tese que responda à questão e que lhe permita apresentar exemplos/construções teóricas e desenvolver argumentos que a comprovem. Nessa situaç~o, vale a velha “fórmula” de dissertaç~o: introdução (com a tese central), argumentação (com uma ideia central por parágrafo, com argumentos que comprovem sua tese central) e conclusão (com retomada da tese e com articulação dos argumentos apresentados). Não há um número ideal de parágrafos, vale o bom senso (evitar parágrafos com apenas uma frase ou excessivamente grandes, mas não é necessário que tenham quase o mesmo tamanho, por exemplo, como ocorre na segunda fase).
Evite juízos de valor muito expressivos. Obviamente, tudo o que você escreve contém um pouco de subjetividade, mas evite adjetivações excessivas e algumas construções, como “é importante ressaltar que…”, “vale lembrar que...” ou “fato que merece destaque é…”.
Evite listagens longas e/ou imprecisas. Por exemplo: se você não se lembra de todos os países que fazem parte de determinado grupo, ou se eles são muitos, evite citações de todos os países (na verdade, não sei por qual motivo alguém iria querer citar os membros de um grupo assim, mas vai que precisa de algumas linhas de “enrolaç~o”, não é?). Ex.: “A UNASUL é composta por Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela”.
Preferir: “A UNASUL é composta pelos doze países latino-americanos (à exceção da Guiana Francesa)” ou “A UNASUL é composta pelo agrupamento dos membros do MERCOSUL e da CAN, acrescidos do Chile, do Suriname e da Guiana”. Quanto a imprecisões, evitar, por exemplo: “A UNASUL é composta por Brasil, Argentina, Venezuela, entre outros”. Se você n~o se lembra de todos ou se o número de países é relativamente grande para citar todos, opte ou pelas alternativas anteriormente apresentadas ou, pelo menos, por algo como “Na UNASUL, destacam-se o Brasil – por sua dimensão territorial, por sua população e por seu peso político-econômico –, a Argentina – importante mercado emergente, com forte setor agrícola voltado à exportação e com indústria diversificada – e a Venezuela – detentora de recursos naturais estratégicos e grande exportadora de petróleo”.
Evite, também, citações e menções excessivas. Elas não devem constituir a base de sua resposta. Excesso de citação de eventos pode ser um problema. Obviamente, citar datas, conceitos e períodos é fundamental, mas o problema começa quando essas referências ocupam frases inteiras, sem argumentação e sem sequência lógica de relações. Veja os Guias de Estudos antigos, para ter uma noção do tipo de resposta preferido pela banca. O importante é não exagerar, para o texto não ficar carregado de informações que, ainda que úteis, não sustentam a tese que responde à questão de maneira consistente. Para conceitos menos conhecidos, convém citar a fonte (de todo modo, ainda que certos conceitos, como “Estado normal”, sejam consagrados na literatura sobre política externa brasileira, dizer que “o país entrou, assim, no período que Amado Cervo define como ‘Estado normal’” me parece boa estratégia – até porque o próprio Amado Cervo já foi da banca corretora vez ou outra; o José Flávio Sombra Saraiva é outro que tenho certeza de que irá adorar ver seu nome mencionado em uma resposta).
Algo bastante útil é evitar criar (e cair em) armadilhas. Se você sabe, por exemplo, que o Pacto Andino foi firmado em 1969, mas não tem certeza se a organização aí criada já se chamava Comunidade Andina de Nações, por exemplo, opte por uma formulação de resposta que evite comprometer-se quanto a isso. Uma sugest~o seria, por exemplo: “Firmado em 1969, o Pacto Andino consubstanciou importante passo para a criaç~o da Comunidade Andina de Nações (CAN)”. Desse modo, você evita incorrer no erro de atribuir ao Pacto a responsabilidade pela criação da CAN, sem deixar de destacar sua importância para que isso ocorresse posteriormente. Evite, também, conceitos “politicamente incorretos” ou em desuso, como “governo neoliberal” (preferir “governo associado aos princípios do Consenso de Washington”, por exemplo), “país subdesenvolvido” (preferir “país de menor desenvolvimento relativo”, por exemplo) etc.
Para boa parte dos argumentos a ser empregados na terceira fase, a leitura atenta e o fichamento das melhores respostas dos Guias de Estudos anteriores podem ajudar bastante. Eu tive um professor de cursinho, o Ricardo Macau, que gostava de dizer que o intuito de fichar os Guias de Estudos era, simplesmente, roubar argumentos. Ninguém precisa inventar novos argumentos, para tentar “chocar” a banca. Se a banca publica um Guia de Estudos anualmente, dizia ele, é para mostrar a todos os candidatos o que ela queria ler como resposta naquela questão e o que ela quer ler nas respostas dos concursos dos anos seguintes. Dessa maneira, não há nenhum constrangimento em fichar os principais argumentos das provas dos anos anteriores e em usá-los nas questões pertinentes da terceira fase. Alguns desses argumentos foram muito úteis para mim, especialmente nas provas de História do Brasil, de Política Internacional e de Direito.
Uma coisa que pouca gente fala é que os Guias de Estudos nem sempre são cópias fidedignas das respostas dos candidatos. A organização do concurso entra em contato com os autores das respostas selecionadas e solicita que os próprios autores digitem suas respostas. Os candidatos podem fazer eventuais alterações pontuais de algumas imprecisões, mas alguns poucos acabam exagerando. Para quem está se preparando para o concurso, não poderia haver nada pior, já que não podemos ter uma noção exata de qual tipo de resposta foi avaliado como suficiente pelos examinadores (por saber que era possível alterar, eu sempre ficava em dúvida: será que ele/ela ganhou essa nota escrevendo tudo isso mesmo?). J vi gente dizendo que “quem consegue fazer as melhores respostas deu sorte, porque fez mestrado ou doutorado no assunto, pelo menos”, e isso é completa mentira. O que ocorre é que essas pessoas souberam conjugar estudo eficiente e capacidade de desenvolvimento analítico diferenciada que sejam convertidos em uma argumentação clara e consistente. Para isso, não tem mestrado ou doutorado que adiante. Em algumas questões, você sente ser capaz de escrever o dobro ou ainda mais sobre aquele assunto (principalmente, nas questões de 60 linhas), mas o que mais conta, no fim das contas, é a forma, o modo como você organiza suas ideias, os argumentos de que você faz uso etc.
Na prova de História do Brasil, alguns temas são mais ou menos recorrentes. Definição das fronteiras nacionais, política externa do Império, política externa dos governos Quadros-Goulart (Política Externa Independente), política externa dos governos militares (especialmente, Geisel), relações do Brasil com a América do Sul (destaque para as relações Brasil-Argentina desde o século XIX), relações do Brasil com a África (do período da descolonização até a década de 1980). Obviamente, há inúmeros outros temas (bastante pontuais às vezes) que também são cobrados, mas eu acho que, se eu tivesse só uma semana, para estudar tudo de História do Brasil, eu escolheria esses temas. Ainda que eles não sejam cobrados diretamente, podem ser encaixados em muitas outras questões.
A prova de Inglês consiste de uma tradução do Inglês para o Português (valor: 20 pontos), de uma versão do Português para o Inglês (valor: 15 pontos), de um resumo de texto em Inglês (valor: 15 pontos) e de uma redação sobre tema geral (valor: 50 pontos). As notas de Inglês são, geralmente, bem mais baixas que as das demais provas, o que, considerando que boa parte dos candidatos que chega à terceira fase tem alguma experiência no domínio avançado da língua inglesa (acredito eu), é claro sinal de que a cobrança é bastante rigorosa, e apenas conhecimentos básicos da língua não são suficientes.
Quanto à tradução e à versão, não tenho muito a dizer. Há dedução de 1,00 ou de 0,50 pontos (dependendo do tipo de erro) do valor total do exercício para cada erro de tradução13. O vocabulário cobrado nem sempre é muito simples (um ou outro termo pode ser mais complicado), mas, em geral, não há muitos problemas. Normalmente, as notas da tradução são bem maiores que as notas da versão. Um pequeno “problema” nas traduções e nas versões é o seguinte: o examinador escolhe, tanto nas traduções para o Português quanto nas versões para o Inglês, algumas expressões que ele quer, obrigatoriamente, que o candidato use determinados termos que correspondam àquela palavra ou expressão na outra língua. Assim, por exemplo, se há o termo “vidente”, para ser traduzido para o Inglês, e se o examinador escolheu essa palavra, para testar os candidatos, você ser penalizado, se tentar dizer isso com uma express~o como “a person who foresees” ou coisa do tipo. Se o examinador, entretanto, não houver escolhido essa palavra como teste, você poderá não perder nenhum ponto por isso. O maior problema é que, obviamente, você não sabe quais são as expressões que serão escolhidas enquanto faz a prova. Pode ser que uma expressão para a qual você não conhece a tradução exata não seja uma das escolhidas pelo examinador, e dizer a mesma coisa de outra maneira (com uma frase ou com uma expressão mais longa que exprima o mesmo sentido) pode não implicar penalização. Enfim, não há como saber isso antecipadamente, então a melhor alternativa é, sempre, a tradução o mais fidedigna possível. De toda forma, se não souber, aí não tem jeito, invente alguma coisa, pode ser que seja aceita. Só nunca, nunca, deixe um espaço em branco, pois isso atrai os olhos do examinador, e ele saberá que já tem algo faltando ali. Mesmo que você não tenha nenhuma ideia do que alguma coisa signifique ou de como traduzir, invente palavras, crie sinônimos que não existem, faça qualquer malabarismo linguístico que estiver a seu alcance, só não deixe espaços em branco. Como os examinadores corrigem mais de duzentas provas (números de 2010 e de 2011), pode ser que alguns erros acabem passando despercebidos.
13 Segundo o Guia de Estudos: menos 1,00 pontos por falta de correspondência ao(s) texto(s)-fonte, erros gramaticais, escolhas errôneas de palavras e estilo inadequado; menos 0,50 pontos por erros de pontuação ou de ortografia. Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtraem 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
O resumo do texto em Inglês costuma surpreender alguns candidatos com baixas notas. A atribuição de pontos é feita de acordo com uma avaliação subjetiva que considera várias coisas: quantidade de erros, abrangência de todos os pontos selecionados pelo examinador como os mais importantes do texto etc. Não é necessário incluir exemplos no resumo, que deve, com suas palavras, abranger todos os principais temas discutidos no texto, seus argumentos e sua linha de raciocínio (os temas e os argumentos podem ser apresentados na ordem que você considerar mais interessante, não é necessário seguir a ordem do texto). No resumo, não se emite opinião sobre o texto, e n~o é necessrio dizer “o autor defende”, “segundo o autor” (em Inglês, obviamente). Como se trata do resumo de um texto, é evidente que tudo o que está ali resume as opiniões do autor. Não é necessário fazer uma introdução e uma conclusão, você perderá muito espaço, e não é esse o objetivo do resumo. Seja simples e direto, acho que é a melhor dica.
O comando indica um máximo de 200 palavras, mas eles não contam. Já vi professores dizendo para que os alunos fizessem, obrigatoriamente, entre 198 e 200 palavras, mas, se você buscar os Guias de Estudos anteriores, verá que há resumos que fogem a esse padrão (para baixo ou para cima) e que foram escolhidos como o melhor resumo daquele ano. É claro que você não vai escrever 220 palavras, mas acho que umas 205, mais ou menos, estão de bom tamanho (escrevi um pouco mais de 200, acho que 203, não sei). A professora do cursinho de terceira fase dizia que podíamos fazer até cerca de 210 (desde que a letra não fosse enorme, para não despertar a curiosidade do examinador) que não teria problema. É claro que o foco deve estar nos 200, esse valor superior é apenas para o caso de lhe faltarem algumas palavras, para encerrar o raciocínio.
Em 2011, os 15,00 pontos do resumo foram divididos em duas partes: 12,00 pontos para a síntese dos principais aspectos do texto e 3,00 pontos para linguagem e gramática. O examinador determinou que havia seis tópicos principais do texto que deveriam ser incluídos no resumo e atribuiu até dois pontos para a discussão de cada um desses tópicos. Obviamente, não há como saber quantos serão esses tópicos. O melhor a fazer é tentar tratar de todos os aspectos mais importantes do texto com o mínimo possível de palavras. Se sobrarem 10 ou 15 palavras, não desperdice, faça uma frase a mais, quem sabe isso pode lhe render alguns preciosos décimos a mais.
A redação em Inglês é de 45 a 60 linhas, com valor de 50 pontos. Esses 50 pontos são distribuídos em: planejamento e desenvolvimento (20 pontos), qualidade vocabular (10 pontos) e gramática (20 pontos), com penalização de 1,00 ou de 0,50 pontos por erro, de acordo com o tipo de erro14 (descontados da parte de gramática). Nota zero em gramática implica nota zero na redação (logo, cuidado para não zerar). Há penalização de 1,00 pontos para cada linha que faltar para o mínimo estabelecido.
Normalmente, a redação trata de temas internacionais de fácil articulação. Não há recomendações de número de parágrafos, de número de linhas por parágrafo ou coisa do tipo. As principais coisas a observar são: ter uma tese central, usar argumentos que a sustentem, e, sobretudo, fornecer exemplos. Ao ver espelhos de correção de concursos anteriores no cursinho, fica evidente que muitas notas de planejamento e desenvolvimento são mais baixas devido à ausência ou à insuficiência de exemplos, como indicam os comentários dos examinadores em provas anteriores (a prova de Inglês é a única da terceira fase que vem com comentários e com marcações). Eu diria, portanto, que é necessário prestar atenção na argumentação coerente que comprove a tese, é claro, e no fornecimento de vários exemplos que sustentem a argumentação apresentada. É claro que só listar dezenas de exemplos pode não adiantar nada, mas, se você souber usá-los de maneira coerente, como complemento à argumentação, acho que poderá ser bem recompensado por isso. Ao contrário do que já vi dizerem por aí, não há penalizaç~o por “ideologia” discrepante daquela da banca. Aproveitando a temática da prova de 2001, não interessa se você é contra ou a favor da globalização, o importante é elencar argumentos fortes e sustentá-los com exemplos pertinentes.
14 Segundo o Guia de Estudos, menos 1,00 pontos por erro (exceto para erros de pontuação ou de ortografia, para os quais há subtração de 0,50 pontos). Apesar dessa previsão no Guia de Estudos, a banca também tem considerado, nos últimos concursos, que também se subtrai 0,50 pontos por erro de preposição, ao invés de 1,00 pontos.
Por fim, a parte de qualidade vocabular não se refere só ao uso de construções avançadas de Inglês (inversões, expressões idiomáticas etc.). De nada adianta usar dezenas de construções avançadas, se você tiver muitos erros de gramática. Os 10 pontos de qualidade vocabular levam em consideração tanto o número de construções avançadas que você usou quanto o número de erros de gramática que você teve. Ainda que você use poucas construções avançadas, se não errar nada de gramática (ou se errar muito pouco), sua nota nesse quesito deverá ser bem alta. Dessa forma, acho que o melhor a fazer é preocupar-se, primeiramente, com gramática. Uma pequena lista de expressões idiomáticas passíveis de se empregar, combinada com o uso de construções mais avançadas (como inversões, por exemplo), já pode significar boa nota de qualidade vocabular, se você não perder muitos pontos de gramática. Não vou dizer quais usei, senão todo mundo vai usar as mesmas e ninguém vai ganhar pontos. Usem a criatividade: vejam expressões diferentes, palavras conotativas apropriadas, verbos e palavras mais “elaborados” etc.
Em resumo, acho que o principal da redação é: errar pouco em gramática e fornecer exemplos. Com isso e com bons argumentos, sem fugir ao tema, eu diria que há boas chances de uma nota razoável.
A prova de Geografia é, a meu ver, uma das mais chatas e imprevisíveis. Cada ano, a prova é de um jeito, ora cobra Geografia física, ora cobra teoria da Geografia etc. No geral, acho que a banca não tem muita noção de que está avaliando conhecimentos importantes para o exercício da profissão de diplomata, não de geógrafo. Assim, frequentemente, aparecem algumas questões bem loucas. O bom das questões mais chatas de Geografia é que a banca costuma ser mais generosa na correção. Há alguns anos, uma questão sobre minérios na África, por exemplo, aterrorizou muitos candidatos, mas, na hora da correção, segundo um professor de cursinho, as notas não foram tão baixas. Por isso, não se preocupe tanto com essas questões mais espinhosas que, eventualmente, aparecem na terceira fase de Geografia.
Em 2011, uma das questões (sobre navegação de cabotagem no Brasil, na década 2001-2010) havia sido tema de uma reportagem do programa Globomar duas semanas antes da prova. Para falar a verdade, eu não sabia nem o que era Globomar, se era uma reportagem do Fantástico, um quadro do Faustão ou a nova novela das sete, mas, como um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar, não custa nada informar para que você fique atento a algumas dessas questões mais recentes. Não precisa gravar e tomar notas de todo Globomar daqui para frente. Dar uma olhada nos temas desse tipo de programa, de vez em quando, já deve ser mais que suficiente. Vale dizer que o mais importante é, sempre, Geografia do Brasil. Não precisa assistir o National Geographic sobre monções no Sri Lanka, porque não vai cair. De todo modo, assuntos relativos à costa e ao litoral brasileiros são reincidentes no concurso.
Muitos falam sobre a necessidade de usar o “miltonsantês”, como s~o conhecidos os conceitos de Milton Santos, nas respostas de terceira fase. É algo meio batido, mas acho que todo mundo que faz, pelo menos, o cursinho preparatório para a terceira fase deverá ouvir alguma coisa a respeito, então não se preocupe com isso. Se der para usar alguns conceitos em determinadas questões, use sem exageros. Esses termos podem render bons olhos com a banca, mas ninguém tira total só porque escreveu dez conceitos miltonianos na resposta.
Algumas argumentações s~o “coringas” em Política Internacional. Alguns conceitos, como “multilateralismo normativo”, “postura proativa e participativa”, “articulaç~o de consensos”, “reforma da ordem”, “juridicismo”, “pacifismo”, “pragmatismo”, “autonomia pela participaç~o” etc., poderão ser encaixados em quase todas as respostas de terceira fase. Relações Sul-Sul, América do Sul, BRICS, IBAS, África também são temas que poderão ser empregados em diversos contextos (temáticas recorrentes nos últimos concursos). Desse modo, saiba usar esse conhecimento a seu favor. Se há uma questão que pede comentário sobre algum aspecto da política externa brasileira contemporânea, citar esses conceitos já pode ser bom começo.
Não custa nada lembrar que você está fazendo uma prova para o Ministério em que você pretende trabalhar pelo resto da vida. Criticar a atuação recente do MRE não é sinal de maturidade crítica ou coisa do tipo, pode ter certeza de que n~o ser bem visto pela banca corretora. N~o precisa “puxar o saco” do governo atual descaradamente, mas considero uma estratégia, no mínimo, inteligente procurar ressaltar que, apesar de eventuais desafios à inserção internacional do Brasil, o país vem conseguindo alçar importantes conquistas no contexto internacional contemporâneo, como reflexo de sua inserção internacional madura, proativa e propositiva. Na prova de 2011, a prova da importância de saber a posição oficial do MRE com relação a temáticas da política internacional contemporânea ficou evidente em uma questão que pedia que se discutisse a situação na Líbia, apresentando a posição oficial do governo brasileiro e os motivos para a abstenção do Brasil na votação da resolução 1.973 do Conselho de Segurança da ONU. Saber a posição oficial do governo sobre os principais temas da agenda internacional contemporânea é fundamental na terceira fase. Na primeira fase também: em 2011, um item dizia que o MRE usava a participação na MINUSTAH como “moeda de troca” para o assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Por mais que a mídia sensacionalista diga isso e por mais que você, porventura, acredite nisso, não é essa a posição oficial do Ministério, então isso não está correto e ponto. Seja pragmático e tenha, sempre, em mente que você está fazendo uma prova para o governo. Em dúvida, pense: o que o governo brasileiro defende nessa situação? Essa posição vale tanto para a primeira fase quanto para a terceira.
Com relação à prova de Direito, é uma avaliação, a meu ver, bastante tranquila e uma das mais bem formuladas. Não há grandes segredos, e a leitura (acompanhada do fichamento) dos Guias de Estudos antigos é fundamental. Muitos estilos de questões repetem de um ano para o outro, e alguns argumentos gerais sobre o fundamento de juridicidade do Direito Internacional Público, por exemplo, são úteis quase sempre. Ultimamente, a probabilidade de questões sobre Direito interno propriamente dito tem sido reduzida a temáticas que envolvam o Direito Internacional (como a questão sobre a competência para efetuar a denúncia a tratados, cobrada em 2010). Em Direito Internacional Privado, o que já foi cobrado do assunto, em concursos recentes, esteve relacionado à homologação de sentença estrangeira, assunto bastante básico e tranquilo de estudar. Em Direito Internacional Público (DIP), atenção especial à solução de controvérsias (meios pacíficos, meios coercitivos, meios jurídicos e meios bélicos), ao sistema ONU e ao sistema de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio, além do supracitado fundamento de juridicidade do DIP (“afinal, por que o DIP é Direito?”). Uma dica que vale tanto para as questões de Direito quanto para as de Economia é tomar cuidado com o número de linhas. Como há questões de 60 e de 40 linhas, corre-se o risco de perder muito espaço com argumentos e ilustrações não necessários à questão. Nas provas dessas duas matérias, não acho que seja tão necessário preocupar-se tanto com a introdução e com a conclusão nas questões de 40 linhas (nas de 60, se houver, devem ser bem curtas), pois não há espaço suficiente para isso. Em minhas provas de terceira fase, apenas respondi a essas questões de 40 linhas diretamente.
A prova de Economia mudou muito, se você comparar as provas de 2008-2009 às de 2010-2011, por exemplo. Anteriormente, havia questões enormes de cálculos, equações de Microeconomia etc. Em 2010, a única questão que envolvia cálculo era ridiculamente fácil. Em 2011, para melhorar a situação daqueles que não gostam dos números, não havia um único cálculo nas questões, todas elas analíticas. Além disso, as cobranças anteriores de Economia Brasileira focavam, especialmente, no período da República Velha (isso se repetiu em 2010). Em 2011, até mesmo o balanço de pagamentos atual do Brasil e a economia dos BRIC na atualidade foram objetos de questões. Talvez seja uma tendência da prova de Economia dos próximos anos, de priorizar o raciocínio econômico, em detrimento dos cálculos matemáticos que aterrorizavam muitos no passado. Ainda que eu não tenha problemas com cálculo (e goste bastante, inclusive), devo admitir que me parece muito mais coerente cobrar economia dos países do BRIC do que insistir nos cálculos de preço de equilíbrio, quantidade de equilíbrio, peso-morto etc., se considerarmos que se trata de uma prova que visa a selecionar futuros diplomatas (aí está uma lição que a banca de Geografia precisava aprender).
Ainda que, à primeira vista, esse novo tipo de prova possa parecer mais fácil, pode não ser tão tranquilo quanto parece. Por mais contemporâneas que as questões sejam, acho que os candidatos correm o sério risco de confundir a prova de Economia com uma prova de Política Internacional (por envolver BRIC, por exemplo). Lembre-se, sempre, de que quem corrige as provas de Economia são economistas. Como economistas, eles valorizam o raciocínio econômico, com o uso de conceitos econômicos, e é isso o que deve ficar claro, em minha opinião, em questões como essa. Tenho maior facilidade com esse raciocínio econômico e com os conceitos da disciplina, por haver participado da monitoria de Introdução à Economia da UnB por quatro semestres. A quem não teve essa experiência, para acostumar-se a esse “economês”, nada melhor que bons noticirios de Economia:
- Brasil Econômico: http://www.brasileconomico.com.b
- Financial Times: http://www.ft.com/home/us
- IPEA: http://agencia.ipea.gov.b
- O Globo Economia: http://oglobo.globo.com/economia/
- The Economist: http://www.economist.com/
- Valor Econômico: http://www.valoronline.com.b, entre vários outros.
Obviamente, não precisa ficar lendo todas as notícias postadas em todos esses sites, todos os dias. Já tentei o esquema de ler uma notícia por dia de uns cinco sites de notícias e cansei facilmente. Não acho que seja possível dizer um número ideal de notícias econômicas lidas por semana, mas sei lá, umas duas ou três já são melhor que nada.
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2020.07.23 10:24 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 6 Quantas horas devo estudar por dia?

Quantas horas devo estudar por dia? Quantos meses/anos são necessários para a aprovação? Acho que todo mundo já deveria saber isso, mas sempre vejo essa pergunta em fóruns na internet. É óbvio que não existe “receita de bolo”. Se alguém falar “estudei duas horas por dia” ou “estudei quinze horas por dia”, isso n~o quer dizer nada. Se você estudar o que n~o deve, pode ficar um ano inteiro com quinze horas ininterruptas diárias de estudos que não adiantará muita coisa. Eu, mesmo, nunca cronometrei e nunca parei para pensar direito sobre quantas horas eu estudava por dia. O que importava, de fato, era ter conseguido render bastante, e isso não se mede em horas de estudo, em páginas lidas, em exercícios feitos ou em livros resumidos. Para quem tem problemas de concentração ou mora com a família, por exemplo, pode ser aconselhável estudar em uma biblioteca ou em uma sala de estudos (de cursinhos preparatórios, por exemplo). Como morava sozinho em Brasília e consigo me concentrar facilmente, estudei em casa mesmo (apesar da maldita reforma do revestimento externo do bloco exatamente em frente à minha sacada, que começou semanas antes da primeira fase e durou até depois do fim do concurso, com barulho de furadeira, com rádio ligado no volume máximo e com pedreiro gritando o dia todo).
Não vou fazer propaganda contra ou a favor de nenhum cursinho. Em vários sites e blogs e nos grupos do Facebook e do Orkut informados acima, há bastante informação sobre dinâmica de cursinho, professores recomendados etc. Falando da utilidade dos cursinhos de maneira geral, é, obviamente, tudo muito relativo. Depende de sua familiaridade com a matéria e de sua facilidade de aprendizado. Muitas vezes, se você estudar sozinho, aprenderá mais e ganhará mais tempo que fazendo cursinho, especialmente para a primeira fase (além de economizar dinheiro, já que os preços dos cursinhos não são, em geral, muito camaradas). Nada como sentar na cadeira e estudar, observando, sempre, alguns pontos mais importantes, como: temas de maior recorrência nos últimos concursos, temas contemplados no Guia de Estudos etc. Cuidado apenas com a segunda fase (para Redação, sugiro que todos façam, sim, curso preparatório).
A gente tende a achar que há algumas coisas que só aprenderemos no cursinho (macetes de prova, orientação teórica que a banca prefere), mas, por incrível que pareça, há alguns professores que, por mais que (às vezes) saibam a matéria, não conhecem bem as provas do concurso. Tive, por exemplo, um professor (bem recomendado por alguns) que falou tanta coisa errada, mas tanta coisa errada, que, quando fui revisar as anotações, acho que perdi mais tempo conferindo tudo e corrigindo todos os erros do que se houvesse apenas estudado sozinho. No fim das contas, desisti das anotações e ignorei-as por completo. Outro professor (também muito bem recomendado por algumas pessoas) dava a matéria muito superficialmente e mostrava desconhecer completamente o concurso, a banca e a própria matéria. No fim das contas, acabei abandonando a matéria no meio. É frustrante, principalmente, porque os cursinhos são, em geral, bastante caros.
Não adianta um professor saber bem a matéria (a propósito, nem todos sabem), é necessário conhecer as provas a fundo. Isso significa não apenas saber todas as questões da primeira e da terceira fases dos últimos concursos ou todos os Guias de Estudos de cor, mas também, especialmente para a segunda e para a terceira fases, experiência tanto com relação às preferências acadêmicas da banca quanto com relaç~o { “jurisprudência” das correções. Esta última habilidade só se adquire vendo muitos espelhos de prova e recursos (deferidos e indeferidos). Como os espelhos de prova não têm vindo com marcações (você recebe apenas a nota nas questões, sem nenhuma marcação ou comentário), acho que, pelo menos, o estudo detido dos Guias de Estudos anteriores já é um passo importante.
Há, sim, alguns professores muito bons que valem cada um dos muitos centavos que você paga pela aula, mas meu alerta é: não se deixe levar por preço (já vi gente fazendo matérias em alguns cursinhos, sem sequer saber se os professores eram bons ou não, apenas porque era mais barato), por aulas experimentais (em um dos casos que eu citei acima, eu achava as primeiras aulas excelentes; só depois fui perceber o tanto de “abobrinha” que ele falava e o tanto de datas, de informações e de argumentos errados que ele passou) ou por fama do cursinho. Procure, sempre, onde quer que seja, informações sobre o professor (e, de preferência, com mais de uma indicação). Não vou falar de quais gostei e de quais não gostei porque acho que este não é o meio adequado para isso, mas, caso você não conheça alguém que já tenha feito algum cursinho, procure em fóruns na internet e nos grupos do Facebook e do Orkut indicados acima, sempre há alguma coisa útil (encontrei várias informações que estava procurando de professores em diversos cursinhos).
Para quem pensa em mudar-se para Brasília, por exemplo, para fazer um curso preparatório, as maiores dúvidas são, frequentemente, relativas ao custo de vida e à relação custo-benefício de morar na capital. O aluguel de imóveis em Brasília não é dos mais baratos (consulte, por exemplo, http://www.wimoveis.com.bdf), o que, somado aos preços um pouco “salgados” de alguns cursos preparatórios, pode implicar altos gastos. Como eu já morava na cidade antes de iniciar a preparação para o CACD, não sei se há alternativas de moradia mais próxima a algum dos cursinhos (são quase todos bem distantes um do outro). Sei que o curso O Diplomata oferece aluguel de apartamentos, mas não sei como funciona direito [informações: (61)3349-0311]. Acho que boa parte das pessoas que optam por mudar-se para Brasília tem diversos objetivos: concentrar-se mais nos estudos (o que pode ser difícil em uma casa com os familiares, por exemplo), ter acesso aos cursos preparatórios, conhecer outras pessoas que estão estudando para o CACD etc. Não foi meu caso, pois já morava em Brasília anteriormente, portanto não posso dizer se acho que, realmente, vale a pena por esses motivos. De todo modo, na comunidade “Coisas da Diplomacia”, no Orkut, j vi diversos comentários a respeito. H, também, o grupo do Facebook “Moradia – IRBr”, voltado para a discussão desses assuntos: http://www.facebook.com/groups/168135273239644/.
Principalmente para aqueles que não conhecem muita gente que também está se preparando para o concurso, o ambiente de cursinho pode ser interessante, para conhecer outras pessoas que estão na mesma situação que você e que podem contribuir com algumas dicas e sugestões úteis para a preparação. De todo modo, se você for daqueles que preferem estudar sozinhos a gastar tempo e dinheiro indo para o cursinho, ótimo! Para a primeira fase, eu diria que o cursinho pode ser, se você tiver boas orientações, disciplina de estudos e/ou boa bagagem de conhecimentos, dispensável.
Quanto à segunda fase, considero quase indispensáveis os cursos de Redação Português. Acho muito difícil alguém conseguir passar na segunda fase, se não houver feito cursinho preparatório. Há, obviamente, alguns casos de que já ouvi falar, mas são a minoria. Não vou falar sobre o já batido tema das idiossincrasias da banca da segunda fase, mas, mesmo quanto a coisas que não são “frescuras” da banca, achei muito bom o tanto de coisas (sobre Português de uma maneira geral) que aprendi no cursinho preparatório para a segunda fase. Desde os anos de colégio, sempre fui cético quanto à eficácia das aulas de Redação, mas devo admitir que valeu a pena: é inegável que a escrita melhora muito (nos padrões requeridos pela banca) com o cursinho. Se é necessário fazer um curso regular, que dura vários meses, ou se basta só o intensivo, às vésperas da segunda fase, depende de cada um. Acho desnecessário dizer que fazer cursinho também não é garantia de nada. Fiz tanto o curso regular quanto o curso intensivo e não me arrependi.
Com relação à terceira fase, também acho o cursinho muito importante. Em primeiro lugar, porque alguns professores realmente levam o trabalho a sério e ficam alucinados, procurando tudo o que os membros da banca têm estudado, escrito etc., e isso rende bons frutos, como alguns professores que acertam algumas questões que serão cobradas nas provas da terceira fase. Em segundo lugar, ainda que alguns professores não acertem muitas questões (o que não é uma tarefa muito fácil), a oportunidade de treinar a resolução de questões é fundamental por dois motivos: aprender a escrever na forma requerida pela banca e conseguir controlar o tempo de resolução das questões. Muitas pessoas têm problemas com o tempo para algumas provas da terceira fase (especialmente, para as provas de História do Brasil, de Geografia e de Política Internacional, que são as mais extensas). Não tive grandes problemas com isso e consegui escrever e revisar todas as questões de todas as provas, mas sei que muitos mal têm tempo de terminar de escrever.
Dito isso, já adianto: para essas três provas, é impossível fazer rascunho. Se você fizer, é muito provável que não conseguirá passar a limpo no tempo estabelecido. Para as provas de Direito e de Economia, não diria que é impossível (o número de linhas é menor, logo há tempo de sobra, pelo menos foi assim comigo), mas também considero desnecessário. No CACD, fiz rascunho apenas das provas de Português, de Inglês, de Francês e de Espanhol (em todas, sobrou algum tempo, mas não muito, após as revisões), pois são provas que eu alterava muito depois da redação inicial, trocava frases, palavras etc. Eu já sabia disso por causa de minha experiência com a resolução de questões no cursinho preparatório para a terceira fase, razão pela qual estive, sempre, atento ao relógio, para não perder tempo. Para todas as demais provas, o que se recomenda é, no máximo, um esquema inicial dos principais tópicos a ser discutidos nas questões, como um “brainstorming”. N~o fiz esse esquema em quase nenhuma questão, porque funciono melhor escrevendo direto, mas reconheço que nem todo mundo consegue fazer isso. Alguns podem preferir, ao menos, um momento de reflexão inicial, para fazer um esquema mental dos tópicos que serão desenvolvidos na questão, mas também não consigo fazer isso. A vida inteira, escrevi sem pensar, e deu certo. Não tive grandes problemas com isso no CACD, mas já alerto que não aconselho isso a todos. Muitos não conseguem manter o raciocínio, se não houver um planejamento a ser seguido, e acabam perdendo- se no meio da questão. Cuidado!
Conhecer os concursos anteriores é fundamental por várias razões. Não apenas para saber o que já foi objeto de cobrança, o que mais se repete, o que está ausente há algum tempo (e pode ser, eventualmente, trazido de volta), mas também para entender a lógica de formulação das questões em função dos contextos internacionais recentes, por exemplo. Isso é mais útil para a prova de Política Internacional, as demais não são tão influenciadas por acontecimentos recentes dessa maneira (Geografia e Economia também podem levantar alguns tópicos mais ou menos em voga, em face do que aconteceu em suas respectivas áreas nos meses anteriores ao concurso, mas não é uma regra tão forte quanto em Política Internacional).
Com relação aos conteúdos a ser estudados, atenção especial aos aniversários (10, 20, 30, 40... anos) dos principais tratados, organizações internacionais, acontecimentos marcantes etc., que costumam ser objetos de questões de Direito e de Política Internacional na primeira fase (na terceira fase, também podem ser cobrados, mas com menos frequência; em 2011, os cinquenta anos da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas foram lembrados em uma das questões). Visitas presidenciais a países mais importantes e visitas de chefes de Estado de outros países ao Brasil (destaque para EUA, China, Índia, Argentina...) no ano da prova, por exemplo, podem ser indícios de que poderá haver alguma questão nesse sentido. Obviamente, tudo isso não é regra (a pedra mais cantada de 2011, que foram os 20 anos do MERCOSUL, não apareceu em nenhuma questão da terceira fase; de todo modo, as relações com a Argentina, destino da primeira viagem presidencial de Dilma Rousseff, foram tema de questão da prova de Política Internacional).
Para a quarta fase, não há muito mistério. A cobrança de Francês e de Espanhol é bem básica, e conhecimentos de nível intermediário nos dois idiomas podem garantir uma nota razoável. De todo modo, vale observar que, nos últimos concursos, a quarta fase tem tido um peso enorme para a colocação final (especialmente, para as últimas vagas). Dessa maneira, confiar nos aprendizados de última hora de Francês e no Portunhol pode custar-lhe caro. Não recomendo deixar para estudar as duas línguas apenas após a segunda fase (como já vi que muita gente faz). Se você nunca estudou Francês e/ou Espanhol, recomendo começar um pouco antes (professores particulares podem ser mais úteis nesse caso, uma vez que você não precisará de atenção excessiva à conversação e à compreensão auditiva, como ocorre em muitos cursos em grupo). É difícil dizer quantas aulas ou meses são necessários, pois isso, obviamente, depende do rendimento e da facilidade de cada um.
De qualquer maneira, as provas não têm nada de complicado: não é necessário dominar os dois idiomas perfeitamente, as provas são instrumentais (leitura e compreensão de textos). Na prova de Espanhol, tive certo problema com algumas questões pontuais sobre o texto que poderiam ser respondidas em menos de uma linha (há previsão de mínimo de três linhas, máximo de cinco, sem copiar do texto), ou que não estavam, diretamente, no texto. Optei pelo tradicional método da “enrolaç~o”. Adicionei informações que não estavam sendo pedidas, só para conseguir escrever todas as cinco linhas. Em Francês, não tive grandes problemas com isso, a prova estava mais tranquila nesse aspecto. As duas correções foram pesadas, e notas acima de 40/50 foram raridade.
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2020.07.23 10:22 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte III – A PREPARAÇÃO INTRODUÇÃO pt 5 ferramentas (2011)

Algumas ferramentas virtuais úteis que podem auxiliar em sua preparação para o CACD são:
- Blog Estudos Diplomáticos: http://estudosdiplomaticos.blogspot.com/
- Boiling Neurons: http://boilingneurons.com/ (resumos para o CACD; não tem muita coisa, mas pode haver algo de útil)
- grupo “Instituto Rio Branco” no Facebook: http://www.facebook.com/groups/institutoriobranco/
- biblioteca virtual do grupo do Facebook, com diversos materiais para a preparação, como textos, resumos, espelhos de provas de anos anteriores etc. (vale dizer que nem tudo ali é leitura indispensável, mas há algumas coisas boas):
http://www.4shared.com/account/diYU1dnvts/sharing.html?rnd=81
- comunidade “Coisas da Diplomacia” no Orkut: http://www.orkut.com.bCommunity?cmm=40073 – é verdade que o Orkut está ultrapassado, razão pela qual a comunidade deve ficar mais vazia a cada dia. O que havia de mais interessante nela eram tópicos antigos sobre a carreira, sobre o concurso etc. Li dezenas desses tópicos e procurei reuni-los neste documento, para que você não tenha de entrar na comunidade e fazer toda a busca de novo, como eu fiz. Com o crescimento do grupo do Facebook, acho que a comunidade tem ficado completamente dispensável. Cito-a apenas para o caso de alguém só ter Orkut, não Facebook.
- Diário de uma Jovem Diplomata: http://jovemdiplomata.blogspot.com/
- Fichas Marra: http://fichasmarra.wordpress.com/ (clippings e resumos para o CACD)
- grupos de emails: “CACD IRBr” (http://br.groups.yahoo.com/group/cacdirb); “Dilogo Diplomtico” (http://br.groups.yahoo.com/group/dialogodiplomatico/).
- Introdução à Economia – UnB: http://www.unb.bface/eco/inteco/ (página da disciplina de Introdução à Economia da UnB, com muitas listas de exercícios, textos, vídeos e reportagens interessantes de Economia).
- Podcasts da Rádio Ponto – UFSC (há alguns podcasts interessantes sobre História, por exemplo): http://www.radioponto.ufsc.bindex.php?option=com_content&view=category&id=3&Itemid=3 http://www.radioponto.ufsc.bindex.php?option=com_content&view=category&id=6&Itemid=6
- Política Externa: http://www.politicaexterna.com/
- REL UnB: http://relunb.wordpress.com/ (já citado anteriormente, contém vários resumos, dicas, textos e obras completas para download de diversos temas de Relações Internacionais).
- Site do MRE: http://www.mre.gov.b (há muita informação útil, muitos “resumos” de determinados conteúdos de política externa brasileira, além de seleções diárias de notícias dos principais jornais do Brasil e do mundo).
📷 Decorar datas, fatos, nomes etc. pode ser muito chato. Por isso, nada melhor que inventar maneiras alternativas de fazê-lo. Inventei músicas, recursos mnemônicos, tudo que pudesse ajudar a lembrar- me das coisas mais facilmente. Com caneta de quadro branco, eu escrevia algumas dessas coisas no azulejo do banheiro e ficava decorando durante o banho. Antes do concurso, eu acharia isso exagero e loucura. Hoje, acho que foi importantíssimo para me ajudar a gravar muitas informações, como nomes de presidentes e de chanceleres, dados estatísticos, datas, eventos. Nas semanas das provas de terceira fase, a parede sempre ficava cheia de coisas das matérias da respectiva semana. Durante as provas, alguns desses esquemas que fiz ajudaram bastante (principalmente História do Brasil, Política Internacional e Direito; anotei e decorei algumas palavras e expressões “bonitas” para a redação de Inglês também).
Além disso, fiz, imprimi e colei na parede, em frente à minha mesa de estudos, uma linha do tempo com os nomes de todos os presidentes do Brasil e de seus respectivos chanceleres (apenas os chanceleres do Barão do Rio Branco para cá, exceto os interinos), dos presidentes norte-americanosapós a década de 1920 (e dos Secretários de Estado do Kissinger para cá), dos reis/rainhas e dos primeiros-ministros britânicos (os mais importantes a partir da Primeira Guerra Mundial) e de todos os presidentes argentinos desde Perón (primeiro mandato). Sempre que queria dar um tempo nas leituras, eu virava para a linha do tempo e decorava alguma coisa. Esse documento está disponível para download no “REL UnB”.
Todas essas informações podem ser de grande valia, para ser empregadas como complemento a uma resposta na terceira fase. No mínimo, impressiona um pouco a banca, o que já é alguma coisa. É claro que, se você estiver com muito menos tempo que eu tive de preparação, isso pode não ser possível. De todo modo, fica a sugestão.
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